MasukPonto de vista da LARA
Peguei no pequeno e giro dildo de vidro que tinha trazido comigo e mostrei-o ao Casper pela câmara por um segundo. Esfreguei-o para cima e para baixo na minha fenda molhada, abrindo os lábios vaginais e cobrindo o brinquedo com os meus fluidos. Depois, passei a mão por trás da minha perna, segurando a base para que ele pudesse ver tudo enquanto o empurrava lentamente para dentro da minha rata. Ele abriVi o David antes de ele me ver. A mesma constituição robusta e o mesmo jeito discreto de se mover. Ele era o ex da minha mãe. O homem que eu costumava seguir pela casa como uma sombra. O homem por quem, uma vez, tive uma paixão, mas não me apercebi disso e, em vez disso, ele fodeu a minha mãe mesmo ali no sofá, na minha presença. Quase o deixei passar, mas acho que a paixão que sentia por ele ainda lá estava. Os meus lábios moveram-se antes que eu conseguisse impedir. «Olá», chamei baixinho. Ele não se virou de início, e acho que isso deve ter sido porque a minha voz soou demasiado baixa. A minha voz falhou novamente. «David, sou eu.» Ele finalmente virou-se, enquanto eu observava a confusão e, depois, o lento arregalar dos seus olhos. «Mary White?»
Ele não respondeu. As suas mãos deslizaram por baixo da minha saia curta, agarraram as laterais das minhas cuecas e puxaram-nas para baixo. Continuei a protestar, mas as minhas ancas levantaram-se por si próprias para o ajudar. Quando o tecido passou pelos meus tornozelos, eu já me tinha deslizado mais para baixo na cadeira, aberta e à espera. O primeiro toque da sua língua fez com que o resto dos protestos morressem na minha garganta. Ele foi meticuloso — lento, deliberado, alternando entre movimentos profundos dentro de mim e uma pressão suave e concentrada no meu clitóris. Nunca ninguém me tinha feito isto. A sensação era quase insuportável. As minhas mãos agarraram-lhe o cabelo. A minha cabeça inclinou-se para trás. Sons começaram a escapar-me, altos e descontrolados, o mesmo tipo de sons que a mãe costumava fazer através da parede à noite. O m
Tinha mal passado dos dezoito anos quando a mãe casou com o Jeff. Ele era bem mais novo do que ela — talvez tivesse trinta e três anos — e era bonito. Nunca me incomodou tê-lo por perto. O primeiro ano foi bastante tranquilo. As únicas vozes elevadas vinham tarde da noite do quarto deles. A minha mãe fazia barulho quando faziam sexo. Às vezes, isso irritava-me enquanto tentava dormir. Outras vezes, deixava-me inquieta e molhada, deitada ali com a mão entre as pernas, a imaginar-me no lugar dela. Já tinha tido alguns namorados até então, mas nada de sério. Na maior parte das vezes, eram apenas beijos e apalpadelas. Sexo a sério só uma vez — no meu 16.º aniversário, com um rapaz dois anos mais velho. Ele veio-se depressa, mal olhou para mim e deixou-me a perguntar-me o que seria todo aquele barulho vindo do quarto da minha mãe. As coisas começaram a dar para o torto no segundo ano. As discussões espalharam-se do quarto para o resto da casa. A minha
Ponto de vista da LARA Peguei no pequeno e giro dildo de vidro que tinha trazido comigo e mostrei-o ao Casper pela câmara por um segundo. Esfreguei-o para cima e para baixo na minha fenda molhada, abrindo os lábios vaginais e cobrindo o brinquedo com os meus fluidos. Depois, passei a mão por trás da minha perna, segurando a base para que ele pudesse ver tudo enquanto o empurrava lentamente para dentro da minha rata. Ele abriu-me bem e eu inclinei a cabeça para trás com um gemido: «Sim, fode-me, papai.» Mantive a cabeça inclinada para trás enquanto empurrava o dildo para dentro e para fora da minha rata. Passado um minuto, levantei a cabeça para olhar para o ecrã e certificar-me de que o Casper ainda estava a ver-me a masturbar-lhe a pila. Sorri quando os nossos olhos se cruzaram e comecei a foder-me mais depressa, com uma mão a manobrar o brinquedo de vidro bem
As pernas e os braços dela começaram a tremer enquanto se esforçava por manter o corpo erguido, por isso tirei o meu pénis de dentro dela. A minha ereção grossa balançou com força quando ela caiu de lado e rolou de costas. Não queria que ela perdesse o ritmo e, com certeza, não queria que isto acabasse ainda, por isso enfiei rapidamente o meu pénis latejante de volta na sua rata encharcada. De joelhos, enfiei as minhas pernas por baixo das dela e empurrei mais fundo, movendo as ancas em movimentos lentos e deliberados, enquanto os meus dedos esfregavam o clitóris inchado dela para a frente e para trás, de um lado para o outro, de forma rápida e furiosa. Ela começou a ter outro orgasmo quase imediatamente. Com as costas arqueadas, os seios cobertos de gotas de suor e aqueles gemidos doces a jorrar dos lábios, todo o corpo dela começou a contorcer-se e a convulsar. Agarrei-lhe a
Agarrei as alças sedosas nas ancas dela com ambas as mãos e tirei lentamente as cuecas da Lara. Ela levantou o rabo para me ajudar e, em seguida, ajustou-se com os joelhos virados para os lados e as pernas bem afastadas; os pés também estavam agora afastados. Eu tinha-me deslocado mais para baixo na cama e, agora, a vagina da Lara estava mesmo à minha frente. O seu clitóris, rosado e inchado, espreitava por entre a sua mata bem aparada, com uma camada cremosa que brilhava à luz fraca. Esfreguei a parte interna das suas coxas e ao longo dos tendões, aproximando as minhas mãos à medida que abria bem a sua vagina. Ela tinha-se apoiado num cotovelo para me ver a aproximar-me. Os nossos olhares cruzaram-se novamente à medida que me aproximava. Conseguia ver nos seus olhos que ela queria sentir a minha língua tanto quanto eu queria saboreá-la. Ela recostou-se na cama,







