INICIAR SESIÓNESQUADRINHANDO DANIEL 8
A visão de Daniel 8, entregue ao profeta por volta do ano 557 a.C., ainda dentro do império babilônico, é tão somente um relato simbólico do capitulo 11, onde são narrados os mesmos eventos proféticos, porém com símbolos de bestas (reinos), animais e chifres (reis). O capitulo 8, é uma espécie de roteiro simbólico, e o capitulo 11, é a narrativa sem símbolos do mesmo roteiro profético, esmiuçando o capitulo 8, não através de animais, bestas ou chifres, mas através de relatos literais de reinos divididos e reis da Pérsia e Grécia (sul e norte) derivando destes reis do norte; a ponta pequena e profanadora do Santuário em Israel, do Grande DEUS ELOHIM:
Capitulo 8:3, um carneiro com dois chifres, reis da Pérsia (Ciro e Xerxes I).
Capitulo 11:2, três reis da Pérsia, e o quarto Xerxes I, o mesmo que tomou Ester por esposa.
Capitulo 8:5, um bode (Grécia) vinha do ocidente, e tinha um chifre notável (Alexandre Magno) entre os olhos.
Capitulo 11:3, um rei poderoso (Alexandre Magno) venceria a guerra decisiva em 331 a.C., contra a Pérsia
Capitulo 8:6 e 7, guerra decisiva em 331 a.C. (Grécia x Pérsia) saindo a Grécia vitoriosa com Alexandre Magno.
Capitulo 11:4, morte de Alexandre Magno em 323 a.C., e o reino Grego sendo dividido aos 4 generais na batalha de Ipsos ocorrida em 301 a.C.. O grande império Grego foi dividido em 4 partes, que é interpretado como as quatro cabeças do leopardo ou os 4 chifres do bode; Seleuco I Nikator - Ptolomeu I Sóter - Lisimaco - Cassandro.
Capitulo 8:8, quebrou-se-lhe o chifre notável do bode, com a morte do primeiro rei Alexandre Magno, o reino é dividido aos 4 generais em 301 a.C.
Capitulo 11:5 ao 20, o primeiro rei do sul (no Egito) foi Ptolomeu I Sóter (305-285 a.C.) cujo filho Ptolomeu II Filadelfo (285-246 a.C.) foi mais forte do que o pai. No norte (Síria) Antioco II theos (261-246) filho de Antioco I Sóter (280-261 a.C.) e neto de Seleuco I Nikator (312-280 a.C.) o qual foi assassinado em 280 a.C., pelas mãos de Ptolomeu I Sóter. Antioco II theos, reinou de 261 a 246 a.C., e foi envenenado pela primeira esposa e rainha Laodice, que repudiara para se casar com Berenice, filha do rei do sul Ptolomeu II Filadelfo. Após essa tentativa malfadada de concórdia entre os dois soberanos, que terminou com a execução de Berenice e do seu filho, cuja trama fora tecida pela própria rainha Laodice; um renovo (irmão) da linhagem de Berenice; Ptolomeu III Evergata (246 - 221 a.C.) invade o reino da Síria em vingança e o subjuga por um breve período nos dias de Seleuco II Calinico. Após esses primeiros acontecimentos, transcorrem por volta de 100 anos de disputas e guerras cruentas pelo controle do mundo pelas duas (das quatro) principais dinastias do império Grego dividido; selêucidas e ptolomaica, até chegar na ponta pequena (Antioco IV Epifânio 175-164 a.C.) que profanaria o Santuário em Israel no ano 166 a.C.. Foram por volta de 250 anos (312 à 64 a.C.) de domínio, envolvendo essas duas dinastias em disputas pelo controle do mundo, desde Seleuco I Nikator em 312 à Antioco XIII Asiatikos em 64 a.C., quando foram definitivamente conquistados e anexados como províncias ao emergente e futuro império romano, pelas mãos do general Pompeu o republicano, defensor ferrenho do status quo até então vigente, na aurora dos dias do futuro ditador populista e golpista Júlio César, que mudaria para sempre a base republicana da política de Roma.
Capitulo 8:9, de um dos chifres do rei do norte (Seleuco I Nikator) descendeu Antioco Epifânio IV, que reinou na Síria entre os anos de 175 à 164 a.C. (chifre pequeno) e que se tornou forte para o sul (Egito) e para a terra gloriosa (Jerusalém).
Capitulo 11:21, Levantou-se ao poder Selêucida, um homem vil (Antioco Epifânio IV) que tomou o reino com intrigas. Aproveitou o exilio do sucessor Demétrio, e apoderou-se do reino.
Capitulo 8:10 ao 12, a obra ímpia de Antioco Epifânio IV, se dirigiu especialmente contra o povo Judeu, seu sumo sacerdote e o príncipe do exército, tirando o sacrifício diário, deitando a verdade por terra, e profanando o Santuário do SENHOR em 166 a.C., por causa das transgressões do seu povo.
Capitulo 11:22 ao 27, e como uma inundação, as forças inimigas (Heliodoro e Ptolomeu VI Filometor) são varridas diante de Antioco IV Epifânio , e são derrotados juntamente com o príncipe do pacto; Onias III, deposto do sumo sacerdócio em 176 a.C., e depois assassinado. Uma vez confirmado no poder, fez aquilo que seus pais nunca fizeram; despojou riquezas dos altares e templos. Em 170 a.C., despertou seus exércitos contra Ptolomeu VI Filometor (180 - 145) que por sua vez também investiu com um grandioso exército, mas não prevaleceu, posto que foi traído pelos seus ministros. Esses dois reis; Antioco IV Epifânio e Ptolomeu VI Filometor, fizeram acordo e a uma só mesa falaram mentiras, porém o acordo não prosperou.
Capitulo 8:13 e 14, a profanação realizada por Antioco IV Epifânio no Santuário do DEUS VIVO em Israel, se deu no ano 166 a.C, se levarmos em conta que as 2.300 tardes e manhãs sejam anos literais, então a profecia se encerraria no ano 2.134 d.C.
Capitulo 11:28 ao 35, então Antioco IV Epifânio, retornou para a sua terra com grande riqueza, e o seu coração se exaltou contra a Santa Aliança no Santuário em Jerusalém. Tempos depois rompeu o acordo feito com Ptolomeu VI Filometor e o atacou com seus exércitos, mas dessa vez não foi como a última vez. Após ter sido mal sucedido nesta campanha militar, Antioco IV Epifânio retorna frustrado, por ter sido obrigado a obedecer uma ordem do senado romano para se retirar do Egito no ano 167 a.C., então se indgnou de vez contra a Santa Aliança e atendeu aos que haviam desamparado (Jasão - Menelau - Lisimaco e amigos) a Aliança do DEUS de Israel. Dele saiu forças que profanou o Santuário - tirou o Sacrifício Diário - estabelecendo a primeira abominação desoladora. Aos violadores da aliança ele fortaleceu, mas o povo que conhecia o seu DEUS (macabeus) se tornou forte e ativo, os quais com pequeno socorro ensinaram a muitos, todavia muitos caíram pela espada - pelo fogo - pelo cativeiro - e pelo roubo por algum tempo.
Capitulo 8:23 ao 25, o rei de feroz catadura (Antioco IV Epifânio) especialista em intrigas, que teve grande poder, mas não por sua própria força, que causou estupendas destruições, que profanou o Santuário do SENHOR, destruiu os poderosos e o povo santo, se levantou contra o Príncipe dos príncipes; pretendendo ser um igual ao SENHOR, profanando o santuário, e teve por fim uma morte cruenta, dolorida e penosa; "sem auxilio de mãos humanas".
Capitulo 11:36 ao 39, Antioco IV Epifânio, fez segundo sua vontade, e se engrandeceu sobre todos os deuses; contra o DEUS dos deuses falou coisas incríveis e foi próspero, até que se cumpriu a indignação contra o povo de DEUS, e depois contra ele mesmo. "Não teve respeito aos deuses dos seus pais, nem ao desejo das mulheres, nem a qualquer deus, porque sobre tudo se engrandeceu. Com o auxilio de um DEUS "estranho" derrubou poderosas fortalezas à maneira de Senaqueribe. Por fim cobiçou grandes riquezas nos templos da Pérsia, marchou e falhou em sua última campanha militar, para satisfazer seu apetite voraz de poder. Frustrado, ainda lhe veio o rumor de que os seus exércitos haviam fugido em retirada no último confronto com os Judeus, assim tomado de grande ira, intentou fazer de Israel um imenso cemitério ao céu aberto, porém foi ferido por DEUS mortalmente no ano 164 a.C., cumprindo-se assim a seu respeito as escrituras: "Mas chegará ao seu fim, e não haverá quem o socorra. Seu filho Antioco V Eupator, com apenas 9 anos de idade, subiu ao trono depois da morte do pai, e reinou apenas 2 anos, com 11 anos foi assassinado juntamente com seu tutor Lisias. Foram assassinados a mando de Demétrio I Sóter (162-150) que livre do exilio, subiu ao trono seleucida. Doze anos depois, Demétrio foi morto pelo próprio primo; Alexandre I Balas (150-145) a quem o rei Ptolomeu VI Filometor, deu a jovem Cleópatra em casamento, e pouco tempo depois, num jogo político de ambição e poder, a tomou novamente sequestrando-a, e a deu em casamento ao rival de Alexandre I Balas; Demétrios II Nikator (145-140) que passou a reinar depois da decapitação de Alexandre I Balas. Também morreu três dias depois o seu sogro; Ptolomeu VI Filometor, no ano 145 a.C.
POSFÁCIO Cântico de lamentação sobre a NWO: “Tempos depois sobrevieram-nos temores horríveis e degradantes no primeiro ai; em especial quando se abriram os portais do poço do famigerado abismo e foram soltos aqueles demônios irracionais - enlouquecidos, vejam como toda a nossa dignidade real é varrida pela tempestade furiosa do Senhor Sete, qual casa sendo varrida pelos ventos impetuosos, nossos sentimentos de paz e segurança mundo-social se desfazem como cera perto da chama ardente. Agora vemos nossas nobres e importantes vidas se definhando em convulsões desastrosas sobre o magnifico reino e nossos corpos... Somos prisioneiros em tempos de sofrimentos – dores – torturas - logo nós que labutamos durante séculos, através dos nossos formidáveis sábios ancestrais, para esse tempo glorioso de evolução s
EPILOGO "Mas eu, (anjo) te declararei o que está expresso na Escritura da verdade. (Dn 10:21). De fato é curioso e intrigante para qualquer mente humana a mera tentativa de elucidar tamanho mistério. Com a declaração do cabeçalho surge a seguinte questão: Os eventos - guerras - revoluções - elevação e quedas de reinos, que aconteceram, acontecem e acontecerão, são resultados de estarem determinantemente escritos, ou DEUS por ser sabedor dos mesmos eventos os escreveu, ou as duas coisas juntas? O super-homem dos quadrinhos criado as vésperas da 2º grande guerra mundial em 1938 e passado para os desenhos e telas do cinema mundial, é no mínimo bastante sugestivo, “profético” e curioso no que concerne aos objetivos dos senhores deste mundo, que sempre tiveram por finalidade estabelecer uma nova ordem mundial de coisas, que em sua essência são intenções repetidas desde os tempos antigos. A Assíria, co
FIGURAÇÃO PROFÉTICA DO APOCALIPSE Abismo: Prisão espiritual - calabouço dos espíritos enlouquecidos e extremamente perigosos. Absinto: Amargo - penoso - sofrido. Água: Palavra de DEUS - batismo - lavagem pela Palavra. Ais: Pesares - dores - sofrimentos - flagelos. Alfa: Primeira letra do alfabeto grego - principio. Apocalipse: Revelação. Armagedom: Lugar da decisão - grande guerra - batalha final - mãe de todas as guerras - ponto geográfico (palestina). Azeite: ESPIRITO SANTO - unção. Besta: Reinos - poder politico - impérios. Besta que sobe do mar: A nova ordem mundial - 7 (cabeças) super nações - re
70 ANOS DO ESTADO DE ISRAEL Nesse ano de 2018, será comemorado o septuagésimo aniversário da criação do Estado de Israel, desde já antecipo minhas congratulações... Lembrando e discorrendo a respeito dos seus primórdios e importantes fatos desta era cristã: "As duas maiores transformações político-religioso-social desta era cristã, se deram a partir das perseguições e proscrições ocorridas na cidade de Jerusalém, no inicio desta era cristã: Começando pelas perseguições com que alguns israelitas assolaram os cristãos (partindo de Estevão) com a ajuda do império... Porém nenhum deles; romano ou israelita jamais suspeitaram que tudo isso só contribuiria para o crescimento espantoso da religião cristã, cumprindo-se essa máxima curiosa: “Qualquer que seja o movimento; é necessário haver inimigos para fortalecer-se” - bem como contribuiria para a derrocada do próprio império ( o qual alguns israelitas imaginando serem o próprio Messias, proc
A ÚLTIMA DITADURA "Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca da besta ou o número do seu nome. Segundo as profecias bíblicas, será suprimida e rechaçada toda e qualquer forma de liberdade que os governos ditos liberais - neoliberais e iluministas implantaram no mundo, após o fracasso orquestrado das últimas monarquias cristãs e dos últimos impérios nacionalistas. Por intermédio desta velha ordem republicana falida e mergulhada no caos, na confusão e anarquia generalizada em seu auge provocada pela terceira grande guerra, subirá ao poder do mundo; um governo imperialista comuno-fascista-ditatorial, mascarado com boas intenções à moda Maquiavélica. Um governo centralizado com 10 reis e o último anticristo e seu auxiliar, que
A QUARTA VOZ "Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no SENHOR. Sim, diz o ESPÍRITO, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham. Eis um grande prenúncio profético do ESPÍRITO SANTO, no tocante as ondas inimigas que se levantarão mais uma vez contra o povo santo de DEUS, num futuro bem próximo após a construção do terceiro Templo e a eclosão da terceira grande guerra. A sociedade moderna degenera-se numa rapidez estonteante, não se apercebem que caíram nas funestas armadilhas do arquienganador. A quarta voz faz também alusão aos fieis que estarão avançados em dias e que descansarão no SENHOR. Porém, o ponto alto da mensagem é a perseguição infligida pelo poder terreno narcisista - racista - cruel - que em sua natureza é antijudaico e anticristão, que se levantarão para cumprir a profecia de Daniel 12:11, onde profanarão mais uma vez o 3º Templo em Israel, prestes a se