INICIAR SESIÓNO colchão afundou sob o peso dos dois, e o som dos lençóis se agitando foi abafado pelo estalo úmido dos lábios que se separaram apenas por um milésimo de segundo antes de se buscarem de novo, ainda mais famintos.
Isao arfou contra a boca de Bane, as mãos subindo desesperadas para os cabelos do Beta, puxando-o para mais perto enquanto suas pernas se envolviam ao redor do quadril dele por puro instinto.
Bane desceu os beijos pela m
Quatro anos depois...O relógio de parede da enorme sala de estar marcava quase dez da noite quando a porta principal se abriu, revelando um homem visivelmente exausto.Callun afrouxou o colarinho da camisa social escura, jogando o paletó sobre o braço com um suspiro pesado.A vida de um Rei Alfa não era fácil e a unificação das matilhas e a política entre os licanos exigiam reuniões intermináveis, tratados burocráticos e viagens que o mantinham ocupado demais, mal conseguindo ir para casa ver sua amada família.Ao entrar, o silêncio da casa indicava que a correria dos filhotes já havia cessado.Yu, agora era um esperto garotinho de 4 anos e a cara cuspida e escarrada da mãe, já deveria estar capotado.Liana, a segunda filha tinha 3 anos, e puxara os cabelos brancos e os intensos olhos azuis do pai, e ela com certeza também j
O colchão afundou sob o peso dos dois, e o som dos lençóis se agitando foi abafado pelo estalo úmido dos lábios que se separaram apenas por um milésimo de segundo antes de se buscarem de novo, ainda mais famintos.Isao arfou contra a boca de Bane, as mãos subindo desesperadas para os cabelos do Beta, puxando-o para mais perto enquanto suas pernas se envolviam ao redor do quadril dele por puro instinto.Bane desceu os beijos pela mandíbula de Isao, distribuindo mordidas de leve que faziam o jovem Alfa da Névoa estremecer por inteiro, soltando gemidos baixos que inflavam o ego do companheiro.Sem pressa, mas com uma urgência que queimava o sangue de ambos, as roupas foram sendo arrancadas e jogadas em algum canto do quarto até que não restasse nenhuma barreira entre suas peles.Quando o corpo massivo de ébano de Bane se colou ao alvo de Isao, o contraste de cor e tempe
Enquanto isso, no quarto de hóspedes do outro lado do corredor, a atmosfera era bem diferente, mas igualmente caótica, com Isao que estava sentado na beirada da cama, passando a mão na cara com força, com o rosto ardendo em um tom vermelho-pimentão de pura vergonha pelo papelão que seu cunhado acabara de fazer nacionalmente.Callun havia esquecido que como Rei Alfa, seu laço mental se estendeu e iria se estender cada vez mais, até chegar a todos os licanos do mundo.Ao mesmo tempo, um sorriso genuíno tentava escapar de seus lábios, com o peito aquecido pela imensa felicidade de saber que sua irmã estava grávida e bem.Bane, que estava parado na entrada da porta, não aguentou e soltou uma risada rouca, deu dois passos à frente, puxou e envolveu Isao pelo quadril com os braços firmes, puxando o corpo do jovem Alfa contra o seu.Ele inclinou a cabeç
— Por que estão rindo? — resmungou Callun sem graça.O Dr. Silas trocou um olhar significativo com Octávia, como se dissesse "eu não falei?".Ela riu mais um pouco e desconversou.— Não é nada.Ao notar o clima e o rubor nas bochechas do novo Rei Alfa, o Dr. Silas soltou uma última risadinha discreta e começou a organizar seus frascos na maleta, pigarreando para atrair a atenção do casal.— Bom, minha Luna, meu Rei Alfa... Acredito que minha presença aqui já não é mais necessária.Disse o velho doutor com um tom benevolente.— Vou deixá-los a sós para conversarem um pouco. Você precisa de repouso, Luna Octávia, mas aposto que a companhia do seu companheiro é o melhor remédio agora.Silas pisca um olho para Octavia discretamente, que entende a deixa rindo.
Os raios de sol filtravam-se suavemente pelas cortinas, banhando o quarto em tons calorosos.Octávia piscou os olhos lentamente, sentindo o peso do cansaço se esvair aos poucos, ao focar a visão, com um sentimento estranho de déjà-vu a atingindo em cheio.O teto alto de madeira esculpida, o cheiro de floresta e terra molhada, ela estava de volta ao quarto principal da casa da matilha dos Lobos Negros; e, bem ao lado da cama, a figura familiar do velho Silas examinava alguns papéis e frascos com sua postura calma de sempre.Ela franziu a testa, com a garganta ainda ligeiramente seca.— Silas?A voz dela saiu um pouco rouca.— Eu... eu estou sonhando? Isso é uma peça da minha mente?Silas desviou os olhos dos exames e soltou uma risada calorosa, com os olhos enrugando-se nas pontas com um carinho paternal.— Não é um sonho, não, minha L
Callun permaneceu imóvel por alguns segundos, com os olhos azuis fixos no chão, assistindo às últimas fagulhas consumirem do que restara de Malthus até que ele virasse pó por completo.O silêncio que se instalou no salão destruído era quase sepulcral.Calmamente, o Alfa dos Lobos Negros virou as costas para as cinzas e caminhou de volta para perto dos outros.Dorian e Isao o encaravam com choque e respeito, com suas respirações ainda pesadas, enquanto Bane, Asher e Octávia continuavam desmaiados no chão.O Rei Alfa quebrou o silêncio com um assobio baixo, soltando uma risada fraca apesar da dor do braço decepado.— Bom... Agora eu entendo perfeitamente por que você e o Isao são chamados de monstros assustadores por aí.Brincou Dorian, balançando a cabeça.— Vocês dois são for







