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Capítulo 2

Penulis: Juno Jade
— Talvez esta seja a masmorra de nível SSS mais fácil de todas? — Alguém brincou.

Fui a única que permaneceu em silêncio, encarando o céu acima de nós.

Mais mensagens luminosas surgiram no ar, o "chat" explodindo em risadas.

[Aff, outro grupo desejando "morrer de velhice"? Que saco.]

[Quantas vezes já foi isso? Todo grupo que entra escolhe a mesma coisa. Idiotas hipócritas.]

[Eles logo vão descobrir por que "Desejo" é classificada como SSS.]

Nesse momento, o chefe apareceu silenciosamente bem à minha frente.

— Você é a última. — Disse ele, friamente e num tom baixo.

— Então… como deseja morrer?

Mas que droga. Então é isso mesmo. Este é o meu fim.

Antes de ser arrastada para esse jogo de terror, eu era a protagonista de uma história erótica, acordava todas as manhãs na cama enrolada com homens bonitos. Completamente inútil para qualquer outra coisa.

Esperar que eu elaborasse um plano genial de sobrevivência? Vai sonhando.

Desisti na hora.

Se eu estava destinada a morrer ali, que ao menos morresse realizando meu maior desejo: transformar esse mundo sombrio em um imenso paraíso de prazer.

Não importa se é quente ou frio, eu faço virar vapor.

E, sinceramente, mesmo com o rosto oculto pela névoa negra que girava ao seu redor, os ombros largos, a cintura estreita e a voz grave e magnética do chefe eram provas suficientes. O cara era... encorpado.

O desejo torna os covardes ousados.

Então, sem pensar duas vezes, eu disse:

— Quero falta de ar, pernas trêmulas, olhos vidrados… e um prazer tão intenso que me leve à morte.

O chefe:

— ???

Completei, prestativa:

— Ah, e é você quem vai fazer isso.

Ele congelou, como se não pudesse acreditar no que tinha acabado de ouvir. A névoa negra ao seu redor parou de se mover, e o ar parou de circular.

Ele permaneceu ali parado por um bom tempo, depois lentamente deu um passo para trás.

Esperei por um tempo, confusa.

Mas o chefe não disse sua frase habitual. Nenhum "como desejar".

Em vez disso, a voz mecânica do sistema ecoou:

[Tarefa preliminar: "Fazer um Desejo" — Concluída.]

[Por favor, siga o chefe até a mansão.]

[Missão principal: sobreviver dentro da mansão por três dias.]

[Durante esses três dias, missões secundárias aleatórias aparecerão.]

[Cada missão concluída concede um novo desejo.]

[Apenas o jogador que fizer o desejo correto sobreviverá até o final.]

Quando chegamos à mansão, já era noite.

No instante em que pisei na sala de estar, congelei.

Cada centímetro das paredes estava coberto por fotografias emolduradas, retratos memoriais.

E todas as fotos mostravam um de nós.

Abaixo de cada imagem, havia uma anotação manuscrita, listando o desejo da pessoa:

[Morrer pacificamente de velhice, sem doença, sem dor.]

Todas… exceto a minha.

As palavras sob a minha foto haviam sido cobertas com um marcador preto espesso.

Todos os olhares recaíram sobre mim.

O homem de meia-idade, Pete, foi o primeiro a falar:

— Agora que consigo refletir. — Disse ele, estreitando os olhos.

— Você não fez o mesmo desejo que o resto de nós, fez? Ficou escondida no canto o tempo todo. Então, mocinha… que tipo de morte você escolheu?

Antes que eu pudesse responder, o chefe falou de repente:

— Os jogadores estão proibidos de perguntar sobre os desejos dos outros.

Por algum motivo, o tom dele soava… tenso.

Diante disso, os outros recuaram, mas suas expressões se tornaram presunçosas.

— Olha só, o desejo dela foi censurado. Clássica bandeira de morte. — Debochou um.

— Ela não passa desta noite.

— Quem é burro o suficiente para sair do roteiro quando a resposta está na cara? Bem feito.

— Melhor para nós se o peso morto cair logo.

Antes que eu percebesse, já tinha sido completamente excluída do grupo.

Na hora de escolher os quartos, eles se juntaram, pegaram os melhores e me deixaram com o menor e mais sujo quarto de empregada.

— Não é como se fizesse diferença. — Disse Pete, com um sorriso torto, segurando a porta pela metade.

— Você não vai sobreviver à noite mesmo. Pode dormir em qualquer lugar.

Quando a porta se fechou com um clique, o silêncio engoliu a casa.

Restaram apenas o chefe e eu, sozinhos na sala de estar vazia.

Ele pairou ali por um momento, prestes a ir embora.
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