INICIAR SESIÓNNARRAÇÃO DE GABRIEL... (Primeira narração)
É isso aí... Estou no ódio total, com a presença do Klaus, aqui na minha fazenda! Esse animal... não. Não o chamarei de animal, pois até esses, cuidam melhor do seu filho! Beleza. Vou explicar! Klaus ficou MESES sem ver Alexander. Ótimo! De repente aparece aqui. No dia em que ele pisou na fazenda com a noiva, nem se quer deu um breve abraço, em seu filho. Pelo contrário! O filho da putä encheu a mão e deu na cara, do coitado do Alexander. Na verdade, Alexander não é tão coitado! Ele deu o dedo do meio para sua noiva... DO NADA! Mesmo assim, minha vontade foi pegar meu revólver e estourar toda a cara do homem, que já considerei um bom amigo. Klaus mudou da água para o vinho. Sou melhor do que ele! Sou DOM, mas não perdi minha essência. Nunca dei na cara do meu filho Davi, por mais que ele tivesse dado motivos pra apanhar, algumas vezes. Klaus humilhou seu filho o agredindo, na frente da noiva e de todos que ali estavam. O pior foi ver um olhar de satisfação, na cara daquela ninfetä filha da putä, com sotaque de gringa burra! Ela não escondeu um sorrisinho de lado, quando ouviu o estalo do tapa, dado com força, ao ponto do Alexander cambalear para o lado. Meus olhos arderam, precisei piscar, várias vezes, lutando para esconder as lágrimas que queriam nascer. Eu peguei Alexander no colo, quando era um bebê. Sou seu padrinho, sempre cuidei dele, quando ficou na fazenda. Passo raiva porque Alexander é como um capetä? Sim. Isso é normal..é adolescente! Mas o amo na mesma intensidade que amo meu filho Davi. Então, vê-lo apanhar, na frente de todos, não foi fácil. Meu instinto foi pegar meu revólver, mas Nicolás disfarçou, segurando minha mão. Preciso manter a calma. Nicolás e Jhonny são meus irmãos. Só nos falta o mesmo sangue! Nicolás é o mais calmo, eu meio desequilibrado, e Jhonny é ignorante pra carälho! Nos completamos. Às vezes, temos discussões, mas é coisa de irmãos. Precisei esconder o ódio que sentia do Klaus e entrei na frente, dele antes que machucasse ainda mais o garoto. Porrä! Por isso é revoltado. Se eu tivesse um pai, tão filho da putä, como Klaus, seria muito pior do que sou. Pedi para ele não fazer aquilo, Klaus olhou-me rindo e virou de costas, mandando Alexander levar a noiva, para conhecer a fazenda. Alexander deu a resposta que eu daria. Mas ele precisa usar o cérebro, se nesse momento, ficar se fazendo de difícil, o carälho do Klaus não vai embora e eu vou passar mais ódio! Eu não estou podendo passar raiva. Isso me deixa muito estressado. Precisei ir até o quarto do Alexander. Aproveitei que ninguém me seguiu, me instinto foi abraçá-lo e segurar seu rosto, para ver se machucou muito. Ficou bem vermelho, que ódio! Alexander, ignorante como sempre, me empurrou mandando parar de fazer aquilo. Ele não está acostumado com carinho e, tão pouco, com alguém se preocupando com ele. Eu vivo preocupado com ele, mas preciso disfarçar esse sentimento. Alexander não pode desconfiar que sou seu padrinho. Sabendo que a máfia dos seus pais é muito poderosa, não posso arriscar deixando os outros saberem que sou seu padrinho. Assim, evito problemas para minha máfia Brasileira, essa que não é tão grande. Depois que Alexander comentou, do nada, que adotou um bebê, ou uma criança, fiquei até tonto. Onde está essa criança?! Onde ele pegou?! Meu Deus, se ele roubou um bebê de alguém, eu mesmo mato ele! Assim, ele nem precisa se casar! Pior que nem consegui tirar mais informações, pois o filho da putä soltou essa informação e foi lá, atrás da nojenta. Escutou meus conselhos e levou Max, ou melhor, Maxine, para conhecer a fazenda. Quando ele saiu com ela, fiquei com todos reunidos na sala. Eu estava suando frio, olhando a porta do casarão a todo momento, me perguntando se Alexander vai conseguir fazer tudo certo. Essa gringa precisa voltar viva. - Gabriel, parece tenso. - Klaus chamou minha atenção, cruzando suas pernas e dando um trago em seu charuto. - Sim. Clara está grávida. - Comentei querendo disfarçar. - Sua filha?! Que surpresa boa! - Ôôôôh... Prá caramba. Clara é super madura e preparada para ter filhos. - Jhonny engasgou, segurando a risada. Encarei ele com ódio. Porque a verdade é que minha filha, não está preparada para ser mãe e tão pouco é madura. Engravidou só porque a filha do Jhonny engravidou, como se estivesse na moda andar com um bebê debaixo do braço. Mas o foco é Alexander! Ele está demorando... Deus, ele vai enfiar uma faca na barriga dela e depois esconder o corpo... Sequei o suor de minha testa. - Vamos ver se eles estão se dando bem? - Minha voz saiu fina pelo desespero. - Claro que não! Vamos deixá-los se conhecerem. Sabe o que eu sinto falta?! Daquelas nossas reuniões, com bastante cerveja! Jhonny, lembra quando fazia pouco tempo que Gabriel era pai e estava se sentindo, querendo nos ensinar, como se fazia filhos?! Eu não me lembro do que ele falou, mas eu ri tanto... - Sexólogö. - O lembrei, mas com a cabeça lá no Alexander. Nicolás riu. - Vou providenciar as cervejas. - Soltei o ar, quando a gringa voltou para a sala. - Onde está Alexander?! - Perguntei preocupado. - Ele disse que ia para academia. Bom, ele precisa ser mais educado, usa muitos palavrões e ele gritou comigo, quando pedi para o acompanhar no pub, achei um asco! Dizendo ele que estava "brincando" ...ele também mistura muito as coisas. Por que Alexander faz amizades com capangas?? Ele está acima, o capanga não deveria nem olhar em sua direção. - Você está falando do Alexander?! - Perguntei surpreso. Sei que Alexander não faz amizade com os capangas, nunca fez. Ele tem mais facilidade em fazer raiva neles, ao invés de amizade. - Sim... - Max respondeu, cruzando os braços e piscando lentamente, demonstrando tédio em me responder. Nossa senhora, RANÇO! - Então tem alguma coisa errada! - No momento em que respondia, Davi, meu filho, entrou na sala em simpatia e cumprimentou Klaus. Já encarei a gringa com ÓDIO!!! Ela olhava meu filho, mostrando desprezo. - Os capangas daqui, normalmente, invadem reuniões? - Ela chamou Davi de capanga?! Nicolás e Jhonny riram, encarei aquele ser, com mais raiva ainda. - Por que meu filho seria um capanga? - Perguntei cruzando as pernas, enquanto Davi olhava para ela, sem entender nada. - Porque foi o que Alexander falou! - Nossa senhora, quando ela me respondeu, levantando as sobrancelhas, se sentindo a melhor, eu senti vontade de esfregar sua cara no chão. - Alexander é muito filho da put... - Calei Davi, arregalando os olhos e apontei com os olhos, para Irina, mãe de Alexander. Davi engoliu a palavra putä, com tanta dificuldade, fazendo Nicolás rir. - Bom! Eu vou pegar um ar. - Saí correndo pra caçar Alexander! Duvido que esse filho DA PUTÄ, esteja na academia! Ele roubou um bebê! Agora faz sentido, quando ele disse que gostava de bebês. Gostou tanto que roubou um! É hoje que mato um! Preciso saber onde ele escondeu a criança, depois advinhar quem são seus pais pra devolver. Não sei nem o que falar com os pais da criança. "Senhores me desculpem, o meu afilhado tem alguns problemas mentais e acabou pegando o bebê de vocês, sem querer." Acho que seria uma boa desculpa...NARRAÇÃO DE ALEXANDER...NARRAÇÃO DE ALEXANDER...Minha noite poderia ficar melhor?! Óbvio! Lilly me deu o melhor presente de aniversário. MISSÃO!!Vou ter o prazer em destruir todos que oprimem o irmão da minha amada.Gastei de saber que Rodrigo é amedrontado, humilhado, ameaçado e oprimido pelos filhos dos deputados. Meu amigo... Eu vou colocar fogo em Brasília! Aqueles filhos da putä que usam ternos e fingem serem bons moços roubando o país, vai se arrepender por não terem educado seus filhos. Eu não roubo o país, não. Enriqueço. É diferente, a máfia apenas trabalha com negócios para crescer, sem roubos. Apenas com o tráfico no mundo obscuro... Mas os deputados são como filhotes de bezerros mamando o dinheiro público e da Máfia também, pois tudo é negócio. Mas agora eles vão mamar o meu päu. Tiro na cara! Sorri animado após saber daquela novidade. Despedi da Lilly e corri para quem?! Os defensores dos jovens. Os três mosqueteiros. Cheguei no hospital e pigarreei me sentindo como u
NARRAÇÃO DE LILLY...Devolvi Rafael com cuidado e segui Alexander. Quando saímos do hospital, ele segurou em minha mão passando segurança. Seguimos para o casarão.Na varanda de longe observei meu irmão sentado em um sofá da varanda. Ele estava tenso, nervoso. Esfregando seus dedos assim como eu também faço. Seus cabelos lisos escuro ressaltava sobre sua pele branca. Sacudia suas pernas mesmo sem notar nossa aproximação. Quando chegamos perto. Ele parou de balançar suas pernas e olhou dentro dos meus olhos. Juro que senti uma ligação fora do normal, como se já o conhecesse. - Lilly... - Ele falou, olhando-me como se estivesse vendo uma miragem.- Oi. Desculpe por não respondê-lo. Mas estou aqui para conversar pessoalmente. - Vou deixar vocês mais à vontade. - Alexander falou se afastando. Suspirei tentando manter a calma, pois por mais que saiba do nosso passado, olhara aquele rapaz em minha frente. Não conseguia enxergar como um irmão, no qual uma vez fomos agarrados sempre de m
NARRAÇÃO DE LILLY...Nunca pensei que viveria tão intensamente. Comparando com minha antiga vida que era monótona e cheia de restrições, como todos sabem, hoje é cheia de emoções, mas vivenciar a nomeação do Alexander…Meu Deus! O que foi aquilo? Foi diferente de tudo o que imaginei. Foi maravilhoso! Era um salão lotado de Mafiosos, de todos os cantos do mundo. Pausaram seus compromissos, saíram de seus países, só para verem, o amor da minha vida, ser nomeado.Ele merece, sempre mereceu! Meus olhos inundaram quando vi seu pai acariciar seus cabelos. Alexander é carente de carinho de pai. Ele não falava para qualquer um o quanto queria o amor do seu pai, por muitas vezes, fui sua ouvinte e lá estava ele, recebendo o que sempre desejou, sua nomeação e o carinho do pai, do padrinho, da mãe e da maioria dos presentes. Como se não bastasse, ainda fomos agraciados com a chegada do nosso afilhado no dia da sua nomeação. Não existe presente melhor, não há riqueza maior que possa ser compara
NARRAÇÃO DE ALEXANDER...Meu afilhado nasceu!!! Ouvi ele chorar pelo corredor do hospital. Abracei Noah comemorando. Me peguei chorando como se o filho fosse meu... Mas pensando bem, vou ser o segundo pai. Padrinhos são isso! Ele ainda nasceu no dia do meu aniversário e nomeação, serei eternamente grato. E agora estou ansioso para vê-lo. Procurei meus pais pela sala de espera, onde todos estavam. E simplesmtne sumiram! Saí do hospital preocupado com eles. Deve ter voltado para o casarão. Olhei um capanga fazendo a ronda na fazenda com uma lanterna se aproximando. - Oi. Você viu meus pais? - Boa noite Don Alexander, eles saíram da fazenda. - Sorri com orgulho, meus pelos ficam arrepiados só de ouvir a palavra Dom. Vai demorar à me acostumar com meu novo nome. Mas parei de sorrir preocupado, como assim saíram? Meu afilhado acabou de nascer. Algo sério deve ter acontecido. - Estou preocupado. - O capanga riu acendendo um cigarro. - Eles não estavam com cara de que tinham problemas,
NARRAÇÃO DE KLAUS...Entramos naquele lugar. Perdemos a fala, lugar espaçosos, os barulho dos pinos sendo derrubados, cheiro de fritas e hambúrgueres. Irina riu tirando seu salto. - Eu quero um copo de refrigerante e batatas fritas com ketchup. - Irina pediu eufórica. As pessoas paravam o que fazia, apenas para admirar a beleza da minha noiva. Seu vestido deslizada conforme andava até o balcão para pedir os tênis. Os pequenos diamantes em seu cabelo brilhavam naquele ambiente mais escuro. Sorri orgulhoso tirando meu sapato social. Caminhei até o balcão da área de alimentação. Pedi o que a princesa desejou.E naquela noite... Foi perfeita! Competimos, à cada pino derrubado ela comemorava aos pulos, girando à ponto do seu vestido levantar mostrando suas coxas. Finalmente éramos nós e mais ninguém, apreciamos nossa companhia, comemos fritas, quebramos as regras. Em certo momento Irina abraçou-me por trás depois que consegui fazer um strike. - Essa noite está incrível! Você sempre me
NARRAÇÃO DE KLAUS...Nunca pensei que a nomeação do meu filho seria tão intensa! Do desespero ao amor. Gabriel desmaiou e Clara foi carregada sentindo as primeiras contrações para o hospital.Pedi ajuda a Nicolás e Jhonny que carregaram Gabriel, desacordado, até uma cadeira. Percebi o quanto estavam preocupados com a saída de sua filha. Falei para irem ao hospital e me mantivesse informado, ficaria ali até Gabriel acordar. Segurei o riso quando Nicolás arrancou os sapatos dos pés do Gabriel. Depois que saíram, aproveitei para jogar água no rosto dele. Nada de acordar...Sacudi seus ombros o chamando e finalmente, ele foi despertando. Em segundos, Gabriel voltou a si, desejando estar ao lado da sua filha.Chegamos no hospital, Gabriel atropelou os enfermeiros e o médico querendo entrar na sala onde sua filha estava. Bastou ouvir Clara o chamar, não o julgo. Faria o mesmo...Os minutos se passaram, podíamos ouvir Clara gritar e finalmente ouvimos o choro do bebê. Liz correu segurando a







