FAZER LOGINCap. 4: OS PAIS
Na manhã seguinte, Isabel foi à procura de trabalho. Na casa de Brizna, todos a encorajaram.
No entanto, uma semana depois, quando já tinha sido seleccionada numa das empresas onde tinha sido entrevistada, Isabel sentiu indigestão e mal-estar geral. Assim, Brizna persuadiu-a a ir ao doutor.
O médico enviou-a para análises de sangue. Isabel está sentada à beira da maca no hospital "San Agustino", o médico chegou com os resultados na mão.
-Há quanto tempo tem estas vertigens, minha senhora?
—A há algumas semanas atrás, mas não pensei nada disso, mas ontem ao jantar quase caí no chão com vertigens..
—Ela tem de tomar conta de si própria, está grávida. Vamos à obstetrícia para um eco. Aparentemente há mais do que um feto, o obstetra dir-lhe-á.
Isabel miró al médico como ausente.
«Eu vou ser mãe! Um filho, parece dois, é maravilhoso, vou ser mãe, vou ter não um mas dois filhos. Eu sou abençoada», pensou ela com um sorriso no rosto.
Esperou alguns minutos e foi para o pequeno cubículo.
O médico põe a geleia na barriga e começa a passar o transdutor sobre o abdómen, sorrindo.
—Estás grávida de trigémeos, rapariga —diz-lhe o obstetra.
Isabel olhou para o ecrã onde uma pequena imagem escura mal foi projectada e apontou para os três fetos dentro do seu ventre.
—Estas, salientou, são idênticas e do mesmo sexo, são masculinas e esta é a mulher, que está separada —explicou o médico.
Isabel está surpreendida com as explicações do médico.
—Sabel, sei que deves estar surpreendido. Grávida com um bebé já é uma vida diferente para as mães, Só posso imaginar como deve ser ter três na sua barriga.
Ela respirou fundo e sorriu. Depois de se vestir novamente, ela saiu da casa de banho e sentou-se em frente ao médico.
—Você já está grávida de três meses. Sua saúde é muito boa e os bebês estão se desenvolvendo perfeitamente. Você deve preparar tudo para os bebês, para que os últimos meses não sejam tão difíceis para você e você pode esperar pelo nascimento sem preocupações.
Isabel engoliu saliva e respondeu:
—Tento fazê-lo, doutor. Obrigado.
Isabel deixou a sala de consulta com um turbilhão de emoções na sua mente. Por um lado, a sensação de que ela ia ser mãe, a felicidade da criança que ela esperava e que agora a oprimia, mas, por outro lado, o facto de ela estar sozinha, perante a realidade que tinha de viver e o facto de que eram três ao mesmo tempo, tudo isto a oprimia.
«Vosotros, niños, seríais los futuros herederos de la familia Del Hoyo, mas os teus avós e o teu pai nunca vão acreditar em mim».
Isabel enxugou as lágrimas que tinham acabado de chegar.
Depois ela pensou nos seus pais. Estão a sair-se bem financeiramente, embora tivessem acabado de ter um encontro desagradável, o seu pai tinha-lhe batido e a sua mãe não a apoiava muito, com os bebés, ela estava certa de que a atitude dos seus pais iria mudar com a chegada iminente dos seus netos.
Isabel telefona aos seus pais do hospital.
—Pai, por favor, preciso que me ajudes, só preciso que me apoies, ficando contigo até eu estar estável, depois de dar à luz posso trabalhar e sobreviver sozinha.
—Não tem vergonha de me telefonar? Não tem dignidade? Como pensa que o apoiaremos quando tiver um amante? Não, estamos de frente para o chão. Graças a si, os Del Hoyo's dissolveram a parceria e você quer vir viver nesta casa? Qual é o objectivo?! ¿ Queres que continuemos a ser humilhados? Não podes ficar connosco. Cuide do seu filho se o outro homem o abandonou e não mais nos procure.
Isabel sentiu todo o ódio de seu pai.
No meio de tudo isso ele pensou em chamar o Del Hoyo, talvez Don Marcos e Sra. Mara entendem e apoiam-na, eles sempre queriam ter netos, o herdeiro de seus sobrenome, o rapaz. E agora ela ia ter dois rapazes e uma rapariga. Mas depois lembrou-se das palavras de Ricardo, das suas humilhações, do desprezo de todos naquela casa, o facto de ter rompido mesmo a parceria com o seu pai, que nada teve a ver com o que aconteceu. Ela desistiu. O seu coração estava pesado. Sentia-se mais solitária do que nunca.
Cap. 142: GERINDO O MUNDO(Capítulo final)Um ano depois, na mansão Del Hoyo...Isabel acorda assustada e com pressa. Ela liga para Ricardo.Ricardo, Ricardo, acorde, hoje é o jantar com a família, as crianças têm que ser levadas ao pediatra e você ainda não quer se levantar. Ricardo abre um olho enquanto mantém o outro fechado e a puxa de volta para seu lado.—Venha cá... Você foi muito ousada ontem à noite... Quem lhe disse que você poderia ser assim? —disse ele, enquanto acariciava os lábios dela.Isabel corou e, com o queixo um pouco nervoso, disse:— Eu realmente fui muito ousada ontem à noite? —Ricardo sorriu.—Estou tão feliz que você possa ser você mesma na intimidade, sem medos e tabus... Livre. Que somos você e eu nus.—Sim, então posso? —perguntou ela enquanto o dominava. —Hahahahaha! Você é única, minha Isabel —ele a apertou em seus braços enquanto ela mordia o lábio inferior e o colocava sob o queixo dele, com um ar malicioso. —Ricardo, às vezes eu penso que tudo
141: Que Felicidade, toda Minha Família Aqui!Ricardo está voltando do médico para casa, ele acabou de fazer a esterilização, que levou menos de 30 minutos, Isabel o acompanhou e está vinda com ele, à babá de Isabelita está com ela no jardim tomando o sol da manhã.—Ricardo, tem certeza de que está se sentindo bem?—Sim, só um pouco de desconforto e queimação. O médico disse que isso vai passar logo.—Vamos para o quarto.Isabel passou todos esses dias cuidando de sua alimentação e de seus cuidados, sem descuidar das crianças, principalmente de Isabelita, que tinha de amamentá-la.Naquela noite, Ricardo foi até o quarto dela e a observou cochilar da porta. Ele a viu balançar a cabeça tantas vezes lutando contra o sono enquanto olhava constantemente para o relógio. Até que o despertador tocou e ela se levantou imediatamente quando deu de cara com ele.—Ricardo, o que está fazendo aí? Está na hora do seu remédio.—Droga! Isabel, por quanto tempo você será tão dedicada? Por favor, olhe p
Capítulo 140: Uma Mancha Ricardo caminha de um lado para o outro, Guzmán faz o mesmo. Eles param um na frente do outro. —Você ouviu alguma coisa? —pergunta Ricardo. —Não ouvi nada —responde Guzmán.—Pois é, não estou ouvindo um único grito — murmura Ricardo.—Nem mais um choro da Brizna, estou ficando desesperado. Nesse momento, ouve-se um choro de criança, agudo e muito alto, vindo da sala onde Isabel está sendo atendida, e depois um choro ainda mais alto vindo de onde está Brizna. Eles vêem o rosto um do outro e se abraçam calorosamente. —Sou pai de novo, irmão —diz Ricardo com entusiasmo. —Meu Deus, sou pai, agora sou pai —grita Guzmán com entusiasmo. Os dois médicos saem e ambos correm até eles. —Como está minha esposa? —Eles são ouvidos em uníssono.—Parabéns, senhor Del Hoyo, os dois estão saudáveis e lindos —disse o médico —senhor pode entrar e vê-los. Ricardo estava correndo para o vestiário quando se lembrou de Guzmán. Ao sair, ele o viu pensativo e se aproximou.
Capítulo 139: AO MEU LADORicardo insistiu em levá-la ao médico para fazer um check-up após os acontecimentos da noite anterior. Foi uma visita muito carinhosa e motivadora ao médico naquele dia, o obstetra lhes mostrou o rosto de Isabelita no monitor, totalmente nítido, ambos ficaram surpresos ao vê-la tão parecida com Isabel, e já totalmente formada.-Tudo vai bem... Ela está muito crescida, acho até conveniente fazer uma cesárea daqui a mais alguns meses, acabei de entrar na 36ª semana, pois a menina está muito desenvolvida, o que poderia fazer com que o parto fosse antecipado.-Mas eu não sou de primeira viagem", disse Isabel. Meu primeiro parto, apesar de ser de trigêmeos, foi muito tranquilo e normal, e a perda, sim, foi dolorosa, mas por causa da queda e da perda de sangue. -Eu ainda recomendo que é melhor não correr nenhum risco, que ela seja hospitalizada naqueles dias da 36ª semana, e a senhora também deve considerar a esterilização imediatamente, pois é arriscado para a
Capítulo 138: FamíliaO homem de fato notou o movimento da mulher. A aparência das companheiras e a maneira como a mulher a agarrou por trás foram suficientes para que o dono do restaurante entrasse imediatamente em seu escritório e chamasse a polícia. —Espere, Dana, você está me maltratando —Isabel gritou para ela e, com um puxão da mão, soltou o aperto.A mulher se virou para ela com irritação e levantou a mão para lhe dar um tapa, mas Isabel foi mais rápida e jogou a mão para longe, "paff!" uma vez, deixando Dana cambaleando com a mão no ar, mas antes que ela pudesse terminar de abaixá-la, a mão voltou e "paff!—Isso por desrespeitar minha casa e minha família, ousando tentar beijar meu marido! —Vadia —Dana gritou, atirando-se contra Isabel, mas uma mão grande e forte a segurou de joelhos... —Eu avisei para não se meter com a minha família —Ricardo rosnou para ela.Isabel sorriu quando viu que todos estavam lá, os detetives, Don Marcos, Guzmán, Arturo e até Iker os acompanharam
Capítulo 137: Ela Chegou!No dia em que ele ligou para Dana, depois de combinar com o detetive, ela lhe disse que entraria em contato com ela mais tarde para encontrá-lo. O detetive lhe deu um microfone como botão para usar e ativá-lo no momento em que ele fosse encontrá-la, para que ele tivesse a localização de onde eles estavam e pudesse prender a mulher. ***Ricardo entrou na cozinha.—Onde está a senhora?—Ele lhe disse que não havia vinho branco e ela saiu para comprar —respondeu Maita.Ricardo olhou para o porta-garrafas e franziu a testa. —O quê, não tem vinho?—Ricardo, ela agiu de forma estranha depois de uma mensagem telefônica e hoje no mercado uma pessoa a abordou de forma estranha, eu estava longe dela, mas vi que ela falou com ela ao se aproximar, então a senhora ficou nervosa. Ricardo murmurou: —Vinho?... Vinho! — exclamou ele com convicção. Claro que ela veio, aquele infeliz veio e está com ela agora. E, sem esperar um segundo, subiu as escadas correndo. «Maldit







