Mag-log in— Pronto. Curativo descente feito — disse ela, respirando fundo. — Agora cumpre o que prometeu. O que foi que aconteceu naquela delegacia, Eduardo?Engoli em seco. Olhei para o chão por um segundo, buscando as palavras certas, e depois olhei direto nos olhos dela.— Nós pegamos o rato, Joyce.Ela f
A postura dela mudou no mesmo segundo. O fogo da raiva deu lugar a um pânico estampado no rosto e a voz dela sumiu, ficando trêmula.— Você tá bem? — perguntou baixinho, esticando a mão trêmula na direção do meu peito, com medo até de tocar. — Onde acertou, meu amor? Pelo amor de Deus, me fala a ver
— Um arranhão de raspão, Eduardo?! Você levou um tiro! Eu te pedi, implorei para você ficar em casa descansando e não voltar para essa delegacia antes de estar recuperado, e olha o que acontece no seu primeiro dia de folga?! — esbravejou a Joyce do outro lado da linha, com a voz embargada e trêmula
Marcos empalideceu a ponto de parecer um cadáver. As pernas dele começaram a tremer visivelmente debaixo da mesa, e ele abriu a boca várias vezes, mas nenhum som coerente conseguiu sair.O traidor não estava longe. O rato que vazava as informações da delegacia para a facção, o maldito que roubou a
[Eduardo]— Só não inventa de querer correr atrás de bandido hoje, chefe. O médico foi bem claro sobre os seus pontos.— Relaxa, Junior. Eu só vim aqui assinar a papelada burocrática da operação de São Paulo e já volto para casa antes que a Joyce descubra que fugi da cama — respondi, forçando um sor
[ Joyce]O som da campainha da frente tocou.— Pode deixar que eu atendo, dona Clara! — avisei, indo em direção a porta.Girei a maçaneta da porta e a abri… me surpreendendo ao encontrar a Sra. Gomes na frente, com um sorriso meio tímido no rosto. Ela tinha sacolas nas mãos e então respirou fundo.







