Mag-log inInês empurrou Lucas para fora do elevador e comentou:— Não é à toa que este hotel é tão caro. Parece que todo o dinheiro foi gasto na compra dessas flores. E por que a decoração deste restaurante parece um pouco estranha?Ela não deixava de sentir que a ornamentação do restaurante era excessivamente grandiosa. Para um simples local de refeições, havia necessidade de tanta extravagância?— Vamos entrar.Inês empurrou Lucas para o interior do restaurante. Assim que cruzaram a entrada, ela viu Francisco sentado não muito longe dali, e no local também estavam Dona Alves, Afonso, Bianca, Benícia e outras pessoas.Ela parou de andar, olhou para Dona Alves e perguntou:— Vovó, por que a senhora está aqui?— E Benícia... Por que todos vocês vieram? E ainda por cima sem me avisar nada.Assim que ela terminou de falar, Lucas, que antes estava sentado na cadeira de rodas, levantou-se de repente. Tirou uma caixinha de anel do bolso e ajoelhou-se sobre uma perna diante de Inês.— Inês, nestes últi
Lucas lançou-lhe um olhar e não disse nada.Após o término do treinamento matinal, Francisco estava prestes a sair, mas foi detido por Lucas.— Tenho um assunto com o qual gostaria da sua ajuda.Um brilho de surpresa passou pelos olhos de Francisco:— Tio, ainda há algo em que precise da minha ajuda?— É sobre a Inês.— Que assunto?— Estou me preparando para pedi-la em casamento e preciso da sua cooperação.Francisco ficou sem reação.Nos cinco minutos seguintes, Lucas explicou o seu plano geral. Ao final, olhou para Francisco e disse:— Não confio em mais ninguém. Quero que você ajude a organizar isso. Já preparei o cronograma e o enviarei para você mais tarde. Você só precisa seguir o passo a passo e preparar tudo para mim.Vendo que Francisco não dizia nada, Lucas estreitou os olhos:— O que foi? Você ainda não desistiu das suas intenções com a Inês, não é?— Não, não, não. A Inês gosta de você. Como eu ousaria ter quaisquer outras intenções agora? Tio, fique tranquilo, deixe esse
Os movimentos de Inês ao dobrar as roupas pararam por um instante, e o seu rosto demonstrou um certo constrangimento. Ela também não esperava que mudaria de ideia tão rápido.Na verdade, durante os dias em que esteve doente, a sua raiva por Lucas já havia quase desaparecido por completo. E depois de ver o vídeo dele caindo agora há pouco, não conseguiu mais ficar parada e decidiu ir para Cidade do Mar.— Elisa, não esperava que você ainda se lembrasse disso...Elisa sorriu:— Senhorita, estou apenas brincando com você. Arrume as suas coisas, vou avisar a velha senhora.— Está bem.Na manhã seguinte, Inês pegou o primeiro voo para Cidade do Mar.Quando ela chegou ao hospital, Lucas não estava no quarto.Ao ser informada por uma enfermeira que Lucas estava fazendo fisioterapia, Inês perguntou onde era e foi diretamente para lá.Dentro da sala de reabilitação.Lucas estava encharcado de suor, com as mãos apoiadas nas barras e o centro de gravidade do corpo inclinando-se lentamente para a
— Se não estivesse preocupada, não ficaria olhando o celular todos os dias à espera de mensagens, nem comeria de forma tão desatenta.Inês ficou sem palavras.Percebendo a mudança na expressão dela, Dona Alves suspirou:— Inês, se você está realmente preocupada, compre uma passagem e vá para Cidade do Mar. Eu não vou impedi-la.Após um breve silêncio, Inês finalmente olhou para Dona Alves:— Vovó, eu ainda não quero perdoá-lo tão rápido. Ele me enganou de forma tão cruel antes, e eu esperei na porta da mansão da Família Leite por uma semana inteira.— Você esteve disposta a esperar uma semana na porta da mansão da Família Leite exatamente porque ele a protegeu durante o acidente de carro, arriscando a própria vida, não foi? Os sentimentos dele por você são verdadeiros. Além disso, como você mesma disse antes, a intenção dele era esperar até estar recuperado para ir procurá-la na Capital, e não machucá-la. Do ponto de vista dele, ele não fez nada de errado.Inês ficou um pouco aborrecid
Inês baixou os olhos e disse lentamente:— Eu entendi.Depois de dizer isso, ela se virou, prestes a abrir a porta do carro e sair.— Inês... não vá!Lucas estendeu a mão para abraçá-la, prendendo-a firmemente em seus braços, com um tom de voz cheio de pânico:— Me desculpe, eu sei que a minha ideia anterior foi muito estúpida e que também te machucou. O que você quer que eu faça para me perdoar? Contanto que você esteja disposta a me perdoar, aceitarei qualquer punição.— Solte-me primeiro.— Não vou soltar. Se eu te soltar, você com certeza vai embora, vai ficar com raiva de mim e talvez nunca mais queira me ver.Inês sentiu-se irritada e, ao mesmo tempo, achou graça. Quando ele mentiu para ela antes, por que não pensou que ela ficaria com raiva?Ao vê-la esperando todos os dias na porta da mansão da Família Leite, permanecendo indiferente, por que não achou que ela ficaria com raiva?— Lucas, você achou divertido brincar comigo?No momento em que suas palavras soaram, Inês sentiu cl
Ele assentiu devagar:— Está bem. Contudo, se por acaso não conseguir suportar mais, não hesite em partir. A sua saúde é muito mais importante.— Compreendo. Agradeço profundamente pela sua preocupação.Ao retornar para o interior da mansão, o mordomo aproximou-se de Dona Leite:— Senhora, a Srta. Inês se recusa a ir embora.Um sorriso formou-se nos lábios de Dona Leite ao responder:— Estou curiosa para ver qual determinação será mais forte: o desejo inabalável de Inês em vê-lo, ou a teimosia irredutível dele em evitá-la.A tempestade ganhava ainda mais força, e a água acumulada formava um pequeno riacho ao longo da calçada em frente à mansão.Inês permaneceu imóvel sob a chuva por mais de uma hora. Com as roupas encharcadas coladas ao corpo, dominada pelo frio e pela fome, ela mal conseguia manter-se de pé.Com uma palidez alarmante, o seu corpo começou a oscilar de maneira precária, dando a impressão de que desabaria ao chão a qualquer momento.No interior do carro, Lucas observava
Qual era a diferença entre isso e confessar sem ser pressionada?Ao ouvir o nome de Inês, o corpo de Ibsen enrijeceu bruscamente. Ele virou a cabeça para olhar para Mayra, com os olhos cheios de fúria: — O acidente da Inês foi obra sua?!Mayra balançou a cabeça em pânico: — Não! Não tem nada a ver c
Ibsen virou-se para ela e disse, sem expressão: — Peça desculpas.Os olhos de Mayra, cheios de ódio, voltaram-se para Inês. Ela rangeu os dentes: — Inês, nem em sonho! Eu nunca vou me desculpar com você nesta vida!— Mayra!A voz de Ibsen carregava fúria, e seus olhos fixos nela quase cuspiam fogo.
O rosto de Ibsen estampava impaciência e repulsa: — O que mais você poderia fazer? Você fez com que Inês fosse hospitalizada, não deveria ir se desculpar com ela?O rosto de Mayra empalideceu. Ele estava pedindo que ela se desculpasse com Inês?!Qual era a diferença disso para matá-la?— Ibsen, esto
Vendo a velha Sra. Alves se levantar para sair, Bianca apressou-se em levantar também, querendo discutir mais um pouco com ela, mas foi barrada por Elisa.— Senhora, por favor, retorne. A velha senhora precisa descansar.O rosto de Bianca escureceu, mas ela não ousou dizer nada contra Elisa.Afinal,







