MasukEla chegou querendo esquecer o passado. Ele só queria proteger o que é seu. Sofia é uma enfermeira que veio buscar paz em Serenity Creek. Ethan é um cowboy que luta pra manter a fazenda da família de pé. Eles não tinham motivo pra se envolver… mas o destino pensa diferente. Com a seca judiando da terra e Rick Dawson botando medo em todo mundo, o amor entre eles nasce no meio do perigo. Quando um segredo antigo sobre a morte do pai de Ethan vem à tona, os dois percebem que tem luta que só se vence de mãos dadas. Uma história de coragem, segredos e um amor que ninguém consegue parar.
Lihat lebih banyakA manhã seguinte amanheceu quente e impiedosa, como se o próprio Texas quisesse testar os limites de Sofia. Ela havia dormido mal, o cheiro de Ethan ainda impregnado em sua mão apesar de ter lavado três vezes. Cada vez que fechava os olhos, via o pau grosso dele pulsando, o jato forte de porra atingindo a cabeceira da cama e o olhar chocado que ele lhe dera depois.Agora, às nove da manhã, ela estava diante da porta do quarto dele com uma toalha limpa no ombro, uma bolsa cheia de produtos de higiene e uma determinação fria no peito.— Entre — grunhiu Ethan antes mesmo que ela batesse.Sofia abriu a porta. Ele estava sentado na beira da cama, o gesso apoiado num banquinho improvisado. O lençol mal cobria sua nudez. O olhar cinzento que encontrou o dela era uma mistura perigosa de irritação, vergonha e algo muito mais escuro.— Bom dia — disse ela, profissional. — Vamos fazer o banho hoje. Miguel adaptou uma cadeira de plástico no banheiro. Consegue se transferir ou precisa de ajuda?Et
Sofia sorriu de lado. Um sorriso que não chegava aos olhos. Ela largou a toalha e, sem aviso, fechou a mão diretamente na carne quente e latejante dele. A pele era macia, mas o pau era duro como ferro. Grossíssimo. Veias saltadas. A cabeça roxa e brilhante soltava pré-gozo sem parar.— Olha pra isso — murmurou ela, começando a mover a mão devagar, de cima para baixo, espalhando a lubrificação natural. — Tá tão duro que deve estar doendo. E olha como baba… parece que quer gozar desde que eu entrei nesse quarto.Ethan cerrou os dentes, os punhos apertando o lençol.— Sofia… caralho… para com isso.Mas ele não fez nenhum movimento para afastá-la. Na verdade, seus quadris subiram levemente, buscando mais fricção.Ela acelerou o movimento da mão, apertando mais na base e afrouxando na cabeça, fazendo um som molhado e obsceno ecoar no quarto silencioso.— Você me paga pra cuidar de tudo, Ethan — disse ela, a voz rouca agora, carregada de raiva e excitação. — Inclusive dessa vara grossa que
A casa dos Callahan parecia ainda mais velha e hostil à noite. O vento uivava entre as tábuas soltas do telhado, fazendo a madeira ranger como ossos velhos. Sofia Alves estava deitada na cama estreita do quarto de hóspedes — um cubículo apertado no final do corredor, com cheiro de mofo e naftalina. Eram quase duas da manhã e o sono teimava em não chegar.Ela vestia apenas uma camiseta velha e larga que mal cobria a curva da bunda e uma calcinha de algodão simples. O ar estava quente, abafado, carregado daquela poeira seca típica da Terra Seca. Mesmo com a janela entreaberta, o calor não dava trégua.Um gemido rouco cortou o silêncio.Sofia sentou-se imediatamente, o instinto de enfermeira despertando num segundo. O som viera do quarto de Ethan, duas portas adiante. Ela pegou a bolsa médica que deixara ao lado da cama, acendeu a lanterna do celular e saiu pelo corredor escuro.A porta do quarto dele estava entreaberta. Um feixe de luz fraca do abajur escapava para o corredor. Sofia emp
A porta da frente do casarão dos Callahan rangeu em um protesto alto e prolongado quando Ethan a empurrou, Sofia entrou primeiro, sua figura delineada contra a luz do exterior. Ela fez uma pausa por um segundo, permitindo que seus olhos se ajustassem à escuridão, enquanto empurrava a cadeira de rodas de Ethan sobre o limiar de madeira desgastada. O corredor era largo e sombrio, com fotografias em preto-e-branco de gerações de Callahans observando, seus rostos sérios testemunhas silenciosas da chegada daquela intrusa.Foi então que uma figura emergiu de uma porta ao fundo do corredor. Marlene Callahan não fez nenhum som. Ela simplesmente apareceu, como um fantasma surgindo das profundezas da casa. Estava vestida com um vestido escuro e simples, e seus olhos negros, afundados nas órbitas, brilharam com um fogo sombrio ao pousarem em Sofia.— Então trouxe a peça de volta — a voz de Marlene cortou o ar silencioso como um chicote, carregada de um desdém tão profundo que era quase físico. —






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