INICIAR SESIÓNRelata la historia de una joven mujer llamada Diane Brayden, que con apenas dieciocho años de edad es obligada a casarse, con un hombre un poco mayor el cual no ama. Diane vive con sus padres en una granja en Misisipi-Ohio, es hija de un sujeto ludópata, el señor Paul Brayden que pierde completamente todos sus bienes en el juego, hasta quedar en la ruina total. Su Madre quien no tiene escrúpulos manipula a la joven, para que ceda ante los caprichos de Robert Fox, quien es un imponente terrateniente y es prácticamente todo el dueño del pueblo, quien ve a Diane con ojos de deseo, desde que se hizo una hermosa mujer. Robert Fox es un hombre parco y muy malhumorado, lo que hace que desluzca su buen aspecto varonil. A pesar de ser un hombre muy apuesto de unos treinta y cinco años de edad aproximadamente y dueño de una gran fortuna, no ha logrado casarse ni formar familia, a causa del mal carácter que exterioriza. Dicho carácter es producto a una desilusión, que sufrió en el pasado y que hasta ahora no ha podido sanarla. Antes de cumplir los cuarenta tiene la necesidad de forma familia, para no quedarse solo en el mundo, por lo que le urge tener próximamente un heredero. Diane es la mujer indicada para que logre su cometido, es por ello que pacta con la señora Elizabeth Brayden la madre de Diane, quien prácticamente le pone a su hija en bandeja de plata a cambio de una fuerte suma de dinero. Lo que no saben Diane y Robert, que el destino les tiene preparada una gran sorpresa que les cambiará sus vidas para siempre.
Ver másFragmentos que doem sem nome
Miguel Alencar tinha tudo o que um homem poderia desejar. Dinheiro suficiente para nunca mais se preocupar com contas. Poder suficiente para ser obedecido sem elevar a voz. Respeito suficiente para entrar em qualquer sala sem precisar se apresentar. Um noivado perfeito aos olhos do mundo, construído com a precisão de quem sabia escolher alianças estratégicas. Ainda assim, todas as noites ele acordava com o mesmo gosto amargo na boca. — Não machuquem ela… por favor… O pedido saiu fraco, preso na garganta, como se tivesse atravessado um deserto antes de alcançar o quarto escuro. Miguel abriu os olhos com um sobressalto. O teto alto do quarto luxuoso parecia distante demais, como se estivesse olhando para outra vida que não reconhecia completamente. O relógio digital sobre o criado-mudo marcava 3h12 da manhã. Era sempre a mesma hora. Era sempre o mesmo peso no peito. Uma menina. Um pátio. Um grito. E a certeza incômoda de que ele estava falhando com alguém que não sabia quem era. Miguel sentou-se na beira da cama, passando a mão pelo rosto ainda úmido de suor. O coração batia rápido demais para um homem acostumado a controlar tudo. Ele respirou fundo, tentando organizar os pensamentos como organizava contratos: linha por linha, cláusula por cláusula. Não funcionou. Ele não lembrava do rosto dela. Não lembrava do nome. Mas lembrava da dor. No banheiro, a luz fria refletiu um homem de trinta e poucos anos com olheiras discretas e mandíbula rígida. A água gelada escorreu sobre seu rosto, mas não levou embora a sensação de culpa que não tinha origem clara. Vestiu-se com a mesma precisão de sempre: camisa branca, paletó escuro, gravata escolhida sem pensar. Tudo era automático. O corpo sabia o caminho. A mente, não. Desceu as escadas em silêncio. A casa ainda dormia, exceto pela cozinha, onde a luz já estava acesa. Isabel Alencar estava sentada à mesa, segurando uma xícara de café como quem se ancora em algo concreto. O cabelo grisalho estava preso em um coque simples, e os olhos atentos se ergueram no instante em que Miguel apareceu. — Você sonhou de novo. Ela disse antes mesmo que ele dissesse qualquer coisa, observando o jeito tenso com que ele segurava o corrimão. Miguel congelou por meio segundo. — Como você sabe? Perguntou, sentindo o estômago se contrair. Isabel inclinou levemente a cabeça. — Você fica diferente quando acorda assim. Sua voz não tinha acusação, mas havia cautela demais para ser apenas preocupação. Ele se aproximou da mesa, puxando a cadeira sem fazer barulho. — É sempre a mesma cena. Disse, passando a mão pelos cabelos ainda úmidos. Uma garota sendo machucada. E eu tentando proteger. Isabel respirou fundo antes de falar. — Você lembra quem ela é? Miguel balançou a cabeça. — Não. E é isso que me enlouquece. Ele apoiou os cotovelos na mesa, sentindo o peso da madrugada ainda preso aos ombros. Eu acordo com a sensação de que traí alguém. Como se tivesse prometido algo e não tivesse cumprido. Isabel apertou os lábios. A mão que segurava a xícara tremeu levemente antes de pousá-la sobre a mesa. — Talvez algumas coisas só possam ser lembradas no tempo certo. Ela disse, evitando encará-lo diretamente. Miguel a observou em silêncio por alguns segundos. — Ou talvez alguém esteja escondendo isso de mim. A frase saiu mais dura do que ele pretendia. Isabel levantou os olhos. — Miguel… — Você sabe mais do que diz. Ele completou, sentindo o peito apertar. Sempre soube. Quando eu falo desses sonhos, você muda o olhar. Quando eu pergunto, você responde pela metade. Ela permaneceu em silêncio. Esse silêncio pesava mais do que qualquer resposta. Miguel se levantou. — Eu vou trabalhar. Disse, pegando a chave sobre o balcão. Mas isso não vai ficar assim. Isabel não respondeu. Apenas acompanhou o filho com o olhar até a porta se fechar. No trajeto até a empresa, a cidade parecia seguir seu ritmo habitual. Pessoas atravessando ruas, ônibus parando, vitrines acesas cedo demais. Miguel dirigia sem realmente ver. O corpo obedecia aos sinais, mas a mente estava presa naquela menina sem rosto que gritava dentro de um pátio que ele não reconhecia. O edifício da Alencar Holding surgia como uma muralha de vidro e aço. Ao entrar, foi recebido por cumprimentos rápidos, acenos formais, olhares que esperavam decisões. — Bom dia, doutor Miguel. Disse a secretária, levantando-se. — Bom dia. Respondeu, sem desacelerar o passo. No elevador, encarou o próprio reflexo nas paredes espelhadas. O homem que via era alguém que sabia quem era: CEO, herdeiro, noivo, estrategista. Ainda assim, havia algo ausente naquele rosto. Algo que não aparecia em relatórios nem em reuniões. Na sala de reuniões, os diretores já o aguardavam. — Temos o parecer final da fusão. Disse um dos executivos, deslizando um tablet sobre a mesa. E precisamos da sua assinatura hoje. Miguel sentou-se à cabeceira, lendo os números com rapidez. — Está tudo conforme o previsto? Perguntou, mantendo a voz firme. — Sim. Lucro garantido em seis meses. Ele assentiu, mas a mente estava longe. Enquanto assinava os documentos, a imagem do pátio insistia em surgir entre uma cláusula e outra. — Doutor Miguel? Chamou outro diretor, percebendo a pausa. Está tudo bem? Miguel ergueu o olhar. — Está. Apenas terminei. Disse, fechando a pasta. Pode encaminhar. Quando ficou sozinho, apoiou as mãos na mesa de vidro. Aquilo não era normal. Ele não tinha histórico de sonhos recorrentes. Não tinha lapsos de memória conhecidos. Não tinha justificativa lógica para sentir falta de alguém que não sabia nomear. Pegou o celular e digitou rapidamente o nome de um neurologista conhecido da família. Marcou uma consulta para os próximos dias. A decisão não veio da razão, mas do medo de continuar vivendo com um buraco dentro do peito. No fim da manhã, Cecília Monteiro entrou sem bater, como sempre. Vestia um conjunto claro e carregava o perfume doce que preenchia qualquer ambiente. — Amor, você nem me respondeu as mensagens. Ela disse, sentando-se na poltrona à frente da mesa. Você vai mesmo jantar hoje com meus pais? Miguel demorou meio segundo para responder. — Vou. Ele disse, ajustando a gravata. Cecília sorriu. — Ótimo. Eles estão animados com o anúncio do noivado oficial. Miguel assentiu, mas o estômago se contraiu. — Cecília… Ele começou, mas parou. — O quê? Ela perguntou, inclinando-se para frente. Ele a observou. Era bonita, elegante, adequada. E absolutamente distante. — Nada. Ele disse. Só estou cansado. Ela se levantou, aproximando-se e tocando o braço dele. — Você anda estranho. Desde a galeria. Miguel sentiu o sangue gelar por um instante. — Galeria? — Sim. Aquela mulher com a criança. Você quase não piscou. Ele franziu a testa. — Não lembro. Cecília o encarou, desconfiada. — Pois eu lembro. Disse, cruzando os braços. E não gostei. Miguel se afastou da mesa. — Não era ninguém. — Ninguém não causa aquele tipo de olhar. Ela respondeu, seca. Ele não respondeu. Quando Cecília saiu, Miguel ficou sozinho de novo. E, pela primeira vez, assumiu para si mesmo: Ele não estava apenas sonhando. Ele estava sendo puxado para um passado que alguém havia trancado. E, gostasse disso ou não, iria abrir essa porta. O problema não era só a memória. Era o que ninguém queria que ele lembrasse.Ya aparentemente no se guardan resentimientos, la resonancia de la tortuosa despedida, se elevan mitigando los rumores del adiós. Mi corazón late velozmente al tener a Robert frente:—Espero algún día me perdones, por todo el mal que te hice—expresa Robert aceptando su culpa.—Me voy de este pueblo, del lugar donde padecí tanto.—Lo sé, a mi lado viviste horres.—Basta, no quiero oír de situaciones negativas.—Lo siento. Pronto iré a ver a mis hijos como acordamos.—Claro, los niños siempre serán tus hijos.—Y tú el amor de mi vida. Mi castigo desde ya, es tenerte cerca y no tocarte. Tenemos un trato, lo sé. Así como firme un acuerdo para casarnos, ahora firme uno donde te concedo tu libertad. Nunca más te haré daño.—Eso espero—se despide de mis hijos y nos vamos todos. Mi madre lo mira con suspicacia.—Amy espera—toca ligeramente a mi madre por el hombro.—Espero que tú también algún día me perdones. Por haberte ocultado que Diane es tu hija, pero sobre todo por haberla lastimado ta
Me pregunto, porque me ha tocado vivir, hasta ahora de este modo tan extraño, sin una pizca de felicidad constante, el único momento donde me concebí feliz, fue el día que nacieron mis hijos y también cuando descubrí, que Amy era mi madre. Mi cuerpo continúa aplanado y postrado en esta cama, sin embargo, un fuerte dolor azota mi cabeza. Volví a la vida, abro ligeramente los ojos, esbozando un ligero suspiro.Mi madre lo percibe, pobrecita no se ha movido del cristal, desde allí me vigila muy de cerca:—Doctor mi hija se movió, lo pude notar desde aquí.—Señora, es mejor que vaya a descansar. Su hija la necesita sana.—De aquí no me muevo, hasta que mi hija despierte.—Con permiso.Mi madre se olvida hasta de mis hijos, Mara está en este momento con ellos, brindándonos apoyo.El médico entra a mi habitación, para hacerme el chequeo correspondiente y se da cuenta de una ligera mejoría, ya que hice un intento por mover mi mano. Le musita a la enfermera:—Esta joven aún se aferra a la vid
Al día siguiente… Robert por su parte, se halla acucioso, lleva consigo una vergüenza ausente, continua en su postura, que los culpables somos nosotros, por haberle dado rienda suelta a la pasión a sus espaldas, por lo que sus emociones, se imponen cargadas de reproches. Le pregunta a su abogado: —¿Cuándo saldré de aquí? —Me temo que aún no. Tu situación es muy seria Robert. —Pero tengo dinero de sobra, puedo comprar a la justicia. —Te equivocas Robert, lo que le hiciste a tu esposa, traerá consecuencias. —Vamos Marcus, sácame de aquí, tu eres el mejor abogado de este país. —Haré todo lo que esté a mi alcance. Esperemos que tu esposa se recupere, para convencerla de que no te denuncie formalmente. Sino ya sería homicidio en mi primer grado Robert y te esperarían muchos años de cárcel. —¡Diablos! Mi intención no fue lastimarla. —Pero lo hiciste, desconozco tus dramas familiares. Pero tienes que contarme todo Robert, para poderte ayudar. Por ahora solo conseguí, que te dejarán a
Me encuentro en compañía de mi madre, vamos rumbo a la hacienda de Robert, para saber de él. En la vía comienzo de pronto, a navegar en las corrientes de mis pensamientos, el camino es un poco largo y mi mamá se había quedado dormida, conduzco con mucha cautela. A mis hijos los dejé con Jennifer, quien es la más cercana a ellos. Por algún motivo ando muy nerviosa, llegamos a la hacienda y despierto despacio a mi mamá: —Mamá ya llegamos. —Uy me quede dormida, el camino es largo. —Mamá, Robert aparentemente esta en casa, allí esta su camioneta—le señalo. —Él tiene muchos autos hijas. De igual manera vamos a preguntar. Entramos y tocamos la puerta, Mary la mucama nos abre de inmediato, saluda a mi madre con cariño, pero a mí solo me manifiesta un saludo vacío, a Mary nunca le caí bien, seguramente por cómo se dieron las cosas en nuestro matrimonio, ella quiere a Robert como una madre, siempre ha estado a su lado cuidando de él. —¿Dónde está Robert? —Pregunto, yendo directamente al












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