تسجيل الدخولPAOLA COLT — Paola, tudo o que você passou, não estar nem aos pés da felicidade que você vai viver pelo resto da vida. — Mónica apareceu atras de mim e me abraçou — Amo você. Você merece o melhor. — Também te amo. — Funguei. — Que a Santa Guadalupe a abençoe. Fechei os olhos a coloquei a mão no peito. Virei para olhar novamente o vestido lindo que eu usava. Ela havia escolhido comigo, era um modelo simples, mas ao mesmo tempo luxuoso: Com alças finas e decote baixo que valorizava meu colo deixando a mostra um lindo e fino colar dourado com coração que o noivo havia me dado, o tecido macio emoldava meu corpo até na altura das coxas onde se abria uma fenda e o tecido formava uma “calda de sereia”, além da fenda, não possuía mais nenhum outro detalhe. Nos pés optei por uma salto prata com tiras. A maquiagem estava leve e perfeita para o momento, no meu cabelo fizeram um coque delica-do com fios soltos. — Está na hora. — Uma pessoa veio nos avisar. Concordei com a cabeça e peguei o
PAOLA BACKER— Falta de oportunidade. — Como descobriu? — Ficou de frente. Contei a ele o episodio vivido por mim no dia em que fui a casa da Esme e ela mesma confessou o que fizera. Ele ficou em silencio por alguns minutos. — Bom... Eu vou para a empresa. — Expressei. — Não vamos hoje. O olhei sem entender. Estamos fazendo exatamente isso antes da Esme aparecer. — Nosso casamento é amanhã. Precisamos relaxar um pouco. — O rosto dele finalmente suavizou, assumindo uma expressão mais leve. — Está arrependido pelo que fez com sua irmã? — Soltei de repente. No fundo, eu me sentia mal por afasta-los, a intenção real dela não era que o irmão morresse como quase aconteceu. — O que? Eu não fiz nada, foi ela quem escolheu o pior de mim. — Depositou um beijo na minha testa — Não quero mais ouvir falar o nome dela nessa casa. O que fez conosco não tem perdão. Apenas concordei com a cabeça. Luke me puxou pela mão e voltamos para o quarto. Fizemos amor e depois fomos para a piscina no
PAOLA BAKCERFaltando um dia para o casamento, resolvi me mudar de vez para a casa do Luke. Afinal, era aqui que moraríamos mesmo. Em plena sexta feira, desci as escadas e encontrei os dois arrumados me esperando na sala. — Vou chegar atrasada na escola mãe. — Reclamou. Apressei o passo prestando atenção nos pés com saltos finos para não cair. — Então vamos.Luke pegou a filha pela mão e abriu a porta para sairmos, mas demos de cara com alguém na porta, com a mão levantada, prestes a tocar a campainha. Suei frio. Parece que uma cachoeira de água gelada caiu sobre a minha cabeça. Eu sabia que esse momento chegaria um dia, mas não imaginei que fosse tão rápido e eu estivesse tão despreparada assim. — Quem é essa? — Melinda cochichou para o pai. Esme direcionava um olhar de ódio puro pra mim. — Sua tia. — Luke respondeu. — Eu não sou tia dessa menina. Luke endureceu o corpo. E eu fiquei em choque, ela fez mesmo isso com uma criança? — Ben. Leve-a para a escola. — Ele ordenou
PAOLA BACKERDesabei na poltrona da minha sala. Os poucos metros que percorri da sala do Luke até a minha pareciam quilômetros infinitos. Podia sentir o olhar de julgamento das pessoas queimarem minhas costas, os cochichos indiscretos por toda parte. Eu sabia que seria assim, agora precisava aguentar. Respirei fundo e fui trabalhar. Não demorou muito e alguém bateu na minha porta, parecia meio desesperado. Preocupada com o que poderia ser, levantei rápido e a abri. Uma Ava com os olhos arregalados apareceu no meu campo de visão. Sem que eu dissesse uma palavra, ela me empurrou e trancou a porta atras de nós duas. — É verdade o que estão falando? Ergui as sobrancelhas, surpresa. As notícias correm mesmo rápido. Não acredito que ela deixou o trabalho para vir sanar a curiosidade.— Meu Deus é verdade! — Deu gritinho no final e colocou as mãos na boca, incrédula. — Como isso aconteceu? Me conta tudo! Quem sabe não consigo fisgar um bilionário igual você. Respirei fundo tentando m
LUKE COLT— O que foi? Minha cara está amassada? Neguei com a cabeça e a beijei na boca. — Esta linda. — Não mente. — Cutucou com o dedo indicador meu peito. Meu sorriso se alargou e segurei a mão dela, dando um beijo nos dedos. — Quer tomar banho comigo? Ela olhou pela fresta da cortina e viu um pequeno filete de sol. — A Melinda está prestes a acordar. — Se preocupou.— Por isso a proposta. Ela então concordou com a cabeça e desceu da cama, o lençol branco escorreu pelo corpo nu o deixando à mostra, estava mais volumoso do que me lembrava. Paola percebeu que eu a observava intensamente e cobriu os seios com o braço e a intimidade com a mão.Acompanhei seus passos e fiquei de pé, na frente dela. Devagar, tirei os membros que impediam a visão perfeita dela. — Já nos vimos nus milhares de vezes, lembra? — Sim..., mas estamos diferentes agora. Preciso me acos-tumar. — Sorriu envergonhada e mordeu a boca olhando para o chão. Essa ação dela me deixou ainda mais doido. Sem qu
LUKE COLTRi das palavras dela e a fiz ficar de frente pra mim. — Pode usar quantas quiser.Ficamos em silencio apenas nos olhando. Aquela pequena mulher a minha frente, de pele morena e belos traços mexicanos, era a minha perdição. Desde que a vi naquela boate, sabia que nunca mais poderia deixa-la, embora eu mesmo tenha lutado contra o sentimento. Os olhos dela ardiam como fogo puro, implorando por mim. Sabia que esse era o momento, ela me dizia com o corpo que respirava mais alto e forte que precisava de mim. Mas eu tinha que ser leve ou ela se assustaria e fugiria outra vez. Não mostrar a selvageria e brutalidade que habitava dentro de mim naquele momento, minha vontade era de rasgar aquela roupa inteira. Acariciei de leve a pele da mão com meu polegar. — Você pode ficar aqui, a Mel já dormiu. Me aproximei e toquei seu rosto. — Tem certeza... — Toquei seus lábios para cala-la. — Sim... — Soprei no ouvido dela. Vi os pequenos pelos do pescoço e braços se arrepiarem. Deix







