Início / Máfia / Apenas você / minha desgaça

Compartilhar

minha desgaça

Autor: Leide
last update Data de publicação: 2025-05-30 00:54:06

Amélia

Antes:

Conforme os dias  iria se passando o único lugar que eu me sentia mais segura era na escola, embora eu não tivesse amigos a diretora sempre me protegia e conversar comigo, na casa da minha tia me tornei a sua empregada limpava a casa lavava roupa e por qualquer motivo ela me batia, aquele homem também gritava comigo o tempo todo e mal deixava eu comer, Na maioria das vezes eu me escondia Para a casa da vizinha uma senhora que morava sozinha com seus cachorros e muitas vezes ela me via sofrendo e sempre me acolhia, eu esperava a minha tia e o seu marido dormir para poder voltar para casa, eles sempre estavam bêbado ou sob efeito de drogas, e quando estavam assim sempre me batia,

 Todas as noites eu tinha o mesmo pesadelo aquele homem machucando a minha mãe e o barulho de um tiro, era tão alto que doía meus ouvidos e todas as manhãs eu acordava em pranto com o mesmo pesadelo, Mesmo que minha vida tivesse se tornado um inferno, mesmo que todos os dias fosse de sofrimento eu não esqueço aquele momento, aquele terrivelmente, Os anos se passam mas a dor só aumenta, Todas as manhãs acorda antes do Sol nascer eu faço o café pego minha mochila e saio correndo pra escola, porque se minha tia acordar ela provavelmente vai me bater como sempre faz, Quando não era minha tia era o seu marido aquele homem nojento ficava o tempo todo se encostando em mim, eu tinha favor de ficar perto dele e sempre quando a minha tia não estava eu dava um jeito de ir para a casa da vizinha, não tinha muitos amigos nenhuma criança podia brincar comigo, porque seus pais não queria seus filhos perto da filha de uma puta, geralmente era isso que eu escutava, cada vez que eu ouvi essas palavras meu coração doía.

Os anos foram passando e minha vida de cada vez mais sofrida, acho que eu sou uma criança azarada, sem pai, sim mãe e vivendo de favor na casa de uma tia que praticamente me odeia, agora eu estou com 15 anos, embora não pareça porque sou muito magra, pareço uma tabua de passar,  Na escola os garotos me chamam de horrorosa e feiosa, as meninas me chamam de maltrapilha porque geralmente estou usando roupas usadas aquelas que as pessoas não querem mais, minha tia nunca compra nada para mim as poucas roupas que tem são todas doadas pelas vizinhas, é a única coisa que eu faço é estudar para poder e quando eu crescer arrumar um filho e embora na casa da minha tia, mas a vida não é fácil para mim eu sou uma garota mas a sarada do mundo

hoje é sábado e como sempre a minha tia e seu marido sai para ir para festas, normalmente ele chega no outro dia isso significa aqui eu tenho uma noite tranquila e amanhã cedo eu tenho que arrumar algum lugar para ir às vezes vou na casa da vizinha ajudo ela com os trabalhos doméstico já que ela é uma senhora de idade, ela me paga com roupas chocolate coisas que uma menina da minha idade gosta, estou no meu quarto fazendo meu dever tranquilamente de repente escuto um barulho na sala, Vou até lá para olhar e me deparo com o marido da minha tia, Estou vestindo um conjunto de moletom e mesmo assim o homem me olha com os olhos estranho dos pés à cabeça e se aproxima em minha direção, ele  tinha nas mãos uma garrafa de cerveja e um olhar malvado, Nesse instante meu corpo inteiro começou a tremer e o medo me dominou, eu não sabia o que que ele queria fazer comigo, mas de uma coisa eu tinha certeza não era coisa boa, o homem agarra meus cabelos com força me puxando para junto do seu corpo sujo, eu dou um Berro e ele tampa minha boca deixando a garrafa de cerveja em cima do sofá da sala, Ele começa a me agarrar e sua boca nojenta vai até meu pescoço eu entro em desespero, mais ainda ele está tampando a minha boca me impedindo de gritar, sem pensar duas vezes mordeu a sua mão fazendo o homem berrar e me soltar eu corro para longe dele mas ele caminha em minha direção pego a garrafa de cerveja em cima do sofá e atiro em sua cabeça fazendo homem tombar, Com raiva na voz ele diz vou te matar menina e o medo e as lembranças da minha mãe implorando venha minha cabeça vou até a cozinha e pegou uma faca e assim que o homem tenta me agarrar de novo eu acerto a faca no seu peito fazendo ele cair no chão sangrando, Ele continua se mexendo eu pego retira a faca do seu peito ira certo mais algumas vezes até finalmente ele parar de respirar, eu não sei como eu consegui fazer isso o medo e o pânico e também dele não esperar que uma menina fraca e magrela conseguisse atacá-los desse jeito, estou coberta de sangue minhas mãos e minha roupa e nesse instante a minha tia entra e ver aquela cena e começa a gritar feito louca.

—  Assassina você matou o meu marido, Assassina, polícia Socorro tem um assassino aqui, ela grita e sai correndo pela porta afora ajuntando vizinhos e curiosos e pouco instante a polícia está na casa me arrastando como se eu fosse a criminosa, Eu era vítima fui atacada pela aquele homem eu apenas me defendi e agora estou sendo levada por homens de farda que acha que estão cumprindo o seu trabalho, mas na verdade estão apenas fingindo cumpre a lei são covardes e não querem saber a verdade, Eu apenas aceito o meu destino não poderia mais ficar um minuto nesta casa com essa mulher horrível e esse homem monstruoso, não me arrependo do que eu fiz

Continue a ler este livro gratuitamente
Escaneie o código para baixar o App

Último capítulo

  • Apenas você    uma rotina amoniosa

    Ponto de vista de Amélia Às vezes, quando o silêncio toma conta da mansão, eu me pego olhando pela janela do quarto e lembrando de tudo o que passamos até chegar aqui. Cada cicatriz, cada lágrima, cada batalha… todas elas me trouxeram até este momento. E olhando para minha família, eu finalmente entendo o que significa vencer — não é sobre poder ou riqueza, é sobre ainda estar de pé, com as pessoas que se ama.Benjamin brincava no gramado, rindo alto enquanto corria atrás do cachorro, e nos meus braços, minha pequena Sofia dormia tranquila, com o rostinho sereno e os lábios entreabertos. Era impossível não sorrir. Ela parecia um anjo, completamente alheia ao mundo de sombras e pólvora em que nasceu.Maxin estava do lado de fora, conversando com Nikolai. Mesmo de longe, eu reconheceria aquele jeito firme e o olhar analítico. Ele nunca relaxava completamente — nem mesmo nos dias de paz. Era o instinto do homem que comanda uma máfia, mas também o do pai e marido que faria qualquer coisa

  • Apenas você    A vida continua

    O sol da manhã iluminava a mansão Sokolov, mas dentro das paredes do imenso lar, a sensação era de alerta constante. Amélia despertou nos braços de Maxin, sentindo o corpo dele quente e firme contra o seu. O cheiro de pele e poder do marido misturava-se à segurança que apenas ele conseguia proporcionar. O trauma do sequestro ainda estava fresco, mas ali, deitada sobre o peito dele, Amélia sentiu pela primeira vez desde muito tempo uma sensação de paz — embora frágil, pois o mundo lá fora nunca descansava.Maxin a observava dormir por alguns segundos antes de inclinar-se para beijar seu pescoço, provocando arrepios que subiam até a nuca.— Bom dia, minha mulher… — murmurou, voz rouca, carregada de desejo e possessividade. — Pronta para enfrentar o dia comigo?Amélia sorriu, abraçando-o com força. Ela sentia o corpo ainda marcado pelo prazer da noite anterior, mas mais do que isso, sentia o vínculo profundo que os unia, uma mistura de amor, desejo e intimidade que ninguém poderia quebra

  • Apenas você    em seus braços

    Maxin entrou em casa com Amélia nos braços, sentindo seu corpo ainda frágil pelo susto do sequestro e pelas feridas da batalha. Ela se segurava nele, respirando ofegante, os olhos arregalados de alívio e medo. Cada passo que ele dava era carregado de determinação e possessividade. Nada no mundo, nenhum inimigo, poderia tocá-la novamente.Assim que atravessaram a porta do quarto, Maxin a encostou suavemente contra a parede, mas com força suficiente para que Amélia sentisse o controle absoluto dele. Seus lábios colidiram com os dela em um beijo que era ao mesmo tempo reconfortante e faminto. A língua dele explorava a dela, exigente, e cada toque de suas mãos pelo corpo de Amélia provocava arrepios que a faziam derreter nos braços dele.— Você está viva… e nada vai te tirar de mim — murmurou ele entre os beijos, voz rouca e carregada de emoção e desejo. — Eu não vou mais deixar ninguém te machucar.Amélia o abraçou com força, sentindo a segurança que apenas Maxin conseguia lhe dar. O cor

  • Apenas você    o fim do italiano

    O quarto estava um caos. Vidros quebrados, móveis virados, o som metálico de respiração pesada e o cheiro de sangue enchendo o ar.O chão de mármore já não refletia o luxo do hotel, mas o retrato de uma guerra pessoal.Maxim e Giovanni lutavam como dois animais selvagens. Nenhum deles pensava em honra — apenas em destruição.O russo avançou primeiro, rugindo, com o rosto coberto de suor e sangue. Giovanni tentou recuar, mas foi pego pelo colarinho e lançado contra a parede. O impacto o fez grunhir, cuspindo sangue.— Você achou mesmo que podia tocar nela e sair vivo? — rosnou Maxim, os olhos queimando.— Ela merece mais do que um bruto como você! — Giovanni respondeu com o sotaque carregado, rindo, mesmo ferido. — Ela precisa de alguém que saiba tratá-la como uma rainha, não como uma posse!Maxim o acertou com um soco tão forte que o italiano cambaleou. O ruído do impacto ecoou como um trovão. Giovanni tentou revidar, atingindo o maxilar de Maxim, mas o russo parecia não sentir dor.

  • Apenas você    Amélia foi sequestrada

    O silêncio na mansão naquela manhã era quase estranho. Amélia havia acabado de deixar Benjamin na escola, como fazia todos os dias, e planejava retornar para uma reunião com Laís sobre a organização da próxima festa. Max estava trancado no escritório, lidando com números, aliados e decisões que sempre vinham acompanhadas de sangue. Tudo parecia dentro da rotina… até que não estava.Giovanni tinha esperado por esse momento. Depois de semanas observando os passos de Amélia, de enviar flores, convites e bilhetes ignorados, havia decidido que não podia mais perder tempo. Se Amélia não vinha até ele, ele a tomaria à força.No caminho de volta para a mansão, o carro de Amélia foi surpreendido. Dois veículos pretos surgiram dos lados da estrada estreita e obrigaram o motorista a frear bruscamente. Homens armados saltaram, mascarados, abrindo fogo contra os seguranças que escoltavam o carro.O som ensurdecedor dos tiros preencheu o ar, fazendo o coração de Amélia acelerar. Ela gritou para que

  • Apenas você    Talvez ele merece perdão

    Amélia mal tinha conseguido fechar os olhos quando o sol já surgia pela janela do quarto de hóspedes. Ela ainda sentia o corpo dolorido e marcado da noite anterior. Maxin havia sido selvagem, incansável, um homem tomado pela fúria da reconquista. E, mesmo que sua mente gritasse contra, seu corpo havia se rendido por completo.O coração dela ainda batia acelerado, como se cada batida fosse um lembrete da entrega que tivera na noite passada.Ela se virou na cama, tentando se recompor, mas Maxin estava ali, sentado na beirada, com o olhar fixo nela. Seus olhos escuros tinham uma intensidade que parecia queimá-la viva. Ele não disse nada, apenas se inclinou, segurou o queixo dela e tomou sua boca em um beijo profundo, voraz, que a deixou sem ar.— Ainda não acabou, Amélia — ele murmurou contra seus lábios, a voz rouca e carregada de desejo. — Você é minha, e vou provar isso quantas vezes forem necessárias.Antes que ela pudesse responder, Maxin a puxou de volta para a cama, cobrindo-a com

Mais capítulos
Explore e leia bons romances gratuitamente
Acesso gratuito a um vasto número de bons romances no app GoodNovel. Baixe os livros que você gosta e leia em qualquer lugar e a qualquer hora.
Leia livros gratuitamente no app
ESCANEIE O CÓDIGO PARA LER NO APP
DMCA.com Protection Status