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Capítulo 6

Author: Galáxia
Liguei para várias colegas e, assim que souberam do desconto, todas aceitaram com prazer fazer aulas de direção. No dia seguinte, levei-as à autoescola. O senhor Luciano respeitou o desconto e até lhes designou instrutores experientes.

Isso tirou um peso das minhas costas. Afinal, tinha sido eu quem as levou; se elas não aprendessem direito, eu também passaria por maus bocados. Quando todas foram embora, o senhor Luciano passou sua mão grande pela minha cintura.

— Danna, sentiu minha falta?

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  • Aprendendo a Ser Dominada   Capítulo 9

    Eu estava exposta diante dele, com minha intimidade à mostra, e meu corpo inteiro tremia. Quando ele já estava se jogando em cima de mim, rindo, lá fora começou uma confusão. A polícia finalmente havia chegado.O homem ficou com vontade. Frustrado, me deu vários beliscões fortes antes de sair do carro, relutante.Assim que abriu a porta do carro, os policiais o prenderam. Eu me vesti, desci do carro e fui com eles para a delegacia. O exame médico confirmou que eu havia sido agredida sexualmente.Luciano Rueda nunca imaginou que eu ousaria denunciá-lo. Ele nem mesmo teve tempo de se preparar; foi levado para a delegacia.Claro, ele também não teve tempo de enviar os vídeos. Foi a única coisa boa em meio a tanta desgraça. Com o apoio da polícia, todas as outras colegas contaram como haviam sido forçadas.Os chats e as transferências que Luciano guardava no celular serviram para comprovar seus crimes. Todos foram presos, inclusive os outros instrutores da autoescola.Enquanto eu hesitava

  • Aprendendo a Ser Dominada   Capítulo 8

    Sr. Luciano fechou a porta do carro. Os dois homens, fora de si, me seguraram contra o banco, prontos para arrancar minhas roupas.— Há muito tempo que eu morria de vontade de te ter. O professor nos disse que você é uma safada; agora você vai nos divertir por um bom tempo.— Puta merda, eles são enormes! Não cabem nem numa mão. Valeu cada centavo; vou esvaziar até a última bala, custe o que custar.— Olha só essa cara de carente que você faz. Basta pagar. Uma mulher assim você usa como bem entender, e da próxima vez podemos voltar pra mais.Eu os ouvia, sentia as mãos enormes deles por todo o corpo e fiquei paralisada.— Valeu cada centavo.— Faça o que quiser com ela.Então eu entendi. O dinheiro que o senhor Luciano ganhava com a autoescola não vinha de fonte limpa.Bastava pagar para que esses caras pudessem abusar das alunas como bem entendessem. Será que com as outras colegas acontecia a mesma coisa?Se fosse assim, o senhor Luciano e os dele estavam ganhando dinheiro às nossas c

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    Só então entendi o que eram aqueles carros de treino que eu tinha visto entrando e saindo. Certamente, lá dentro acontecia a mesma coisa. Então, as outras colegas... será que todas passavam pelo mesmo...? Ao pensar nisso, fui tomada por um remorso terrível. Tinha sido eu quem as arrastara para aquele abismo.Desesperada para saber o que estava acontecendo, empurrei o instrutor com todas as minhas forças e saí correndo em direção à secretaria. Eu iria exigir uma explicação do senhor Luciano.— Sr. Luciano, o senhor não dizia que tudo era pelas metas da escola? Por que os instrutores fazem isso com todas as minhas colegas...?Não consegui terminar a frase. Ele nem se abalou. Pegou o copo d’água da mesa, tomou um gole e fez um sinal para que eu me aproximasse. Eu continuava furiosa e não saí do lugar.Ele negou com um gesto, tirou uma pasta grossa da gaveta, aproximou-se de mim e passou um braço pela minha cintura.Ele enfiou a pasta pelo decote. Só então vi que a pasta estava aberta e qu

  • Aprendendo a Ser Dominada   Capítulo 6

    Liguei para várias colegas e, assim que souberam do desconto, todas aceitaram com prazer fazer aulas de direção. No dia seguinte, levei-as à autoescola. O senhor Luciano respeitou o desconto e até lhes designou instrutores experientes.Isso tirou um peso das minhas costas. Afinal, tinha sido eu quem as levou; se elas não aprendessem direito, eu também passaria por maus bocados. Quando todas foram embora, o senhor Luciano passou sua mão grande pela minha cintura.— Danna, sentiu minha falta?Enquanto falava, a mão dele já começava a se passar dos limites.— Não faça isso...Estávamos bem no meio da secretaria da autoescola; fiquei com medo de que alguém entrasse e me apressei em afastá-lo.— Vamos aprender a dirigir — disse ele com um sorriso.Ele me levou pela mão até o carro e, como da última vez, me sentou no colo dele.— É mesmo preciso... aprender a dirigir assim?Meu rosto ficou vermelho de vergonha ao lembrar o que tinha acontecido no dia anterior. Será que ele não estava pensand

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    Aqueles caras sabiam o que estavam fazendo. Bastou me apalparem um pouco para que o calor se tornasse insuportável.Não consegui evitar abrir a boca.— Estou com muito medo... Tenham piedade, por favor...Ao vê-los tão intimidadores, fiquei vermelha de vergonha.— Para de fingir. Acha que não sei que tipo de mulher você é? No ônibus, você ficou me provocando e agora está se fazendo de virgem. Ah, a propósito, a câmera do painel gravou tudo o que acabamos de fazer. Se não quiser que seu namorado descubra, mostre sua verdadeira face e deixe a gente curtir à vontade.Enquanto me ameaçava, o senhor Luciano também arrancou minha saia. Fiquei exposta diante deles. Eles me olhavam como lobos famintos, e eu fiquei com medo de verdade.Mas a ameaça me assustava ainda mais. Olhei pela janela para o outro lado. Sabia que Luka e Karla estavam treinando por ali; se eu gritasse alto o suficiente, talvez eles me ouvissem.Mas o que Luka pensaria de mim se visse aquilo?Eu ainda estava em dúvida quand

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    A sensação explodiu; eu sentia com toda a clareza aquela dureza, mais rígida do que a alavanca de câmbio. Don Luciano empurrou com o quadril e levou a mão até o cinto para desabotoá-lo.Eu estava com medo e, mesmo assim, sem saber por quê, uma parte de mim esperava por isso; eu até sentia vontade de esquecer tudo e me deixar levar pela ousadia.Meu corpo era mais honesto do que minha cabeça. Levantei devagar o bumbum para que fosse mais fácil para ele baixar as calças.Ele riu, satisfeito. Desabotoou o cinto, arrancou minha calcinha e a jogou no banco do passageiro. Agora eu o sentia sem nada no meio e tremia da cabeça aos pés.Ele levantou minha saia e me deu algumas palmadas fortes na pele nua.— Que bunda carnuda, caramba. Branca e empinada; deve ser uma delícia te usar.Ele agarrou minha bunda e a ergueu para se acomodar bem. Só de pensar que um homem tão imponente estava prestes a se aproveitar de mim, eu sentia uma emoção que não sabia como descrever. Meu corpo ficou mole e perdi

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