LOGIN"Ele realmente quer isso hoje à noite?"Serena aproximou-se de repente e deu um beijo suave nos lábios finos dele.Gustavo a olhou, rapidamente a puxou para si e beijou seus lábios vermelhos.Serena envolveu o pescoço dele com as mãos e respondeu ao beijo de forma suave e envolvente.Eles nunca haviam se beijado por tanto tempo, apenas se beijando, sem fazer mais nada, e Serena sentiu o corpo amolecer.Gustavo pressionou o rosto contra o pescoço dela e começou a beijar seus cabelos.As mãos de Serena subiram, e ela, com cuidado e ousadia, passou os dedos pelos curtos e bem cortados cabelos dele, puxando-os levemente. De repente, ela riu.A voz de Gustavo estava rouca:— Está se divertindo?Ele já tinha percebido que ela estava puxando seus cabelos.Serena estava radiante, com um sorriso travesso e inteligente, como uma criança arteira.— Um pouco.Gustavo olhou para ela, então virou-se e se deitou de costas.— Vamos dormir cedo. — E tentou se levantar.Serena perguntou:— Você vai aond
Talvez Serena tenha olhado para o rosto de Gustavo por tempo demais. Ele sorriu levemente, quase imperceptivelmente, e perguntou:— Por que está me olhando assim?Serena despertou de seus pensamentos e, com sinceridade, respondeu:— Gustavo, obrigada!Embora ele não tivesse perguntado, ela sabia que ele entendia sua situação.Gustavo disse:— Somos casados. Se alguém te maltratar, é como se estivesse me maltratando também. Da próxima vez que algo assim acontecer, pode me contar, ou se quiser que eu faça algo por você, desde que não vá contra os princípios, eu farei.Serena sentiu um calor no coração.— O que você quer dizer com "não ir contra os princípios"?Gustavo respondeu:— Não cometer crimes, não quebrar regras!Serena parou por um momento, não esperava uma resposta tão séria. Ela também era uma cidadã exemplar, não era?Serena disse:— Presidente Gustavo, quer dizer que, desde que não seja algo ilegal ou imoral, qualquer pedido meu será atendido?Gustavo respondeu:— Na próxima
Romildo ficou tão irritado que nem conseguia falar, mas logo uma voz suave soou no ouvido de Serena:— Serena, a culpa é toda minha. Se você está com raiva, pode descontar em mim. A Samira é inocente!Serena reconheceu na hora: era Isabela, a amante do seu pai durante todos esses anos.Isabela chorava:— Serena, se você não quiser me perdoar, eu vou agora mesmo procurar sua mãe. Eu me ajoelho diante dela, bato a cabeça no chão, se for preciso, só para pedir o perdão dela!O coração de Serena apertou. Isabela sabia exatamente como mexer com os nervos da sua mãe.A mãe de Serena sofria de depressão havia anos. Na última vez que Isabela apareceu de surpresa, quando Serena chegou em casa, encontrou a mãe deitada na cama, após tomar um frasco inteiro de comprimidos para dormir. Se não a tivesse levado ao hospital a tempo, ela não estaria mais viva.Naquela ocasião, Serena fez um escândalo, e o pai prometeu que nunca mais deixaria Isabela aparecer diante da mãe dela. Nunca mais.Agora, Isabe
Serena, é claro, se esquivou. Agora estava grávida e, nos primeiros meses de gestação não podia ter relações com ele.Na verdade, ela nem havia pensado nisso ainda. Afinal, desde que ela não tomasse a iniciativa, Gustavo também nunca fazia questão.Mas quem imaginaria que, naquela noite, ele iria querer tomar banho junto com ela?Serena ainda não tinha decidido como contar sobre a gravidez, então só pôde recusar de forma delicada:— Cheguei agora, preciso tomar um banho antes.Gustavo olhou para o rostinho puro dela, tão natural quanto uma flor recém-desabrochada, e a puxou com mais firmeza para seus braços.— Não quer tomar banho comigo? Esqueceu como vivia grudada em mim antes? Está tentando me provocar de propósito?Serena ficou sem palavras. Que os céus fossem testemunhas: ela não estava tentando seduzi-lo, nem um pouco.— Eu não estou! — Temendo que ele desconfiasse, Serena pousou a mão sobre o pijama de seda dele. — Dizem que, entre marido e mulher, é bom manter uma certa distânc
— Não. Você precisa de alguma coisa? Estou um pouco ocupada agora, tenho uma reunião em breve.Gustavo disse:— Talvez eu chegue um pouco mais tarde em casa hoje à noite.Serena respondeu:— Tudo bem, talvez eu também chegue mais tarde.Gustavo disse:— Certo então, fique à vontade com suas coisas.Serena respondeu:— Até logo. — E desligou o telefone.Gustavo ficou olhando para o celular, com as sobrancelhas levemente franzidas. Por algum motivo, sentiu uma mudança sutil no tom de Serena. Talvez fosse apenas o estresse do trabalho.— Sr. Gustavo, vamos para a reunião?Gustavo se levantou:— Vamos....Gustavo chegou em casa às oito da noite, e Elvira veio recebê-lo imediatamente:— Sr. Gustavo, o senhor chegou!Ao ver o sorriso estampado no rosto de Elvira, Gustavo perguntou:— Elvira, aconteceu algo muito bom hoje? Por que está tão feliz?Elvira respondeu com um sorriso:— Hoje é realmente um dia especial!Gustavo perguntou:— Especial por quê?Elvira lembrou-se do pedido de Serena e
A leveza que sentia momentos antes se transformou em tensão. Serena lembrou-se de que ainda tinha que enfrentar Gustavo e não conseguia prever o que ele faria.Ele com certeza ficaria irritado, ficaria furioso!No entanto, o bebê que ela esperava era o "queridinho" do Sr. Dante, e com ele ao seu lado, não havia motivo para tanto receio.Pensando assim, Serena se sentiu mais tranquila.— Hoje o Sr. Gustavo saiu bem cedo, Sra. Castro. A senhora não quer ligar para ele e dar a boa notícia?Serena respondeu:— Elvira, não conte sobre minha gravidez para o Gustavo ainda. Eu mesma vou procurar uma oportunidade para contar a ele.Elvira disse:— Entendido!— Vou trabalhar depois do café da manhã.— Sra. Castro, sei que, mesmo grávida, a senhora vai continuar trabalhando, mas precisa reduzir o ritmo. Agora, o mais importante é o bebê.Serena colocou a mão sobre sua barriga:— Pode deixar, Elvira. Eu sou a mãe do bebê, e estou mais ansiosa do que ninguém pela chegada dele!...Gustavo estava oc







