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CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E NOVE

Author: Gabi Nunes
last update publish date: 2026-10-15 08:31:02

Ouvir aquilo da boca dela me fez esquecer qualquer prudência. Cheguei a posicionar a cabeça do meu pau gozado na entrada do cuzinho dela e comecei a empurrar devagar. A cabeça do meu membro começou a entrar, e Sofia soltou um gemido manhoso e dolorido.

Parei no mesmo instante e perguntei:

— Está doendo, minha gostosa?

— Só um pouco... porque você é muito grande — ela respondeu, tentando relaxar o corpo.

Tirei o pau e introduzi um dedo lambuzado com o meu próprio gozo na entrada dela. Sofia
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    Ouvir aquilo da boca dela me fez esquecer qualquer prudência. Cheguei a posicionar a cabeça do meu pau gozado na entrada do cuzinho dela e comecei a empurrar devagar. A cabeça do meu membro começou a entrar, e Sofia soltou um gemido manhoso e dolorido. Parei no mesmo instante e perguntei: — Está doendo, minha gostosa? — Só um pouco... porque você é muito grande — ela respondeu, tentando relaxar o corpo. Tirei o pau e introduzi um dedo lambuzado com o meu próprio gozo na entrada dela. Sofia gemeu gostoso com a invasão. Fui lubrificando o canal com calma, usando a minha porra, e devagar introduzi um segundo dedo. Sofia foi à loucura com a sensação, rebolando devagar contra a minha mão. — Eu estou pronta, Matteo... — ela sussurrou, a voz trêmula. Comecei a esfregar a cabeça do meu pau na entrada lubrificada do seu anel, gemendo bem baixinho perto da nuca dela enquanto distribuía beijos quentes na sua pele. Não tive como resistir. Sofia gemia e rebolava, empurrando a bunda para trás

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    POV: Matteo Volkov Estávamos nos beijando debaixo do fluxo contínuo e quente do chuveiro, um beijo profundo que parecia a única coisa capaz de afastar o peso daquela noite trágica. Quando nos afastamos lentamente para tomar ar, Sofia baixou os olhos e olhou para o meu corpo nu. A água morna começava a dissolver as manchas escuras de sangue que salpicavam a minha pele, mas algumas marcas mais secas insistem em ficar grudadas no meu Peito e nos meus ombros. Eu a vi esticar a mão pequena e pegar o sabonete em barra na saboneteira do box. Sofia criou uma espuma densa e cheirosa entre as suas mãos e começou a passar a espuma macia pelo meu corpo, empenhada em tirar cada vestígio daquela noite. Começou devagar, deslizando as palmas ensaboadas pelos meus ombros largos, sentindo com a ponta dos dedos os meus músculos tensos e rígidos sob o seu toque. Desceu as mãos com o sabonete pelo meu peito, limpando cada centímetro de pele com um cuidado quase sagrado, e depois passou pela minha barrig

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