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CAPÍTULO CENTO E SETENTA

Author: Gabi Nunes
last update publish date: 2026-10-16 22:11:09

POV: Sofia Capone

Fechei a porta do quarto de Matteo com extremo cuidado, segurando a maçaneta até ouvir o clique suave do fecho. O corredor longo da mansão parecia ainda mais silencioso do que quando passei por ele minutos atrás. Ajeitei o moletom no meu corpo, sentindo os cabelos ainda um pouco úmidos nas pontas. A sensação do toque de Matteo e o peso da nossa entrega continuavam pulsando na minha pele, mas a realidade daquela noite brutal não demorou a me alcançar. A cada passo discreto que
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  • As tentações do Mafioso Russo   CAPÍTULO CENTO E SETENTA E DOIS

    POV: Giulia BianchiDepois de desligar a chamada de vídeo com a Sofia logo cedo, fiquei com um aperto enorme no peito. Saber que o senhor Vittorio tinha falecido naquele tiroteio horrível me deixou em choque. Sofia parecia exausta e abalada, e ver a dor na voz da minha amiga me destruiu. Mas eu sabia que não adiantava nada ficar parada alimentando caraminholas na cabeça. Para afastar a ansiedade e a sensação de impotência que me rondavam, decidi me mexer. Não existe remédio melhor para aliviar a cabeça do que colocar a casa em ordem.Caminhei até a lavanderia da minha casa, recolhi as roupas sujas do cesto, algumas camisetas, calças jeans e vestidos e joguei tudo dentro do tambor da máquina. Coloquei o sabão em pó, o amaciante com cheiro de lavanda no compartimento correto e programei o ciclo normal de lavagem. O barulho da água enchendo o reservatório me deu uma leve sensação de rotina e normalidade, algo que eu estava precisando desesperadamente depois de uma madrugada tão tensa.Vo

  • As tentações do Mafioso Russo   CAPÍTULO CENTO E SETENTA E UM

    — Eu posso imaginar... A dona Aurora sempre foi tão ligada ao seu pai — Giulia comentou, balançando a cabeça na tela. — E o seu irmão? E o Matteo? Como eles estão lidando com isso? O Massimo deve estar furioso. — Você já conhece o Massimo — respondi, fechando os olhos por um segundo enquanto deixava a água lavar meu rosto. — Ele não demonstra muito por fora, fica com aquela cara fria de sempre, mas por dentro eu sei que ele está planejando acabar com quem fez isso. E o Matteo... bom, o Matteo esteve comigo a noite quase toda. Ele tentou me acalmar de todas as formas. — O Matteo é um amor com você, Sofia. Que bom que ele está do seu lado nesse momento — disse Giulia, dando um sorriso fraco para me confortar. — Se você precisar que eu vá aí, ou se quiser conversar mais tarde, é só me ligar, tá? Não fica guardando tudo para você. — Pode deixar, Gi. Obrigada por me ligar. Me ajudou muito ouvir sua voz logo cedo — sorri de leve, pegando a toalha e me secando enquanto saía do box. — Vou

  • As tentações do Mafioso Russo   CAPÍTULO CENTO E SETENTA

    POV: Sofia Capone Fechei a porta do quarto de Matteo com extremo cuidado, segurando a maçaneta até ouvir o clique suave do fecho. O corredor longo da mansão parecia ainda mais silencioso do que quando passei por ele minutos atrás. Ajeitei o moletom no meu corpo, sentindo os cabelos ainda um pouco úmidos nas pontas. A sensação do toque de Matteo e o peso da nossa entrega continuavam pulsando na minha pele, mas a realidade daquela noite brutal não demorou a me alcançar. A cada passo discreto que eu dava no corredor, a lembrança do olhar de dor da minha mãe e o silêncio pesado da casa voltavam a pressionar meu peito. Caminhei na ponta dos pés, me esgueirando para não fazer barulho. No final do corredor, perto da grande escadaria que dava para o hall, vi a silhueta de dois guardas armados. Um deles era Sergei, que mantinha a expressão séria e os olhos atentos a cada canto do corredor. Passei por eles mantendo a cabeça baixa, apenas ouvindo o murmúrio baixo e respeitoso das saudações. —

  • As tentações do Mafioso Russo   CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E NOVE

    Ouvir aquilo da boca dela me fez esquecer qualquer prudência. Cheguei a posicionar a cabeça do meu pau gozado na entrada do cuzinho dela e comecei a empurrar devagar. A cabeça do meu membro começou a entrar, e Sofia soltou um gemido manhoso e dolorido. Parei no mesmo instante e perguntei: — Está doendo, minha gostosa? — Só um pouco... porque você é muito grande — ela respondeu, tentando relaxar o corpo. Tirei o pau e introduzi um dedo lambuzado com o meu próprio gozo na entrada dela. Sofia gemeu gostoso com a invasão. Fui lubrificando o canal com calma, usando a minha porra, e devagar introduzi um segundo dedo. Sofia foi à loucura com a sensação, rebolando devagar contra a minha mão. — Eu estou pronta, Matteo... — ela sussurrou, a voz trêmula. Comecei a esfregar a cabeça do meu pau na entrada lubrificada do seu anel, gemendo bem baixinho perto da nuca dela enquanto distribuía beijos quentes na sua pele. Não tive como resistir. Sofia gemia e rebolava, empurrando a bunda para trás

  • As tentações do Mafioso Russo   CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E OITO

    Ouvir Sofia dizendo que ia gozar daquele jeito me fez intensificar ainda mais as chupadas. Levei a minha mão esquerda ao seio esquerdo dela, apertando a carne macia enquanto a minha língua trabalhava sem parar na sua boceta melada. Percebi o corpo dela tremer inteiro, a perna tentando se manter firme contra o chão escorregadio, enquanto ela gemia sem conter o som. — Goza na minha boca, Sofia. Vai, goza para mim — ordenei contra a pele sensível dela. Não demorou nada. Bastou ela ouvir o meu comando para que seu corpo entrasse em espasmos. Sofia gozou forte, e eu suguei cada gota do seu gozo com vontade, saboreando aquele momento. — Boceta gostosa do caralho! — rosnei, limpando os lábios com as costas da mão. Esperei alguns segundos para que ela se recuperasse do clímax e a virei de costas para mim. Ajeitei suas mãos para que ficassem apoiadas na parede de mármore do banheiro e afastei as pernas dela, deixando-a bem aberta na minha direção. Ajoelhei-me novamente atrás dela e voltei

  • As tentações do Mafioso Russo   CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E SETE

    POV: Matteo Volkov Estávamos nos beijando debaixo do fluxo contínuo e quente do chuveiro, um beijo profundo que parecia a única coisa capaz de afastar o peso daquela noite trágica. Quando nos afastamos lentamente para tomar ar, Sofia baixou os olhos e olhou para o meu corpo nu. A água morna começava a dissolver as manchas escuras de sangue que salpicavam a minha pele, mas algumas marcas mais secas insistem em ficar grudadas no meu Peito e nos meus ombros. Eu a vi esticar a mão pequena e pegar o sabonete em barra na saboneteira do box. Sofia criou uma espuma densa e cheirosa entre as suas mãos e começou a passar a espuma macia pelo meu corpo, empenhada em tirar cada vestígio daquela noite. Começou devagar, deslizando as palmas ensaboadas pelos meus ombros largos, sentindo com a ponta dos dedos os meus músculos tensos e rígidos sob o seu toque. Desceu as mãos com o sabonete pelo meu peito, limpando cada centímetro de pele com um cuidado quase sagrado, e depois passou pela minha barrig

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