FAZER LOGINRachel Millis Dickson tinha vinte e um anos e acreditava no amor como quem acredita em uma canção. Casada com Brent Bishop Dickson, um jovem advogado idealista, ela vivia uma vida simples, mas cheia de sonhos — até a noite em que a chuva levou tudo. A caminho do hospital, prestes a dar à luz, o carro do casal é atingido por um motorista embriagado. Brent morre no acidente. Rachel sobrevive, apenas para descobrir, ao acordar em um quarto de hospital vazio, que também perdeu o bebê. Sozinha, órfã e sem apoio da família do marido, ela é tomada pela culpa. As palavras frias da sogra — “você matou os dois” — ecoam em sua mente como uma maldição. Enquanto luta para aceitar a nova realidade, uma enfermeira chamada Brenda Smith se aproxima, oferecendo-lhe um trabalho inesperado: ser ama de leite da filha recém-nascida de sua prima, uma mulher rica que não deseja amamentar a criança. Sem forças para questionar, Rachel aceita. O corpo ainda produz leite; o coração, vazio, precisa de algo — ou alguém — para preencher o silêncio que ficou. Quando chega à mansão Sumerland, ela encontra uma bebê de olhos tão familiares que o peito se contrai de um jeito inexplicável. Cuidar daquela criança se torna mais que um emprego — é uma redenção. O que Rachel não imagina é que o destino a colocou novamente nos braços da própria filha, roubada ainda na maternidade.
Ver mais“Han, lo harus jelasin ke mereka yang sebenarnya terjadi,” lirih Hana. Dia ingin sekali mendampingi Hani di dalam sana, menguatkannya agar bertahan dalam masa koma. Namun, keluarganya melarang, bahkan Hana baru diberi izin menengok setelah dua hari Hani masuk rumah sakit.
Ada begitu banyak alat yang menunjang kehidupan Hani, ada banyak cairan yang diatur untuk memenuhi kebutuhan tubuh gadis itu agar tetap stabil. Hana sebagai saudara kembarnya merasakan sedih yang luar biasa. Dia adalah orang terakhir yang bertemu Hani sebelum koma.
Dan karena itu semua, keluarganya menyalahkan Hana sebagai penyebab Hani koma.
“Han, tega banget lo gue jauh-jauh ke sini malah tidur.”
Jika boleh, Hana juga ingin menangis. Akan tetapi, orang tuanya sedang rapuh. Kesedihan Hana tak akan ada apa-apanya dibandingkan kesedihan mereka.
Hana mendengar ketukan langkah kaki mendekatinya, tapi dia tak mau menoleh. Tahu kalau orang itu akan menyuruh Hana pergi, selalu begitu sejak tiga kali ke belakang. Hana makin lekat ke jendela pintu, berusaha merekam wajah pucat Hani sedetail mungkin.
“Tante Hani manggil lo,” kata orang yang mendekatinya. Seperti biasa, terdengar dingin dan ketus.
Gadis itu tak langsung merespons, masih terpaku di depan pintu. Apa pun yang akan dibicarakan Mamanya, dia yakin ini tak akan bagus. Mana tahu dia kembali dikirim ke kota yang lebih jauh dari kota kuliahnya.
Owen merotasikan bola matanya, muak dengan drama gadis itu. Dasar drama queen! Percuma, tak akan ada yang percaya dengan kepura-puraannya. Dia sendiri membenci setengah mati kembaran dari tunangannya yang menyebabkan semua ini. Kalau saja tak ada hukum, detik saat Owen mendapati Hani tenggelam sementara Hana mematung di jembatan danau, Owen akan menghabisi Hana detik itu juga.
“Gue pergi dulu, Lin,” bisik Hana sebelum berbalik, menunduk dalam dan mengusap kasar sudut matanya. Tak boleh ada yang melihat air matanya atau cercaan datang semakin deras.
Hana mengikuti Owen ke tempat orang tuanya menunggu—di kantin. Ekspresi wajahnya datar, bersiap menerima hantaman yang akan dia terima nantinya.
Di sudut meja, Mamanya dan Papanya sudah menanti dengan otot menegang karena emosi. Hana memang tak lebih dari anak pembuat masalah. Bahkan setelah dijauhkan dua kota jaraknya, dia tetap bisa mengacau.
“Duduk!” titah Hani tajam.
Hana duduk di depannya sementara Owen bersandar di dinding dekat mereka. Orang tua Owen sudah pergi setelah mendiskusikan hal ini, itu juga yang membuatnya semakin muak pada Hana.
“Ada apa?”
“Benar-benar tidak tahu malu. Kamu gak ada rasa bersalah sama saudari kamu sendiri?” tanya Farhan sinis pada anak bungsunya.
Hana mendesah lelah. “Kalian tetap gak percaya.”
“Lalu siapa lagi yang mencelakai Hani selain kamu? Kamu yang sejak dulu iri padanya.”
“Sudah, Pa. Ini masih di rumah sakit, nanti aja kita bicarain,” lerai Hani. Bukan berarti dia tidak marah pada Hana, tapi ini bukan saat yang tepat. Lagi pula sejak kemarin Hana sudah kena marah sepanjang hari.
“Aku harus masuk kuliah,” kata Hana basa-basi. Tidak berharap akan diizinkan atau dilarang, hanya memberi tahu mereka. Berharap mereka akan peduli.
“Kamu gak akan pulang ke sana.”
“Kenapa? Mama dan Papa belum puas marahin aku?”
“Kurang ajar,” desis Farhan nyaris saja mengangkat tangannya untuk menampar Hana. “Benar-benar tidak tahu etika.”
“Mama dan Papa, ‘kan yang bertanggung jawab atas etikaku? Sejak dulu, apa pernah aku diajari bagaimana etika yang baik?”
Owen mendengus. “Gara-gara iri dan kesel, lo lampiasan ke Hani.”
“Gua gak iri,” desis Hana mendelik tajam terhadap Owen. Matanya memerah jika diperhatikan, menahan kesal dan sakit hatinya. Terbiasa tak pernah membuatnya mewajarkan semua rasa sakit ini.
“Kita ke intinya saja,” kata Hani. “Kamu harus menggantikan Hani.”
“Apa?” beo Hana terkejut.
— SOBRE RECOMEÇOS, AMOR E FAMÍLIAS QUE NASCEM DO CORAÇÃOA vida nem sempre segue o caminho que planejamos.Às vezes ela rasga, destrói, leva embora, silencia.Às vezes ela nos arranca tudo — pessoas, sonhos, certezas — e deixa apenas o eco do vazio.Mas o recomeço mora exatamente aí.No lugar onde dói.No lugar onde sangra.No lugar onde parece impossível.O recomeço é a prova viva de que Deus escreve de novo onde o mundo jurou que seria ponto final.Rachel perdeu tudo.Perdeu mãe, perdeu pai, perdeu lar, perdeu marido, perdeu filha.Mas não perdeu a capacidade de amar.E foi esse amor silencioso, quase tímido, que abriu portas para milagres que ela jamais imaginou.Dean não ganhou uma família — ele encontrou uma.Uma filha que não era de sangue, mas era dele.Uma mulher que não buscava amor, mas que trouxe luz para cada canto escuro da vida dele.Um bebê que virou casa, abrigo, cura.
A REDENÇÃO DE LEONOR & A QUEDA DE MARGARETHLEONOR — O PREÇO DO RECOMEÇOCinco anos haviam passado desde que Leonor saiu da prisão.Cinco anos desde o dia em que ela colocou os pés para fora daquele portão de ferro e entendeu — pela primeira vez na vida — o tamanho do buraco que cavou com as próprias mãos.Saiu apenas com a roupa do corpo, um saco plástico entregue pelo sistema prisional e um vazio na alma que parecia não ter fim.Sua primeira noite foi num abrigo simples, onde as camas eram alinhadas lado a lado e as luzes eram apagadas às dez da noite.Leonor chorou durante horas, sem fazer barulho, porque pela primeira vez entendeu algo que sempre recusou a aprender:tudo que se conquista por meio da mentira destrói mais cedo ou mais tarde.E tudo que é roubado custa caro.Muito caro.Nos meses seguintes, ela trabalhou como pôde — limpeza, cozinha, costura — qualquer coisa que aparecesse.Não havia orgulho
CINCO ANOS SE PASSARAM Cinco anos haviam se passado desde o dia em que Deus devolveu a Roxy aos braços da mãe.Cinco anos que transformaram uma casa antes silenciosa num lar vibrante, cheio de passos apressados, risadas infantis, música ao piano e o perfume suave de jasmim que Rachel sempre espalhava pelas janelas abertas.ROXY – SEIS ANOSRoxy, agora com cinco anos, era uma criança que irradiava luz. Cabelos dourados, olhos verdes profundos como a mãe, e aquele pequeno sinal no peito — a marca que Brent deixara como assinatura eterna.Era doce, sensível, inteligente, e tinha uma ligação especial com a música.Quando sentava ao piano, as mãozinhas pequenas deslizavam pelas teclas com uma delicadeza que só os “escolhidos pela arte” possuem.Era impossível não perceber:a menina carregava o talento da mãe, o encanto do pai biológico e o amor infinito do pai de coração.BRENT — COM QUATRO ANOSO pequeno Br
OS MESES SEGUINTESA gestação foi tranquila, mais leve do que a primeira, porque agora Rachel não estava sozinha. Dean esteve presente em cada consulta, segurou sua mão em cada exame, comprou cada peça de roupa do bebê com um orgulho tão absurdo que fazia Roxy gargalhar.— Papai, mamãe tem neném, — ela repetia, colocando as mãos na barriga.Rachel ria, e Dean sorria com o coração cheio.Para ele, aquele bebê era um presente divino — não apenas um filho, mas a confirmação de que o passado deles havia sido curado, restaurado e transformado em futuro.O PARTOO dia chegou numa madrugada silenciosa. Rachel acordou com uma pontada, depois outra, e mais outra. A lua iluminava o quarto com um brilho suave quando ela cutucou Dean.— Amor… acho que está na hora.A expressão dele foi impagável: pânico, alegria, desespero e euforia tudo junto.— Agora? Meu Deus, agora? — ele pulou da cama, tropeçou no tapete, pego












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