Possessivo: A Babá Que Ele Nunca Deveria Tocar
Agora, a pequena Sara estava ali, nos meus braços, ganhando peso devagar, mamando com força e dormindo como uma leoa depois da caça.
Sara arrotou.
Um arroto pequeno, delicado, que fez Laura rir.
— Ela fez pum pela boca!
— É arroto, Laura. Bebê arrota para não ficar com gases.
— É esquisito.
— É fofo.
Isabela riu, e eu ri junto. O cansaço no rosto dela era evidente, mas a alegria também.
— Senta aqui, Mari. Descansa um pouco.