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203- O grande dia, parte 2.

Auteur: luproencio
last update Date de publication: 2026-06-29 02:52:33
O som dos pneus rasgando o asfalto ecoou pela estrada vazia.

David apertou o volante com força, esperando pelo impacto, mas ele veio diferente, de outro ângulo.

O estrondo do metal contra metal explodiu na noite que apenas estava começando. Vidros estilhaçaram. Um dos carros girou violentamente antes de sair da pista, enquanto outro tombava sobre o acostamento.

O silêncio que se seguiu pareceu ainda mais brutal.

Os motores ainda fumegavam. O cheiro de gasolina e borracha queimada misturava-se ao
luproencio

Escolhi uma música para estes dois capitúlos."é por você que canto." versão em português e gosto muito da original em inglês, embora a letra não seja nada parecida, mesmo assim é linda, profunda. Simon & Garfunkel - The Sound Of Silence https://www.bing.com/videos/riverview/relatedvideo?q=the%20sound%20of%20silence%20tradu%C3%A7%C3%A3o&mid=95BE062CD045CC16AB9095BE062CD045CC16AB90&ajaxhist=0

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  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Toranja e baunilha

    No palácio, a grande família almoçou junta.Na casa de Maya, as crianças também estavam eufóricas com a mudança para o novo colégio.— Espero que vocês não se esqueçam dos seus amigos e vizinhos daqui.— Não faremos isso, mãe. Youssef estudou fora e não esqueceu dos amigos.— Aquele menino fedido quase nem teve amigos — Maya disse, lembrando-se dele.No meio da tarde, Maya estava na cozinha, entre um afazer e outro. As crianças ocupavam todos os cantos da sala com livros, cadernos e brinquedos.Então, o carro oficial parou na entrada. O funcionário que cuidava do jardim correu até o portão e o abriu.Distraída, Maya nem se deu conta de que o emir e seu assistente entraram porta adentro, recebidos pelos filhos e por um dos funcionários da casa. Ela não ouviu nada. Os pequenos estavam curiosos, querendo saber o que havia nos pacotes e nas caixas.— O que vocês vão querer para o café da tarde? — perguntou, saindo da cozinha enquanto secava as mãos na barra do avental.Parou.O emir estav

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Qualquer faísca

    Soraya olhou pela janela e depois para o marido. Ele dirigia sem desviar os olhos do trânsito. Ela ainda se lembrava dele mais jovem. Samir e o pai tinham muitas semelhanças. Samir apenas era mais alto e mais claro, o corpo mais forte, até por ser jovem e militar, mas o emir era um homem de presença.— Meu marido quer privacidade?— Apenas digo que, em um shopping, você se cansará.— Tenho algo em mente.Ele olhou para ela, levantando uma sobrancelha.— Devo perguntar o que está passando pela sua cabeça?— Nosso apartamento. Poderíamos passar um tempo lá, depois fazer um passeio pela joalheria e, quem sabe, almoçarmos em algum restaurante.— Bem, vamos mudar um pouco a rota. Você escolhe um presente e podemos, sim, passar um tempo juntos, longe da confusão do palácio.Ele respondeu com um sorriso discreto nos lábios.Soraya sorriu. O emir estava de bom humor, e ela estava gostando.E assim fizeram. Passaram pela joalheria, onde ela escolheu de presente um colar de safiras. Sem que Sor

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Privacidade

    O emir endireitou o corpo. Latifa insistiu e, dessa vez, ele não resistiu. Segurou o rosto dela com uma das mãos e a beijou. Ela colou o corpo ao dele, envolta em um perfume doce e fino. As mãos tentaram abrir sua túnica enquanto ele tocava sua cintura.Havia desejo, uma necessidade de homem.Ele a levou para a cama, e Latifa o ajudou com a túnica, sorrindo a cada toque. O emir beijou seu colo, ela tocou sua nuca, e ele se deixou levar.Ele se perdeu no corpo fresco e perfumado.Em sua ala, Soraya se arrumava para chamar atenção. Vestia vermelho, estava sem o véu e mantinha os cabelos castanhos perfeitamente escovados. No pescoço, um grande colar de esmeraldas, presente do emir em seu trigésimo aniversário.Um toque a mais na maquiagem, uma borrifada a mais do perfume importado.O emir deixou Latifa sobre a cama e caminhou para o banheiro. Ela mantinha um sorriso no rosto. Antes de entrar, ele ainda a olhou.Feliz?Ela estava feliz? Satisfeita? Ou simplesmente havia conseguido o que q

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   O mesmo sol

    O mesmo sol nascia para todos.Richard e Irina acabavam de acordar. Ela ainda estava nua, enrolada nos lençóis, depois de finalmente conseguir fazer Ethan dormir e ter um momento a sós com Richard.Amy já pulava enquanto vestia o uniforme com a ajuda de Lucy.Ethan, de barriguinha cheia e cansado depois de deixar a mãe e o pai acordados até tarde, dormia profundamente.Richard se levantou e olhou para os dois: as costas nuas de Irina entre os lençóis e Ethan no berço ao lado da cama.Pestinha, pensou, deslizando o dedo indicador pela bochecha gordinha e rosada do filho.Entrou no banho, aparou a barba e, quando se virou, encontrou um par de olhos azuis perigosos.— Bomb Go— Bom dia, esposa. — Ele sorriu.Irina se aproximou. Richard não tirou os olhos dela quando a viu se abaixar diante dele. Prendeu o ar, apoiando uma das mãos no box e a outra na parede fria. Mal conseguia respirar, o coração acelerado.Sob a água, tocou o rosto de Irina, que sorriu com malícia.— Está a me torturar?

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   De onde veio

    Youssef desceu as escadas. Cada passo lhe custava um esforço hercúleo. Quando chegou à porta da cozinha, o emir mordia um pãozinho recheado de nozes, o preferido de seu falecido pai. Aquilo fez um gosto amargo subir à sua boca.— Bem... — começou, entrando de uma vez. — Eles, como qualquer criança da cidade, querem ir. Ficaram entusiasmados.— Que maravilha! — soltou o emir, feliz.Maya e Youssef olharam para ele imediatamente.Ele estava mesmo emocionado?Toda aquela imagem de homem fechado, até carrancudo, que carregavam havia anos pareceu sumir ao vê-lo sorrir naturalmente, não por educação, mas legitimamente feliz.Youssef passou a mão pelos cabelos. Maya tremeu por dentro. Era estranho. Sentiu-se desconcertada.— Bem, então está resolvido. Peço ao meu assistente para cuidar disso? Ou você pode fazer, Youssef?— Eu posso fazer.— Ótimo. Faça o quanto antes. Vou providenciar os materiais. Meu assistente já está acostumado com isso.— Eu...— Só precisa fazer a matrícula com os docu

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Sagrada

    Na cozinha, o emir sentou-se à grande mesa. De onde estava, via claramente Maya se movimentando entre o fogão e a bancada. Ela abria a geladeira, retirava porcelanas do armário e organizava tudo com destreza, sem nenhuma dificuldade. Seus movimentos eram tranquilos, mas ágeis.Ela era magra, tinha olhos grandes e um sorriso fácil, gentil. O véu, um pouco fora do lugar, deixava escapar alguns fios de cabelos negros e outros já brancos, como fios de algodão. A pele clara não tinha marcas nem maquiagem. Os lábios eram pequenos e volumosos.O emir desviou os olhos quando percebeu o que estava fazendo.Maya distribuiu alguns quitutes sobre a mesa, enquanto o aroma do café amargo tomava conta da cozinha. Depois se sentou de frente para o emir e Youssef.— Bem, vocês dois não vieram só pelo café, não é?O emir terminou de engolir o gole de café que havia levado à boca. Ainda se surpreendia com a franqueza de Maya.— Bem, estou aqui pelas crianças.— Meus filhos? — Maya levantou as sobrancelh

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