로그인Ivy Sinclair never expected her father's last desperate move to be selling her off like a pawn—to the coldest billionaire in Manhattan. Lucien Blackwood doesn't believe in love. But he believes in power, and marrying Ivy gives him just that—until the fire in her eyes threatens to melt the ice around his heart. Their vows are signed in ink and built on lies. She’s determined to protect her soul. He’s hiding demons that could destroy them both. But what starts as a calculated business arrangement spirals into a dangerous obsession. Secrets bleed. Betrayals burn. And when the past comes back with blood on its hands, their fragile union may be the only thing standing between survival and ruin. He owns her name. She could own his heart. But only if they don’t destroy each other first. In this house of fortune, love is the most dangerous currency.
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Rocco acordou cedo como de costume, ansioso para observar o sol nascer pela imponente janela do castelo. Seus olhos brilhavam com a luz matinal, e o ritual era algo que ele realizava há quatro séculos. Lembrava-se de quando era um ser humano frágil e doente, que se afastava da pequena aldeia onde vivia para se embrenhar na mata e alcançar uma colina, onde se sentava para sentir o calor do sol em seu corpo fragil e doente,não queria morrer jovem,toda manhã ele fazia isso precisava se sentir vivo de algum jeito. Tudo isso mudou no dia em que encontrou Eleonora, sentada na mesma colina, esperando por ele. Sem cerimônia, ela o mordeu e lhe disse:
"Se você gosta tanto da vida, lhe darei a imortalidade. Claro, se passar pelo processode transformação, nos encontraremos novamente", ele podia ouvir as palavras dela enquanto agonizava no chão frio da floresta, passando pelo processo doloroso de transformação. O som da porta se abrindo não o fez desviar o olhar da janela.
"Mestre, os conselheiros dos anciãos decidiram que, até que Vlad acorde e julgue sua causa, você será exilado do convívio da família", informou seu assistente humano, que ele mantinha ao seu lado. Vlad se virou para o rapaz e indagou com voz calma, mas cheia de autoridade:
"Para onde eles me exilarão?"
"Valanca, mestre, na Romênia", respondeu seu assistente, percebendo que seu mestre não estava satisfeito com essa decisão.
"Prepare tudo para minha partida ainda hoje", ordenou Vlad, e seu servo saiu rapidamente para cumprir suas ordens, deixando-o sozinho com seu cachorro, Morte.
Vlad se aproximou de seu fiel companheiro canino e perguntou: "O que você acha?". O animal latiu em resposta, fazendo-o sorrir.
"Também penso que será interessante", disse ele, olhando para a janela. O sol, agora mais alto, já começava a incomodá-lo, queimando sua pele. O cachorro grunhiu, sentindo a queimação em seu próprio corpo. Vlad fechou as janelas e se voltou para o animal. Desde que o mordeu para salvá-lo da morte, um elo de ligação os unia por sangue. Muitas vezes, ele usava os olhos e os ouvidos do cachorro para descobrir informações que lhe interessavam.
Nieta entrou no quarto de Rocco, observando-o com atenção, e soltou as palavras com um misto de preocupação e curiosidade.
"Rocco, você está sendo expulso da família,por causa daqueles monstros", disse ela, seu tom denotando uma inquietação.
Rocco não demonstrou surpresa e respondeu com um semblante frio: "Não estou sendo expulso."
"Não? Então, para onde está indo?", perguntou Nieta, demonstrando interesse genuíno pela situação.
"Descobrirei quando estiver dentro do avião. No entanto, continuarei no controle das empresas da família", declarou ele, mantendo um olhar perspicaz sobre Nieta.
"Sim, isso não é novidade para ninguém. Vlad o nomeou, quero dizer, concordo com o que ele fez", Nieta respondeu, saindo do quarto e fechando a porta com força, praguejando baixinho enquanto se afastava. A expressão dela revelava uma mistura de sentimentos, incluindo ressentimento e frustração por não ser ela a escolhida.
A decisão de Rocco do conselho de o afastar da familia era um ato de preservação de algums,mas também uma tentativa de outros de assumir o controle da familia e da empresas. Os passos do criado ecoou até os seus ouvidos seguidos de seus pensamentos melancolicos de que seu mestre estava partindo e ele deveria ficar gostava de está com meu senhor.
"Meu mestre, já providenciei tudo para sua viagem", declarou o homem com um semblante triste. Os anciões haviam decidido que somente Rocco partiria.
Sentindo a tristeza do servo e sabendo que ali não seria mais seguro para ele disse:
"Você e Morte irão comigo", respondeu Rocco, ao ouvir essas palavras, encheu o coração do seu assistente de alegria. Que Continuaria a servi-lo.
Após algumas horas, o avião pousou na Romênia, e um carro os aguardava para levá-los a um hotel. Vlad se registrou no hotel com o nome de Rocco, pois não queria ser identificado.
"Senhor, não permitimos cachorros dentro do hotel, são normas", disse a recepcionista, preocupada com a situação.
Rocco se virou e sorriu, respondendo: "Que cachorro?" A mulher, agora confusa, olhou em volta e viu apenas bagagens. Com a testa franzida, ela sorriu sem jeito.
"Perdão, senhor, eu pensei que... deixa pra lá. Aqui está a chave do quarto 210", ela falou visivelmente confusa,deixando o saguão do hotel foram para o quarto . Rules abriu a porta, permitindo que seu mestre e o cão entrassem no quarto. Era por essas pequenas coisas que ele gostava de servi-lo, achando-o extraordinário pode fazer as pessoas verem o que queremos.
"Senhor, se permite dizer...", começou Rules, mas logo desviou o olhar em respeito a seu mestre. Encarar um vampiro era considerado um desafio ou até mesmo uma insubordinação em certos casos.
"O que tem a dizer, diga logo", ordenou Rocco, enquanto olhava pela janela, percebendo que em breve a noite cairia e ele poderia se dirigir à casa de seu tutor.
"Armaram contra o senhor. Eles não podem expulsá-lo assim", disse Rules, indignado com a decisão dos conselheiros dos anciões.
Ouvindo a agitação no pensamento de seu assistente e sentindo seu sangue pulsar através das veias, Rocco declarou:
"Devo estar onde tenho que estar". Seu olhar vagou para fora, onde a vida pulsava na pequena cidade e nas grandes florestas, com animais de sangue quente que o aguardavam para saciá-lo, bem como humanos desprezíveis de quem ninguém sentiria falta.
"Perdão, mas não entendi! Não pretende fazer nada contra essa decisão?", replicou Rules, confuso, pois já tinha visto seu mestre tomar medidas mais drásticas por muito menos.
"Valanca é onde devo estar agora, Rules", declarou Rocco enigmaticamente. Seu assistente assentiu com a cabeça, percebendo que era melhor não pressionar mais o assunto.
“Procurou o que lhe ordenei”,Vlad perguntou se virando para homem que ficou vermelho diante da face de seu mestre.
“Estou procurando mestre”gaguejou.
“Estou ficando sem paciencia,sabe que não gosto de esperar”,disse sumindo virando fumaça saindo pela janela seguido pelo seu cão demoniaco.Rules respirou aliviado ele queria que seu mestre o transforma-se em um morto vivo no entanto tinha medo de não resistir a transformação e de não saber se controlar diante dos humanos e atrair atenção e para esse tipo de coisas havia vastigos severos.Resolveu apenas comer e buscar no submundo da internet o que seu mestre pedia.Já era noite quando seu amu voltou com seu companheiro de caça ambos pareciam satisfeitos.
"Podemos ir, mestre. Já acertei tudo", disse ele enquanto se dirigiam à recepção para devolver a chave. Ao entrar no carro, o cachorro fixou os olhos na casa à frente e latiu.
"Venha", chamou Rules, fazendo-o parar. O homem notou apenas um gato negro que os encarava. O animal se afastou, caminhou em direção à estrada e deitou-se, ficando imóvel.
"Deixe-o", ordenou Rocco. Juntos, eles entraram no casarão, e Rocco subiu as escadas em direção ao quarto principal. Rules se perguntava como ele sabia onde era, mas preferiu não questionar. Afinal, servir um vampiro era um jogo perigoso, e ele tinha aprendido a não desafiar o seu mestre.
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LucienI used to believe control was everything.That if I held the reins tight enough of business, of power, of people, I could keep the chaos at bay. But the moment Ivy placed her hand on the cryo chamber glass, I felt the grip slip from my fingers.And for the first time in my life… I didn’t want it back.We didn’t speak on the ride up from Level -18.She clutched her robe around her like armor, and I watched her reflection in the polished steel of the elevator. Something had shifted in her eyes—like she’d stared into a past that didn’t belong to her but had carved its name in her bones anyway.I should’ve stopped her.But I couldn’t.Because I knew the feeling of discovering a secret so big it cracks the ground beneath you.And I wasn’t about to let her face it alone.“Lucien.” Her voice was hoarse as we reached her bedroom. “If they come for it—for the embryo—what will you do?”I closed the door behind us and locked it.“I’ll bury them.”Ivy sat at the edge of her bed. Fingers tr
IvyThe night after Chamber Null felt like a weight pressing against my skin.Lucien hadn’t spoken much on the way home. Neither had I. But his hand had never left mine in the car. Fingers locked. Knuckles white. Like we were both afraid that letting go would mean we’d fall—into the old world, into the memories that were no longer dead.Back in the Blackwood Estate, everything felt… smaller. Less pristine. As though the house sensed something in me had changed.It wasn’t just me who’d walked out of that vault.It was the girl who’d died in it, too.I didn’t sleep.My body buzzed with something hot and coiled. Not adrenaline. Not fear.Awakening.At 3:14 a.m., I found myself standing in the mirror of the guest wing. My hair tangled from the wind. My eyes hollowed by too many truths. And for the first time, I didn’t recognize the woman staring back.She blinked—and I didn’t.I stepped back. The air snapped like static.Was I losing my mind?Or were the pieces just finding their way back
LucienThe elevator descended in silence.Not the typical, humming kind of silence—but the kind that gripped the bones. The kind that spoke of places untouched by sunlight or forgiveness. Ivy stood beside me, her face unreadable, the glow from the underground panels painting shadows across her cheeks.She was shaking, though she tried to hide it.Not from fear. From the knowing.The kind that comes when your entire life fractures, and you step through the pieces barefoot, daring them to bleed you.I couldn’t stop glancing at her. Not Ivy—not entirely.She had become something else.Or maybe… she always had been.Level -17. Clearance: Founder.The security system scanned my retina. Then her blood.The doors groaned open with a hiss of ancient metal, air stale like it hadn’t moved in decades. Beyond it lay a corridor carved in smooth, black steel. Lights flickered in intervals down the tunnel like distant beacons.“I didn’t know this existed,” I said quietly.Ivy didn’t look
Ivy The transmission replayed in my head like a wound that wouldn’t close.“You burned my body, Lucien. But not my code…”It shouldn’t have been possible. I’d seen her die. I’d heard her last breath rasp through cracked lips before the flames took her. And yet—Iris’s voice had returned like a ghost coded in smoke and fire.I stood in the HALCYON vault, my fingers pressed to the cold titanium console, and wondered—not for the first time—what the hell I had become. What we had become.Because ghosts don’t leave messages.And monsters never stay dead.The lights above flickered slightly as the system recalibrated. We were still underground—deep beneath Blackwood Estate. Clara had ordered a lockdown immediately after the message. No one in. No one out. My body still ached from everything Lucien and I had done hours before, and my skin buzzed like static. Not just from him.From the sense that something inside me had shifted.Lucien stood in the corner, arms crossed, silent and motionl
LucienShe was asleep.But not peacefully.Even in unconsciousness, her brow furrowed like she was bracing for impact. Her breathing was shallow, her hands curled tightly beneath the blanket like fists too exhausted to swing again.I sat in the chair beside the bed, watching the rise and fall of
IvyThey say blood remembers.I used to think it meant legacy. Lineage. History passed down through dinner conversations and gold-trimmed birth certificates. But as I stared at the terminal flashing Iris’s face—my face, twisted into something razor-sharp—I realized the truth.Blood doesn’t remember
Lucien I couldn’t stop shaking.Even after Clara stitched the gash above my ribs, even after Ivy stormed out of the war room to scream into the wind, my hands wouldn’t stop. I’d faced men with guns, knives, leverage sharp enough to cut bone—and none of them had ever made me tremble like this.Beca
Ivy I stood frozen as the names bled across the screen, each one more damning than the last.Lucien’s name—etched in red—flashed like a branding iron across my mind.Authorization Level RED.THORN01 – ACTIVE.THORN02 – DECEASED.THORN03 – UNKNOWN.Beneath it, a timestamp: nearly a decade ago.
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