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CAPÍTULO 4

Author: Sol Rodrigues
last update publish date: 2026-07-23 13:51:58

Eu já não estava sentindo mais medo, e sim uma vontade absurda de ser comida por todos.

Pietro: Abaixa a saia Jessy, eu vou te levar embora daqui.

— Não! Antes alguém vai ter que terminar o trabalho que você não terminou.

Zuca: Minha nossa! Do que ela está falando Pietro? Não vai me dizer que você broxou com uma delícia dessa só porque ela está menstruada? Que mané. Vem cá meu amor, eu termino o serviço.

O Zuca se aproximou de mim, mas antes que ele me tocasse, o Pietro entrou na frente dele.

Pietro: Você está passando de todos os limites Zuca, já chega, você não vai tocar nela.

Zuca: Eu é quem digo chega. Vaza daqui seu merdinha. Você está pensando que é quem?

O Zuca olhou para os outros caras, fez um sinal com a mão e os caras pegaram o Pietro a força e levaram pra uma outra porta que até então eu não tinha notado, e eu fiquei sozinha com o Zuca.

— O que vão fazer com o Pietro?

Perguntei preocupa.

Zuca: Nada. Ele é o meu irmão, eu não mataria o meu próprio irmão. Mas, vamos ao que interessa. Eu não vou deixar você sair daqui sem se saciar.

Ele se aproximou ainda mais de mim, passou o dedo na minha buceta e eu estremeci dos pés a cabeça.

Em seguida ele segurou o meu cabelo pela nuca, e me puxou até uma mesa, onde tinha alguns pacotes de drogas, e me virou de costas pra ele, empurrou as minhas costas fazendo o meu rosto ficar grudado na mesa.

Zuca: Abre as pernas putinha, e não se mexa, se não eu vou matar você mesmo sem querer.

Eu obedeci, e fechei os meus olhos, esperando ele me penetrar e terminar o serviço, mas então eu senti algo frio e duro na minha entrada, e eu voltei a sentir a minha buceta arder.

Quando eu olhei pra trás, buscando entender o que ele estava botando na minha buceta, era o cano do fuzil.

Eu senti as minhas pernas perderem o equilíbrio, o medo de uma bala invadir o meu corpo me consumiu, mas eu tentei ficar paradinha, pra não correr o risco de morrer com uma bala na buceta.

Já imaginou que morte horrenda e vergonhosa seria essa? Eu já estava imaginando os jornais divulgando: Jovem morre com um tiro na xota.

Senti vontade de rir, mas me segurei e me concentrei em me manter viva.

Eu voltei a encostar o rosto na mesa e fechei os olhos, desejando que tudo terminasse o mais rápido possível, mas aí ele foi tirando o botando o cano em mim, e aquilo foi me deixando excitada, e quando me dei conta eu já estava gemendo deliberadamente.

Zuca: Rebola nesse cano.

Rebola putinha.

Eu obedeci, e rebolei, sem me importar com o perigo, e foi nesse momento que eu senti uma explosão invadir o meu corpo, me levando ao paraíso, mas não foi a bala, nem a morte, e sim o orgasmo avassalador que tomou conta de mim.

O Zuca tirou o fuzil da minha buceta, e eu fui incapaz de olhar pra trás pra ver o que estava acontecendo, eu estava com as pernas bambas, e sentindo a minha respiração cortada, até sentir o Zuca segurando o meu quadril, e me penetrando com força.

Eu ainda não estava totalmente recuperada, mas eu estava gostando e muito da sensação de ser comida por ele.

Ele subiu a minha blusa e conseguiu tirá-la, puxou o meu cabelo, me fazendo ficar inclinada, enquanto eu sustentava o meu corpo com as mãos na borda da mesa.

Ele apertou os meus dois peitos, enquanto grunhia atrás de mim, à medida que entrava e saia de dentro de mim.

Zuca: Que putinha apertada. Puta que pariu.

Não demorou muito pra eu me entregar a outro orgasmo, que chegou me deixando totalmente em êxtase.

O Zuca soltou os meus peitos e segurou o meu pescoço por trás, e me enforcou, enquanto gozava feito um ogro.

Ele saiu de dentro de mim, e eu fiquei buscando forças pra me mexer.

Zuca: Veste sua roupa putinha, agora você pode ir, mas quando quiser ser fodida novamente, pode voltar, e não esqueça, se você abrir a boca pra alguém sobre o que viu aqui, nós vamos atrás de você e da sua família.

Eu me virei lentamente e vi ele colocando o preservativo usado no saquinho, e ele estava com um sorriso safado no rosto.

Eu desci minha saia, vesti minha blusa, e a minha calcinha e caminhei até a portinha que eu havia entrado com o Pietro, e andei pelo beco escuro até chegar no mesmo lugar que eu estava com a Camile.

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