LOGINEu já não estava sentindo mais medo, e sim uma vontade absurda de ser comida por todos.
Pietro: Abaixa a saia Jessy, eu vou te levar embora daqui. — Não! Antes alguém vai ter que terminar o trabalho que você não terminou. Zuca: Minha nossa! Do que ela está falando Pietro? Não vai me dizer que você broxou com uma delícia dessa só porque ela está menstruada? Que mané. Vem cá meu amor, eu termino o serviço. O Zuca se aproximou de mim, mas antes que ele me tocasse, o Pietro entrou na frente dele. Pietro: Você está passando de todos os limites Zuca, já chega, você não vai tocar nela. Zuca: Eu é quem digo chega. Vaza daqui seu merdinha. Você está pensando que é quem? O Zuca olhou para os outros caras, fez um sinal com a mão e os caras pegaram o Pietro a força e levaram pra uma outra porta que até então eu não tinha notado, e eu fiquei sozinha com o Zuca. — O que vão fazer com o Pietro? Perguntei preocupa. Zuca: Nada. Ele é o meu irmão, eu não mataria o meu próprio irmão. Mas, vamos ao que interessa. Eu não vou deixar você sair daqui sem se saciar. Ele se aproximou ainda mais de mim, passou o dedo na minha buceta e eu estremeci dos pés a cabeça. Em seguida ele segurou o meu cabelo pela nuca, e me puxou até uma mesa, onde tinha alguns pacotes de drogas, e me virou de costas pra ele, empurrou as minhas costas fazendo o meu rosto ficar grudado na mesa. Zuca: Abre as pernas putinha, e não se mexa, se não eu vou matar você mesmo sem querer. Eu obedeci, e fechei os meus olhos, esperando ele me penetrar e terminar o serviço, mas então eu senti algo frio e duro na minha entrada, e eu voltei a sentir a minha buceta arder. Quando eu olhei pra trás, buscando entender o que ele estava botando na minha buceta, era o cano do fuzil. Eu senti as minhas pernas perderem o equilíbrio, o medo de uma bala invadir o meu corpo me consumiu, mas eu tentei ficar paradinha, pra não correr o risco de morrer com uma bala na buceta. Já imaginou que morte horrenda e vergonhosa seria essa? Eu já estava imaginando os jornais divulgando: Jovem morre com um tiro na xota. Senti vontade de rir, mas me segurei e me concentrei em me manter viva. Eu voltei a encostar o rosto na mesa e fechei os olhos, desejando que tudo terminasse o mais rápido possível, mas aí ele foi tirando o botando o cano em mim, e aquilo foi me deixando excitada, e quando me dei conta eu já estava gemendo deliberadamente. Zuca: Rebola nesse cano. Rebola putinha. Eu obedeci, e rebolei, sem me importar com o perigo, e foi nesse momento que eu senti uma explosão invadir o meu corpo, me levando ao paraíso, mas não foi a bala, nem a morte, e sim o orgasmo avassalador que tomou conta de mim. O Zuca tirou o fuzil da minha buceta, e eu fui incapaz de olhar pra trás pra ver o que estava acontecendo, eu estava com as pernas bambas, e sentindo a minha respiração cortada, até sentir o Zuca segurando o meu quadril, e me penetrando com força. Eu ainda não estava totalmente recuperada, mas eu estava gostando e muito da sensação de ser comida por ele. Ele subiu a minha blusa e conseguiu tirá-la, puxou o meu cabelo, me fazendo ficar inclinada, enquanto eu sustentava o meu corpo com as mãos na borda da mesa. Ele apertou os meus dois peitos, enquanto grunhia atrás de mim, à medida que entrava e saia de dentro de mim. Zuca: Que putinha apertada. Puta que pariu. Não demorou muito pra eu me entregar a outro orgasmo, que chegou me deixando totalmente em êxtase. O Zuca soltou os meus peitos e segurou o meu pescoço por trás, e me enforcou, enquanto gozava feito um ogro. Ele saiu de dentro de mim, e eu fiquei buscando forças pra me mexer. Zuca: Veste sua roupa putinha, agora você pode ir, mas quando quiser ser fodida novamente, pode voltar, e não esqueça, se você abrir a boca pra alguém sobre o que viu aqui, nós vamos atrás de você e da sua família. Eu me virei lentamente e vi ele colocando o preservativo usado no saquinho, e ele estava com um sorriso safado no rosto. Eu desci minha saia, vesti minha blusa, e a minha calcinha e caminhei até a portinha que eu havia entrado com o Pietro, e andei pelo beco escuro até chegar no mesmo lugar que eu estava com a Camile.Eu fui embora, com o sentimento de alívio. Camile: Você viu como ele ficou? Eu nunca vi ele daquele jeito.— Ele vai ter tempo pra pensar Camile, eu tinha que fazer isso, eu precisava tentar.Eu poderia ir atrás da mãe deles, mas acho que esse é um papel dos filhos e não meu.Os dias passaram voando, o casamento seria no jardim da nossa casa que eu e o Pietro havíamos comprado juntos, meus pais, a Camile e a Lara me ajudaram na organização de tudo.Eu estava no quarto terminando de me arrumar quando os meus pais entraram. Pai: Como você está linda minha princesa.Ele falou emocionado.Eu o abracei tentando segurar as lágrimas, enquanto minha mãe já estava se derramando em lágrimas. — Vai borrar toda a maquiagem, mãe.Mãe: Você está realizando um sonho nosso meu amor, sempre tivemos o desejo de ver você se casando com um homem bom e digno do seu amor. Eu a abracei e foi impossível não chorar, era muita emoção. O Maquiador retocou a minha maquiagem, a minha mãe foi pro jardim e o m
Faltam cinco dias pro meu casamento com o Pietro, eu me recuso a aceitar que a família dele não esteja presente nesse momento. Eu nunca fui de pensar muito nas consequências dos meus atos e embora eu seja mais responsável agora, eu continuo arriscando certas coisas.Eu finalmente descobri a tristeza escondida por trás do olhar do Pietro, era a ausência da família dele.Camile: Você tem certeza que quer fazer isso Jessy? O Pietro pode não gostar, e você pode estar colocando o seu relacionamento em risco, você não pode se arriscar tanto, ainda mais agora.— Eu acho lindo a vontade que o Pietro tem de construir uma família comigo, que ele queira construir algo que ele perdeu quando escolheu entrar pro crime pra pagar aquela maldita dívida, mas nada substitui a presença de um pai ou uma mãe na vida de um filho Camile, o Pietro tem mãe, tem irmão, ele tem família. Falei a caminho do Bronx. Eu preferia ir sozinha, mas a Camile não deixou e foi logo se enfiando dentro do carro.Camile: Eu
O meu relacionamento com o Pietro daria um bom filme de comédia, durante esse tempo eu conheci um lado dele que eu jamais imaginei conhecer, ele era brincalhão, adorava sair pra se divertir, mas também adorava ficar em casa assistindo a um bom filme, ele gostava de correr, mas não tinha muito tempo pra fazer isso, e quando vinha passar os fins de semana comigo, me obrigava a ir com ele também. Apesar dele ter todas as qualidades que eu almejava em um homem, o sorriso dele escondia um vazio, as vezes eu o pegava pensativo e sempre tive medo de perguntar o que ele estava pensando, eu achava que ele ficava lembrando do nosso passado, das coisas que eu já fiz ele passar, então eu ficava calada na minha, esperando ele melhorar e voltar ao normal.Eu sabia que existiam coisas ainda a serem conversada entre eu e ele, eu precisava saber se ele já estava totalmente curado a respeito dessas coisas, e eu estava decidida a usar a nossa viagem pra aparar as arestas.Pegamos um vôo pra um lugar qu
(Um ano depois)Não dá pra acreditar que eu passei um ano sem sentir um orgasmo, um ano tomando remédios, um ano tendo beijos longos com o Pietro e ele jogando um balde de água fria em mim logo em seguida, um ano vendo ele ficar de pau duro e tendo que se esconder de mim pra eu não atacá-lo, foi um verdadeiro sofrimento, mais pra mim é claro, por quê pra ele não foi tão difícil assim, já que por várias vezes eu o peguei batendo punheta.Ele transferiu a clínica dele de Washington pra cá a pouco tempo, durante esse tempo todo, ficamos nos vendo apenas nos fins de semana, ele passava a semana trabalhando em Washington, o que me deixava insegura, já que a ex-namorada dele era de la, mas ele me garantiu que não tinha intenção nenhuma de me trair e que eu era a mulher da vida dele.Estávamos construindo uma relação de confiança, e ele tinha todos os motivos pra desconfiar de mim, e não fazia isso, então eu não me sentia no direito de desconfiar dele.O Zuca não quis mudar de vida, mas cons
(Um mês depois) Um mês havia se passado, e eu continuava firme e forte no meu tratamento, voltei pra terapia no dia seguinte que retornei de Washington, afinal eu estava com o meu psicológico tão abalado que fiquei com medo de não conseguir seguir com o meu propósito. A agência estava funcionando a 20 dias, e conseguimos dobrar as nossa cartelas de clientes, com isso tivemos que contratar novos funcionários. A Camile e a Lara eram o meu braço direito, e eu não tinha nem palavras pra agradecer pela honra de tê-las como minhas amigas. Trabalhávamos uma do lado da outra, atendendo ligações, marcando horários, falando com funcionários e etc... Tivemos que contratar duas pessoas, uma pra cuidar da mídia, outra pra cuidar dos pagamentos dos funcionários, é claro que eu fazia a liberação dos valores. O faturamento da empresa era enorme, e a maioria dos clientes eram de classe alta, e eles sempre pagavam muito bem pelo serviço, o que me possibilitou a pagar uma porcentagem maior p
Eu jantei e a comida quase que não entrava, eu não estava bem, e já havia feito vários exercícios pra manter a minha mente equilibrada, e não sair dando a buceta pra todo tipo de homem que eu encontrasse pela frente. Não existia motivo nenhum pra eu continuar em Washington, e eu estava decidida a voltar pra casa logo pela manhã. Eu passei a madrugada em claro, eu simplesmente não consegui dormir, e chorei muito até o dia amanhecer. Eu acabei percebendo que eu era mais forte do que eu pensava. Eu me obriguei a levantar da cama, tomei um banho, coloquei uma roupa e pedi o café da manhã no quarto antes de seguir o meu caminho. Enquanto eu me alimentava, eu tive uma ideia, o tipo de ideia que não existia questionamentos sobre ser certo ou errado. Eu não iria confrontar o Pietro, isso estava fora de cogitação, eu não tinha essa coragem de aparecer na frente dele e exigir uma satisfação como se ele me devesse algo pois ele não me devia nada, mas eu iria fazê-lo saber que eu es







