LOGINChego na boca e começo a fazer as contas tá ligado, não dá pra marcar bobeira, tem muitos nóia devendo e tá na hora de começar a cobrar, num vô deixar aumentar a dívida naum, num quero ter que metê bala na cabeça de ninguém naum, chammo o PG e mando ir cobra o povo perto do asfalto enquanto o FJ fica na salinha vou até minha goma, a morena é gata demais, mas passou por um perrengue do caraleo, na moral, a família dela deve tá muito preocupada sem noticia, ta na hora de deixar a mina fazer uma ligação no mínimo.
Subo na moto e volto pra minha goma, no caminho encontro Juliana que quando me vê escancara o melhor sorriso que pode colocar na cara, mina saffada, essa só serve mermo pra nóis comê na salinha, mina rodada da porra e se acha a tal .
Acelero sem dar muita ousadia, morô e em poucos minuto entro na goma e dou de cara com a mina dormindo no meu sofá com uma camiseta minha, visão do inferno que logo faz meu amigão acordar.
Deixo ela onde tá e vou me aliviar no chuveiro afianl não vou me enfiar entre as pernas dela, não se ela não quiser…
Entro no banheiro e ligo o chuveiro, apoio uma mão na parede, fecho os olhos e imagino a mão dela no lugar da minha, o calor meu pauu e começo a massagear a cabeça é imagino como se no momento a mina botasse ele todo na boca, minha respiração vai ficando pesada e devagar começo a mover a mão num vai e vem gostoso da porra, carae, o que essa mina tá fazedno comigo mano, to parecendo um virgem de 12 anos na escola bantendo punheta pra mina mais bonita…
Os primeiros gemidos saem, tento me controlar mas num dá, a mina mexeu com meus pensamento, godstosa pra porra, immaginando ela ali mamando no meu pauu sem demora sinto os primeiros espasmos e logo a esporrada sai me deixando bem mais aliviado, ainda fico ali alisando meu pauu por uns minutos, termino o banho e visto uma boxer vermelha que adoro e uma bermuda com a cintura folgada que faz com que a cueca apareça, fico sem camisa mermo com os respingos de água ainda pelo corpo e e em seguida desço, a mina ainda dorme na tranquilidade, vou até a cozinha e aproveito pra comê alguma coisa, tô varado de fome, parece até que fumei um baseado dos caprichado mano..
Tô comendo na cozinha quando escuto passos vindo na minha direção e não demora muito vejo a gata só de camiseta vindo, fica sem graça, mas ainda assim bota o melhor sorriso que consegue no rosto…
— Oi, será que posso comer alguma coisa, é que estou com fome e…
— Aê mina fica de boa, come aí, tem lanche na geladeira, fica a vontade beleza…
— Obrigado, e por quanto tempo preciso ficar aqui, sabe como é eu tenho família e eles devem estar preocupados comigo, não quero ser indelicada, mas eu preciso ao menos fazer uma ligação…
— Beleza morena depois nóis conversa sobre isso, mas agora come alguma coisa aê, mais tarde a dona Geni vem fazer uma comida boa, e depois nós conversa de boa, e decido como vamos fazer…
— Obrigado seu Diablo, não quero dar trabalho…—A mina fala baixando a cabeça.
—Aê mina, baixa a cabeça não morô, a vida que segue e na moral tá dando trabalho nenhum não, só que ro qe fique boa pra poder tu ir ficar com sua família, num quero correr o risco dos bota querer subir aqui naum…
—Mesmo assim obrigado por tudo, você nem me conhece e mesmo assim está me ajudando, só tenho que agradecer…
—Beleza , só fica dentro da goma de boa , eu vou dar um rolê e quando voltar as coisa deve tá de boa…
Porra mano, a mina tem o poder de mexer com minhas ideia velho, saí de lá antes de fazer merdda, a mina é gata demais e eu perto dela perdo o meu controle.
Passo pelos vapor que faz segurança da goma…
—Fica de olho na mina, deixa ela sair naum, ela ainda não tá boa beleza, faço os toque com um deles subo na moto e volto pro meu trabalho, afinal preciso manter tudo aqui nos eixo, não gosto de perder nada em nenhum sentido…
Paro na boca, estaciono a moto e entro e vejo o FJ sentado na cadeira com cara de quem tá quase gozando olho aquilo, balanço a cabeça e saio, vou deixar esse caraleo terminar logo, mas ainda não faço ideia de quem é a cachorra que tá no cio dessa vez, aproveito e acendo um cigarro e fico na frente pra tentar aliviar a tensão que tá sobre as costas.
Não demora muito e vejo a Alexia, uma das loiras mais gostosas que eu já comi sair da salinha ainda passando os dedos na boca e com um sorriso saffado., passa por mim e dou um tappa no rabão que passa rebolando na minha frente., e dá uma empinada e solta um gritinho pra tentar provocar o pai aqui, ohh coitada.
Entro na sala e FJ ainda tá arrumando a roupa…
— Ae cara sério mermo que tu pegou a vaddia da Alexia? Rodada pra carae mano…
— É só pra enfiar o pauuu mermo, esvaziar as bolas, mas e aí ouvi umas parada aí , não acho bom tu manter o baile esse fim de semana não,...
— Porque? Qual foi os mexericos que escutou dessa vez?
— O X9 da delegacia afirmou que os bota vão invadir o morro, por isso acho melhor não fazer o baile, não botar a vida do povão em risco, tá ligado que eles não vão facilitar, tão na cola já tem dias, não acho certo facilitar não Diablo…
— Já tava esperando por isso FJ, mas num vou cancelar o baile não, só manda reforçar a entrada, e se tentarem mermo invadir chumbo neles beleza…
—Cê que sabe, ainda assim se fosse tu cara não facilitaria não, mas e quanto a mina que tá na tua goma, o que vai fazer, vai manter ela até quando lá?
—Na real, tô só esperando ela melhorar um pouco, a mina tá machucada ainda, se ela sair assim tá ligado que a coisa pode ficar bem feia aqui né…
—Tô ligado…
Às 18:00hs sai da salinha, pego minha moto e vou pra goma, chego lá e sinto o cheiro de comida exalando pela casa…Hora de voltar a ser o Ravi e ligar para a minha tia, afinal já faz uns dias que não falo com ela…
Subo pro meu quarto entro e tranco a porta, largo a pistola em cima da cama, pego uma toalha e vou tomar uma ducha, afinal hoje foi um dia e tanto
—Alô
—Oi tia, como a senhora tá, eu to com saudade, nunca mais te vi
—Oi meu filho, você deveria vir até aqui sair desse lugar antes que aconteça algo ruim com você meu filho…
—Ihh tia , to ligando porque to com saudade, mas se vai começar o sermão sabe que desligo e fico um tempo né…
—Ravi Castilho, você sabe perfeitamente que eu não te criei pra ficar se arriscando no mundo que seu pai criou…
—Por isso mesmo tia, esse lugar tem vida, eu amo isso aqui, o morro é a minha tia, mas como eu disse se é pra sermão to desligando, se cuida viu tchau…—Desligo o telefone, porra é sempre a mesma coisa quando ligo para ela, por masi que eu tente ser o bom menino com ela, ela sempre agem assim.
Largo o telefone em cima da cama e vou tomar uma banho , talvez assim eu consiga relaxar depois de falar com a dona Nadja.
Tomo uma ducha radinho e visto uma boxer e uma bermuda folgada, desço a escada sem camisa mesmo e com alguns respingos de água pelo corpo…
-Que susto Ravi, parece um fantasma andando pela casa. — Geni fala, ela é a única que tem o direito de me chamar pelo meu nome aqui no morro, além de meu tio FJ, que só faz isso dentro de casa
—Oi Geni, vou até ela e deixo um beijo em sua cabeça. —Trato a dona Geni como se fosse a minha própria mãe, e aqui no morro ela realmente é, ninguém se mete a besta com ela, é minha protegida, segundo FJ dona Geni trabalhava com meu pais quando morreram e por sorte não estava mais em casa na hora que o monstro do VK chegou, mas este meu pai antes de morrer conseguiu mandar o demonio pros braços do capeta, mas eu ainda pretendo tomar a porra do morro que um dia foi dele e que agora tá na mão dos filhos,...
— Ravi meu filho já arrumei a mesa, e deixei tudo em ordem na cozinha e também deixei um lanche pra você comer com a menina, aliás finalmente colocou um pouco de juízo nessa cabecinha né, finalmente arrumou uma mulher…
— Não é nada disso não Geni, ela só vai ficar aqui por uns dias…Vou mandá-la de volta pro asfalto tá ligada né…—Ela dá um sorriso, se despede e sai.
Vejo a mina voltando da cozinha, e não pude deixar de olhá-la de cima a baixo…
— Aê mina…
— Por favor meu nome é Thaíse..
— Beleza Thaíse, vamo comer que tô varado de fome, e depois nóis conversa sobre a tua volta pra tua família, pro asfalto tá ligado.
— Tudo bem Diablo, mas fiquei curiosa, não pude deixar de ouvir você falando com a moça que estava aqui a pouco, você fala tão diferente com ela, sem gírias..
— Aê, isso é outra coisa que tu não precisa saber tá ligado, agora vamo que tô afim de comer e depois ter um papo reto contigo morô?
— Tudo bem, tudo…—Ela fala erguendo as mãos pra cima em sinal de rendição, dou uma gargalhada com a reação dela e em seguida seguimos para a mesa.
CAPÍTULO 22 - SOB AMEAÇAAcordo com o radim apitando; o volume tá baixo, ainda bem que deixei essa porra assim. O peso do corpo dela no meu, o braço na minha barriga e o peso da perna dela na minha me faz querê que esse dia nun acabe, nunca. Estico o braço e pego o radim e em seguida desligo, se for importante, tenho certeza de que FJ vai me ligá no celular, e se for pesado, os tiro no morro avisa. Quero mais é curtir a morena, afinal nun sei até quando vou ter esse prazê do meu lado. Ela se mexe um poco expondo um poco dos seio, e dou uma risada com a visão, mas na sequência a cubro de novo. Os minuto passa e meu celular toca, carae, o devê me chama. Com cuidado, saio da cama e deixo ela dormindo. Vou à varanda e atendo o telefone...— Qualé, FJ? Tomara que seja importante carae, pra me tirar da onde eu tava... — falo meio marrento...— Qual foi, Diablo? Esqueceu dos bagui, mano? Temo muito trampo pra fazer e tu ainda nun apareceu aqui, sem falá que tu zuou a Juliana e isso vai dá t
Um homão da porra em cima de mim, suspendendo seu corpo com os braços enquanto um beijo quente, molhado, deixa claro o desejo que estamos sentindo um pelo outro. Ravi, mais uma vez, gira nossos corpos, me deixando por cima, e me abraça. Ficamos ali deitados, curtindo o momento, enquanto minha respiração se acalma e sentindo o carinho na minha pele, nos cabelos, com a cabeça apoiada no seu peito, sentindo seu cheiro másculo que me faz desejar mais dele, desejar tudo dele, tudo o que ele puder me proporcionar. Vou descendo a mão de encontro ao mastro, que ainda está com vida. Ao perceber a minha intenção, ele se ajusta na cama, me dando mais liberdade e não me rogo, começo a massagear levemente o mastro enquanto sua mão se mantém me fazendo carinho. Ele está de olhos fechados, aproveitando o momento, sinto ele crescendo cada vez mais e fico satisfeita com o resultado, na posição em que estou, olho pra ele e vejo a satisfação em seu rosto, subo no seu quadril e sinto ele quente, ardent
Na escuridão da noite e antes mesmo de dar mais algum passo, começo a olhar dentro do que consigo pra ver se noto algum movimento na goma, mermo tendo segurança o tempo todo, nunca baixo a guarda; ossos do ofício, e com a vida loca que tenho, segurança é tudo...Depois de ter certeza que tá tudo na boa, subo as escada rumo ao meu quarto, tô cansadão pa carae mano, e na real, tudo que eu queria era a morena me esperando na minha cama. Azar o meu.Abro a porta do quarto e sinto um cheiro diferente, boto a mão na arma e destravo e com a luz ainda apagada, vou andando devagar na direção da varanda que tá aberta, com a arma em punho, vejo a morena sentada, adormecida no sofá, bastante confortável, sinto um calor na porra do meu peito, a alegria toma conta de mim, carae, tô ficando mole mermo só pode.Travo novamente a arma e coloco no aparador e caminho até ela, com cuidado, pego nos braços e a coloco na minha cama e fico olhando pra ela por alguns minuto e depois de um tempinho, volto à r
Juliana, Juliana... — falo já balançando a cabeça em negação.O que eu faço com você, hein? Diz pra mim... — A cada passo dado, ela se encolhe ainda mais no canto da parede, os olhos começando a marejar.— Diablo, me desculpa, não era pra acertar você, cara, não era, me perdoa, você entrou na frente dela...— Porra, Juliana, tu nun entendeu ainda que nun era pra se meter com a morena mano, tu tem merda na porra dessa cabeça, caraleo? Conforme vou me aproximando a passos lentos, começo a fingir um pouco de calma e alívio à raiva do olhar e, ao perceber que estou mais relaxado, ela se levanta e vem na minha direção com a mão um pouco mais levantada na intenção de me tocar, já sei qual a intenção dela; vamo ver até onde a cara de pau dela vai...Qualé Juliana, porra, tu costuma armar barraco com as mina aqui do morro e sempre deixo tu na boa por causa dos nosso rolo, dexo passá sempre carae, mas porra, a mina nem é daqui, mano...— Me desculpa, Diablo, não aguentei ver tu chegando com e
— Caraleoooooooooo, puta que pariu que visão do inferno, paraíso ou seja lá que porra é essa...Fico embasbacado com a mina parada no topo da escada, ela tá simplesmente mais que perfeita, é a deusa em forma humana. Vestida em um short curto preto com um pouco de brilho e um cropped na mesma cor marcando um pouco os peito e mostrando um pouco da barriga lisinha e a cintura fina, as coxa grossa mas na medida certa e um salto não muito alto, o cabelo solto, a boca pintada de vermelho pra matar o pai aqui, a maquiagem leve, nada exagerada, ela me olha do topo da escada e fica parada me encarando, a mina tá gostosa demais mano.Caminho na direção da escada, o tempo todo olhando pra cima e fico esperando ela descer e assim que ela chega no último degrau a puxo e selo nossos lábio num beijo quente, só nos separando quando o ar começa a faltar e o bom que ela não recusou...Mina assim tu acaba comigo porra, vai me fazer mete bala em quem ousar olha pra tu carai, mano tu tá boa demais... —
Já é madruga quando escuto passos se aproximando de mim, olho pra trás e vejo a morena se aproximando e se senta ao meu lado, na mão tem duas breja, ela tá com as bochecha vermelha, dá pra ver que tá envergonhada com a situação no quarto.— Trouxe pra você... — Fala me entregando uma garrafa enquanto tenta abrir a outra.— Obrigado. — Falo abrindo a garrafa e devolvendo a ela enquanto pega a outra e abro levando a boca e tomando um gole, o líquido desce geladinho me fazendo suspirar.— Quero te agradecer por mais cedo, fui imprudente, não deveria ter provocado você sem saber se conseguiria ir em frente, eu...— Tá tranquilo morena, não esquenta, eu te entendo morô, sei que tu passou uma barra, esquece tudo beleza.— Obrigado, não imaginei que você fosse assim compreensivo.— Não costumo ser assim não mina, nun sei o que me deu pra agir assim na boa com tu, mas nun sô moleque, imagino que foi barra, não devia ter acontecido, só me arrependo de ter sido bonzinho com o felha da putta.—







