LOGIN- Para de me olhar assim – Diz ainda sério e eu seguro o riso. – Assim como ? – Sei lá .. Como se quisesse me desvendar. – Você é misterioso. – Não sou não, apenas sou na minha. É a minha armadura. – Continuo olhando pra ele que agora encarava o mar. A luz da lua refletia seus olhos deixando mais brilhantes. - Vamos entrar ? Eu preciso voltar pro meu morro. – Diz tirando a camisa e eu olho suas cicatrizes de novo, mas quando ele me encara eu tento disfarçar. – Eu não vou entrar nessa água congelante! Não vou fazer o Titanic e morrer congelada .. – Deixa de ser exagerada. Bora logo! – Ele tira a bermuda ficando só de cueca e eu não consigo evitar olhar o volume do seu pau. E que volume! Pelo visto ele é muito bem dotado Engulo em seco e ele sorri . – Pode tocar se quiser . – Sorri malicioso e eu ignoro ele morrendo de vergonha. Tiro a minha roupa ficando de calcinha e sutiã e a gente vai pro mar. Mas quando eu encosto na água desisto. Tá amarrado dessa água f
– Entra! – ele passa e fica me encarando de cima abaixo com olhar malicioso. – Para me olhar assim. – Kkk. Eu tranco a porta pra não ter surpresas. Amanhã vou mandar trocar a fechadura, vai que o doido lá tenha outra cópia. – Vou pegar minha maleta. – Viro, mas ele segura meu braço. – Tu dorme assim? – Assim como ? Olho pra ele que está sem camisa e com fuzil atravessado nas costas, as duas pistolas na cintura e um cordão de ouro com a letra M. Todo posturado e gostoso. Senhor! Aiai .. Dá até um calor. Kkk – Com essa mini roupa. – Meu pijama, ué ! Eu moro sozinha, vou usar o que ? – Se eu morasse aqui tu nem isso usava. – Diz mordendo o canto da boca ainda encarando meu corpo, eu fico morrendo de vergonha. – Fica tímida não. Eu tô falando sério, tu é gostosa pra caralho! – Mr! – falo com vergonha e ele sorri. – Foi mal, tem uma água aí? Olho pra ele sem entender .. – Anda mina, busca uma água lá! Fala mandão e eu não entendo nada. – Tá, to
Ele fica me encarando por um tempo bem sério e eu aproximo minha mão do seu rosto onde tinha uma cicatriz na testa. Só que ele abre a porta e sai antes que eu possa tocar. Esse cara é uma incógnita pra mim, mas algo me chama muita atenção nele. .. Depois de um tempo eu saí de lá .. Quando cheguei na mesa, estava o Jotinha, K2, Aline e a tal Marisa com Mr que me ignorava. Sento e dou boa noite a todos, mas não entendo porque eles estão aqui. – K2 disse que não fazia sentido a gente sentar separado. Aí ele veio com a tropa dele. Bora marcar em dez e sair. – Jotinha fala baixo no meu ouvido. – Tudo bem. – sorrio fraco. .. – E então, Bianca. Tá gostando de trabalhar no morro? – Aline pergunta soando bem falsa – Sim. – Atendeu muita gente? – Sim. – E.. – Isso é entrevista de emprego por acaso? – Pergunto séria. Só a voz dela já me irritava, imagina essa falsidade toda querendo puxar assunto. Jotinha começa a rir e ela olha feio pra ele. – Deixa ela, Aline! – K2 fala e me
Nessa hora o açaí da tia Divina tá lotado. Já de canto eu vejo o k2 e a Aline. – Vamos sentar na outra ponta? – pergunta vendo o meu desconforto. – Sim. – Sorrio. Vamos pra mesa do outro lado e fazemos nossos pedidos. .. Jotinha é muito divertido e me arranca altas risadas .. – Então, doutora. Tá gostando de trabalhar aqui ? – Eu.. – Paro de falar quando vejo o tal Mr entrar no açaí com uma ruiva ao seu lado. Ele está com uma camiseta mostrando o machucado destampado. Eu vou dar um soco nesse cara! Assim o ferimento vai acabar infeccionando. – Bia? – Jotinha me chama. – Ah, oi! Sim, estou gostando muito, eu amo esse lugar. – sorrio tentando não dar importância. Mas fica difícil quando escuto a ruiva gargalhar alto e logo em seguida colocar a mão no rosto dele, mas ele tira com brutalidade e olha feio . K2 olha pra mim e eu desvio o olhar .. – Tá tudo bem, Bia ? Você prefere ir embora ? – olho pra ele e percebo que estou sendo completamente idiota.
De Repente Amor: – Então, você realmente tem medo de agulha ? – Não! Só não gosto que as pessoas me toquem. – Responde ríspido. – Por que ? – Minha curiosidade fala mais alto e ele me encara ainda sério. – Mina, passa só um remédio aí ! Já era pra eu ter metido pé. Ele tenta se levantar e eu empurro sua barriga sentindo seus músculos fortes. Aliás, ele era bem forte.. – Nem pensa que eu vou deixar você sair daqui assim. Deixa eu ver esse ferimento. Tenho que suturar. – Já disse que não. – Fala sério e tira minhas mãos de cima dele. Até a sua pegada no meu pulso é bruta. – Olha, é sério. Eu preciso dar ponto nisso. – Digo já ficando sem paciência com a sua teimosia. – E eu já disse que não, porra! – Cruza os braços e eu olho bem para o machucado. Precisaria de uns cinco pontos ali. – Ai, que saco! Deixa de ser medroso, cacete! Eu não vou te machucar, só quero ajudar. – Falo irritada e ele fecha ainda mais a cara. – Tá pensando que tá falando com quem, garota ?
– Tu calada é bem melhor, sabia ? – Diz debochado e eu não consigo evitar um sorriso com a cara de pau dele. – Você também ! – Mordo a boca dele de leve e ele me aperta forte encarando com mó cara de mal.. Gostoso! - Penso. – Vem! Sobe aí !– Tá, não tem outro jeito né ! – Falo fazendo graça, mas subo. – Não tem . – Diz e liga moto .. Eu explico pra ele onde eu moro e rapidinho chegamos lá. Até queria que demorasse um pouquinho mais pra aproveitar a brisa da noite que estava muito gostosa. Sem falar que amo andar de moto. ..– Obrigado! – Entrego capacete pra ele que encaixa no braço. – De nada, sua abusada! – Meu puxa pela cintura forte e morde meu pescoço. – Aii, cachorro ! – Falo o automático e ele ri.. Sorriso lindo esse homem tem ! – Só pra deixar minha marca. – Pisca e liga a moto saindo .. Sorrio com o jeito doido dele e entro em casa, mas tomo um susto quando vejo o Kaue sentado no meu sofá. – Tá fazendo o que aqui, Kaue ?– A gente precisa conversar. – Diz se l







