FAZER LOGINEla o empurrou, para ele deitar, e montou sobre ele, colocou o p au melado dentro de si, foi sentando-se com força, apertando o pa u com a buce ta. O choque do movimento roubou o fôlego de Dominic, que agora estava deitado, assistindo-a assumir o comando.
Ela cavalgou freneticamente. Ela o fez implorar em silêncio, controlando a descida e a subida com um sorriso vitorioso. Ele sentiu o controle dele desmoronar sob a pele dela, e o prazer se tornou insuportável, arranhando o limite, ele estava soltando o pré goz o com o pa u pulsando latejando.
Ela se inclinava, com os cabelos loiros caindo sobre os ombros, com o rosto muito corado. Martina o dominava, lenta e depois ferozmente, acabou goz.ando primeiro, com o êxtase dela apertando-o, empurrando-o para a beira da loucura.
Ele queria go zar fora, mas estava envolvido demais, a agarrou sua cintura, rendido ao fogo que ela acendeu, o momento de controle dela durou o tempo que Dominic permitiu. Ele a tirou de cima rapidamente. Em um instante, ela estava de bruços, com os quadris empinados, as mãos apoiadas no colchão, totalmente à mercê da fúria dele. Aquela posição era selvagem, íntima, não permitindo olhares, apenas o sentir puro.
Dominic a penettrou profundamente, a colocou de quatro. O impacto foi violento, satisfazendo a necessidade primitiva que ele tinha de possuí-la completamente, de injetar nela o seu domínio. Ele a segurava pela cintura, com o ritmo frenético e descontrolado, os gemidos dela estavam misturando-se aos dele, ecoando pelo quarto todo.
Dominic não conseguia mais pensar. Ele só conseguia sentir o corpo de Martina, a pele macia, a buce ta quente, a curva deliciosa das costas, a forma como ela o recebia. Ele estava louco com ela. Ela era maravilhosa, gostosa demais e linda.
Era mais do que luxúria, era uma obsessão que o estava consumindo. Ele viu o futuro dele em chamas com ela, e não se importou, em a encher de p.orra.
Com um urro alto e primitivo, ele go.zou dentro dela. Foi uma explosão total, um rompimento de todo o controle que ele havia mantido por toda a tra.nsa. Ele desabou sobre ela, com o corpo pesado, o coração batendo em descompasso, ofegante.
Martina se virou, encarando-o, e lhe deu o sorriso de uma predadora que acabara de conquistar o troféu mais valioso. Ela sabia que tinha o agradado.
A noite se desenrolou entre gemiidos sufocados, respirações rápidas, dedos, apertos, marcando a pele, sussurros que arrancavam tremores, olhares que queimavam mais que qualquer toque. Foi assim, naquele quarto caro, naquela cama de hotel, que Dominic, o homem que não se apaixonava, conheceu a primeira mulher capaz de virar seu mundo do avesso.
A mulher que um dia o destruiria.
O fogo aceso naquela noite na suíte de luxo não foi passageiro, foi o início de uma paixão. Na semana seguinte, Dominic, o homem que evitava laços afetivos, dispensou vários dos compromissos e levou Martina para um refúgio paradisíaco no nordeste.
Não era um convite, era um sequestro romântico sob sua posse. Ela disse que sonhava em viajar de avião, e conhecer o mar, ele fez questão de promover isso.
A levou para uma praia de areias brancas e águas turquesa, sob um pôr do sol que parecia ter sido pintado para a cena, ele a pediu em namoro, foi realmente uma surpresa. Não foi só uma pergunta gentil, mas uma afirmação de posse. E ela amou.
— Você é minha, Martina. E eu vou te dar o mundo que você acha que merece. — Disse ele, colocando uma linda aliança de ouro branco, no dedo dela.
Capítulo 200Sorri, falei que sim, ele disse que já não estava mais bêbado, falei que eu não ia esquecer, naquela semana ele já tinha me aparecido com um vestido novo, que comprou na minha loja com a Cris, eu estava desanimada com as vendas, ele sabia disso, postou nas redes sociais o embrulho, me ajudando a divulgar, à noite, no sábado, a Amara estava de mala pronta pra ir dormir na tia Cris, a super melhor amiga dela, lá era o paraíso para as crianças, João e Cris eram incríveis com os sobrinhos, eu só não a deixei por causa do chá, tínhamos combinado dela ir no dia seguinte ficar lá.Durante meses ele me tratou ainda como na época que estávamos casados, se eu tinha dúvidas, elas se esgotaram, agradeci o vestido, falando que experimentei, fiquei só esperando ansiosa o encontro, fui dormir sozinha.No domingo cedo ele já deu bom dia perguntando do encontro, falei que estava de pé, perguntei que horas seria, ele ficou rindo, levando na brincadeira, fomos no shopping com as crianças de
Capítulo 199Eu não falei nada, correspondi ao abraço e logo fui dormir. Após alguns meses, o Paulo me chamou pra conversar, estávamos no chá de bebê da Cris, eu tinha ido só com as crianças, o Tariq não quis ir e foi pra casa da Samira em uma reunião familiar.Era um chá revelação que parecia mais um aniversário de um ano, eu quase não falava com o Paulo há muito tempo, na maioria das vezes trocávamos recados pela Ana ou mensagens, nos afastamos do pessoal, ele estava com o Otávio no colo, começou a falar que eu estava um pouco diferente, falei que era a vida dupla de mãe e empreendedora, ele respondeu me olhando nos olhos:— Entendi, é complicado mesmo. Não sei se você também acha isso estranho, mas, levando em conta que você casou com o viúvo da minha irmã e cria a minha sobrinha como sua filha, a nossa história é toda estranha, quero te falar uma coisa, te considero muito e somos amigos.— Resolvi ficar com a Isabelly, já tem um tempo que estamos tentando, eu fui sincero com ela s
Capítulo 198Ele perguntou se podia fazer algo por mim, falei que não, a Eduarda entrou com o Samir, estavam falando dos familiares dela, que estavam especulando sobre os dois, levantei, fomos para a sala, a Eduarda estava animada, rindo, conversando, perguntou se eu não podia ir comprar as bebidas com o Tariq, falei que iria, ela respondeu:— Sem pressa, tá?— Se quiser, leva as chaves de casa, uma aventura é sempre bem-vinda.Falei que não precisava, achei melhor sair, fomos no mercado, ele disse que a Amara havia perguntado se ele não gostava mais de mim como "marida", porque uma amiguinha disse que só casais que não se gostavam dormiam separados, comecei a rir, perguntei o que ele tinha respondido, ele me olhou, sorriu:— Eu disse a verdade apenas.Perguntei qual era a verdade, ele respondeu cínico:— E isso importa, Kamile?Falei que não sabia o quanto, no mercado ele começou a escolher bebidas sem álcool pra mim, vários sucos, danones, tentei interagir com o pessoal, fiquei brig
Capítulo 197Falei que sim, que só tinha muita fome, ela começou a falar que o Samir conversou muito com ela todos os dias enquanto ele estava viajando, e ela ia deixar acontecer, eles fizeram um acordo sobre se conhecerem melhor, sem ficar, porque ela mesma nem poderia se envolver fisicamente com ele por causa da gravidez de risco, a médica proibiu qualquer tipo de relação porque a excitação causava contrações e não era bom pra ela, o que mais me surpreendeu foi ele aceitar aquilo.Ela disse que só estava mentindo para a Suzi pela última vez, porque, após conversarem pessoalmente, ela ia abrir o jogo em casa, ficou falando da importância de falar a verdade sempre, super concordei, mas com medo dela ir pra casa e ver que estávamos dormindo separados.O Samir foi buscar ela pra sair, achei que ela ia embora pra casa dela depois, à noite eles dois foram pra minha casa, ela foi curta e grossa, perguntou até quando eu ia esconder dela o que estava acontecendo, ele se desculpou comigo, dis
Capítulo 196Fiquei chateada, ele disse que tinha certeza, porque quanto mais me mostrava que me queria, mais distante eu ficava, falei:— Não ia adiantar você continuar sendo incrível comigo porque eu não quero isso, não como você quer.— Eu gosto de estar com você, já te falei isso, me sinto realizada na cama, com você tive um relacionamento super diferente de todos os anteriores, só que temos três crianças no meio disso.Ele respondeu chateado:— Tá bom, fiz o que pude, mas no fundo eu sabia, você não é do tipo que joga com os sentimentos das pessoas.— O que você quer fazer agora?— Como vão ficar as coisas entre nós?Falei que já tinha pensado em tudo, eu ia procurar uma casa próxima ali no bairro, colocar o Otávio na escola em período integral, dividir os horários com a Amara, ele disse que também já tinha pensado em tudo, só que infelizmente achava que seria muito difícil morarmos separados de início, com um bebê a caminho, ficamos horas conversando madrugada adentro, ele inici
Capítulo 195Eu já não sabia mais como me comportar com ele, às vezes parar pra pensar me colocava em estado de pânico, com uma angústia enorme, era sexta-feira à noite, quando cheguei em casa vi que o carro dele já estava lá, a Amara entrou chamando por ele, fui na cozinha guardar um pote com comida que a Cris tinha mandado, ouvi a Amara falando:— Ahhh, pai, por quê? Eu quero ir junto.Encostei na porta, falei pra ele:— Oi, tudo bem? Como foi seu dia?Ele levantou, se aproximou, parou na minha frente e respondeu sério:— Estou bem, e você? Já arrumou tudo?— Eu ia te ligar, mas acabei ficando ocupado com um cliente, aquele que te falei esses dias que estava afastado por acidente de trabalho.Falei que sim, perguntei se ele queria comer, ele respondeu:— Não, obrigado, vou tomar banho.— Você precisa de algo da rua?— Não vai levar o Otávio mesmo?Falei que já estava quase tudo certo, que eu não ia levar ele, fui terminar de arrumar o que faltava, organizei o quadro das tarefas e os







