INICIAR SESIÓNEle não correu, não avançou, não se deixou levar pelo impulso, homens como ele não agiam por impulso, eles deixavam o mundo à espera, sofrendo pela demora.
Mas os olhos dele… os olhos nunca mentiam. Ele observava cada movimento dela, admirando os lindos se ios quase cobertos por espumas.
Quando finalmente entrou na banheira, a água subiu instantaneamente, cobrindo o corpo dela com ondas quentes. Ele se acomodou atrás dela, puxando-a pela cintura sem pedir licença, encaixando o corpo dela no dele como se estivesse ajustando uma peça que por algum motivo nasceu para caber ali.
Martina soltou um suspiro involuntário, tão involuntário que chegava a ser indecente, e Dominic aproximou a boca do pescoço dela, sentindo o perfume barato misturado ao cheiro da água quente com sais de banho.
— Não se mexe. — ele falou, com a voz tão baixa e tão firme que a ordem vibrou na pele dela.
— Quero sentir cada parte sua reagindo a mim. Você é muito linda.
Ela não se mexeu, e reagiu.
A respiração ficou mais rápida, a pele arrepiou inteira, os ombros subiram levemente como se o corpo não tivesse sido consultado sobre o que estava acontecendo, ela começou a rir ansiosa, empurrando o bum bum contra o pa u dele, que já estava duro.
Dominic segurou o queixo dela, fazendo-a virar o rosto devagar até encará-lo por cima do ombro.
— Você sabe brincar muito bem de provocar… — ele falou, com os olhos descendo para os lábios dela.
— Mas eu te garanto uma coisa, Martina, comigo, quem provoca aprende rápido o significado de consequência.
O sorriso dela foi lento, quase inocente. Sentindo ele apertar os seiios dela.
— Então me ensina. Vai me castigar?
E foi exatamente isso que ele fez, a beijou lentamente e levou a mão até a calcinha dela, começou a massagear intimamente sem a invadir.
A frustração que o consumia era mais urgente do que qualquer coisa. Ele decidiu redirecionar tudo, ao desejjo.
Ela tentou o beijar, ele a afastou sutilmente, a segurou pelo pescoço esforçando e enfiou os dedos nela, a masturb.ando, começou a pressionar o clittóris freneticamente, perguntou com um sorriso lascivo.
— Posso apertar mais? Você gosta de asfixia?
Ela levou a mão até o pescoço, o olhando nos olhos.
— Gosto, mas só quando estiver com o seu pa.u todo dentro de mim. Mettendo forte.
Ele sorriu e a beijou ardentemente, completamente envolvido, parou de enforcar, e continuou a mastturbando, quase a levou ao orgasmo.
Ele quis sair da banheira, puxando-a pela mão, e ela o seguiu sem hesitar. Os corpos úmidos deixaram rastros de água no chão e, em segundos, estavam diante da cama gigantesca.
Ele a ajudou se secar, a beijando pelo corpo todo, a deitou sobre o lençol e enquanto tirava a calcinha, a cobriu com o olhar antes de cobri-la com o corpo. Mas a posse não seria completa sem adoração. Dominic desceu, usando a boca e a língua para explorar cada pedaço daquele lindo corpo, se enfiou no meio das pernas dela, segurando as coxas, beijando a pele em movimentos lentos e deliberados que eram pura tortura.
Ele a chupou com uma fome incontrolável, forçando gemi.dos altos e agudos a saírem da garganta de Martina, que arqueava o corpo, as mãos afundadas nos lençóis, sem conseguir encontrar o ar. Ele estava enlouquecendo, provando cada gota dela, querendo mais e mais do sabor que era só dela.
Quando a viu à go zando em sua boca, a beira da exaustão, cheia de prazer, ele subiu e a invadiu rapidamente. Ficou por cima, ditando o ritmo, a segurou pela garganta enquanto metia cada vez mais forte, ela sorriu e apertou a mão dele, como se desse consentimento, ele estava observando cada reação dela, cada expressão de prazer naquele rosto lindo.
Martina arranhou suas costas, braços, tentando acompanhar a velocidade que a levava para um lugar onde a razão não existia. Ele a fo dia como se quisesse ser melhor, que todos os outros homens que a tinham desejado um dia.
Ela estava quase desmaiando, com o rosto todo vermelho, Dominic estava próximo, com a respiração pesada, os músculos tensos, o corpo prestes a explodir no êxtase do prazer, quando Martina agiu.
Naquele instante de vulnerabilidade, ela inverteu a dinâmica, rápida e surpreendente. Com um movimento ágil, ela o empurrou para se afastar, pedindo para parar, ele parou imediatamente achando que tinha ido longe demais.
Capítulo 200Sorri, falei que sim, ele disse que já não estava mais bêbado, falei que eu não ia esquecer, naquela semana ele já tinha me aparecido com um vestido novo, que comprou na minha loja com a Cris, eu estava desanimada com as vendas, ele sabia disso, postou nas redes sociais o embrulho, me ajudando a divulgar, à noite, no sábado, a Amara estava de mala pronta pra ir dormir na tia Cris, a super melhor amiga dela, lá era o paraíso para as crianças, João e Cris eram incríveis com os sobrinhos, eu só não a deixei por causa do chá, tínhamos combinado dela ir no dia seguinte ficar lá.Durante meses ele me tratou ainda como na época que estávamos casados, se eu tinha dúvidas, elas se esgotaram, agradeci o vestido, falando que experimentei, fiquei só esperando ansiosa o encontro, fui dormir sozinha.No domingo cedo ele já deu bom dia perguntando do encontro, falei que estava de pé, perguntei que horas seria, ele ficou rindo, levando na brincadeira, fomos no shopping com as crianças de
Capítulo 199Eu não falei nada, correspondi ao abraço e logo fui dormir. Após alguns meses, o Paulo me chamou pra conversar, estávamos no chá de bebê da Cris, eu tinha ido só com as crianças, o Tariq não quis ir e foi pra casa da Samira em uma reunião familiar.Era um chá revelação que parecia mais um aniversário de um ano, eu quase não falava com o Paulo há muito tempo, na maioria das vezes trocávamos recados pela Ana ou mensagens, nos afastamos do pessoal, ele estava com o Otávio no colo, começou a falar que eu estava um pouco diferente, falei que era a vida dupla de mãe e empreendedora, ele respondeu me olhando nos olhos:— Entendi, é complicado mesmo. Não sei se você também acha isso estranho, mas, levando em conta que você casou com o viúvo da minha irmã e cria a minha sobrinha como sua filha, a nossa história é toda estranha, quero te falar uma coisa, te considero muito e somos amigos.— Resolvi ficar com a Isabelly, já tem um tempo que estamos tentando, eu fui sincero com ela s
Capítulo 198Ele perguntou se podia fazer algo por mim, falei que não, a Eduarda entrou com o Samir, estavam falando dos familiares dela, que estavam especulando sobre os dois, levantei, fomos para a sala, a Eduarda estava animada, rindo, conversando, perguntou se eu não podia ir comprar as bebidas com o Tariq, falei que iria, ela respondeu:— Sem pressa, tá?— Se quiser, leva as chaves de casa, uma aventura é sempre bem-vinda.Falei que não precisava, achei melhor sair, fomos no mercado, ele disse que a Amara havia perguntado se ele não gostava mais de mim como "marida", porque uma amiguinha disse que só casais que não se gostavam dormiam separados, comecei a rir, perguntei o que ele tinha respondido, ele me olhou, sorriu:— Eu disse a verdade apenas.Perguntei qual era a verdade, ele respondeu cínico:— E isso importa, Kamile?Falei que não sabia o quanto, no mercado ele começou a escolher bebidas sem álcool pra mim, vários sucos, danones, tentei interagir com o pessoal, fiquei brig
Capítulo 197Falei que sim, que só tinha muita fome, ela começou a falar que o Samir conversou muito com ela todos os dias enquanto ele estava viajando, e ela ia deixar acontecer, eles fizeram um acordo sobre se conhecerem melhor, sem ficar, porque ela mesma nem poderia se envolver fisicamente com ele por causa da gravidez de risco, a médica proibiu qualquer tipo de relação porque a excitação causava contrações e não era bom pra ela, o que mais me surpreendeu foi ele aceitar aquilo.Ela disse que só estava mentindo para a Suzi pela última vez, porque, após conversarem pessoalmente, ela ia abrir o jogo em casa, ficou falando da importância de falar a verdade sempre, super concordei, mas com medo dela ir pra casa e ver que estávamos dormindo separados.O Samir foi buscar ela pra sair, achei que ela ia embora pra casa dela depois, à noite eles dois foram pra minha casa, ela foi curta e grossa, perguntou até quando eu ia esconder dela o que estava acontecendo, ele se desculpou comigo, dis
Capítulo 196Fiquei chateada, ele disse que tinha certeza, porque quanto mais me mostrava que me queria, mais distante eu ficava, falei:— Não ia adiantar você continuar sendo incrível comigo porque eu não quero isso, não como você quer.— Eu gosto de estar com você, já te falei isso, me sinto realizada na cama, com você tive um relacionamento super diferente de todos os anteriores, só que temos três crianças no meio disso.Ele respondeu chateado:— Tá bom, fiz o que pude, mas no fundo eu sabia, você não é do tipo que joga com os sentimentos das pessoas.— O que você quer fazer agora?— Como vão ficar as coisas entre nós?Falei que já tinha pensado em tudo, eu ia procurar uma casa próxima ali no bairro, colocar o Otávio na escola em período integral, dividir os horários com a Amara, ele disse que também já tinha pensado em tudo, só que infelizmente achava que seria muito difícil morarmos separados de início, com um bebê a caminho, ficamos horas conversando madrugada adentro, ele inici
Capítulo 195Eu já não sabia mais como me comportar com ele, às vezes parar pra pensar me colocava em estado de pânico, com uma angústia enorme, era sexta-feira à noite, quando cheguei em casa vi que o carro dele já estava lá, a Amara entrou chamando por ele, fui na cozinha guardar um pote com comida que a Cris tinha mandado, ouvi a Amara falando:— Ahhh, pai, por quê? Eu quero ir junto.Encostei na porta, falei pra ele:— Oi, tudo bem? Como foi seu dia?Ele levantou, se aproximou, parou na minha frente e respondeu sério:— Estou bem, e você? Já arrumou tudo?— Eu ia te ligar, mas acabei ficando ocupado com um cliente, aquele que te falei esses dias que estava afastado por acidente de trabalho.Falei que sim, perguntei se ele queria comer, ele respondeu:— Não, obrigado, vou tomar banho.— Você precisa de algo da rua?— Não vai levar o Otávio mesmo?Falei que já estava quase tudo certo, que eu não ia levar ele, fui terminar de arrumar o que faltava, organizei o quadro das tarefas e os







