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CAPÍTULO 157

Penulis: Taikka
last update Tanggal publikasi: 2026-04-11 00:35:25

KATHERINE

A manhã seguinte não chegou com suavidade, embora a casa tentasse manter a ilusão de que tudo ali continuava funcionando sob controle absoluto, com a luz entrando limpa pelas paredes de vidro e se espalhando pelo piso claro como se não houvesse tensão acumulada entre as pessoas que ocupavam aquele espaço. Eu acordei antes do despertador discreto que havia programado, o corpo já acostumado ao ritmo do bebê, mas a mente ocupada demais para simplesmente voltar a dormir, e permaneci algun
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  • Grávida do meu acompanhante bilionário   CAPÍTULO 342

    ADRIAN O resultado chegou às oito e dezessete da manhã, enquanto Mia ainda dormia no quarto do hotel. Eu estava sentado perto da janela com o notebook aberto e um café que já tinha esfriado quando a notificação do laboratório apareceu. Reconheci o assunto antes de abrir o arquivo. Durante alguns segundos, apenas fiquei olhando para a tela, consciente de que aquele documento dividiria minha vida em duas partes muito claras. Abri o laudo e encontrei a conclusão na última página. A probabilidade de paternidade era superior a 99,9%. Meu nome aparecia ao lado do de Emma Lauren Hayes, seguido por uma sequência de números que eu entendia perfeitamente e mesmo assim reli três vezes. Não existia margem útil para dúvida. A menina que eu segurara no dia anterior era minha filha. Fiquei parado diante da tela enquanto a palavra ganhava um significado que nunca teve antes. Pai deixava de ser uma possibilidade, uma hipótese genética ou uma consequência jurídica que precisava ser verificada. Eu er

  • Grávida do meu acompanhante bilionário   CAPÍTULO 341

    MIA O voo para Chicago saiu pouco depois das sete, e Adrian passou quase todo o trajeto olhando documentos no tablet sem realmente avançar neles. Eu percebia quando voltava à mesma página, lia duas linhas e bloqueava a tela antes de recomeçar alguns minutos depois. Na noite anterior, ele dissera que ainda não sabia se queria companhia. De manhã, quando o carro chegou para buscá-lo, eu estava pronta com uma bolsa pequena e deixei a decisão final nas mãos dele. — Eu posso esperar no hotel se você quiser entrar sozinho. Só não quero que passe por isso sem ninguém por perto. — Fiquei diante dele na sala, segurando a alça da bolsa e tentando não transformar minha presença numa obrigação. — Se mudar de ideia quando chegarmos, eu fico fora. — Vem comigo. — Adrian pegou minha bolsa antes que eu respondesse e colocou perto da própria mala. A voz saiu baixa, sem a segurança habitual. — Eu ainda não sei como vai ser quando chegar lá. Durante o voo, ele não falou sobre a fotografia. Eu também

  • Grávida do meu acompanhante bilionário   CAPÍTULO 340

    ADRIAN O anel ainda chamava minha atenção sempre que Mia movimentava a mão esquerda. Quatro dias tinham passado desde que ela aceitara se casar comigo, e eu continuava percebendo detalhes que antes não existiam, como a pedra refletindo a luz quando segurava uma xícara ou o metal tocando minha pele quando ela colocava a mão sobre meu braço. Naquela manhã em Albuquerque, nada exigia uma decisão urgente. Eu trabalharia algumas horas do apartamento antes de seguir para uma reunião, Mia sairia depois do almoço, e nossa maior divergência até então envolvera uma camisa minha que ela tirou do closet alegando que a expansão territorial precisava de limites. Meu telefone tocou enquanto eu terminava de responder um e-mail. O número era de Chicago e não estava salvo, então deixei chamar até parar. A insistência veio poucos segundos depois, e atendi ainda olhando para a tela do notebook. — Adrian Langford. Quem fala? — Mantive a voz curta enquanto fechava o e-mail e me recostava na cadeira. —

  • Grávida do meu acompanhante bilionário   CAPÍTULO 339

    ADRIAN O jantar estava quase pronto quando ouvi o elevador parar no andar. Eu chegara a Albuquerque no início da tarde, deixara a mala no quarto e passara tempo demais decidindo o que fazer com uma caixa pequena que continuava escondida dentro da primeira gaveta que Mia me cedera meses antes. Poderia ter reservado qualquer restaurante da cidade, organizado uma viagem ou escolhido algum lugar que justificasse fotografias. Descartei tudo. Nossa vida nunca se tornou importante nos ambientes em que outras pessoas assistiam. Cresceu em cozinhas, aeroportos, quartos de hotel, ligações atrasadas, cafés ruins e calendários impossíveis. Se eu faria aquela pergunta, queria fazer dentro da vida que já existia. A chave girou na porta e Mia entrou arrastando uma mala pequena, com a bolsa pendurada no ombro e o cabelo preso de qualquer jeito. Parou assim que sentiu o cheiro da comida, olhou para a cozinha e depois para mim. Eu tinha tirado o paletó, dobrado as mangas da camisa e tentava decidir s

  • Grávida do meu acompanhante bilionário   CAPÍTULO 338

    ADRIAN A manhã começou sem qualquer evento que justificasse uma decisão importante. Não havia reunião urgente, voo cancelado, negociação em risco ou discussão esperando resolução. O apartamento de Mia estava quieto, o sol entrava pela janela da cozinha e uma xícara do café que eu continuava considerando ruim esfriava diante de mim enquanto ela terminava de se arrumar para trabalhar. Eu ficaria em Albuquerque até o início da tarde e seguiria para Nova York. Ela passaria o dia na sede local antes de viajar para Denver na manhã seguinte. — Você está bebendo. — Mia parou perto da bancada já vestida para o trabalho e apontou para minha xícara. O sorriso apareceu antes que eu pudesse responder. — Quero registrar esse momento. Durante meses você tratou esse café como violação de direitos humanos. — Estou tolerando em circunstâncias específicas. — Peguei a xícara e bebi outro gole. Continuava pior do que o café que eu comprava, e eu me recusava a permitir qualquer revisão histórica. — Isso

  • Grávida do meu acompanhante bilionário   CAPÍTULO 337

    MIA A descoberta aconteceu numa terça-feira à noite, quando eu voltei de Phoenix e encontrei uma camisa de Adrian pendurada no lado esquerdo do meu armário. Aquilo, isoladamente, não seria estranho. Ele passara os quatro dias anteriores em Albuquerque e seguiria para Chicago apenas na manhã seguinte. O problema apareceu quando afastei a camisa para guardar meu casaco e encontrei outras quatro atrás dela, dois ternos, uma calça, três gravatas e um par de sapatos que definitivamente não estavam ali na semana anterior. Abri a primeira gaveta que eu tinha concedido meses antes. Continuava cheia das coisas dele. Abri a segunda e encontrei roupas íntimas, camisetas e meias organizadas com uma precisão irritante. Na terceira, havia dois suéteres, uma necessaire e outro carregador. Fiquei parada diante da cômoda tentando descobrir em que momento uma gaveta se multiplicara sem qualquer autorização formal. — Isso não é mais uma gaveta. Isso é ocupação territorial. Eu falei alto o suficiente

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