หน้าหลัก / Romance / Herdeiro Perdido do CEO / O Encontro que Nunca Deveria acontecer.

แชร์

O Encontro que Nunca Deveria acontecer.

ผู้เขียน: LynneFigueiredo
last update วันที่เผยแพร่: 2025-03-05 23:33:49

Capítulo 1

Quando a rivalidade se torna um campo de guerra

Cassian saiu do Délano Group como um furacão. O telefone vibrava sem parar no bolso do paletó, mas ele não queria atender ninguém. O peso da conversa com o conselho da empresa ainda pulsava em sua cabeça, apertando sua mandíbula em frustração.

Seu pai estava à beira da morte. O império Délano Pharmaceuticals precisava de um herdeiro. E ele... Ele, Cassian Délano, não podia ter filhos.

"Um Délano sem sucessor não é um Délano", seu pai havia cuspido as palavras horas antes. "Você vai resolver isso, Cassian. Ou o império que construí vai para as mãos erradas."

Resolver. Como se fosse simples. Como se sua fertilidade pudesse ser restaurada com um estalar de dedos.

Mas ele já tinha uma solução. A inseminação in vitro.

Ele só precisava extrair o material e seguir com o plano. Nada mais.

Horizon Medical Group já estava à sua espera.

Acelerou o carro pelas ruas de Paris, o motor roncando com sua impaciência. Mas quando estacionou na frente do hospital, algo fez sua tensão aumentar ainda mais.

Um carro familiar. O carro de Naia.

Ele sentiu os dentes rangerem.

Claro que ela estaria ali. Era como se o destino estivesse brincando com ele.

Cassian já teve o desprazer de crescer ao lado daquela mulher. Filha do maldito Augustus Beaumont, rival de sua família há décadas. Criada para ser fria, independente, arrogante. A mulher que conseguiu irritá-lo como nenhuma outra.

Eles passaram a infância competindo. Quem era mais inteligente. Quem era mais forte. Quem era mais digno.

Naia nunca perdia a oportunidade de enfrentá-lo. E ele, como um maldito viciado nesse jogo de guerra, nunca conseguia ignorá-la.

Mas hoje? Hoje ele precisava disso.

Hoje, ele queria ver até onde ela poderia ir.

Ele queria que ela perdesse a linha.

Cassian saiu do carro e entrou no hospital com passos firmes. Olhou ao redor, e lá estava ela.

Sentada na recepção, os pés inquietos, a perna cruzando e descruzando, os dedos tamborilando no braço da cadeira.

Ela estava nervosa.

Não... Irritada.

Seu olhar subiu lentamente pelo corpo dela. Vestia uma calça social preta justa, blusa branca e salto alto. Perfeita como sempre. Mas havia algo diferente ali.

A forma como ela apertava os punhos. O jeito que o olhar dela se fixava no nada, como se qualquer provocação fosse o suficiente para fazê-la explodir.

Cassian sorriu de lado.

"Interessante."

Ele não perdeu tempo.

— Ora, ora... — Ele disse, se aproximando dela. — A princesa Beaumont perdeu a paciência?

Naia ergueu o olhar. Assim que viu Cassian, sua expressão se fechou imediatamente.

— Você só pode estar de brincadeira — murmurou.

Ele ignorou o olhar mortal e sentou-se ao lado dela, cruzando as pernas com uma postura relaxada.

— Você não parece bem, Beaumont. Problemas em casa? Seu pai finalmente percebeu que você é um desperdício como herdeira?

Ela virou o rosto para encará-lo, os olhos faiscando ódio.

— E você? Veio resolver mais alguma falha genética? — ela sorriu sarcástica. — Ah, esqueci. Isso não tem conserto.

Cassian manteve o sorriso, mas algo ferveu dentro dele.

Naia sempre soube onde atacar.

Ele se inclinou para mais perto.

— E você, veio doar seus preciosos óvulos para compensar sua falta de cérebro?

Naia estreitou os olhos. A tensão explodiu.

— Quer saber, Cassian? Vai pro inferno! — Ela se levantou abruptamente.

Ele riu. Ela estava descontrolada.

— Está fugindo, Beaumont? Você nunca foge.

Ela virou-se, os saltos batendo forte no chão enquanto se afastava. Mas ele não ia deixá-la escapar tão fácil.

Cassian a seguiu.

— Engraçado, eu me lembro de uma garota que adorava bancar a durona. Mas agora? Parece que você está à beira de um colapso.

Naia se virou de uma vez.

— Você quer que eu exploda, não é? — sua voz tremeu. — Você quer que eu perca o controle?!

Cassian cruzou os braços.

— Ah, sim. Isso seria um belo espetáculo.

E então, aconteceu.

Ela o empurrou com força, fúria pura queimando em seus olhos.

— Eu te odeio, Cassian Délano!

O hospital inteiro virou para olhar.

Cassian arregalou os olhos, surpreso. Naia nunca explodia.

Mas ali, diante dele, estava uma mulher diferente.

Uma Naia agressiva, desequilibrada, perigosa.

A porta do consultório se abriu.

— Naia Beaumont? — chamou a enfermeira.

Naia respirou fundo e entrou no consultório sem olhar para trás.

Cassian ficou parado, observando-a sumir.

Então, algo estranho aconteceu.

Outra mulher, alguns metros à frente, também se levantou e seguiu para o mesmo consultório.

Cassian franziu a testa.

Ela também se chamava Naia Beaumont?

Não... Algo estava errado.

Mas ele não pensou muito sobre isso. Apenas soltou o ar, esfregou o rosto e resmungou para si mesmo:

— Se algum dia eu tiver um filho, espero que a mãe não seja nada como ela.

E então, seguiu para o seu próprio atendimento, sem imaginar o erro que havia acabado de acontecer.

Cassian se aproximou de Naia com um sorriso debochado.

— Que cara é essa, Beaumont? Dormiu mal?

Ela revirou os olhos, cruzando os braços.

— O que você quer, Délano?

— Só estou surpreso de te ver aqui. Você não parece do tipo que doa nada sem receber algo em troca.

Naia travou o maxilar.

— Engraçado. Eu poderia dizer o mesmo de você.

Cassian riu, inclinando-se para perto dela.

— Eu estou aqui para resolver um problema. Você... bem, acho que seu problema não tem solução.

Naia cerrou os punhos, o peito subindo e descendo em fúria.

— E você acha que o seu tem? Você pode ter todo o dinheiro do mundo, Cassian, mas tem coisas que nem você pode comprar.

Ele arqueou a sobrancelha.

— Como a sua paciência?

Naia explodiu.

— Você me dá nojo!

A tensão cresceu. Todos os olhares da recepção estavam sobre eles. A enfermeira na recepção ficou tensa, digitando apressada no computador.

— Ah, qual é, Beaumont. Não precisa dramatizar. Eu sei que você adora discutir comigo. É seu esporte favorito.

— Você não sabe nada sobre mim!

Cassian inclinou a cabeça, a voz carregada de ironia.

— Eu sei que você está prestes a me socar na frente de todo mundo.

Ela levantou a mão.

— Naia! — chamou a enfermeira, apressada.

Duas mulheres se levantaram ao mesmo tempo.

Naia Beaumont e Naiara Dias.

A recepcionista olhou confusa para o sistema, mas antes que pudesse corrigir o erro, Naia Beaumont já havia entrado no consultório.

Cassian apenas observou, cruzando os braços e soltando um suspiro.

— Se algum dia eu tiver um filho, espero que a mãe não seja nada como ela.

Ele não fazia ideia do que acabara de acontecer.

อ่านหนังสือเล่มนี้ต่อได้ฟรี
สแกนรหัสเพื่อดาวน์โหลดแอป

บทล่าสุด

  • Herdeiro Perdido do CEO    Dedicatória à Você

    Da Autora:✍️ Lynne Figueiredo❤️Aos leitores que chegaram até aqui…😭❤️Obrigada.😍Sim, é com essa palavra tão pequena e ao mesmo tempo tão infinita que escolho começar — porque ela carrega tudo o que meu coração quer dizer a vocês agora.Obrigada por cada página virada com a respiração presa.Por cada madrugada em claro vivendo essas histórias como se fossem suas.Por cada lágrima silenciosa que caiu enquanto um personagem quebrava… e por cada sorriso emocionado quando o amor vencia.Vocês não apenas leram.Vocês sentiram.E esse é o maior presente que um autor pode receber."Fragmentos de Nós" nasceu de uma dor que não sabia onde se encaixar.Uma dor que perguntava: E se o amor fosse esquecido, ele ainda sobreviveria?E a resposta veio em forma de capítulos, em forma de reencontros, em forma de memórias que sangravam, mas se recusavam a morrer.Ali, o amor superou a amnésia.Superou o tempo.Superou o silêncio.Porque quando um amor é real, ele não desaparece.Ele apenas adormece

  • Herdeiro Perdido do CEO    O Último Grito da Noite

    Capítulo 161 Quando o amor termina onde recomeçaCassian a colocou deitada na cama king-size, a pele ainda úmida do chuveiro, os cabelos colados ao rosto, os lábios entreabertos.Naia mal conseguia respirar.Mas os olhos diziam tudo: ela queria mais.— Faltam duas... — ele lembrou, se ajoelhando aos pés da cama.Ela sorriu, exausta e incendiada.— Me dá a décima... e faz eu implorar pra não vir a decima primeira.Cassian soltou um riso baixo, e os olhos escureceram.— Você pediu.Subiu por cima dela como um predador.Virou-a de bruços, empinou seu quadril com força e desceu o rosto até o centro dela.Passou a língua com precisão, uma lambida lenta, profunda, provocando espasmos imediatos.Depois, segurou os quadris com força e entrou de uma vez, estocando com brutalidade.— Isso, porra... — ele rosnou — Toma meu pau inteiro… tá ouvindo?Naia gritou, o rosto enterrado no travesseiro.— Cassian… meu Deus…Ele batia fundo, sem piedade, gemendo com ela, suando sobre a pele dela.— Que bu

  • Herdeiro Perdido do CEO    A Bênção do Pecado

    Capítulo 159 Quando o corpo se ajoelha onde a alma já pertenceCassian ainda estava dentro dela, o corpo suado, os olhos selvagens.Naia arfava com a boca entreaberta, as mãos ainda presas à cabeceira, a venda nos olhos recém-solta, os cabelos grudados no rosto, o peito subindo e descendo num ritmo descompassado.Ele a olhou com aquele sorriso de lobo faminto.— Me fala uma coisa... — sussurrou com a voz grave, arranhada pelo prazer — quantas você precisa pra dormir gostoso?Naia sorriu, mesmo tremendo.— Três... — sussurrou, provocando.Cassian arqueou uma sobrancelha, voltando a socar fundo, gemendo com ela.— E você, amor...? — perguntou, a boca colada na orelha dela, a respiração quente.Naia gritou quando sentiu o impacto mais fundo.— Até eu desmaiar...Cassian riu. Um riso cru, cheio de pecado.— Então vamos recomeçar... esquece as duas que você já deu.— Ai, caralho, Cass...Ele pegou uma das pernas dela, colocou no próprio ombro, e bateu fundo, o quadril estalando contra o

  • Herdeiro Perdido do CEO    A Valsa do Recomeço

    Capítulo 158 Quando a felicidade dança sobre as cicatrizesO salão iluminado girava devagar.Naia em seus braços, os olhos brilhando sob o véu de luzes douradas.Cassian conduzia com firmeza e ternura, como se a dança fosse uma extensão da vida que agora, enfim, pertenciam um ao outro.A orquestra tocava uma melodia suave, e os dois se moviam em perfeita harmonia. Os olhares se encontravam. Os corpos se reconheciam. O silêncio entre uma nota e outra carregava anos de história.— Sabe, vida... — ele murmurou, colando os lábios perto do ouvido dela — eu estava refletindo.— Sobre?— Tudo o que passamos até chegar aqui. A sua volta pra França... nosso reencontro na Horizon...Naia sorriu, mas sem o riso chegar aos olhos.— Esses dias aí... eu quero esquecer.Cassian soltou um riso baixo, um tanto culpado.— É, eu fui um escroto com você. Por não ter você. E por te ver novamente... com outro.Ela apertou a mão dele entre os dedos.— Hoje eu entendo tudo que você passou. Nós nos separamos

  • Herdeiro Perdido do CEO    A Última Promessa

    Capítulo 157 Quando o passado ajoelha diante do agoraCassian, de longe, com a alma em pedaços.Passou as mãos no rosto. Nos cabelos. Tentando respirar.— Naia, não... — sussurrou naquela memória. A voz dele, quebrada.Ela inspirou fundo, olhando para ele por uma fração de segundo.Então… virou-se.E entrou no salão.Para se casar.Com o homem que o destruiu.Cassian sentiu algo dentro dele morrer.O corpo travado. Os olhos na porta por onde ela desapareceu. Ele não se mexia. Porque, se movesse... desabaria.— Cassian! — a voz de Diego ecoou.— Que merda tá acontecendo com você?Cassian não respondeu. Não podia. As palavras não vinham. Só dor.De volta ao presente.Naia agora parava à sua frente.O vestido moldava o corpo dela como se tivesse nascido para aquilo. O véu era leve. O perfume, familiar. O olhar... cheio de certeza.Cassian encarou os olhos que tanto amava.E implorou em silêncio:"Que isso não seja um sonho. Que seja real. Que, pelo amor de Deus… seja real."O cerimonia

  • Herdeiro Perdido do CEO    Até o Prazer Dizer Sim

    Capítulo 156 Quando o corpo responde antes da boca A casa dormia em silêncio, banhada apenas pela luz baixa da cozinha. Naia descia as escadas com os pés descalços, envolta apenas num roupão branco e leve. O cabelo ainda úmido caía pelas costas, os lábios entreabertos pela sede da madrugada e, talvez, por outra fome que ainda pulsava. Chegou até a bancada de mármore e se abaixou para pegar a garrafa de água na prateleira inferior da geladeira. O roupão subiu um pouco, revelando a curva perfeita das coxas. Atrás dela, Cassian apareceu no topo da escada, enrolado apenas numa toalha branca, os músculos ainda brilhando do banho, os olhos grudados nela. Ele sorriu. — Isso é um convite? Naia se virou devagar, a garrafa na mão, rindo. — Não... mas também poderia ser. — Perfeito. — ele desceu os últimos degraus com a calma de um predador. Chegou por trás dela, envolveu os quadris com as duas mãos quentes, subiu os dedos devagar pelo tecido até levantar o roupão. O olhar

บทอื่นๆ
สำรวจและอ่านนวนิยายดีๆ ได้ฟรี
เข้าถึงนวนิยายดีๆ จำนวนมากได้ฟรีบนแอป GoodNovel ดาวน์โหลดหนังสือที่คุณชอบและอ่านได้ทุกที่ทุกเวลา
อ่านหนังสือฟรีบนแอป
สแกนรหัสเพื่ออ่านบนแอป
DMCA.com Protection Status