Beranda / Romance / LUXO PROIBIDO / đŸ”„ CapĂ­tulo 36 – Ela Ri, Ele Observa, E O Mundo NĂŁo Faz Ideia Do Que TĂĄ Rolando

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đŸ”„ CapĂ­tulo 36 – Ela Ri, Ele Observa, E O Mundo NĂŁo Faz Ideia Do Que TĂĄ Rolando

Penulis: Rose
last update Tanggal publikasi: 2025-06-15 09:19:31

O som do salão é uma mistura de jazz ao vivo, risadas falsas, brindes que custam mais que carros e fofocas que poderiam quebrar impérios.

Valentina segura uma taça de champanhe.

Senta numa poltrona dourada, perna cruzada, fenda subindo mais do que a etiqueta permite — e exatamente o quanto ela quer.

Ao lado dela
 Victor.

No modo: “Gay bilionário em tour mundial de confusão e deboche.”

— Amor, aquele ali me olhou trĂȘs vezes. É milionĂĄrio, nĂ©? Porque eu nĂŁo sento de graça nem em banco de praça. —
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  • LUXO PROIBIDOÂ Â Â đŸ„€ CapĂ­tulo 96— Quarto Fechado, Verdades Abertas

    Zurique.Casa Moreau.02h03.A sala se esvaziou.Mireille, Leon, Victor
 cada um sumiu nos corredores silenciosos.SĂł o fogo na lareira ainda estalava, queimando o ar frio que vinha de fora.Dante subiu as escadas com Valentina colada na mĂŁo dele.Sem palavras.Sem promessas.SĂł aquele silĂȘncio que jĂĄ dizia tudo: ninguĂ©m ousa tocar o que Ă© dele.O quarto de Dante parecia menos um quarto e mais um cofre de segredos.Vidro duplo.Cortinas pesadas.Uma cama king-size com lençóis pretos tĂŁo alinhados que pareciam uma pista de crime esperando cena.Ele soltou a mĂŁo dela, tirou o blazer, largou na poltrona.Caminhou atĂ© o frigobar, pegou uma garrafa de ĂĄgua, abriu — mas nĂŁo bebeu.Virou, encostou na beirada da cĂŽmoda.Olhou pra ela.Valentina ficou parada, ainda vestindo o blazer dele por cima da roupa que Victor escolheu horas antes.Descalça.Cabelo solto, caindo nos ombros.Olhos fixos.Coração tĂŁo barulhento que parecia querer arrombar a caixa torĂĄcica.— Fala. — ela soltou, quebrando o

  • LUXO PROIBIDOÂ Â Â đŸ„€ CapĂ­tulo 95— ConfissĂŁo de Um Fantasma

    Zurique.Casa Moreau.00h47.A lareira ardia na sala.Victor de roupĂŁo, sentado com Mireille — que fingia que nĂŁo estava fungando entre um gole de chĂĄ e outro.Leon, encostado na porta, braços cruzados, mas com o maxilar menos travado do que de costume.Valentina, de pĂ©, perto da janela, mordendo a ponta do dedo, ainda segurando o rastro salgado que Dante trouxe na pele.No centro, Dante Moreau.De pĂ©.Camisa rasgada, corpo com arranhĂ”es ainda Ășmidos de ĂĄgua salgada.Olhar aceso, mas longe.Como se ainda estivesse lĂĄ fora, entre as ondas.Ele respirou fundo.Girou o anel no dedo.Olhou pra cada um.E soltou, voz baixa, firme, do jeito que quem manda confessa — mas nĂŁo se desculpa.— O helicĂłptero nĂŁo caiu por acidente.SilĂȘncio.SĂł o estalar da lenha queimando.Leon franziu a testa.Victor ergueu as sobrancelhas, jĂĄ segurando um pacote de bolacha — nervoso.Dante continuou:— AlguĂ©m do meu cĂ­rculo plantou um dispositivo no rotor de cauda. Um hack simples.Disfarçado de falha mecĂąnica.

  • LUXO PROIBIDOÂ Â Â đŸ„€ CapĂ­tulo 94— A Volta do Rei

    Zurique.Casa Moreau.23h59.A mansĂŁo inteira estava em modo de guerra.Mapas abertos na sala de estar. Mireille disparando ordens. Victor — de roupĂŁo, mĂĄscara facial e um copo de gin — roendo as unhas como se fosse cigarro.Leon digitava cĂłdigos.Sophie, de fone, falava com equipes de busca.O noticiĂĄrio, na TV, repetia a mesma manchete em looping:“HelicĂłptero do magnata francĂȘs Dante Moreau desaparece no Canal da Mancha. Nenhum corpo encontrado.”Valentina estava ali.Em pĂ©.Braços cruzados.Cabelo bagunçado.Olhos vermelhos de quem nĂŁo dorme hĂĄ dias — e nĂŁo sonha mais hĂĄ sĂ©culos.Victor largou o copo.Aproximou devagar.Segurou a mĂŁo dela.— Ruiva
 ele era o Dante. NĂŁo era um figurante de novela da Record. Se alguĂ©m sabe dar perdido na morte
 Ă© ele.Ela nĂŁo respondeu.Olhou pro vidro da janela.LĂĄ fora, a noite parecia debochar.No colo, o teste de gravidez ainda fechado.Um lembrete silencioso de que, mesmo quando tudo para, o destino ainda ri na sua cara.âž»Leon desligou o telef

  • LUXO PROIBIDO   CAPÍTULO 93 - Pistas

    Zurique. Cobertura Moreau. 07h15.O cĂ©u tĂĄ cinza. A televisĂŁo ligada mostra o mesmo looping: “HelicĂłptero de empresĂĄrio bilionĂĄrio cai no mar. Buscas seguem sem sobreviventes.”Victor tĂĄ de roupĂŁo. Taça de champanhe na mĂŁo, cara amassada. Mireille passa por trĂĄs, ajeita as cortinas sem dizer uma palavra.No sofĂĄ, Valentina. Pernas cruzadas. A mĂŁo esquerda sobre a barriga, como se quisesse segurar o que resta de estabilidade dentro dela.Os olhos nĂŁo piscam. TĂĄ tudo parado — menos a mente dela.No canto, Leon. Braços cruzados. Fala baixa, cortante.— Eles querem que vocĂȘ acredite que ele se foi. Mas Dante Moreau nĂŁo cai. Nem quando o mundo tenta.Victor engole o champanhe num gole sĂł.— Amor, se esse homem realmente morreu, eu vou abrir um OnlyFans pra pagar nossas contas. E ainda boto teu nome artĂ­stico de Madame ViĂșva Ruiva. — Ele solta, tentando arrancar um sorriso dela. Nada.Valentina aperta o controle da TV atĂ© quase quebrar.— Cala a boca, Vic.Ele suspira, senta do lado dela, s

  • LUXO PROIBIDO   CapĂ­tulo 92 — O Fantasma na Porta

    Zurique.MansĂŁo Moreau.Madrugada, 03h02.Chuva escorrendo pelas vidraças, pingando como se marcasse o tempo que nĂŁo passa.Na sala:Victor de roupĂŁo de seda, taça de vinho que jĂĄ virou ĂĄgua parada.Mireille folheando relatĂłrios, tablet em cima do colo, Ăłculos na ponta do nariz.Valentina, sentada no braço do sofĂĄ, pernas cruzadas, olhar perdido na tela da TV.Na TV:“HelicĂłptero de bilionĂĄrio francĂȘs continua desaparecido. Autoridades suíças e francesas divergem sobre buscas. Sem vestĂ­gios, sem corpos.”Victor suspira, fala mais pra si mesmo:— Se esse homem aparecer, eu caso na igreja. E de vĂ©u.Valentina nĂŁo ri.NĂŁo rebate.A mĂŁo aperta o braço do sofĂĄ — mas o rosto segue imĂłvel, bonito, impenetrĂĄvel.Mireille ergue os olhos do tablet, solta seco:— Nenhum sinal. E nĂŁo hĂĄ resgate que funcione se nĂŁo houver pista.âž»LĂĄ fora
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  • LUXO PROIBIDO   CapĂ­tulo 91 — O Fantasma B**e na Por

    Zurique.MansĂŁo Moreau.Sala de estar.Chuva batendo na vidraça como se quisesse entrar.Victor de um lado, Mireille de outro, Valentina sentada com a cabeça apoiada na mĂŁo.TV ligada — som mudo, legenda gritando a mesma manchete que nĂŁo morre: “BilionĂĄrio francĂȘs desaparecido — buscas entram na segunda semana.”Do lado de fora, um carro preto para devagar.Nenhuma sirene. Nenhuma buzina.Motor desliga — o ronco abafado some na noite cinza.âž»Valentina respira fundo, olhos baixos.Victor passa a mĂŁo nos ombros dela, mas nĂŁo fala.Mireille olha pro tablet, mastigando nĂșmeros, possibilidades, pistas que nĂŁo existem.De repente
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 — diz Victor, levantando o indicador. — NinguĂ©m toca essa campainha sem avisar, muito menos nessa hora.SilĂȘncio.Mireille olha pra Valentina, tensa:— TĂĄ esperando alguĂ©m?Valentina balança a cabeça,

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