LOGINKnox
"Mãe", diz Emma com desgosto, virando-se para Georgina. Droga.
“O que ela está fazendo aqui, querida?”, pergunta Gina ao entrar no meu escritório. Seus saltos deixam um rastro de som.
Um som de cliques ecoa em seu rastro. Gina está usando um vestido vermelho sexy. É completamente inapropriado ser
Cheguei ao escritório de qualquer jeito, mas eu sou o chefe aqui, porra.
“Eu precisava falar com ela”, respondi, levantando-me para abraçar Gina. Na verdade, estou feliz por ela ter vindo.
Passei por aqui. Ela é a única pessoa que eu conheço que aterroriza a Emma. Ambas têm uma relação complicada.
Não entendo muito bem esse tipo de relacionamento.
"Já terminou?", pergunta Gina. Seus olhos se voltam para Emma.
“Sim… sim, somos.”
Emma está com uma expressão carrancuda no rosto, segurando a pasta no braço enquanto encara a mãe.
“Agradeço a oferta, Sr. Williams. Estou ansioso para começar e à disposição para o que precisar.”
Os olhos de Emma estão fixos nos meus agora.
"Qualquer coisa."
“Você isso-”
Limpo a garganta, querendo aliviar a tensão repentina no ar.
“Pode ir embora agora”, ordeno a Emma, e ela obedece. Georgina bufa enquanto a porta se fecha.
“Não sei o que ela está aprontando, mas não gosto nada disso, Knox.”
Deixei minha mão deslizar livremente até encontrar a bunda de Gina e apertei com força.
"Para com isso, Knox", ela diz em tom de brincadeira, inclinando-se para me beijar. Seus lábios têm um gosto doce. Sempre têm. Ela interrompe o beijo depois de alguns segundos.
“Mas estou falando muito sério, Knox. Não confio na minha filha perto de você.”
"Amor, você não precisa se preocupar com nada. Eu prometo." Passo o dedo de leve em seu lábio inferior, encarando seus olhos. Ela é tão incrivelmente linda. Lábios tão carnudos quanto os da Emma, com os mesmos olhos castanhos.
Seus cabelos castanhos caem esvoaçantes sobre os ombros. Jogo as mechas para trás dela para contemplar minha pele.
"Confio em você, meu bem", Gina sorri, me beijando novamente. Dessa vez, ela usa a língua e eu acompanho seus movimentos. Ela larga a bolsa na minha mesa e segura minha camisa com um braço, enquanto o outro desliza perigosamente em direção à minha ereção. É a cobertura perfeita.
“Hummm… já está difícil para mim”, Gina ronrona.
"Sempre", gemo enquanto ela me aperta com mais força. Droga.
Gina me empurra delicadamente para o meu assento e começa a puxar meu cinto.
“A… a porta”, consigo dizer entre respirações ofegantes enquanto ela desliza os dedos na minha porta.
cueca e segura meu pau.
"Está esperando alguém?" Meu pau já está para fora da cueca, com os lábios dela a centímetros da ponta. Gina está de joelhos com meu pau na cara. Eu já quero os lábios dela em volta da minha cabeça.
"Não", gemi. Os dedos dela deslizando pelos meus testículos. Os olhos dela brilhando de desejo enquanto me olhava.
“Então deixe.” Ela sorri e abocanha a cabeça do meu pau. Eu solto um gemido baixo e praguejo enquanto ela
Ela me provoca com a língua, que circula meu pau.
Puxo-lhe os cabelos, trazendo seu rosto em minha direção.
“Use essa boca para algo útil e chupe meu pau, porra.”
"Sim, papai", ela ronrona.
Ela agarra meu pau com as duas mãos e cospe nele. É tão excitante. Ela começa a me chupar devagar, sua língua acariciando a ponta sensível.
“Porra… porra, sim.”
Cravo o calcanhar no chão, preenchendo a boca da sua vagina enquanto me inclino para a frente. Ela me engole por inteiro e eu solto um suspiro.
“Agora chupa, vadia.”
Gina começou a mover a cabeça enquanto colocava e tirava meu pau da boca, acariciando-o com a língua. É tão bom.
“Lambe como eu sei que você quer.”
E ela faz. Sua mão direita desliza até meus testículos e brinca com eles.
"Porra."
Ela emite um som com meu pênis ainda dentro da boca, deixando uma sensação percorrendo minha pele.
"Quero foder sua boca, querida."
Ela acena com a cabeça, ainda segurando meu pau como se sua vida dependesse disso. Eu levanto meu quadril mais alto e começo a...
enfiado na boca dela. A boca dela é apertada. E... e está me deixando louco.
"Vou te foder na minha mesa agora, amor. Já estou quase lá."
Eu enfio meu pau na boca dela mais uma vez, sentindo a ereção aumentar. Ela aperta meus testículos enquanto continua me chupando como a boa vadiazinha que é.
"Estou chegando, querida", grunho. Gina é minha vadia safada. Só minha. Ela mantém a boca no meu pau e engole meu gozo. Cada gota. Seus olhos estão vidrados enquanto ela me olha com um sorriso.
"Que delícia", ela diz enquanto engole meu esperma. É a melhor vista de todo o maldito mundo.
“Minha vez”, diz ela, levantando-se e sentando-se à mesa. Ela abre bem as pernas.
Aberta, sem calcinha.
"Porra", eu sussurro enquanto contemplo a visão da sua vagina molhada.
“Por favor, me foda, papai.”
Primeiro, eu a saboreio, deslizando minha língua sobre seu clitóris. Depois, começo a lamber sua vagina enquanto deslizo dois dos meus...
dedos dentro dela. Os gemidos de Gina são baixos. Ela segura minha cabeça no lugar entre sua doce buceta.
até que ela estremeça sob meu aperto. Sua vagina pingando ainda mais umidade.
Meu pau está duro de novo.
"Me fode com seu pau, papai", geme Gina.
Ela solta um grito abafado quando eu a penetro com força. Seus braços estão entrelaçados sob os meus, impedindo-a de cair.
Enquanto eu penetrava mais fundo em sua vagina, a urgência tornava tudo ainda mais intenso, e ela me apertava com mais força.
até meu pau se perder nela.
Eu gemo, preenchendo-a por dentro com tudo de mim.
“Mais rápido, papai, por favor, me foda com mais força.”
Aumento o ritmo, penetrando-a com mais força. Ela solta um gemido, revirando os olhos para trás.
Mas tudo o que eu vejo é Emma.
Que porra é essa?
KnoxCaramba.Os pequenos incômodos continuam.Prefiro ignorar o barulho porque minha mão se recusa a soltar meu pau. Eu bombeio mais rápido, com movimentos bruscos e desesperados.Só vejo o rosto de Emma.Tenho dificuldade para respirar porque minha garganta está bloqueada. Meu estômago se contrai. Solto um gemido baixo enquanto meus dentes permanecem cerrados porque acabei de ter um orgasmo.Grossas cordas de esperma escorrem pelos meus dedos, pingando nas minhas juntas e caindo no azulejo. Minhas pernas tremem por um instante. O orgasmo chega, mas parece vazio. Eu só quero foder a buceta da Emma, agora mesmo.Eu me inclino para a frente e encosto a testa no espelho frio. Meu peito sobe e desce rápido demais. Gotas de suor se formam na minha testa.Outra batida.“Knox?”A voz de Emma surge novamente. Parece mais suave do que antes.Forcei minha respiração a ficar mais
KnoxAtravesso o escritório com raiva e me sento à força na cadeira de couro. A almofada deveria ser macia e aconchegante, mas, em vez disso, causou uma sensação de desconforto e coceira no meu corpo.Ele é apenas um garoto, Knox.Acalmar.Deixa para lá.As palavras ecoam na minha cabeça como se alguém estivesse tentando me fazer entender. As tentativas de persuasão falham.A imagem continua se repetindo. Ethan se inclina para perto de Emma, seus ombros quase se tocando, ambos sorrindo, rindo baixinho por cima da tela do laptop dela. O contato da mão dela na pele dele permanece na minha mente. Continuo sentindo a dor daquele pequeno gesto, que persiste em meu peito.Sinto como se meu sangue estivesse fervendo."Controle-se", resmungo baixinho.Aperto os punhos com tanta força que as unhas cravam nas palmas das mãos. Quero bater com eles na mesa. Quero ouvir algo quebrar. Qualquer coisa que combine
EmmaA porta da sala de conferências me leva para fora, onde ainda ouço a voz de Knox que atingiu Ethan em cheio. Meu estômago se revira. Ele não precisava humilhá-lo na frente de doze pessoas. Ele simplesmente escolheu fazer isso.A mesa do Ethan fica a poucos passos da minha, bem no espaço aberto da empresa, com vista direta para o reino envidraçado do Knox. Encontro-o sentado em frente ao laptop, com os ombros tensos, fingindo digitar. A tela está escura. Ele nem sequer está olhando para ela.“Ei”, digo baixinho.Ele olha para mim. O sorriso forçado não chega aos olhos. "Emma. Precisa de alguma coisa?"Puxo a cadeira extra da cabine vazia ao lado da dele e sento-me em sua frente. "Você está bem?"Ele expira pelo nariz, produzindo um pequeno som de derrota. "Estou bem. De verdade. Vou absorver tudo o que puder dele. É para isso que estou aqui, certo? Como estagiário."Detesto o jeito como ele fala, como se já tive
KnoxO corredor está escuro e silencioso enquanto finalmente me obrigo a virar as costas para a porta dela.Mantenho o olhar fixo à frente. Se eu olhar para trás agora, se eu realmente olhar para aquela tábua de madeira fechada, vou bater de novo. Vou dizer algo imperdoável.Tenho receio de que eu possa abrir aquela porta à força e abraçá-la com força contra o meu peito.A porta do escritório se fecha atrás de mim.Eu não acendo a luz do teto. Só a luminária da mesa.Pego a garrafa de uísque da mesa. Ela está gelada na minha mão.Eu despejo uma porção generosa no copo e tomo um gole.A ardência sobe bruscamente pela minha garganta. Por alguns segundos, é a única coisa que sinto além da pulsação constante abaixo das minhas costelas.Tiro o celular do bolso. E meu polegar procura o aplicativo de segurança no meu telefone. Vinte e três minutos e dezessete segundos atrás. Deslizo a tela para trás.
EmmaTranco a porta do meu quarto assim que entro. O clique é mais alto do que deveria, como se eu tivesse me trancado dentro de um cofre.As solas úmidas dos meus tênis deixam leves marcas no chão quando os tiro com os pés. Nem tento acender a luz. As cortinas ainda estão fechadas da noite anterior e o quarto permanece escuro, frio e aconchegante.Tiro a regata e o short molhados, jogando-os em uma pilha úmida no chão. Ao passar, o espelho reflete meu reflexo. Estou corada, minhas bochechas estão rosadas, os pelos da minha nuca estão encharcados. Qualquer suor que pudesse ter ficado está agora grudado na minha pele.Tenho a aparência de alguém que está fugindo de algo. Ou indo em direção a algo. Já não sei mais.Caminho até o banheiro. A água quente do chuveiro queima minha pele. Até que minha pele fique rosada, até que o aroma de coco do meu sabonete líquido impregne o vapor e mascare todo o resto.Tento me força
KnoxA porta bate atrás de mim com mais força do que eu gostaria. O barulho ecoa pelo corredor e eu consigo senti-lo nos meus dentes.Fico ali paralisada por dois segundos inteiros, ainda segurando a maçaneta com a mão, respirando pelo nariz como se não devesse estar incomodando nada.A casa tem cheiro de café e baunilha, o perfume da Gina, e um toque do sabonete líquido de coco da Emma, que ainda paira no ar desde que ela passou por mim há pouco tempo.Abro os dedos e dou um passo para trás, afastando-me da porta.Meu coração está batendo forte nos meus ouvidos. Alto demais.Vou direto para a cozinha, abro a porta da geladeira e pego uma garrafa de água, desenrosco a tampa com tanta força que ela rola pela bancada.Eu não bebo. Apenas encosto o copo gelado na testa e tento me lembrar de como respirar sem ter vontade de dar um soco na parede.Ethan.Maldito Ethan.O rosto do menino co







