INICIAR SESIÓNPonto de vista de Grace.Se Apolo estivesse aqui, ele teria mordiscado minha pele com avidez, uma mão agarrando meu seio enquanto me devorava como se não se cansasse, o rosto enterrado fundo no meu clitóris. Seus dedos grossos me penetrariam com tanta força e profundidade que eu gemeria alto o suficiente para todos ouvirem, cavalgando seu rosto sem pudor algum.Ele engancharia minhas pernas nos ombros dele, empurraria meus joelhos para as laterais e me daria uma lambida tão profunda que eu sentiria em cada nervo, em cada parte trêmula de mim. Eu agarraria o cabelo dele, puxaria com força, mas ele não pararia; ele continuaria, como se quisesse devorar cada som que saísse da minha boca.Ele me chuparia devagar, com a língua implacável, os dentes roçando no meu clitóris apenas o suficiente para me fazer estremecer. Quando eu finalmente gozasse forte, tremendo embaixo dele, ele abriria o cinto, tiraria aquele pau grosso e me dobraria no chão. Eu sentiria ele arrastando a cabeça do pau p
Ponto de vista de Grace.Deus, me ajude. Parecia que o Apollo Reed estava se tornando uma pessoa diferente quanto mais tempo eu passava com ele. Ele sempre foi estranho, mas não de um jeito que eu conseguisse explicar facilmente. Todo mundo tem suas manias, seus padrões, mas com o Apollo, era como descascar camadas infinitas.Ele podia ser uma pessoa hoje e alguém totalmente diferente amanhã. Eu nunca sabia qual versão dele era a real. Tudo o que eu sabia era que, quanto mais tempo passávamos juntos, mais forte ficava a fome dele por mim.Eu costumava achar que ele ia cansar de mim logo após a primeira vez que transássemos, que a curiosidade dele ia sumir e eu ia virar só mais um desejo passageiro. Mas eu estava errada. Olhando para aquele rosto cheio de tesão, o jeito que os olhos dele me devoravam e as coisas que ele dizia, meu clitóris pulsava, encharcado de necessidade. A essa altura, eu já estava molhando a cama toda.— Sim, senhor. — Murmurei, encarando-o através da tela. Eu
Ponto de vista de Apollo.No momento em que o vídeo conectou e aqueles olhos de corça me olharam com aquela expressão inocente, eu perdi o controle. Encostei para trás, minha voz caindo para um rosnado baixo e rouco.— Tira a roupa pra mim, princesa.Não era um pedido. Era uma ordem, e ela sabia disso.— S-sim, senhor. — Ela sussurrou.Boa garota.Ela não perdeu um segundo. Suas mãos agarraram a toalha e a puxaram lentamente para baixo, centímetro por centímetro, sem nunca desviar os olhos dos meus. O ar fresco bateu na sua pele e ela estremeceu, um movimento minúsculo que fez meu pau endurecer instantaneamente. Os seios dela apareceram, pálidos e macios, os mamilos rígidos, só pra mim. Eu não tinha percebido o quanto sentia falta de vê-la assim, do jeito que o corpo dela reagia ao menor dos gestos, do jeito que ela tremia de antecipação e medo ao mesmo tempo.— Você ainda não terminou, Senhorita Grace. — Eu disse, com o tom de voz arrastado.A garganta dela saltou quando ela e
Ponto de vista de Grace.Eu me levantei da banheira, a água escorrendo pela minha pele e formando poças nos meus pés. Peguei a toalha e a enrolei no corpo, o tecido macio retendo o calor da minha pele. Soltei um longo suspiro de alívio.Finalmente.Eu me sentia revigorada pela primeira vez hoje, tinha sido um dia longo. Depois de sair do hospital, passei em casa só o tempo necessário para me trocar antes de ir direto para a empresa. Foram duas horas inteiras com o senhor Aiden, revisando detalhes, antes de eu finalmente conseguir voltar para casa.Pegando outra toalha para o cabelo, entrei no meu quarto, com o cheiro suave de shampoo e lavanda me seguindo. O ar fresco bateu na minha pele e eu estremeci um pouco enquanto caminhava até o espelho. Comecei a secar o cabelo úmido com a toalha, passando os dedos pelos fios longos.Meu reflexo olhava de volta para mim. Sorri ao tocar meu cabelo. Ele ia até a cintura, longo e preto, ainda úmido e brilhante sob a luz. Às vezes eu me sentia
Ponto de vista de Apollo.O leve farfalhar de papel era o único som na sala enquanto eu folheava o documento na minha mesa — página após página de fragmentos inúteis. Números, datas, relatórios... nada disso me dava o que eu realmente precisava.À minha frente, Chase limpou a garganta com cuidado, a voz firme, mas carregada de nervosismo.— O endereço ip foi rastreado direto para esta casa, senhor. — Disse ele. — Mas não há outra informação sobre quem fez a ligação. A dona da casa é uma senhora idosa. Ela disse que um homem usando uma máscara apareceu na porta perguntando se podia fazer uma chamada. Depois disso, ele foi embora. Ela não sabe quem ele é e não conseguiu identificá-lo, já que nunca viu o rosto dele.Eu não respondi.Mantive os olhos no documento, lendo as últimas linhas, embora já tivesse memorizado cada palavra. Meus dedos viraram a página seguinte. O silêncio no escritório se estendeu, pesado o suficiente para que eu sentisse o desconforto dos dois homens emanando
Ponto de vista de Grace.Empurrei a caixinha na direção dela — o que foi meio desengonçado por causa das patas gigantes de coelho — e abri a tampa. Tinha de tudo ali dentro: lanchinhos, doces e um pote bem arrumado. Peguei o pote e abri com cuidado.Na mesma hora, um cheiro maravilhoso tomou conta do quarto.Olhei para baixo e quase perdi o fôlego.A comida era uma obra de arte: o arroz tinha o formato de um pequeno panda, as salsichas foram cortadas como coelhinhos sorridentes e até os legumes pareciam flores.Hoje de manhã, a Eleanor tinha enfiado aquela caixa nas minhas mãos com a confiança de sempre. — Entrega isso pra ela. — Disse ela. — Confia em mim, isso vai ganhar o coração dela num piscar de olhos.Na hora eu não entendi o que ela quis dizer, mas agora, vendo aquilo na minha frente, tudo fez sentido. Foi feito com amor. Olhei para cima.Os olhos da menina brilharam ao ver a comida. Os dedinhos dela tremeram de leve no colo, como se ela quisesse avançar, mas não confi







