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Capitulo 4 - Amarga Lua de Mel

Author: ynnanerak
last update Petsa ng paglalathala: 2026-09-02 23:06:54

Sloan tentou recuar com um grito abafado, mas a força dele era implacável.

Com um empurrão brutal nos ombros, ele a fez cair de joelhos diretamente contra o piso de madeira com ainda mais força.

Os joelhos dela doíam e latejavam com tanta dor que suas pernas estavam tremulas.

Dante abaixou o zíper da calça, libertando seu pau rígido e febril, e olhou para ela com desdém.

— Abra a boca.

Ordenou com a voz baixa que não admitia recusa.

— Vamos ver se você ainda sabe ser útil de verdade.

— Não... eu não vou...

Sloan tentou balbuciar, sacudindo a cabeça em negação, as lágrimas quentes finalmente transbordando em um misto de pavor e repulsa.

- Por favor, Dante.

O coração dela se apertava, diante de tamanha crueldade daquele que lhe dera a melhor noite de sua vida.

- Não assim...

Ela pedia entre lágrimas, mas Dante não teve piedade.

Suas mãos cravaram-se com força nas bochechas dela, espremendo sua mandíbula para forçar a abertura e antes que ela pudesse reagir, ele empurrou para a frente, forçando a entrada sem o menor traço de delicadeza.

- Isso é pouco para o que seu pai causou a Felícia e a mim.

Ele rosnou, mergulhando seu pau contra a garganta dela, rápido e implacável, sufocando-a e arrancando engasgos desesperados enquanto o oxigênio sumia dela.

Sloan gemia abafada, os dedos presos inutilmente contra as calças dele, sentindo o gosto amargo da própria degradação.

Ela nunca se sentiu tão humilhada, mas quando Dante finalmente se afastou, deixando-a tossir e engasgar no chão, ele acariciou o pau com calmo desprezo.

— Aprenda rápido o seu lugar.

Ele cuspiu, antes de agarrá-la novamente pelos cabelos e jogá-la contra o colchão, rasgando o restante de seu vestido.

“-Eu não aceito!”

Nox rosnou na mente de Dante.

Sem aviso, os dentes afiados dele cravaram-se fundo na base do pescoço dela, rompendo a pele em uma marca de posse cruel.

O sangue quente brotou instantaneamente, escorregando em um filete pela clavícula e um grito abafado de dor escapou de sua garganta, enquanto ela o empurrava sem forças, metendo o pé em sua barriga.

No segundo em que o sangue do Alfa se fundiu ao seu através da mordida, o corpo de Sloan traiu sua mente e uma onda de calor insuportável e febril irrompeu em suas veias.

Star, que há instantes uivava pela rejeição e pelo ciúme, deu um salto violento de delírio, exigindo o toque daquele mesmo macho.

“-Ele é nosso... Deixe-o nos tocar...”

Sua loba uivava em um frenesi patético.

“- Não... Ele nos rejeitou!”

Mas mesmo ciente de toda dor que ele vinha lhe causando, Sloan sentiu as pernas bambas, sua respiração falhando enquanto seu ódio mortal colidia com um desejo incontrolável.

Ela se odiava por sentir aquilo, mas os tremores convulsivos de seu corpo revelavam o que tanto ansiou desde aquela noite.

Com uma precisão cirúrgica e cruel, ele segurou os pulsos dela, erguendo-os acima de sua cabeça com uma única mão para prendê-la contra os lençóis.

O peso de seu corpo musculoso esmagava o peito de Sloan, tornando cada respiração um exercício de agonia.

Star enlouquecida pelo cheiro tóxico dele, debatia-se em um frenesi, uivando por um toque que a mente consciente de Sloan jurava repudiar até o último suspiro.

— Por favor...

A voz de Sloan escapou em um sussurro fraco, traída pelos próprios tremores incontroláveis de suas coxas.

Ela odiava aquela fraqueza.

— Guarde o seu "por favor", esposa.

Dante sibilou com os lábios roçando a linha de sua mandíbula antes de morder o lóbulo de sua orelha com força suficiente para arrancar um gemido abafado.

As mãos livres dele deslizaram sem pressa pela cintura dela, traçando as curvas do corpo trêmulo com um toque que alternava entre a possessividade e o castigo.

Cada centímetro de pele tocada por ele parecia pegar fogo, numa febre implacável.

Dante enterrou os dedos nos cabelos ruivos, agora espalhados pelo travesseiro, forçando o rosto dela a virar-se para cima para encará-lo nos olhos.

Os orbes escuros dele faiscavam.

— Você achou que podia me forçar nesse casamento e ainda brincar de ser rainha?

Ele continuou com a voz grave vibrando contra a boca dela antes de esmagar seus lábios em mais um beijo denso, tirânico e sem trégua.

- Não...

Ela tentava escapar, mas Dante apenas sorriu cruel.

- Não? Querida esposa, caso tenha se esquecido. Estamos em nossa lua de mel.

Dante abaixou a cabeça para morder seus seios, assim como já havia deixado várias marcas de mordidas pelo corpo dela, quando sentiu o cheiro de lágrimas quentes e solitárias que escaparam dos olhos de Sloan, escorregando por sua pele macia.

Dante travou, sentindo o peito apertar.

Por uma fração de segundo, sua fachada implacável ameaçou ruir, mas ele bufou alto, engolindo e expulsando o impulso inútil de consolá-la e de se desculpar, mas Dante apenas saiu de cima dela, vestiu-se com pressa e atravessou o quarto sem pronunciar uma única palavra, batendo a porta com força ao sair.

Deixando Sloan nua e sozinha na penumbra da suíte, chorando copiosamente em silêncio, enquanto se encolhia em posição fetal.

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