ANMELDENEm seu sonho, a escuridão densa da floresta dissolveu-se em uma névoa espessa e febril de um calor sufocante.
Quatro pares de mãos febris, tateantes e implacavelmente possessivas a cercavam por todos os lados, enredando-a em carícias tão cruas e depravadas que cada terminação nervosa de seu corpo implorava por mais.
O calor subia descontroladamente por sua pele, fazendo-a ensopar em suor enquanto braços musculosos, torsos n
"- Minha deusa, eu quase tive uma sincope. Se ela sumisse de vez, eu perderia a chance de ser dela para sempre"Pensou o fada, choramingando por dentro.Sloan o encarou por um segundo, lembrando-se novamente do motivo real de ter fugido correndo para a mata, com as lembranças vivas daquele sonho absurdo."- Ai, ai, se eles soubessem... "Star murmurou rindo em sua mente, fazendo o rosto de Sloan esquentar sob o pelo branco.“- Não me lembre! Estar com eles agora já é constrangedor o bastante. Obrigada!”“- De nada.”Star ironizou gargalhando.— Não se preocupe, não foi necessário ir longe, eu só precisava esticar as pernas.Respondeu Sloan em voz alta, disfarçando o turbilhão de pensamentos pecaminosos.— Pelo menos nos avise antes de sumir assim, loba imprudente. O mundo lá fora está infestado de
O sol finalmente iluminou a clareira completamente, quando Albion abriu os olhos, tateando o espaço ao lado com um sorriso manhoso que morreu instantaneamente ao encontrar apenas peles vazias e frias.-Princesa?O peito Rei das Fadas disparou em desespero, sua respiração cortando-se em sua garganta enquanto ele pulava de pé, sacudindo o companheiro ao lado com força.— London! London! Acorda, acorda! Ela sumiu! A princesa sumiu da tenda e não está em lugar nenhum! Minha deusa, ela foi levada por monstros da floresta e foi esquartejada!Balbuciava Albion, cravando os dentes trêmulos no próprio polegar de nervosismo, as lágrimas já brotando nos olhos prateados.— Por todos os mares, cale essa maldita boca antes que eu mesmo corte sua língua.Resmungou London sonolento.Albion, imaginando os piores cenários possíveis ralhou.
Em seu sonho, a escuridão densa da floresta dissolveu-se em uma névoa espessa e febril de um calor sufocante.Quatro pares de mãos febris, tateantes e implacavelmente possessivas a cercavam por todos os lados, enredando-a em carícias tão cruas e depravadas que cada terminação nervosa de seu corpo implorava por mais.O calor subia descontroladamente por sua pele, fazendo-a ensopar em suor enquanto braços musculosos, torsos nus e esculpidos e feições de deuses cruéis a aprisionavam em um redemoinho de toques profundos, inebriantes e insaciáveis que faziam o centro de seu corpo latejar, molhado e transbordando de pura necessidade.Rogan estava ali, ardente, roçando os lábios quentes, possessivos e famintos na curva de seu pescoço, lambendo e sugando sua pele com uma voracidade que arrancava gemidos longos de seus lábios.Sua cauda escamosa, grossa
Sloan caminhava ao lado de London, e Albion voava pacientemente ao seu outro lado.Ela já completava três meses e meio de gestação, e a curva suave de sua barriga finalmente começava a despontar sob as roupas, transformando a ruiva em uma visão ainda mais delicada, intocável e preciosa para ambos.Albion e London a paparicavam como se ela fosse feita de vidro, dispostos a mover montanhas, ou a destruir qualquer um que ousasse respirar errado perto dela.Até Albion, que é medroso estava se fingindo fofamente de forte.Apesar de estarem em rota de colisão constante, trocando farpas e olhares mortais a cada segundo, a dinâmica entre os dois reis mudava instantaneamente ao menor sinal de perigo para a ruiva.Se um galho seco estalava sob os pés de Sloan, ou se uma raiz traiçoeira ameaçava o equilíbrio dela, ambos travavam no meio de uma discussã
Ao chegarem na entrada, Rogan trava uma briga cômica e frustrante para conseguir passar pela porta estreita com suas asas enormes.— Recolha essa porcaria de asa, seu dragão desajeitado, você vai destruir a entrada!Dante rosna, empurrando as asas de Rogan com raiva.— Cale a boca e me dê espaço. Elas não dobram magicamente só porque você quer!Rogan sibila, encolhendo os ombros e forçando as asas ao máximo que pode para caber no vão.Assim que cruzam o saguão, os hóspedes ao redor engasgam, cobrem o nariz com as mangas das roupas e dão passos largos para longe, olhando-os com nojo.Dante e Rogan sentem as bochechas queimarem de vergonha pela humilhação pública, marchando de cabeça baixa, para que ninguém os reconheça com a ajuda de seus cabelos, até o balcão de atendimento com o po
Rogan avança sobre as ondas revoltas do mar em sua forma híbrida, carregando Dante a contragosto, com o rabo reptiliano firme envergado e preso firmemente ao redor do quadril do licano.Dante está pendurado pelo dragão, completamente emburrado e praguejando a cada borrifada de água salgada que acerta seu rosto, furioso com a falta absoluta de cuidado de Rogan.— Sobe! Ai! Seu... se você me apertar mais um pouco, seu lagarto maldito, eu juro que arranco sua pele com os dentes!Dante rosna, contorcendo-se de raiva e tontura.Rogan abre um sorriso debochado, achando a irritação do rival a melhor coisa do dia, e balança Dante ainda mais propositalmente sobre as cristas das ondas.— Você é pesado. Mexe-se mais um pouco, e eu faço a gentileza de afrouxar o aperto para você despencar direto na boca de um tubarão faminto.Rogan provoca esconden







