INICIAR SESIÓNNervosa e aterrorizada com a própria fraqueza, Sloan girou os calcanhares para fugir, mas Dante foi mais rápido, a alcançando e a puxando com força, prendendo-a contra a parede fria, enquanto colava seu corpo febril ao dela.
— Aonde pensa que vai?
Ele rosnou com a voz grave contra o pescoço dela, ao mesmo tempo que seu corpo vibrou contra o dela.
— Me solta, seu maldito!
Sloan tentou empurrá-lo com os punhos fechados, mas ele enterrou o rosto em seus cabelos, no vão do pescoço, aspirando seu aroma, lambendo-a, e fazendo Sloan estremecer.
“— Cheira tão bem...”
Dante pensava com o maxilar travado, lutando contra o próprio desejo e orgulho.
Nox liberou uma lufada densa de feromônios, vocalizando um ronco rouco que a deixou ainda mais febril.
Star perdeu o pouco da lucidez que restava, debatendo-se e exigindo ser tomada por aquele macho.
“— Deixe-o... nós precisamos dele...Eu preciso dele.”
A loba choramingava em sua mente, traindo-a completamente.
Fraca, trêmula e completamente incapaz de conter o desejo crescente, Sloan cedeu, arqueando o corpo contra o dele com um gemido.
— Eu te odeio... seu cretino...
Ela sussurrou com a voz sensualmente melodiosa.
Dante não esperou mais nada, ergueu os quadris dela com facilidade e a penetrou de uma só vez, com um impulso bruto e urgente.
-Ah!
Ela gemeu alto cravando suas garras nos ombros dele.
— Você está tão molhada... isso é para mim, é, sua cadela teimosa?
Ele sibilou, enfiando o pau febril com força dentro da vagina dela.
Sloan sibilou entredentes, arranhando as costas dele entre o ódio e o prazer que a consumiam loucamente.
— Vai se foder... animal...
Ela retrucou com insolência, tentando erguer o queixo.
— Que princesinha rebelde. Não foi isso que você gemeu da última vez naquele hotel.
Dante a lembrou, consumido por um fogo insano.
As palavras abusadas e orgulhosas dela só fizeram o tesão de Dante explodir ainda mais, levando-o a estocadas mais profundas fazendo-a gemer e jogar a cabeça para trás.
O cheiro do cio dela se fundiu aos feromônios dele, empurrando-os direto para um frenesi selvagem, assim como dá primeira vez.
Nesse momento, o pau de Dante começou a inchar na base, criando o nó inevitável que travou os dois juntos em um encaixe perfeito e doloroso.
O nó latejava e doía pra caralho, esticando as paredes sensíveis de Sloan e arrancando dela um choramingo alto e sofrido.
-Ai... isso... dói...
— Ah... Não aperta o meu pau desse jeito, sua cadela... Ou vai arrancá-lo.
Ele sussurrava obscenidades imundas em seu ouvido, fazendo arrepios a acariciarem por inteira.
— Ai... Dante. Dói... Por favor... tira...
Ela gemia, dividida entre a dor lancinante e o prazer absurdo que a consumia.
- Se eu tirar desse jeito, vou te rasgar por inteira. Aguente.
Sloan geme perfurando ainda mais os ombros dele com as garras, antes de mordê-lo, o marcando sem querer.
Mesmo parecendo violento, Dante se contem, a senta sobre a pia e ajusta o ritmo com um cuidado durante o nó, garantindo que ela aguentasse a pressão, minimizando a dor e a tornando prazerosa.
“— Aguente mais um pouco...”
Dante pensava, ofegante, guiando os movimentos com firmeza.
Eles ficaram ali, agarrados, fodendo sem parar por aproximadamente trinta minutos em um ritmo compassado e febril.
Dante tentou se segurar, mas a deliciosa sensação de tê-la tão apertada foi demais.
Quando a vagina dela o apertou, ele rugiu seu nome com a voz animalesca e gozou bem fundo dentro do corpo macio e trêmulo dela.
O corpo de Sloan sofreu um espasmo violento de prazer, gozando em seu pau, em múltiplos orgasmos, arrancando um grunhido dele, ao ordenha-lo por instinto.
Ela podia sentir ele a preenchendo completamente, ao ponto de escorrer por sua bunda, junto ao próprio gozo, criando uma poça sob a bancada de mármore fria, e escorrer, caindo no chão aos pés dele.
A exaustão atingiu Sloan e seus olhos pesaram, a deixando mole, nos braços dele, antes de apagar completamente satisfeita.
Assim que o transe passou e a mente clareou, Dante percebeu a merda que seus lobos haviam feito e praguejou alto.
— Merda, isso não deveria ter acontecido. Pelo inferno, Nox. O que diabos você me fez fazer?!
Dante rosnou, olhando para o corpo desacordado dela pendurado no seu.
“— Ela é nossa, seu idiota. Não adianta reclamar. Eu sei muito bem que você também estava implorando por isso desde que a tivemos da primeira vez.”
Nox sorria exausto.
- Cala a boca, seu maldito idiota! Nós cruzamos a maldita linha de novo!
Dante retrucou furioso, fechando as mãos em punho, respirando fundo, e se sentindo o maior dos canalhas.
Ele ordenou mentalmente.
“- Joshua. Traz o kit de primeiros socorros no meu quarto.”
“-Sim, alfa.”
A contra gosto, Dante ligou o chuveiro novamente, tomando o cuidado de colocar a água morna, e deu um banho nela, limpando-a com delicadeza.
“— Como pude machucá-la assim? Droga...Eu não sou este monstro. Porra, Sloan. Por que tinha que ser você?”
Ele pensava, culpado, enquanto a água escorria pela pele macia.
Enquanto a lavava, seu estômago revirava ao ver as marcas vermelhas de suas garras e os roxos profundos deixados pelos seus apertos das últimas horas.
Com um suspiro pesado, ele a envolveu em uma toalha macia, pegou-a no colo e a levou de volta para a cama.
“— Desculpe...”
Dante pensou em um sussurro, enquanto a secava com cuidado e a cobria com os lençóis.
Segundos depois, Joshua o chamou mentalmente.
“- Alfa. Estou com o kit que pediu.”
Dante o farejou do outro lado da porta, se afastou de Sloan e abriu uma brecha estreita, pegando a caixa enquanto barrava a visão de seu beta, mandando com um rosnado baixo.
— Não pergunte.
Contendo o riso e a curiosidade óbvia, por poder sentir exatamente no ar o que provavelmente havia acontecido, Joshua fechou a boca com um zíper invisível imaginário e assentiu em silêncio.
— Entendido.
Joshua murmurou antes de dar dois passos para trás, se virando para ir.
Dante fechou a porta e voltou para a cama, se sentando na borda.
Ele afastou uma mecha do cabelo ruivo do lindo rosto de Sloan e a admirou secretamente.
“— Você é perigosa, Sloan... Muito perigosa.”
Um rosnado brutal e gutural ecoou pelas montanhas, sacudindo as pedras, seguido de perto por um urro dragoniano ensurdecedor.Rogan disparou com passos apressados até a beirada da rocha, seus olhos lilases cravados no caos abaixo.Seus dragões travavam uma batalha feroz e sangrenta contra os lobos de Dante.Garras rasgavam o ar, sangue manchava a terra e o som de ossos estalando preenchia o ambiente.— Droga...Praguejou Rogan entredentes.No mesmo instante, percebeu a movimentação atrás de si e viu Sloan se aproximar da borda para tentar enxergar o que acontecia.Os olhos dela estavam arregalados e em choque, ela simplesmente não esperava mais que Dante cruzasse os territórios e viesse com tudo para salvá-la.Por mais irônico e confuso que fosse admitir, ela havia sendo surpreendentemente bem tratada e respeitada entre os dragões daquela montanha e dese
Antes do amanhecer, Dante esgueirava-se silenciosamente pela montanha, onde a umidade pesada da madrugada grudava em sua pelagem e tornava o ar gélido e cortante.A cada passo calculado sobre as pedras úmidas, o peito de Dante queimava com uma urgência sufocante.Seu coração martelava descompassado, impulsionado pelo medo irracional de chegar tarde demais e pela culpa de ter permitido que Sloan fosse levada.Em sua mente, Nox praticamente espumava de fúria, arranhando as paredes de sua consciência com uivos incessantes e dolorosos, faminto pelo cheiro dela, sedento por vingança e completamente descontrolado com a distância que os separava.Ao avistar a vila dragoniana, fez sinal para seus homens pararem.Ao observar melhor, viu filhotes, fêmeas e idosos espalhados.“- Merda.”Dante forçou-se a conter o próprio fôlego, reprimindo o instint
Dante retornou de mais uma ronda exaustiva, com o corpo coberto de fuligem, terra e o suor pesado de quem passou horas arrastando vigas e ajudando a reerguer os escombros do que sobrou de sua alcateia.“— Você está parecendo um mendigo maltrapilho, Dante! Enquanto você brinca de pedreiro, a nossa loba está lá na montanha com aquele lagarto prateado!”Reclamou Nox pela enésima, uivando de frustração.“— Cala a boca, Nox. Eu estou cuidando da bagunça que aquele ataque deixou, e não vou sair correndo como um louco só porque você não consegue controlar seus instintos.”Rebateu Dante de volta, trancando o maxilar com força enquanto caminhava a passos duros em direção ao seu quarto na mansão principal.“— Instintos? Ela é nossa Luna, seu idiota orgulhoso! E você a deixou ser seque
Sloan ri baixinho, e com um movimento leve e ágil, gira numa dança discreta antes de pegá-lo firmemente pelo quadril e lançá-lo num voo curto para o alto, agachando-se logo em seguida enquanto ele voava.— Oh... Eu fui derrotada pelo mais exímio dos guerreiros.Dramatiza ela, com a mão no peito, fingindo rendição com uma falsa expressão de derrota.Ao redor, alguns dragonianos seguraram o riso, visivelmente encantados ao vê-la brincar com tanta leveza e carinho com o pequeno filhote, esquecendo por um momento o peso dos problemas entre seus povos.E antes que Sloan sequer considere retornar para o lado de Rogan, um coro de risadas infantis ecoa e logo outros filhotes voam em disparada para se juntar à diversão, puxando-a pelo vestido, com a energia contagiante que só crianças possuem.Sloan ergue o olhar e encontra Rogan ali perto, mas o re
Percebendo a tempestade repentina estampada no rosto da loba ruiva e a forma como ela aperta os punhos com força, Rogan recua um passo, suavizando minimamente sua expressão severa.— Aconteceu alguma coisa?Pergunta ele, com a voz grave carregada de curiosidade.Sloan engole em seco, tentando afastar as lembranças dolorosas de Dante antes de decidir se responde ou não.— Não é nada demais... Só estava conversando com a minha loba interior.Responde ela, respirando fundo para controlar a voz trêmula.— Nós, lycans, recebemos o espírito de um lobo entre o nascimento e os dezesseis anos. É por isso que conseguimos nos transformar e usar todos os sentidos de um lobo a nosso favor.Rogan ouve com atenção, enquanto absorve a explicação.— Entendo...Murmura ele, olhando para os olhos verdes, percebendo que a tristeza ainda paira pesada em seu semblante.Silenciosamente, o Rei Dragão percebe que ela precisa de espaço e decide se afastar.— Descanse. Já volto.Diz ele, abrindo suas asas e sai
Rogan solta um bufo suave, levantando-se, saltando da pedra e planando com elegância, voltando à forma humana em um piscar de olhos.— Me acompanhe. Não sou um monstro sem educação como alguns acham. Diz ele, guiando-a por uma passagem lateral que se abre para uma área reservada e isolada.Para espanto de Sloan, o local é um refúgio natural com uma queda d'água cristalina que deságua em uma bacia esculpida pela própria natureza.— Pode usar este espaço. Ali fica o sanitário.Ele aponta para uma área isolada, onde um vaso sanitário de rocha escupida e finalizada com cristal, está.- Ficarei lá fora, caso precise de algo.Avisa ele, dando as costas e se afastando para garantir sua privacidade.Enquanto faz o que precisa e depois aproveita a água fresca para se lavar, Sloan reflete sobre toda aquela loucura.Ela percebe que, embora tenha visto vários dragões durante o ataque que a raptou, Rogan é o único com quem realmente mantém contato.Conversando mentalmente com Star, ela inicia uma







