Compartilhar

4.

Autor: Darlla Vi
last update Data de publicação: 2024-04-09 08:19:25

- POV LAYLA

— que foi?— Luiza me indaga, enquanto passa os braços ao redor do irmão da kat, e eu estou na minha quinta dose de tequila.

— é... licencinha rapidinho, preciso dar uma palavrinha com minha irmã.

Ele me encara confuso, e a Lu sorri, pego no seu braço e a levo até um cantinho mais reservado.

— Maria Luiza Collins! O que a senhorita acha que está fazendo? Mal conheceu o garoto, e já está pendurada no pescoço dele?

— você me conhece mesmo, mas eu e ele somos livres e desimpedidos, então eu vivo lá vida louca!— fala colocando as mãos na cintura e reviro os olhos.

Ela se faz de durona, mas no primeiro pé na bunda ela chora e sobra para mim ter que inventar sabores novos de brigadeiros para agradá-la.

Com a morte da mamãe eu meio que me responsabilizei por algumas coisas e a Luiza faz parte disso, não que meu pai não ajude na sua criação, longe disso, ele é maravilhoso, mas algumas coisas ela sempre conversa comigo, a primeira vez que menstruou foi para mim que ela contou e estava assustada, depois veio o primeiro beijo seguido da decepção amorosa e por aí vai.

Por isso sou bem reservada, não me permito entrar na vida de alguém, para sair magoada logo em seguida.

— está bem, só não quero que você se magoe.

— eu sei que você se preocupa comigo, e agradeço mas já sofri demais por garotos e não é um gostosão do interior que vai me fazer arriar os pneus, quem vai ficar cadelinha meu é ele, espere e verás.— afirma e respiro fundo.

— você quando enfia uma coisa nessa cabeça aí, ninguém tira, ok você sabe o que faz, mas acabou de dizer que os dois são livres e já está planejando o bote.

— Layla, chega disso, vamos aproveitar a festinha da kik-kat ou melhor do irmão gostoso dela, e esse povo sabe dar um festa em... mas ainda não vi o outro irmão.

— outro irmão?— questiono, por que achei que era só esse.

— é, o dono disso tudo, tem gente, mas especificamente mulheres, esperando ele dar o ar da sua graça, dizem que o homem é um pecado... mas já estou pecando com esse ali, não posso me sujar mais.— explica e mostro um sorriso.

Ela pega na minha mão e vai ao encontro de Thomas novamente, ele me cumprimenta e ambos vão dançar.

Observo os dois, e sorrio ao perceber vejo que minha irmã está usando as armas que tem para seduzir o irmão da kat, e ele não tira os olhos dos dela, parece realmente encantado, ou, está fingindo bem demais.

Se fosse eu, a estar ali dançando eu teria certeza que está fingindo, mas é a Luiza ali, e ela é linda, autoconfiante, sedutora, algumas coisas que ainda não sou, e é por isso que quero acreditar que não é fingimento.

Falando na Kat, a mesma vem até mim me chama para dançar e aceito.

— e aí? espero que esteja curtindo a festa.— pergunta se movendo ao som de alguma batida de música country.

— estou sim, vocês sabem dar uma festa aqui.— afirmo e ela sorri agradecida.

— obrigada!— diz, dando uma piscadela para mim.

— vem, vamos tomar uma bebida.— chama, e me puxa para o barzinho novamente.

Pedimos duas doses de tequila, tomamos e as nossas expressões faciais eram idênticas, sinto o gosto amargo na boca, mas pedimos outras duas, e de novo, e de novo, e acabei perdendo as contas.

Eu tenho um sério problema com álcool, gosto muito dele.

— Kat, não me deixa sozinha, pelo amor das puritanas.

— nunca, amiga.— ela me abraça e somos interrompidas por um cara loiro de olhos azuis muito bonito por sinal, puxando a kat para dançar, olho para ela implorando para que a mesma não vá, mas a filha da puta foi.

Desgraçada!

Me sento no banquinho do bar, e peço um copo d'água, tomo e sinto minha bexiga doer.

Merda!

Como vou achar um banheiro aqui?

Olho em volta e procuro pela minha irmã, mas não a encontro.

Porra!

porra!

Decidi me arriscar e adentro na casa da kat, lá obviamente tem banheiro, passo pela sala, em seguida, pela cozinha, paro em duas portas, uma do lado da outra.

— ok, é só escolher uma, abrir e torcer para ser o banheiro.

Respiro fundo, e abro a porta.

Ok, espero encontrar água sanitário no banheiro para jogar em meus olhos e desver o que vi antes de fechar as portas.

Maya estava de pé completamente nua, com um homem apenas de calça jeans, ele a empurrou contra a parede, pressionando o joelho no meio das suas pernas, antes de beijar o seu pescoço, quando os dois fizeram menção de olhar para o lado, fechei a porta na velocidade da luz.

Apago imediatamente aquilo da minha mente, e realmente espero que eles não tenham me visto, viro para a outra porta, abro e respiro aliviado ao constatar que é o banheiro, não sei se conseguiria ver outras pessoas trepando novamente.

Droga! Porque não abri essa antes?

Esvazio minha bexiga lavo as mãos e saio, e ainda bem que não topei com ninguém, voltei para a festa e encontro minha doce e bandida irmã.

Puxei ela pelo braço que me encarou confusa.

— eu vou embora e você vai ficar aqui?

— sim, eu vou, me dá cobertura tá?

— não! Eu não vou me encrencar com o papai por sua causa.

— Layla... por favor!

Pede umas cinco vezes até eu dizer que sim, me abraça, e volta para os braços do Thomas e Kat finalmente aparece.

— ei ruiva! Já deu para mim, tô vazando.

— ah não amiga, me desculpa por te deixar sozinha, mas é que o Rick tem os seus atributos e me interessam muito.

— você me deixou sozinha Katherine.

Ela me encara com uma expressão divertida no rosto.

— por favor, não vai ainda, eu nem te apresentei meu irmão mais velho, eu não sei onde ele se meteu, acho que vocês vão se dar muito bem, ele é reclamão igual a você.

— outro dia você nos apresenta, agora eu realmente preciso ir embora.

— tá bem, eu vou cobrar, nos vemos amanhã?

— lógico!— aviso e ela me abraça me despeço da mesma, pego o carro e vou para casa, tentando esquecer a cena que presenciei.

Céus! Tenho que esquecer isso.

Continue a ler este livro gratuitamente
Escaneie o código para baixar o App

Último capítulo

  • Meu cowboy mafioso   66. Epílogo

    -POV KATHERINEAlgumas semanas antes...Acordar em Paris, ou melhor acordar em um hotel de frente para a torre Eiffel não é para qualquer um, bem eu não sou qualquer uma, então posso, me levantei e Carter não estava, mas deixou um bilhetinho dizendo que me amava e que não demoraria, decidir tomar um banho bem demorado, saí do banho me sequei e me vesti, o serviço de quarto passou e eu lógico pedi uns croissants, um suco, coloquei tudo na mesinha da varanda e comecei a comer com se não houvesse amanhã, assim que terminei de ingerir o suco, senti um embrulho no estômago e corri para o banheiro e botei tudo para fora.Depois de passar alguns minutos me recompondo, lembrei que nos últimos dias eu tenho passado muito mal e vomitado algumas vezes, e uma pequena possibilidade fez o meu sangue gelar, preciso saber se estou ... engulo em

  • Meu cowboy mafioso   65.

    -POV AIDEN1 ano depois...Como alguém pode chegar de maneira escandalosa na sua vida e te fazer perder a noção do tempo? Fazer esquecer o que te motiva a ser um cara ruim, eu era o cara ruim admito.Mas assim que ela entrou em minha vida pela primeira vez eu senti que queria ser e poderia ser eu mesmo, Layla desperta o meu pior lado e eu gosto disso, não sou nenhum príncipe encantado, eu sou a porra do anti-herói da história, e ela também não é nenhuma flor que se cheire, mas que se foda eu gosto do seu aroma, gosto da garota má que ela é, nós somos a porra do casal imperfeito que mais se completa, e é exatamente assim que me sinto quando estou ao seu lado, para quê ser bonzinho se eu posso ser eu mesmo, ela é tudo que procurei e é totalmente minha, e eu sou dela, sou fodidamente apaixonado&nbs

  • Meu cowboy mafioso   64.

    -POV LAYLA(...)Chegamos em casa, ele estaciona o carro, me tira dali, carregando-me no colo, iríamos entrar em casa, mas ele cessou os passos.— porque parou cowboy?— pergunto sorrindo.— sempre com o pé direito.— me alerta em seguida entra em casa, com o pé direito e agora o esquerdo, vamos até o quarto e ele faz a mesma coisa, ignorando meu sorriso por ele acreditar nessas superstições.Coloca-me no chão me olhando fixamente, e suspiro por nunca me cansar de admirá-lo, o cabelo penteado para trás, o terno feito sob-medida se destaca perfeitamente sobre o seu corpo definido.— estou louco para tirar esse vestido lindo de você, então vira de costas se não quiser vê-lo em pedaços.— avisa foi como um choque para o meio das minhas pernas, eu estava nem ai para o vestido mas tamb&ea

  • Meu cowboy mafioso   63.

    -POV LAYLADois meses depois...Finalmente o nosso dia, chegou, e mal posso me conter de tanta felicidade, nossos filhos completaram dois meses semana passada, e estão umas fofuras, só ainda não me sinto cem por cento realizado, por ter parado de ir a escola, ter um homem cheio de dinheiro ao meu lado, não me tornava uma mulher depoente dele, por isso decidi que assim que os meninos estiverem menos dependentes de mim, voltarei e irei concluir os meus estudos, gravidez não é desculpa para não termina-los, e Aiden entendeu e me apoiou.O Paolo é bem mais parecido comigo, é bem quietinho, já o Alessandro é igual ao Aiden, muito estressadinho e inquieto, sem falar que ama o colo do pai, é incrível em como eles já sabem diferenciar nós dois, sendo tão pequenos.Fizemos um ensaio super fofo dos dois, e estou simplesmente a

  • Meu cowboy mafioso   62.

    -POV KATHERINEOuvi a voz do pai da minha amiga, distante e resolvi correr assim ele não me alcançaria, além de velho era sedentário.Só que o filho da mãe começou a colocar a mão no peito simulando um infarto,e cai na armadilha, correndo até ele.— porra! Carter tudo bem?— pergunto e ele começa a gargalhar.— só assim para você conseguir me esperar...ufa.— afirma sorrindo.— seu velho escroto, fique aí, e espero que dessa vez tenha um infarto de verdade, que te jogo no lago para servir...— cala essa boca, não vai fazer, vamos para a casa, vou te dar um castigo por conseguir estragar uma boa conversar e espantar uma ótima sócia.— vai se foder, não ligo, e pegue a sua boa conversa e foda com ela.— fala cega de ciúmes, mas ele agarra meu b

  • Meu cowboy mafioso   61.

    -POV KATHERINEEu e o velho da lancha, estamos indo muito bem, a Layladeu a luz alguns dias atrás, e os meus sobrinhos são as coisinhas mais lindas desse mundo.Voltando ao de assunto do meu homem, ele começou a ter ciúmes de mim, outro dia ele quase deu um soco na cara do Marlon um garoto que eu conheci na escola esses meses, ele ficou possesso porque o cara deu um beijo na minha bochecha.Discutimos, foi a nossa primeira discussão, e ele disse que eu não entendia o lado dele, ai nós brigamos e depois fizemos as pazes do único jeito que nos entediamos muito bem.Mas ele deixou uma ameaça velada, que um dia eu iria descobrir, como era pra ele se sentir com ciúmes de mim.Hoje me disse que tinha uma reunião com uma sócia do Aiden, e que a reunião seria no jardim daqui de casa, desde que o meu irmão foi embora, fiquei aqui, com

Mais capítulos
Explore e leia bons romances gratuitamente
Acesso gratuito a um vasto número de bons romances no app GoodNovel. Baixe os livros que você gosta e leia em qualquer lugar e a qualquer hora.
Leia livros gratuitamente no app
ESCANEIE O CÓDIGO PARA LER NO APP
DMCA.com Protection Status