INICIAR SESIÓNISABELLA
Eu fiquei olhando para aqueles três apavorada, porque queriam que eu dormisse ali, eu olhei para o Marco, ele colocou a mão no meu seio ou eu estava com tanto medo que imaginei
—É melhor dormir aqui, trombadinha! —Micael falou me olhando com um sorriso divertido, eles estavam achando graça ao me deixar desse jeito em pânico assim.
—Eu...—eu não tinha escolha, aquele Ares maldito me mandou para casa de policiais e um delegado, que maldito louco.
Eu estava perdida senão fizesse o que eles quisessem eu seria presa, onde eu fui me meter, meu Deus o que eu vou fazer, Marco se aproximou de mim eu fui para trás em pânico, ele era enorme e tão forte que me assustava
—Pode ficar aqui no meu quarto eu vou dormir na sala! —ele falou
—Esta bem, mas vão me deixar ir embora amanhã? —eu perguntei
—Claro, pequena marginal, pra que iriamos querer uma bandidinha em nossas vidas! —Matteo falou se aproximando também
—Mesmo que essa bandidinha seja linda feito uma anjinha! —Micael também se aproximou e me senti encurralada por três bruta montes lindos e gostosos isso eu não podia negar, mas o medo que eles me faziam sentir era maior que a beleza desses três
—Eu não sou bandida, parem de me chamar disso! —eu falei encarando eles seria
—Você é realmente muito linda menina! —Micael falou tocando no meu rosto, eu congelei fiquei imóvel, prendi a respiração tal pavor que senti
—Não encosta em mim! —eu falei empurrando a mão dele
—Não fica com medo, bandidinha, você ja é nossa, cedo ou tarde vai entender isso! —Marco falou sorrindo
—Nossa? ? ? ? —eu falei chocada
—Exatamente! —Matteo falou batendo de leve em minha cabeça —Nossa! —ele disse
—Só nossa, se alguém encostar na nossa pequena bandidinha, esta morto! —Micael falou.
Eu olhava para eles pasma e boquiaberta, isso era serio aqueles três estavam me reivindicando como propriedade deles
—Eu não sou um objeto para ser de vocês! —eu falei e minha voz saiu tremula de medo
—Vai ser nosso objeto bem especial e delicioso! —Micael falou
—Ai meu Deus, vocês vão me estuprar! ! ! —eu conclui em pânico
—Não menina, não somos bandidos muito menos estupradores! —Matteo falou —Essa raça toda vez que aparece nas nossas mãos, arrancamos o pau fora!
—Você vai querer, na verdade vai implorar quando a tocarmos! —Marco falou
Eu comecei a chorar aqueles homens estavam me deixando mais que apavorada, os três me abraçaram eu fiquei imóvel de novo.
Céus era tão errado eu achar aquilo bom, na verdade era bom demais, com certeza eu sou maluca por gostar de três homens gigantes me abraçando
Eu sumia entre os três, realmente eu sumia e o tanto que eles eram gostosos era o tanto que eu estava apavorada.
—Pare de chorar, bandidinha! —Micael falou fazendo carinho no meu rosto
—Parem de me chamar de bandidinha e me larguem! —eu falei ainda chorando de desespero
—Só quando parar de chorar, pequena bandidinha! —Marco falou —Você só vai dormir fique tranquila, amanhã resolvemos o que fazer com voce!
MICAEL
Nunca me senti tão atraído por uma mulher e ainda mais por uma que ainda cheirava leite de tão nova, uma pequena delicinha de garota.
Era a primeira vez que via a menina e eu ja sabia que ela era nossa, que ela tinha que ser nossa, de qualquer jeito e mesmo que tenhamos que matar e sumir com todos a volta dela que sonhar tentar impedir que ela seja nossa, ela será de qualquer jeito.
Esse sentimento de posse era novo para mim, nunca fui de me apegar a ninguém muito menos mulher, mas essa pequena bandidinha deliciosa, era minha e dos meus irmãos e ninguém mais ousaria mexer com ela.
—Se acalma menina! —eu falei vendo que ela não parava de chora —Vamos ser bem bonzinhos com você, basta você ser boazinha conosco!
—Eu não tenho que ser nada, eu não conheço vocês e não quero conhecer! —ela falou
—Há, pequena bandidinha, você vai nos conhecer muito, assim como vamos conhecer você inteirinha! —eu falei olhando para ela e eu achei ela ainda mais bonita com aqueles olhos arregalados para nós.
—Não somos monstros, pequena ladrazinha! —Matteo falou se aproximando daquela boca gostosa e linda que ela tinha, ela colocou as mãos na boca impedindo que ele a beijasse
—Não encoste em mim, seus tarados! —ela falou com as mãos ainda na boca, nós rimos alto.
Eu tirei as mãos dela daquela boca linda, passei os dedos em seis lábios grossos e lindos, ela me olhou nos olhos, eu sorri para aquela pequena bandida.
—Tão linda! —eu falei me aproximando dela — Você é nossa, bandidinha! E quanto mais rápido você aceitar isso, mais fácil e divertido será para nós! —eu falei e ela tentou me empurrar com aquelas mãozinhas pequenas
—Me deixem em paz! —ela falou ainda tentando me empurrar, eu segurei sua cintura e a puxei para mim e beijei de leve aqueles lábios que estavam me tentando demais.
—Boa noite, bandidinha! —eu falei com a vontade de beija-la com vontade quase me consumindo por dentro
Marco e Matteo também beijaram de leve seus lábios, ela ficou parada feito uma estátua, sem ter nenhuma reação.
—Boa noite! —Marco falou —Vamos trancar tudo e dormir com a chave, caso tenha a ideia de fugir!
—Isso é cárcere privado, sabiam? —ela falou finalmente nós rimos de novo
—Isso é manter uma bandidinha longe de encrencas! —Matteo falou —Boa noite, linda bandidinha!
Nós saímos do quarto e ouvimos ela ir até a porta e trancar com a chave
—Querem ela também? —eu perguntei enquanto descíamos para trancar tudo.
—Com toda certeza, a bandidinha linda já é nossa! —Marco falou
—Que garota linda, quase não consegui manter meu pau, dentro das calças—Matteo falou — Me controlei muito para não assustar a garota logo de cara!
—Acho que ja é tarde demais para isso, ela ja esta apavorada! —eu falei rindo da nossa pequena bandidinha achando que aquela porta trancada iria nos manter longe dela se nós realmente a quiséssemos fazer ela saber que ja tinha donos !
ISABELLA:Olho assustada para Marco e Matteo e seguro a mão de Matteo.— Vem pra dentro, amor, nós vimos Matheus no bar — Marco fala, me levando para o interior do bar.— Viu? Onde viu esse desgraçado? Agora que estou acordada, deixa ele vir...— Vai fazer o quê, minha princesinha? Chutar a canela dele? — Matteo fala em tom divertido.— Vou dar um chute em você se continuar rindo de mim — falo, irritada.Marco me abraça, passando seus braços enormes pelo meu pescoço e deitando o rosto no meu ombro.— Não tem ideia do quanto fica linda assim, toda bravinha — Marco fala, me deixando ainda mais irritada.— Vocês podem me dar uma arma? Se aquele idiota se aproximar de mim, vou matar ele. Não me importa se é filho de vocês. Se encostar em mim, vou matar.Marco d&aa
MARCO:Dou risada com aquela mulher ameaçando Micael com um spray de pimenta em mãos. Deve ser a parente da Isabella; ela lembra um pouco minha esposa: cor dos cabelos, cor dos olhos. Era mais alta que a Isabella, mas quem não é maior que minha delicinha?— Meu Deus, Micael, amor, está todo molhado. — Isabella vai até Micael, tirando seu casaco para secá-lo.— A louca da sua tia me jogou um balde de água depois de ter feito um escândalo no meio da rua. — Micael fala indignado, olhando para a mulher. Isabella acaba rindo. — Você ri, sua pestinha? Já vi que tem a quem puxar. — Micael resmunga.— Você me para no meio da rua, chegando próximo ao meu prédio, falando que está com minha sobrinha grávida. Nunca te vi na minha vida. Esperava o quê? Flores? — Ela fala, encarando Micael.
MICAEL:Saímos de casa com alguns seguranças de nossa confiança. Seguimos com Isabella no carro, enquanto Micael foi de moto até o endereço que ela lhe deu, para avisar à tia dela onde ela ficaria. E vai ficar para sempre. Nossa princesinha não sai mais de nossa casa, não mesmo.— Não tem nenhuma fofoca da corporação para nos contar, amor? Sabe mais das fofocas de lá do que nós — Marco fala.Fofocas da vida alheia eram nosso vício, mas era algo que só ficava entre nós. Isabella sabia de tudo o que acontecia na corporação, bem mais do que nós, que passávamos metade do dia lá.— Tenho, mas é sobre seu amigo, então já devem saber — ela diz.— Já sabemos que a mulher do Júlio fugiu com o ex dela. Que descansem em paz os dois &m
ISABELLA:Depois que tomei um banho, fui até o closet e coloquei um vestido de alças finas, azul-claro, bem colado, na altura das minhas coxas, junto a uma bota de cano curto e solado baixo. Apesar de amar um salto, não consigo mais usar. Coloquei um casaco de couro da cor da bota por cima, fiz uma maquiagem leve, peguei uma bolsa lateral da cor do vestido, me perfumei e saí do closet.— Puta merda, que pestinha linda! — Micael falou ao me ver.Ele estava sentado na sala, mexendo no notebook. Colocou-o no sofá e veio até mim.— Onde pensa que vai, linda assim?— Preciso que me leve até a casa da minha tia. Ela deve estar preocupada. Tenho que avisar que estou aqui com vocês.Micael me puxou para perto dele e deu um cheiro no meu pescoço.— Liga para ela, amor. Apesar de que está tão linda que até merecemos
MARCO:Mas essa minha delicinha é muito marrenta mesmo. Nos deixar de fora assim... Entendo a sua raiva; merecemos. Mas, porra, era demais vê-la tão gostosa assim, gemendo desta forma, e não poder tocá-la.Meu pau chega a doer de uma maneira que fico até sem ar. Isabella geme alto, e Micael olha para nós.— É ruim estar aí, né? Lembram quando minha pestinha estava furiosa comigo e me deixou de fora? Agora é a vez de vocês...Micael provoca, bombando na nossa mulher, fazendo-a gemer mais alto.— Babaca — Matteo resmunga. — Me dá só um beijo, princesinha?— Não.Ela nem nos olha, virando o rosto e beijando Micael, que não se faz de rogado, beijando-a com vontade.— Diz que me ama, minha vida? — Micael fala.— Eu te amo, Micael... — Isabella diz
ISABELLA:Como ficar nervosa com eles assim? Era isso que não queria: ficar perto deles e não resistir. Eles sempre agiriam como animais raivosos se eu continuasse a perdoá-los facilmente. Mas era sempre tão lindo ver a felicidade deles com os bebês na minha barriga. Eram tão lindos, puta merda! Ficava quase impossível resistir.— Apesar de sermos os maridos mais bostas do mundo, nós vamos amar sua mamãe para sempre — Matteo fala com o rosto próximo à minha barriga.— Fale por vocês. Sou um marido perfeito, né, minha pestinha? — Micael fala, sorrindo.— Você é maravilhoso, Micael. Eu te amo — falo, sorrindo, e acabo rindo da expressão de superioridade que Micael lança para seus irmãos.— Pode repetir enquanto gravo isso e coloco como toque no meu celular, amor? — Micael fala, rindo. — Vou colocar no pen drive e ouvir no carro, indo e voltando do trabalho todos os dias, no carro do Marquinho.— Cala a boca, Micael — Marco fala, fazendo carinho na minha barriga. — Que bom que não foi em







