LOGINISABELLA:Matteo me abraça, olho a porta em pedaços no chão, quase dou risada dos meus maridos intensos.— Precisava ter quebrado a porta?— Te ouvimos gritar, quando chegamos, a porta estava trancada, como acha que deveríamos reagir? — Marco falou, me pegando no colo. — O que houve, meu amor?Marco me beija, parecendo estar aliviado, amo o jeito com que eles se preocupam comigo.— Aquele Matheus entrou no quarto e me assustei...— O quê? — Micael fala, se aproximando de mim e de Marco. — Aquele moleque entrou no nosso quarto? E te viu assim, de toalha?— Ele disse que vocês mandaram ele escolher um quarto, falou que entrou por engano...— Engano? O que não vai ser engano é meu pé chutando a bunda daquele moleque. — Micael me interrompe furioso.Se virando, para sair do quarto, M
MATTEO:Micael praticamente nos arrasta até o escritório. Ao chegarmos, ele fecha a porta. Vou até a poltrona perto da janela e me sento.— Estão malucos? Como chamam esse rapaz pra ficar na nossa casa?Micael parecia bem irritado. Olho para ele, sem entender o porquê da raiva toda. Aquele garoto podia ser nosso filho, nada mais sensato que ajudar ele, ainda mais sabendo que o único parente que ele tinha aqui mandamos visitar o capiroto para todo sempre.— Sabe que a possibilidade de ele ser nosso filho é enorme, não é? E, mesmo assim, o rapaz é gente boa, devemos ajudá-lo. — Falo sério.— Gente boa? Já esqueceram o jeito que ele tratava a nossa mulher?— Ele estava com raiva, sentia ciúmes dos bebês por achar que o abandonamos. Agora podemos provar que não abandonamos ele, que ele &eacu
MICAEL:Tenho que respirar fundo várias vezes para não demonstrar o ódio que estou sentindo nesse momento. Isabella mantém seus olhos em mim, por isso não posso me alterar.Dou um beijo nela, mais para me acalmar do que para passar conforto a ela, balanço meu pé incessantemente por debaixo da mesa.— Não conheço ninguém com esse nome. — Falo, batendo de leve as pontas dos dedos na mesa.Isabella sorri, pegando um papel toalha e passando na minha testa. Estou suando frio para me conter.— Quem é você? É um dos filhos da puta que está trepando com a minha mulher? — A risada nervosa que escapa da minha garganta me faz levantar.— Que cara insuportável, já volto, minha pestinha. — Dou um beijo na testa de Isabella e caminho em direção à entrada do restaurante, me
ISABELLA:Conforme a mulher foi falando sobre o parto normal, eu sentia meu coração disparar. Sei como é, desde que engravidei, assisto a alguns vídeos sobre isso, mas ainda fico apavorada.Sinto um beijo no topo da minha cabeça, levanto minha cabeça, e Marco cola seus lábios nos meus, num beijo rápido, como se soubesse o que estou pensando. Sorrio para ele.— Manu, que já passou por uma experiência com parto normal, poderia descrever essa sensação única? — A mulher fala, e a garota, que está ao meu lado, com uma barriga enorme, se levanta.— Dói pra cacete! — Ela fala e se senta, causando o riso das outras garotas.— Manu, tem a vantagem de a recuperação ser mais rápida, de ser a melhor opção para o bebê — a líder do grupo fala.— N&
ISABELLA:Assim que tomo meu café, subo ao meu quarto, pego minha bolsa e desço as escadas. Essa barriga já está me impedindo de ser ágil — não que antes da gravidez eu fosse ágil, sempre fui uma tartaruga andando, mas agora estou pior. Na metade da escada, eu sento.— Quer que eu chame um guindaste, minha vida? — Micael me provoca, rindo e subindo as escadas até mim.Dou um soco em seu peito quando ele se aproxima.— Está insinuando que estou pesada? Estou carregando os filhos de vocês na minha barriga, três ainda. Acha que é fácil? — Eu falo, e Micael me beija, me levantando em seus braços.— Você é minha rechonchudinha linda. — Micael continua me provocando enquanto desce as escadas comigo nos braços.— Você me paga, Micael. — Eu falo.— Te amo, minha rechonchudinha.Micael me coloca no chão, e pego minha bolsa, desferindo-a bem em sua bunda.— Ei, amor, aí não, pô!— Não vou deixar você me tocar durante o resto da minha gestação e até os trigêmeos completarem três anos, podendo se
MICAEL:Assim que batemos no carro de Davi, o filho da mãe correu. Micael já o interceptou com um chute na lateral do seu corpo, fazendo-o cair no chão. Desci do carro e fui para cima dele, chutando seu estômago várias vezes.— Seus filhos da puta... vou... matar um por um de vocês...O verme gritava entre os chutes que levava. Marco saiu do carro, levantou-o do chão e, em seguida, desferiu alguns socos no maldito.— Por que estão me atacando, seus loucos?!— Sabemos que o Fernando está vivo e que você ajudou ele, seu desgraçado.Eu chutei seu corpo algumas vezes. O idiota berrava de dor. Algumas luzes das casas ao redor se acenderam. Jogamos Davi no carro, e Marco saiu em alta velocidade com Davi. Eu entrei no carro de Davi e saí também. Micael também saiu com sua moto, antes que se tornasse uma confusão com os moradores.Teríamos que ligar para Thiago dar um fim nas câmeras de monitoramento do condomínio. Ele era bom nisso, já fizemos algumas vezes.Saímos do condomínio e seguimos a







