Home / Romance / Minha tentação usa terno / Não fode tudo (II)

Share

Não fode tudo (II)

Author: Roseanaautora
last update publish date: 2023-06-13 09:52:24

— Sabe que sou louco por você, Malu... — As mãos dele foram diretamente às minhas nádegas, apertando-as.

— Porra... — Abri o botão da calça dele, descendo o zíper apressadamente.

Dimitry pegou-me pelas nádegas enquanto cruzei as pernas em seus quadris, agarrando-me a ele, nossos lábios se encontrando ansiosos e enlouquecidos.

Ele me levou até a mesa de meu pai, pondo-me sobre ela enquanto o som de algumas coisas caindo no chão ecoava pela sala. Não ouvíamos quase nada dali, a não ser o som das conversas ao longe.

Dimitry abriu minhas pernas e puxou minha calcinha com habilidade, jogando-a para trás. Olhou-me com luxúria antes de umedecer os lábios:

— Você é minha, Malu.

— Me fode, Dimi... Agora...

— Primeiro com a língua, do jeito que você gosta...

— Rápido, Dimi... Seja rápido... — implorei, sentindo minha boceta clamar por ele.

Dimitri puxou meu corpo de encontro à sua boca, lambendo sem pressa minha boceta molhada, que clamava por seu pau majestoso. Deitei-me sobre a mesa, arqueando levemente as costas, num espasmo de prazer. Aquele desgraçado sabia exatamente como fazer eu enlouquecer por ele. A língua trabalhava de forma habilidosa e sem pressa, fazendo-me sentir sua saliva escorrer.

Gemi quando um dedo circulou meu clitóris com força e minhas mãos foram para seus cabelos, que puxei sem dó:

— Não demora com esta porra! — reclamei.

— Sempre apressada... — Ele riu, ainda entre as minhas pernas.

— Não tenho culpa se seu pau se encaixa perfeitamente em mim... —provoquei, puxando os fios loiros com força, fazendo-o gemer de dor.

— Sua desgraçada gostosa... — Dimi levantou e fez-me sentar, enrolando os meus cabelos entre seus dedos e puxando-os com força, até que nossos rostos ficassem frente a frente. — Diz que vai sentir saudades de mim...

— Vou sentir saudades... Do seu pau! — Mordi o lábio, deixando-o possesso.

Dimitry abaixou a calça, junto da cueca, o suficiente para liberar seu pau. Retirou do bolso um preservativo e ajustou-o rapidamente na sua extensão. Abri as pernas e o senti entrando com força, sem piedade, me estocando como se o mundo fosse acabar naquele momento e sexo fosse nosso último pedido.

Fechei os olhos e pus as mãos por dentro de sua camisa, sentindo a pele de suas costas completamente lisa e o corpo magro e atlético, queimando como fogo.

Minhas unhas cravavam nas suas clavículas, deixando-o marcado, da forma como ele gostava. Nossas bocas se encontraram e os gemidos eram contidos no beijo depravado. Senti as gotículas de suor de Dimitry escorrendo por sua pele e gozei antes dele, incapaz de segurar mais um segundo.

Dimi seguiu me estocando, um pouco menos agressivo. Depois virou-me de costas, fazendo meus pés alcançarem o chão.

— Quer que eu goze de novo, gostosão? — provoquei.

— Agora é minha vez, sua safada. Do jeito que eu gosto... — Enfiou-se de novo, profundamente, fazendo-me gemer, tão molhada que o som de seu pau me fodendo ecoava pela sala.

— Não podemos demorar... — lembrei-o.

— Ele é melhor que eu, Malu?

Por que os homens sempre precisavam fazer aquela pergunta? Era tão importante para eles saberem que eram melhores de foda do que o companheiro ao lado?

E se eu dissesse que Dimi não era melhor que Robin estaria mentindo descaradamente. Não que Robin fosse ruim... Mas minha conexão sexual com Dimitry sempre foi perfeita.

— Você é o melhor, Dimi! — O deixei satisfeito.

Eu já tinha gozado e estava muito nervosa para conseguir chegar ao orgasmo pela segunda vez. Não lembrava de ter trancado a porta e a dúvida começou a me preocupar. E Dimitry não gozava nunca.

— Goza logo, porra! — reclamei, autoritária.

Era o que ele precisava para libertar-se por completo, a camisinha enchendo-se dentro de mim. O empurrei levemente para trás, com meu bumbum e agachei-me, pegando a calcinha jogada no chão, colocando-a rapidamente.

— Onde eu ponho isso? — Apontou para o preservativo.

Peguei a lixeira ao lado da mesa e abri a tampa, fazendo-o descartar ali mesmo:

— Depois eu ponho em outra lixeira, não se preocupe. Papai não virá ao escritório hoje... E nem amanhã. E não posso sair com isso atrás de um banheiro. Aliás, você quem deve se livrar desta porra e não eu — reclamei, ajudando-o a arrumar a camisa para dentro da calça.

Dimitry realmente tinha um cérebro de gelatina e não iria encontrar um lugar para descartar a camisinha. Arrumei meu vestido e estava com a mão na maçaneta da porta quando senti a dele, quente, sobre a minha. Virei na sua direção e encarei-o, ainda sentindo meu coração acelerado.

— Não aceito que seja nossa última foda — ele disse seriamente.

— Você pediu a última.

— Malu, você sabe que não consegue ficar sem mim.

— Dimi, foi sempre sexo. E você sabe disto. — Fui sincera.

— Sexo de boa qualidade.

— Ainda assim, “sexo”... Só isso.

— E quando eu sentir saudade?

Eu ri:

— Pensa em mim... E sabe o que fazer. — Pisquei.

Abri a porta e olhei pelo corredor, que estava vazio.

— Espera aqui um pouco e sai depois de mim, para não dar na vista. Não quero que ninguém nos veja juntos.

— Somos primos. Que mal tem? Sempre fomos muito “ligados”.

— Fisicamente — falei séria.

— E emocionalmente.

Arqueei a sobrancelha:

— Não fode tudo, Dimi!

Saí sem olhar para trás, um pouco incerta se Dimitry estava conseguindo separar as coisas.

Por incrível que pareça, Heitor, Theo e Robin ainda falavam no meio da sala. E eu tinha certeza que era sobre negócios. Era exatamente isso que me irritava em Robin: falta de tempo para mim e noção de que a vida não era só ganhar dinheiro.

Entrei no meio do círculo que eles fizeram com seus corpos e meu pai pôs o braço sobre meus ombros:

— Onde estava, Malu?

— Eu... Fui ao banheiro. — Senti-me culpada e não olhei em seus olhos.

Robin pegou minha mão e tentou dar-me um beijo, mas recuei. Apesar de tudo eu tinha meus princípios. Não podia beijá-lo sendo que tinha acabado de beijar outro homem. Isso fazia eu não ser uma garota tão ruim. Ou não fazia diferença? Eu era uma vadia sem coração.

Continue to read this book for free
Scan code to download App

Latest chapter

  • Minha tentação usa terno   Epílogo

    Theo abriu a porta e me ajudou a descer do carro. Minha barriga pesava e eu me cansava com facilidade.O carro de Heitor parou atrás do nosso e ele e Bárbara desceram, vindo ao nosso encontro.Nos encaminhamos todos juntos até a lápide de Salma Hernandez, junto das tantas que ocupavam a grama verde e bem cuidada. Theo segurava minha mão carinhosamente.- Oi, amiga! – Babi falou com a voz embargada – Eu trouxe alguém que queria muito fazer algo por você.Respirei fundo, incerta se estava emocionada ou não. Embora tivesse sim me consternado com a situação vivida por Salma, não conseguia ter sentimentos por ela.- É errado eu não conseguir pensar nela como minha mãe? – Olhei incerta para Bárbara.- Não, meu amor. Não é errado.Olhei para o nome dela na lápide e consegui dizer:- Nem sei se acredito que está me ouvindo, Salma. Mas gostaria que seus diários acabassem aqui, junto de você. Finalmente é hora de nos livrarmos deles. Obrigada por ter escrito sua história. Ela nos elucidou muita

  • Minha tentação usa terno   O aniversário (II)

    Percebi Theo ficar incerto sobre como agir. Até que os olhos lacrimejaram e me pegou no colo, rodando-me tantas vezes que me deixou completamente tonta.Quando finalmente me deixou no chão, Babi pegou minha mão, recriminando o filho:- Theo, você não pode fazer isso. Ela vai enjoar... Sem contar as tonturas que já são de praxe você ainda a roda mil vezes...- Não tenho tido enjoos... Nem tonturas. – Sorri, feliz – A não ser quando alguém me pega no colo e me roda feito louca. – Olhei para meu marido.- Há quanto tempo você sabe? De quantas semanas está? – Heitor quis saber.- Esperei completar 12 semanas. Fiquei com medo... De acontecer o que houve da outra vez. – olhei para Theo – Desculpe não ter contado para você antes, mas... Enfim, não queria deixá-lo alegre e correr o risco de novamente... Perder...- Meu amor, poderia ter me contado. Mas amei a forma como me surpreendeu. - Sabe que acabamos nos aproximamos com a perda do outro bebê não é mesmo? – Apertei a mão dele, de forma

  • Minha tentação usa terno   O aniversário

    Assim que Theo e eu chegamos na casa de Ben e Anon, as meninas vieram correndo na nossa direção. Theo pegou Kimberly no colo e eu Monique. Larguei a guia de Gatão e o deixei solto no pátio, para que pudesse correr.- Trouxeram presentes? – Kim perguntou.- Que vergonha, princesa! – Ben escondeu o rosto – O que falei sobre pedir presentes?- Que só podemos pedir para Ben e Anon. – Moni recriminou a atitude da irmã, dando a resposta.- Mas trouxemos presentes sim – Avisei. – Quem faz aniversário precisa ganhar presente. Isso é tradição.- Olha o tamanho do presente que Heitor trouxe! – Monique quis descer do meu colo.As duas saíram correndo em direção aos meus pais. Anon se aproximou de nós, pondo o braço sobre o ombro de Ben.- E então? Como foi organizar a primeira festa de aniversário infantil? – Perguntei, observando-os tão felizes, o amor transbordando em seus olhos.- Ben ama qualquer coisa que tenha como objetivo divertir-se. Ou seja, tirou de letra. – Anon sorriu e deu um beijo

  • Minha tentação usa terno   A minha melhor experiência (II)

    A próxima música migrou do ritmo dance para algo mais sensual e calmo. Recostei-me na cela, de costas, e lambi o cassetete, deixando-o completamente umedecido com minha saliva.- Eu não vou aguentar se fizer isso... – Theo tentou mover-se, sem conseguir.- Pode gozar novamente, Theozinho. Prometo lamber tudo depois. – Provoquei.- Me matará deste jeito... Terei que quebrar a cadeira para sair daqui e tocá-la... Não deixarei que enfie este...Sorri e chupei a ponta do cassetete antes de enfiá-lo na minha boceta, enquanto o olhava, provocantemente.Theo tentou soltar-se mais uma vez e depois passou a mover a poltrona com os pés, tamanha força que fazia, arrastando-a ao meu encontro. Embora surpresa por ele realmente estar fazendo um esforço sobrenatural e ao mesmo tempo completamente envolvida com o cassetete e o prazer que ele me proporcionava, fechei os olhos e gemi, enfiando cada vez mais profundamente.A sensação era incrível, especialmente por saber que Theo estava ali, observando

  • Minha tentação usa terno   A minha melhor experiência

    Me diverti com a expressão dele. Liguei o carro e parti em direção ao endereço do Motel que eu havia reservado.Theo, obedientemente, mesmo algemado, abriu o botão da calça e o zíper. O toquei e reclamei:- Isto ainda não está duro o suficiente.Theo riu e provocou:- Você sabe como deixá-lo duro, exatamente da forma como gosta.Mantendo uma mão no volante, com a outra peguei o cassetete e passei pelo peito dele por dentro da camisa, puxando o suficiente para estourar os botões.- Por favor... Me chupe, raio de sol... – Implorou, ajeitando-se no banco.Gargalhei:- Não mesmo, meu amor. Eu dou as ordens aqui, esqueceu?Puxei uma algema de cada vez, abrindo-as, livrando as mãos dele.- O que devo fazer, senhora Policial? – Ele perguntou.- Deve me masturbar, enquanto eu estiver dirigindo. Exijo que me faça gozar antes de chegarmos na prisão, seu delinquente.- Só Deus sabe o quanto quero beijar a sua boca neste momento, meu amor. – Theo revelou.- Não beijará a minha boca... Só a boceta

  • Minha tentação usa terno   A Polícia (II)

    Assim que chegamos em frente à porta, onde julguei ser o quarto em que meu pai estava, toquei a mão de Theo. Eu ainda usava a roupa do hospital, mas retirei a máscara, como se o fato de usar aquilo pudesse fazer com que Heitor não me reconhecesse.Theo abriu a porta do quarto, me deixando para o lado de fora. Pôs a cabeça para dentro e disse:- Oi, pai. Já estão trazendo sua companheira de quarto. – Fez cara de chateado.- Companheira? – ouvi a voz de Bárbara – Como assim companheira? Não podem botar uma mulher aqui, de jeito algum.- Vou processar a porra deste hospital. – Ouvi a voz de Heitor alterada.- Tente ser gentil, pai!- Gentil? Não tenho que ser gentil porra nenhuma.- A pessoa não tem culpa. – Theo justificou.- Falou com a sua irmã? Ela vem hoje?- Sim... Aliás... – Theo me olhou – Ela está chegando! – Sorriu.Theo abriu a porta e puxou minha cadeira, colocando-me frente a frente com Heitor e Bárbara.Nos olhamos, os três e por um bom tempo eles pareceram não entender nad

More Chapters
Explore and read good novels for free
Free access to a vast number of good novels on GoodNovel app. Download the books you like and read anywhere & anytime.
Read books for free on the app
SCAN CODE TO READ ON APP
DMCA.com Protection Status