MasukMy sister, Lily, was torn to pieces by Rogues. I sobbed, begging my Fated Mate, Alpha Ethan, to find her killers. He never did. A year later, on the anniversary of her death. I went to find Ethan, ready to tell him I was pregnant. Instead, I found him holding another omega, Bella, in his arms. “Don’t worry,” he soothed her. “No one will find out you dropped the pack's mental shield and got Lily killed. Once Harper gives up her title as Luna at the ceremony, you will be my one and only.” My heart shattered. So that was it. He never marked me, never rejected me… he wanted me to step down on my own. He was protecting my sister’s murderer. He wanted to make her Luna. I stormed in, screaming, but Bella suddenly coughed up blood and collapsed. Wolfsbane poisoning, she claimed. "She was poisoned saving me! Give me your heart's blood! It's the only thing that can save her!" Ethan looked at me with more disgust than if I were trash. “I’m pregnant! It’ll kill the baby!” I pleaded. But his Alpha Command crashed down. My body was no longer my own. I could only watch as the thick needle pierced my chest, right over my heart. Golden blood flowed out. A sharp, tearing pain ripped through my stomach… He had killed my baby. My wolf shattered inside me. I closed my eyes, reaching for a forbidden connection in the werewolf world. "Lycan King Rogan. Tomorrow, I need you to help me destroy everything in the Blackwood Pack. Including Alpha Ethan."
Lihat lebih banyakDarya observava a taça de vinho à sua frente, como se a superfície escura fosse capaz de refletir as respostas que ela não conseguia dar. Matteo, sentado diante dela, não parecia ter dúvidas.
— Não é uma decisão difícil — disse ele, encarando-a com uma calma que mais parecia impaciência. — Tu realmente queres passar o resto da tua vida a ser alvo da humilhação da tua mãe, da tua irmã e do teu padrasto miserável? E tudo isso quando és a única que tem dinheiro e sustentas a vida luxuosa deles? Ele levantou-se da cadeira. O gesto não foi brusco, mas carregava a solenidade de quem sabia exactamente o peso das palavras que estava prestes a soltar. Matteo aproximou-se de Darya, retirando uma pequena caixa do bolso. Quando abriu, o brilho frio de um anel reluziu na penumbra da sala. — Ou podes casar comigo — continuou, com a voz firme, como se oferecesse não apenas um objecto, mas um destino interdito. — Dou-te a liberdade e proteção. Esse é o verdadeiro impacto de possuir poder, Darya. Sei da cláusula estabelecida no testamento que o teu pai deixou: se casares, a tua mãe perde a pensão e será obrigada a deixar de imediato as propriedades dos Vellano. Estou ciente das ameaças que sofres desde a adolescência, para que eles possam ter controlo sobre ti e a sensação de que não és capaz de sair dessa prisão infernal. Tens medo do teu padrasto pelo envolvimento dele com a máfia, mas eu posso destruí-lo em questão de segundos. Darya manteve os olhos fixos no anel por alguns instantes. Não era uma mulher ingénua; sabia que Matteo não lhe oferecia aquilo por amor. Nada no mundo era gratuito, tudo exigia uma troca. — E o que tu ganhas em retorno? Questionou, a voz baixa, quase um sussurro. O sorriso dele foi discreto, mas letal. — Apenas o impacto de ser casado com a herdeira de um conglomerado de empresas que movimenta metade do PIB do país. Quero o teu nome, Darya. Quero a tua imagem ao meu lado para que a minha carreira política tenha o peso que preciso. É simples. Ela respirou fundo, tentando organizar os pensamentos. — Ainda podes escolher a Bianca. Ela é a favorita, a mais bonita… e o pai dela já é político. Matteo fitou-a, implacável. — Não. Eu quero-te a ti. O silêncio que se seguiu foi denso, quase sufocante. Darya pensou no pai, no que ele diria ao vê-la ali, prestes a trocar amor por sobrevivência. Sabia que ele não se orgulharia. Mas também sabia que, desde a sua morte, tudo o que lhe restava era lutar para existir dentro de uma casa que nunca a quisera. A mãe jamais a olhara com ternura; nunca perdoara o facto de a herança ter ficado com ela. O verdadeiro amor da sua mãe sempre fora Ricardo, o homem para quem voltou a correr assim que o marido morreu. Bianca, fruto desse romance, sempre fora a filha perfeita, o orgulho que ela nunca seria. Darya fechou os olhos por um instante. Quando os abriu, parecia mais fria, mais endurecida. — Eu aceito. Matteo sorriu como quem já esperava aquela resposta. Com cuidado, colocou o anel no seu dedo. Darya permaneceu a olhar para ele, sentindo o peso da escolha. Se não poderia ter o amor da mãe, então ficaria confortável com o poder. No fim, existiam diversas formas de destruir quem amamos e a pior delas é não amar de volta. A única pessoa que a amara de verdade estava morta. O pai não poderia guiá-la, a mãe nunca a quisera, a irmã era rival desde sempre. Restava apenas ela mesma. Sozinha. Mas, pela primeira vez, não mais indefesa. Matteo serviu-se de mais vinho, como se aquele brinde silencioso selasse um pacto invisível entre os dois. O cristal tilintou ao pousar sobre a mesa, e o silêncio prolongou-se até que ele voltou a falar, sem pressa. — O casamento será discreto, ao início — explicou, como quem organiza uma campanha. — Nada de manchetes escandalosas, nada de fotografias espalhadas por revistas de sociedade. Apenas o necessário para que todos saibam que és minha esposa. Depois, quando for oportuno, transformaremos a nossa união num evento público, com toda a pompa que convém a uma herdeira e a um homem em ascensão política. Darya manteve-se imóvel, os dedos a girarem o anel como se tentasse decifrar o peso daquele metal frio. — Um contrato, então — disse, sem emoção. — Casamento sem amor, apenas uma fachada. — Não te enganes, Darya. O amor é frágil. O que ofereço é duradouro: poder, estabilidade e segurança. Haverá um contrato, sim, redigido pelos melhores advogados. Não tocarei na tua fortuna, não interferirei nas tuas empresas. Apenas necessito da tua imagem, da tua presença ao meu lado. — E eu? O que recebo, além de ser o rosto conveniente na tua carreira? — Recebes liberdade — respondeu ele sem hesitar. — Não mais dependerás da boa vontade da tua mãe. O testamento do teu pai será cumprido, e ela perderá qualquer direito sobre ti ou sobre a herança. O teu padrasto deixará de ser uma ameaça. E Bianca… — fez uma pausa curta, saboreando o nome como se fosse veneno — nunca mais poderá pisar-te. O silêncio voltou, carregado de intenções ocultas. Darya pousou finalmente o copo, erguendo o queixo. — Então será um acordo escrito, assinado pelos dois. Não serei apenas um adorno. Quero cláusulas. Quero garantias. Matteo inclinou-se, os olhos negros a brilharem como lâminas. — Negociaremos cada detalhe. E quando subirmos ao altar, não serás uma vítima, Darya. Serás uma aliada. A mulher que escolhi para me tornar intocável. Ela deixou escapar uma breve gargalhada seca, quase amarga. — Parece mais um tratado entre reinos do que um casamento. — É exactamente isso — confirmou ele, sem desviar o olhar. Darya recostou-se, inspirando profundamente. A decisão já estava tomada, mas a ideia de transformar a própria vida num contrato frio deixava-lhe um travo amargo na boca. Ainda assim, havia uma estranha sensação de alívio. Pela primeira vez, não seria apenas a marionete da família. — Muito bem — disse ela, num tom final. — Casaremos. Mas quero ver esse contrato antes de subir ao altar. Matteo ergueu o copo, como se brindasse. — Verás, minha futura esposa. E quando o mundo souber, ninguém ousará tocar em ti. O vinho voltou a arder na garganta dela. Não havia romance, não havia ternura. Apenas um pacto. Um casamento que mais parecia um campo de batalha e ela, pela primeira vez, não se sentia em desvantagem.Ethan's POVAnother winter.I was huddled under a bus stop shelter, a flimsy piece of cardboard doing nothing to block the biting wind.Cough, cough, cough…Every cough felt like a knife in my lungs.My human body was pathetically weak.A simple flu could kill me now.I curled into a ball, trying to stay warm, but my hands and feet were already numb.My vision started to blur. I think this is it, I thought.I'm going to die in this forgotten corner, like a piece of trash.“Road’s blocked up ahead. Some VIP motorcade is coming through.”The grumbling of a few other homeless men reached my ears.I forced my eyes open and saw a line of black luxury cars approaching.Each one had a golden wolf crest on the door.The Lycan royal motorcade.My heart seized.Harper… is she in one of those cars?The convoy moved slowly past me.As the main car drew level with my spot, it stopped.The black, bulletproof window lowered just a crack.I strained my blurry eyes, desperate to see who was inside.I c
Harper's POVTwo months later, I was on my knees in the bathroom, retching.It was the third day in a row."Harper?" Rogan's worried voice came from outside the door. "Are you okay?""I'm… I'm fine…" I managed to say, before another wave of nausea hit me.The door opened gently. Rogan knelt beside me, rubbing my back."Maybe we should see a doctor."I looked up at him, a flicker of disbelief in my eyes."Rogan… I think… I might be…"I was too scared to say it.The memory of my last pregnancy was too painful. I didn't dare to hope."What?" he sensed the change in my tone."I might be pregnant," I whispered.Rogan froze for a second, then his face broke into the widest, most ecstatic smile I had ever seen."Really?" his voice trembled. "Really, Harper?"Half an hour later, the royal physician confirmed it."Congratulations, Your Majesties," the doctor said respectfully. "You are pregnant. About six weeks along.""And…" he glanced at the report, his eyes wide with surprise, "it's twins, Y
Harper’s POVI stood on the balcony of the Lycan Palace, feeling a peace I had never known.A year can change a person completely.I was no longer the desperate Omega begging for love, nor the vengeful woman consumed by hate. I was Harper Moon. The Lycan Queen. Chosen by the Moon Goddess herself."What are you thinking about?" Rogan wrapped his arms around me from behind, his chin resting on my shoulder."About how far we've come," I leaned back against his solid chest. "A year ago, I never could have imagined feeling this calm.""Regretting it?" he teased, kissing my temple. "Regretting choosing a troublesome Lycan King like me?"I turned in his arms, stood on my toes, and kissed the corner of his mouth."Never."Tonight was the full moon.The traditional night of the Mating Run.On this sacred night, wolves chase their mates under the moonlight, completing the most primal and pure bonding ritual.And I…I felt a familiar stirring within me.My skin grew hot, my heart raced. My white
Ethan’s POV"No! Harper! Just kill me!"I struggled, but Rogan’s power held me down like a mountain."Kill me! Don't take my wolf!"But Harper walked away without a second glance.Rogan knelt, his silver eyes glowing dangerously."Don't worry," he whispered, his voice a demonic caress. "This will be over soon."He placed his hand on my chest.An terrifying power invaded my body.It wasn't tearing me apart. It was peeling me apart.I felt something being ripped from the very depths of my soul.My wolf.The other half of me that had been there since my birth.“AHHHHH—!!!”I let out the most agonizing scream of my life.It was agony beyond imagining. A feeling of being flayed alive from the inside out, my soul scoured from my bones.Worse, I could feel my wolf crying out.Begging, fighting, saying a final, desperate goodbye.And then… it was gone.Completely gone.The warm place in my chest was now a silent, black hole.I was human.No, I was less than human. Because I remembered everythi


















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