LOGINEm menos de meia hora já estavam entrando no quarto, e sem perder tempo vão tirando a roupa um do outro. Felipe volta a brincar com aqueles seios pelos quais se apaixonou desde que os viu, eles eram lindos e deliciosos. Dessa vez Helena geme um pouco mais alto o fazendo ri do apetite que ela demonstrava ter. Logo os seus lábios abandonam os seios para aos poucos ir descendo até chegar entre as suas coxas, e depois de colocar as pernas dela sobre os seus ombros a devora com a boca e língua a fazendo gritar o seu nome ao se derramar em sua boca.
— Onde você estava escondida garota?— Eu não me escondia, eu te olhava todos os dias a espera de uma oportunidade.— Você me queria tanto assim? — Pergunta entre os beijos pelo seu corpo, mas ao invés de respostas, ele só ouve gemidos — Responde!— Sim, eu queria muito, eu sonhava com esse dia... Ohhhh — Ele volta a saborear a sua intimidade.— Você gosta disso?— Muito Óhhhh — Outra sugada — Eu quero sentir o seu gosto também.— Vem por cima, relaxa em minha boca e se delicia com o seu sorvete. — Helena se sente em um filme porno a diferença é que ela está com o homem que ela sempre desejou estar. — Você é deliciosa. Quero estar dentro de você agora.Helena se deita, se abrindo para recebê-lo. Ele veste a camisinha e ao se encaixar entre as pernas dela, ele a provoca, fazenda Helena suspender o quadril para recebê-lo.— Pede... — Ele sussurra ao seu ouvido. — Diz que me quer dentro de você— Óhhhh, não faz isso.— Isso o que? — Felipe continua a provocando, fazendo ela rebolar a espera dele — Pede, diz que me quer.— Me preenche, eu quero você dentro de mim, não me torture mais... — Falta-lhe voz para continuar, ao senti-lo entrar totalmente, ele a beija tendo as pernas dela levantadas, o recebendo por completo. Quando ele afasta os lábios ela geme e lambe os braços dele que a abraçam.— Quero você pra mim, você é muito perfeita.— Você está me levando a loucura de tanto prazer... Óhhh é muito... gostoso...— Gostosa... — E assim Felipe se derrama dentro dela, exausto.Eles ficam abraçados, por alguns minutos.— É verdade que me olhava todos os dias? — Pergunta com ela deitada em seu peito.— Sim, sempre fui apaixonada por você. — Ela sente o corpo dele ficar tenso com suas palavras — Não se preocupe, eu sei separar as coisas. Eu sou, isso não posso negar, sempre fui, mas o que eu quero agora é apenas aproveitar esses dias com você. Tem algo de errado nisso? — Pergunta, beijando o peito de puro músculos — Quero apenas aproveitar cada instante com você, enquanto está aqui comigo.— Não há nada de errado, se for assim não. Serei só seu esses dias, vou te dar muito prazer, como você me dá — Ela o olha nos olhos, agora sem óculos e procura os seus lábios — Você é deliciosa.Eles se beijam e Felipe a puxa para si para se apossar daquela boca de forma urgente, a devorando, sugando os lábios e língua, a fazendo se derreter em suas caricias, ele sabe que ela quer mais e ele jamais negaria isso a ela.Ele a pega no colo e a leva para o chuveiro, a virando de frente para a parede a faz sua mais uma vez a fazendo gemer e o chamar como súplica. Helena é incansável e insaciável, e como ele adora diversificar, na cadeira, no sofá, na mesa, ela estava sempre pronta a dar e sentir prazer. Depois do jantar ela adormece, nua em seus braços, mas acorda gemendo com os seus seios sendo sugados com paixão e luxúria.— Quer que eu pare? — Felipe pergunta sem demonstrar querer parar— Não, é muito bom isso — Felipe ri, deslizando a língua no mamilo intumescido e voltando a sugar, enquanto usa dois dedos para a deixar ainda mais pronta. — Você vai me matar de prazer.— Você me quer de novo?— Sim, sempre.E assim a noite foi para eles, os fazendo chegar na reunião com olheiras pelas poucas horas de sono, tudo o que queriam eram aproveitar aqueles dias juntos. Assim foram todas as noites e no último dia, quando só tiveram compromissos de manhã, aproveitaram toda a tarde e noite.— Acabou, amanhã teremos que voltar — Felipe fala a abraçando — Confesso que vou sentir falta de uma mulher tão perfeita como você na minha cama.— Você me conduzia, eu apenas te seguia.— Se eu quiser te ver de novo...— Acabou Felipe, por mais que eu queira, não posso faze isso comigo. Sempre fui apaixonada por você, mesmo antes de se separar, quando se separou quis apenas uma oportunidade de ficar com você. — Helena fala sem o olhar, apenas acariciando os braços que a envolve — Eu tive essa oportunidade, e estou feliz, mas eu não posso e nem quero ser a sua amante.— Quer ser a minha esposa? — Felipe pergunta sério, sem demonstrar está brincando.— Para de brincadeira — Helena dá um sorriso triste.Felipe não queria deixar de vê-la, ele não podia dizer que gostava dela, mas ela era uma companhia agradável e o satisfazia na cama como nenhuma outra, era como se eles se completassem. Se ela aceitasse os termos dele porque não se casar com ela, ainda acabaria com a fila de mulheres dando em cima dele com a intenção de o enlaçar.— Eu não estou brincando, estou falando sério e muito sério.— Você está me pedindo em casamento?— Sim, não seria um casamento convencional, mas você não seria a minha amante e sim a minha esposa. Só teríamos que deixar algumas coisas bem claras, mas sim eu serei o seu marido e você a minha mulher, moraremos na mesma casa e dormiremos juntos todas as noites.— Eu, ser a sua esposa? — Ela pergunta ainda sem acreditar.— Ao invés de uma semana seria até quando estivéssemos nos dando bem. — Ele a beija com carinho — E então, você quer ser a minha esposa?— Eu não sei...— O que eu posso fazer para te convencer, hein? — Ele brinca com os mamilos dela com os dedos pois sabe que ela sente muito tesão nos seios — Isso? Ou você gosta mais disso? — pergunta antes de os devorar os sugando como gosta de fazer com eles, isso faz ela gemer baixinho— Quer ser minha esposa? — Uma sugada mais forte — quer que eu seja seu todos os dias? — Dois dedos entra em sua intimidade — Quer viver com o homem que você ama?Ele a olha nos olhos e a beija em seguida — Responde!— Sim amor, eu quero, eu quero muito ser a sua esposa.— Minha esposa gostosa, mostra como vai ser as nossas noites, mostra.Naquela noite eles esquecem das condições para o casamento eles só querem aproveitar a última noite deles antes do casamento, se assim eles decidirem.Helena e Felipe estavam no parque com os filhos que brincavam sentados em uma manta ao ao lado deles.— Mamãe, água. Helena da água a filha que se molha um pouco, ela a seca antes de guardar o seu copinho.— Vem Miguel, beber água também. — Ela faz a mesma coisa com o filho mais velho.Aos finais de semana a familia sempre saia para fazerem algo juntos, fosse para ir ao cinema, no parque de diversão, ou mesmo fazer um piquenique como estavam fazendo. Helena engravidou pela segunda vez quando Miguel estava com três anos, deu a luz a Nicole que nasceu como o irmão, parecida com o pai. Gustavo as vezes se juntava aos sobrinhos para brincarem juntos, Helena achava estranho tio e sobrinho serem da mesma idade, a verdade é que eles pareciam mais serem irmãos pela semelhança. — Vem Nicole, vamos no balanço.— Cuidado com a sua irmã, ela ainda é muito pequena. — Nicole estava com três anos e Miguel logo faria sete anos e Helena recomenda mesmo o balanço ficando praticamente ao lado deles.—
Helena estava no salão de belezq, tinha decidido cortar os seus cabelos, deixaria eles curtos. Tomou essa decisão por tê-lo que usar sempre preso, por causa de Miguel que adorava os puxar. Ao sair do salão se depara com alguém que não lhe agrada, Bruna a olha de cima em baixo e Helena tenta passar por ela que a segura pelo braço. — Se não me soltar, corre o risco de precisar engessar esse seu braço — Helena olha para a mão que segura o seu braço, antes de olhar para a cara daquela que tinha um olhar altivo.— Parabéns você ganhou, só queria te dar os parabéns.— Não precisa se dar ao trabalho de me parabenizar, não há necessidade para isso. — Helena olha novamente para a mão que segura o seu braço. — Agora me solta que já estou perdendo a paciência. — Bruna a solta, pois não estava disposta a passar vergonha na frente das pessoas. — Helena, eu sei que Felipe te ama, só não sei o que você tem para tê-lo conquistado e o mudado como fez, pois ele hoje parece que só tem olhos para você,
Helena estava no escritório trabalhando de casa, quando entra uma jovem com um bebê chorando no colo.— Oi filho, o que foi? — Helena se levanta para pegar o filho que chorava.— Acho que ele está com saudade da mamãe dele, por isso o trouxe aqui para te ver. — Helena trabalhava de casa, ia a empresa apenas quando tinha reuniões. — Pode deixar Clara, eu vou dar o almoço dele hoje — Miguel estava com seis meses e já se alimentava de papinhas — Você está um homenzinho muito lindo filho. Helena deixa o que estava fazendo para dá atenção ao filho, que logo para de chorar por estar no colo da mãe. Ele tinha babá, mas Helena adorava dar atenção ao filho, Felipe também estava sendo um pai muito presente, Miguel já conhecia a voz do pai, que sempre que chegava da empresa o pegava no colo para o mimar um pouco. As vezes Helena nem acreditava que aquele fosse o mesmo Felipe que conheceu um dia, que gritava, xingava e brigava com todos, e o pior, não lhe dava nenhuma atenção antes de ficarem
Bruna ao receber a visita do médico, fica sabendo que teria que ficar mais alguns dias hospitalizada, para realizar alguns exames e fazer fisioterapia. Depois que o médico sai, Felipe logo entra e encontra Bruna pensativa.— Oi, Bruna. Como você está?— Oi Felipe — Ela fica o olhando, ela estava ali naquele hospital por acreditar que um filho faria com que aquele que estava a sua frente a aceitasse como mulher — Vou ficar bem, em breve estarei fora desse maldito hospital.— Estou feliz por ter acordado.— Obrigada por vir me ver todos os dias.— Espero que não confunda o que eu fiz, eu apenas precisava que acordasse.— Como está a criança? — O seu filho está bem, mas precisamos resolver a questão dele. Espero que você e meu pai cheguem a uma conclusão sobre o que fazer. — Foi um erro eu ter tido essa criança, hoje eu sei que o meu maior erro foi ter acreditado nas palavras de sua mãe, devia saber que nem um filho faria você me aceitar ...— Deveria ter pensado nisso antes de seguir
Desde que Augusto foi embora estave ciente de tudo o que acontecia com todos, através do seu assistente. Ele só evitava atender as ligações de Felipe por saber que ele iria cobrá-lo para que voltasse, mas ainda não se sentia preparado para voltar. Quando soube do acidente de Letícia, não se sentiu triste ao saber de sua morte, a verdade é que, se sentiu aliviado por saber que ela não mais iria interferir na sua vida, mas isso ele não era capaz de dizer a ninguém. Decidiu voltar quando soube que Helena tinha ido para o hospital, não foi capaz de adiar por mais tempo o seu retorno ao Brasil, já havia sobrecarregado demais Felipe. Estava na hora de enfrentar os erros cometidos e assumi-los.Para ele foi um alivio Bruna acordar, precisava conversar com ela e decidirem sobre a criança que era filho deles, iria fazer o teste de DNA e daria o seu nome a criança, não causaria mais problemas para Felipe, assumiria para todos que era o pai daquela criança. Ao ver a falta de amor de Bruna pelo p
Felipe e Helena estavam no quarto do hospital, aguardando a visita do médico, Helena estava ansiosa para poder ir para casa, queria saber como Gustavo estava se comportando. Felipe estava colocando o filho no berço quando recebem uma visita inesperada. Felipe ao ver quem entrava no quarto, após bater à porta, sentiu um alívio tão grande que parecia que um peso saia de suas costas. — Pai?! — Augusto parecia ser uma outra pessoa, estava com roupas esporte e barba por fazer, de uma certa forma parecia ser mais jovem sem as roupas formais que costumava usar. — Oi Felipe, parabéns pelo nascimento do seu filho — Augusto abraça o filho — Eu sinto muito por tudo que aconteceu. — Felipe recebe o abraço do pai — Quando o senhor chegou?— Vim direto do aeroporto. Me desculpe por ter sido um covarde. — Augusto olha para Helena — Obrigada por ter apoiado os meus filhos.Helena não consegue responder o sogro, a vontade que tinha era falar uma boas verdades para ele, o que ele menos merecia era a







