MasukPOV do Noah:
Naquela manhã, estava a supervisionar o treino dos guerreiros, a observá-los a moverem-se como um só, quando de repente uma dor afiada e esmagadora rasgou o peito. Atingiu tão de súbito e com tanta força que quase me dobrei ao meio, a mão a agarrar o coração enquanto a respiração abandonava os pulmões.
Naquele mesmo instante, senti-o. O medo da Lily. Lavou-me em ondas. O coração a disparar, o nó frio de pânico a apertar no estômago, a incerteza trém
A manhã seguinte amanheceu brilhante e quente, o ar ainda a carregar o cheiro doce da fogueira da noite anterior. Caminhei em direção ao ribeiro na extremidade do território onde a maioria das lobas se reunia para lavar e conversar. Mesmo que o Noah e eu mal tivéssemos dormido, ambos escolhemos levantar-nos cedo para verificar e ver como a celebração e o encontro tinham corrido na noite anterior, como parte do nosso dever.O Noah foi falar com o Beta e os anciãos, enquanto eu me dirigi para o ribeiro onde as outras lobas estavam. Avistei a Lucianna de imediato sentada numa rocha plana perto da margem da água. Parecia linda na luz da manhã, o cabelo solto e a apanhar o sol. Acenou-me com um sorriso brilhante.«Bom dia, Luna Lily», disse, a bater no sítio ao lado dela. «Estava a esperar que viesses. Queria falar contigo toda a manhã.»Sentei-me ao lado dela e sorri. «Bom dia. Estou feliz por te ver tão feliz. A noite passada foi linda, Lucianna. Tu e
Gemei alto enquanto ele se puxava para trás, a fricção da pele dele contra a minha a pôr os nervos a arder. Começou a mover o comprimento completo para dentro e para fora, e a sensação era estonteante. No próximo empurrão enterrou-se todo até ao fundo. Foi lento e fundo, a esticar-me tão completamente que os olhos rolaram para trás com a intensidade.Ele continuava a empurrar dentro de mim enquanto as minhas ancas começavam a mover-se num ritmo desesperado a acompanhar, e agarrei o edredão para alavanca.«Porra, estás tão apertada como sempre. O meu pau está completamente envolvido pela tua cona, meu amor», rosnou, a voz grossa de luxúria.Estava completamente perdida no som da voz dele e no ranger rítmico da cama. Era bom que estivéssemos sozinhos na mansão, pois toda a gente estava lá fora a celebrar o Encontro do Laço Lunar, porque a força dos empurrões dele e o volume dos meus gemidos teriam escandalizado qualquer um que estivesse ao alcance do
Ele puxou-se para trás só o tempo suficiente para puxar a camisa por cima da cabeça, a revelar os músculos ondulantes do peito e a força larga dos ombros. Engoli com força, a garganta seca enquanto admirava a beleza crua do corpo dele. Num borrão de movimento as calças desapareceram, deixando-o só nas boxers. A visão da enorme protuberância latejante a tensionar contra o tecido fez o coração martelar contra as costelas.Ele avançou de volta na minha direção, a reclamar os meus lábios com uma fome que beirava o selvagem. Os beijos traçaram de volta para o pescoço outra vez, a língua a lamber e beliscar o ponto doce ali enquanto a mão rastejava para baixo para encontrar o calor encharcado e molhado da minha cona.«Mmmm… Noah, ahhhhh… isso sente-se tão bem, oh Deus!» gritei, o som a ecoar sem vergonha na divisão.Senti-o sorrir de lado contra a minha pele, os dedos já a começar a acariciar as minhas pregas inchadas.«Merda, o som dos teus gemid
«O meu Alpha tornou-se um poeta e tão romântico. Porque me estás a derreter o coração com cada palavra que falas.» disse, a sorrir calorosamente para ele.Ele riu baixo na garganta e puxou-me completamente para o colo. As pernas caíram naturalmente de cada lado das ancas e eu conseguia sentir o quão duro e pronto ele já estava por baixo de mim. O fogo entre nós inflamou-se de imediato, quente e necessitado e impossível de ignorar.Momentos depois os lábios dele encontraram os meus num beijo feroz e faminto. Não foi gentil nem lento desta vez. Beijou-me fundo e reclamando, a língua a varrer a minha boca com uma ousadia que me fez ofegar e arquear contra ele. As mãos percorriam livremente as costas e a cintura e mais baixo ainda, a agarrar-me firmemente como se nunca pudesse chegar suficientemente perto.Enredei os dedos no cabelo dele e puxei-o mais perto, a encontrar cada movimento e cada toque com fogo igual. O mundo à nossa volta embaciou-se até
POV da Lily:O ar da noite era quente e doce com o cheiro a jasmim e floresta profunda. Sentámo-nos sob os ramos largos do grande carvalho na extremidade das nossas terras. A fogueira ardia baixo à nossa frente, a lançar luz dourada que se movia pela erva.Era a noite do Encontro do Laço Lunar, a tradição mensal da alcateia realizada sob o grande carvalho, onde a cada lua cheia se reuniam com os companheiros e famílias para renovar os laços, honrar a alcateia e deixar a fogueira arder brilhante até ao amanhecer. Era a única noite do mês em que a hierarquia desaparecia e tudo o que importava era a família, o amor e a puxada antiga da lua que os unia a todos.Era uma celebração tão alegre, e o coração inchou ao ver toda a gente unida e feliz. As famílias comiam juntas, os anciãos contavam histórias, e as crianças corriam e brincavam. Era uma noite em que nenhuma hierarquia importava, só a alcateia, só a família, só o laço.Encontros como es
«Mas têm de me conceder um pouco de tempo para a encontrar. Vão ter com o Alpha Lucian e digam-lhe que eu irei falar com ele pessoalmente. Contar-lhe-ei tudo o que sei relativamente à Lily.»A ganância inchou dentro de mim, escura e insaciável, a arder através de cada pensamento. Pediria ao Alpha Lucian tempo, tempo precioso, para que eu próprio pudesse ser quem a trouxesse até ele. Atrasaria o encontro deles o mais tempo possível, a segurar o destino dela nas minhas mãos até a Lily me pertencer por completo.Ninguém alguma vez saberia que o Noah já a tinha reclamado. Deixá-los-ia acreditar que eu estava pronto a ajudar a encontrá-la, a deixar-os confiar em mim enquanto escondia a verdade. Faria tudo o que estivesse no meu poder para os enganar. Viraria cada verdade do avesso, se fosse isso o que fosse preciso, para tomar a Alcateia Stormhowl e todo o poder dela através dela.Os guerreiros partiram, deixando-me sozinho no silêncio pesado das minhas







