Share

O CEO FRIO E A ENFERMEIRA DO MORRO
O CEO FRIO E A ENFERMEIRA DO MORRO
Penulis: Maria eufrasio

Cicatrizes do Passado

Penulis: Maria eufrasio
last update Tanggal publikasi: 2024-09-09 21:10:20

Gael Ferraz caminhava lentamente pela orla de Copacabana, mas mal percebia o mar, o céu, ou as pessoas ao seu redor. Aquele dia, que se repetia todos os anos como uma maldição, trazia com ele uma dor sufocante, uma lembrança impossível de apagar. Era o aniversário da morte de sua mãe.Diferente de todos os outros dias, hoje ele decidira dispensar seus seguranças. Precisava ficar sozinho, sentir o peso da solidão que sempre o acompanhou, mesmo em meio à fortuna, aos negócios milionários e à bajulação constante daqueles que o cercavam. Hoje, nada disso importava. O CEO bilionário, sempre visto como frio e implacável, voltará a ser Gael, o garoto que, aos nove anos, viu sua mãe ser brutalmente assassinada diante de seus olhos.

A lembrança era tão vívida que o fazia estremecer.

Ele conseguia ver com clareza o minúsculo apartamento onde viviam, o cheiro de cigarro e álcool impregnado nas paredes, e sua mãe, que sempre fazia o possível para protegê-lo. Ela era uma prostituta, e por isso a sociedade a desprezava.

Mas para ele, ela era tudo o que tinha.

Não era afetuosa, mas havia um certo amor na maneira como o defendia, como tentava mantê-lo longe dos perigos da vida que levava.

Naquela noite, um dos vários clientes dela, tinha bebido demais e se tornou violento. Gael, escondido atrás da porta, observava impotente.

Quando o homem começou a gritar e empurrar sua mãe, algo dentro dele rompeu. Ele saiu correndo, gritando para que parasse, se colocando entre os dois, tentando, com toda a inocência e coragem de uma criança, proteger a única pessoa que lhe importava no mundo e a única que ele tinha.

O tapa veio tão rápido que Gael mal teve tempo de se preparar.

O impacto o jogou contra a parede, sua visão ficou turva, mas ele ainda conseguia ver sua mãe correr até ele.

"Deixa meu filho em paz!", ela gritou, com o desespero de uma leoa protegendo seu filhote.

Mas antes que pudesse fazer mais alguma coisa, o homem desferiu um soco brutal em seu rosto, um soco que a jogou violentamente contra a quina da cômoda

.Gael viu quando o corpo dela caiu no chão, imóvel.

O sangue começou a escorrer, formando uma poça ao redor da cabeça dela.

Ele gritou, correu até ela, mas já era tarde. O homem fugiu sem olhar para trás, e a polícia sequer se deu ao trabalho de investigá-lo. Para eles, ela era apenas mais uma prostituta morta, um caso insignificante em uma cidade onde tragédias como essa eram rotineiras.

Anos se passaram desde aquela noite, mas a culpa nunca o abandonou. Ele se culpava por não ter sido forte o suficiente para protegê-la. Cresceu com essa dor, essa raiva, sendo depois jogado em um orfanato, onde aprendeu da maneira mais difícil que o mundo não era gentil.

Só quando seu pai biológico , um homem que ele nunca conheceu, estava à beira da morte, foi que descobriram sua existência.

O homem, um bilionário, o reconheceu como seu único herdeiro, e seus avós paternos o retiraram do orfanato. Mas não por amor.

Eles não o queriam. Queriam apenas o controle da fortuna que agora, tecnicamente, pertencia a Gael. Criaram-no com frieza, sem carinho ou afeto, como um instrumento, uma peça que eles manipulavam. E Gael cresceu endurecido, aprendendo a confiar apenas em si mesmo, escondendo sua dor e amargura sob uma fachada impenetrável de poder e indiferença.

Eles não o queriam.

Tudo que eles desejavam era apenas o controle da fortuna que agora, tecnicamente, pertencia a Gael.

Eles também não tinha amor pelo filho o oai de Gael sempre o viram como o banco ambulante depois do avô de Gael perder tudo que tinha em corridas de cavalo um hobby que acabou se tornando um vicio e o arruinou.

Acabara assim ele e a esposa indo morar com o pai de Gael Arthur Ferraz.

Criaram Gael com mais frieza do que Arthur ,principalmente por ele ser um bastardo quando muitas vezes o chamavam quando o repreendia .

Ele foi criado sem carinho ou afeto, como um instrumento, uma peça que eles manipulavam. E Gael cresceu endurecido, aprendendo a confiar apenas em si mesmo, escondendo sua dor e amargura sob uma fachada impenetrável de poder e indiferença.

O presente se misturava com o passado enquanto ele caminhava, perdido em suas memórias. Até que algo o tirou de seus pensamentos , um homem se aproximava rapidamente. Gael percebeu o perigo tarde demais.

O assaltante puxou uma faca e exigiu sua carteira, mas o instinto de luta de Gael falou mais alto. Ele reagiu, como sempre fizera na vida, sem hesitação.

Contudo, apesar de sua habilidade em defesa pessoal e artes marciais, o ladrão era ágil. A lâmina cortou seu braço antes que ele pudesse desarmá-lo.

O homem fugiu logo depois, ao avistar uma viatura que ia passando ,deixando Gael parado, observando o sangue escorrer pelo seu braço.

Lanjutkan membaca buku ini secara gratis
Pindai kode untuk mengunduh Aplikasi

Bab terbaru

  • O CEO FRIO E A ENFERMEIRA DO MORRO   Anos depois... a paz tão sonhada

    O sol se punha, tingindo o céu com tons dourados e rosados enquanto Gael e Cecília caminhavam de mãos dadas pela beira da piscina do luxuoso hotel de Gael. A brisa suave balançava as palmeiras e a música ambiente preenchia o espaço, mas nada disso importava mais do que o que estavam vivendo juntos. Dois anos havia se passado desde o pesadelo que quase os separou, e agora, de alguma forma, eles haviam encontrado a paz. Aquele lugar, o hotel de Gael, tinha se tornado um símbolo do novo começo para os dois. Não era apenas um hotel; era o palco do amor que floresceu, da vida nova que estavam criando juntos, e agora, com os filhos pequenos que tinham, o cenário perfeito para celebrar seu amor. Gael, agora mais sensível e conectado com a dor dos outros, começou a fazer doações generosas para instituições que ajudavam mulheres vítimas de violência, muitas das quais acabavam se prostituindo por motivos que as levaram a caminhos difíceis. Ele sentia que tinha uma missão de ajudar a reconstr

  • O CEO FRIO E A ENFERMEIRA DO MORRO   Depois da tempestade a abonancia

    Gael estava imerso em um torpor, mas a dor que sentia no corpo era insignificante perto da angústia que corria em seu coração. Quando ele finalmente abriu os olhos, a luz do hospital era suave, mas ainda assim, ardia nas suas pálpebras. Ele estava em uma cam, uma cama de hospital e o corpo ainda dolorido, mas algo em seus olhos, um brilho de força, não havia se apagado. Cecília estava ali, ao seu lado, segurando sua mão com tanto cuidado e carinho, mas com uma força inabalável que ele conhecia bem. Ela estava cansada, os olhos vermelhos de tanto chorar, mas havia uma expressão em seu rosto que ele nunca esqueceria: alívio. E mesmo com a intensidade dos eventos que haviam passado, havia ali algo em seus corações que os unia ainda mais forte. — Gael, você está comigo. Estamos juntos. — Ela disse, com a voz trêmula, mas cheia de uma esperança renovada. A dor de vê-lo ferido não era nada comparada ao medo de perder tudo. Ela olhou para ele, e em seu olhar, ele viu mais do que sof

  • O CEO FRIO E A ENFERMEIRA DO MORRO   Será que é o fim ?

    Gustavo olhou para Gael com desprezo, como se ele fosse um simples insecto a ser esmagado. — Esse merdinha achou que eu ia deixar ele vivo para me chantagear depois, igual a vagabunda da sua mãe fez, e aquela desgraçada da cafetina dela... Sua mãe eu matei por acidente, quer dizer, só antecipei o trabalho sujo que eu ia pagar para alguém fazer por mim. Mas a cafetina, eu matei de propósito, com minhas próprias mãos. — A risada cruel de Gustavo cortou o ar gelado, e Gael sentiu a raiva queimando sua alma. Com uma força renovada, Gael tentou avançar para ele, mas o disparo veio rápido, ensurdecedor. O som do tiro foi como um trovão, e Cecília gritou em pânico ao ver Gael cair no chão, ensanguentado. Ela correu até ele, mas já era tarde. O corpo de Gael estava caído, e a vida dele parecia se esvair a cada segundo. O desespero tomou conta de Cecília, e, em um grito de dor e impotência, ela se ajoelhou ao lado dele. Foi nesse momento que a polícia invadiu o galpão, as sirenes cortando

  • O CEO FRIO E A ENFERMEIRA DO MORRO   Resgate dramático

    Gael, com a adrenalina correndo em suas veias, forçava o carro a acelerar, determinado a chegar até Cecília o mais rápido possível. A tensão em seu peito aumentava a cada segundo, o medo de que, ao chegar, algo irreparável já tivesse acontecido com ela. O sangue escorria de seu ombro, mas ele não se importava. O único pensamento que o mantinha consciente era ela, Cecília, e a necessidade urgente de resgatá-la. A estrada à frente estava escura e lamacenta, e, quando ele tentou virar uma curva fechada, o carro perdeu a aderência. O som do pneu derrapando cortou o silêncio da noite, seguido por um grito estridente do motor tentando se recuperar, mas, em um piscar de olhos, o carro deslizou para o lado e, com um barulho seco, colidiu com uma árvore. O impacto foi violento, e Gael foi jogado para frente, o cinto de segurança apertando contra seu corpo. Sua cabeça bateu no volante com força, e ele ficou alguns segundos atordoado, o rosto quente pela dor, tentando recuperar os sentidos.

  • O CEO FRIO E A ENFERMEIRA DO MORRO   Uma atitude impulsiva

    Gael entrou no prédio de sua empresa, mas sua mente estava longe. Ele tentou se concentrar nos papéis sobre a mesa, mas a raiva e o ódio cresciam como um incêndio incontrolável. Lembranças do passado o consumiam, e ele sabia que não conseguiria se concentrar até enfrentar o responsável pelo pior dia de sua vida. Ele se levantou de repente, decidido. Pegou as chaves do carro e saiu sem dizer uma palavra. Dirigiu em alta velocidade até o gabinete do senador Gustavo de Castro. A cada quilômetro, sua determinação se intensificava. Ao chegar ao prédio, a segurança tentou impedi-lo, mas Gael estava tomado pela fúria. Com movimentos rápidos e precisos, desarmou e derrubou os seis seguranças que cruzaram seu caminho. Cada golpe era carregado pela dor e pela ira que ele guardava há anos. Finalmente, ele invadiu o gabinete do senador. A porta bateu com força contra a parede, e Gustavo de Castro levantou os olhos assustados. Ele era um homem de 50 anos, com uma aparência impecável e um ar d

  • O CEO FRIO E A ENFERMEIRA DO MORRO   Se preparando para fazer justiça

    Ela ficou imóvel por um instante, o coração disparando. — Quem foi? — perguntou ela, a voz baixa e cheia de apreensão. Gael ergueu a cabeça, fitando-a nos olhos antes de responder: — Um senador. Um homem renomado, respeitado, admirado por todos... — Ele hesitou, como se ainda fosse difícil acreditar. — Mas, na verdade, ele não passa de um assassino covarde. Cecília levou uma mão à boca, abismada. — Um senador? — Ela balançou a cabeça, incrédula. . . — Como alguém assim pode esconder algo tão monstruoso?Eu quero dizer, viver pousando de homem que priva sempre a moral e os bons costumes e ser um monstro desse. Depois de alguns minutos no sofá, Cecília levantou-se e estendeu a mão para Gael, que a segurou com firmeza e se levantou. Sem dizer nada, os dois seguiram para a suíte, onde a tensão acumulada parecia ter dado lugar a uma cumplicidade silenciosa. Gael ligou o chuveiro e, juntos, entraram no box, deixando que a água morna lavasse não apenas seus corpos, mas também parte

Bab Lainnya
Jelajahi dan baca novel bagus secara gratis
Akses gratis ke berbagai novel bagus di aplikasi GoodNovel. Unduh buku yang kamu suka dan baca di mana saja & kapan saja.
Baca buku gratis di Aplikasi
Pindai kode untuk membaca di Aplikasi
DMCA.com Protection Status