Padrasto, estou molhada... Castiga-me

Padrasto, estou molhada... Castiga-me

last updateÚltima actualización : 2026-09-23
Por:  HelnActualizado ahora
Idioma: Portuguese
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Cassandra sabe que amá-lo é errado. Ele é mais velho. Proibido. O marido da sua mãe. Foi contratada para cuidar dele. Nunca imaginou que o desejasse tanto. O toque de George destrói a sua inocência, o seu beijo incendeia as barreiras que ela impôs a si própria — e, precisamente quando Cassandra finalmente cede, uma única ameaça da sua mãe regressa para destruir tudo.

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Capítulo 1

Capítulo 1 – Uma Noite Ardente

 Cassandra

“Ahhhh! Cassandra, é tão bom fazer sexo contigo!” George gritou enquanto estocava com força dentro da minha cona. Eu estava de gatas na sua cama macia, entregando-me de bom grado ao meu padrasto.

Sim, o George é o meu padrasto — o segundo marido da minha mãe —, mas há uma razão para ser eu a partilhar a cama dele agora.

Agarrou os meus seios e apertou-os com firmeza enquanto continuava as suas estocadas rápidas e intensas na minha abertura avermelhada. Os meus fluidos espirravam a cada estocada profunda do seu grande pau na minha caverna inchada.

“Ummmm! Ummmmp! A tua cona é tão apertada!” dizia enquanto me comia furiosamente.

Os meus olhos reviraram-se em êxtase enquanto acompanhava o seu ritmo, sabendo que estava perto do clímax.

Eu também queria voltar a gozar, por isso tentei acompanhar os seus movimentos, mesmo com os joelhos a tremerem de fraqueza.

“Ahhhhh! Continua! Mete com força! Come-me sem parar! Fazes sexo tão bem!” – gritei, fazendo com que George acelerasse ainda mais o ritmo.

Segurou-me as ancas com força, e senti como se estivesse a ser esmagada pela força bruta do seu grande pau a entrar fundo na minha cona.

“Estou a chegar lá, Cassandra! Aí vem! Ahhhhh!” gritou, precisamente no momento em que explodiu, libertando uma enorme quantidade de sémen quente no fundo de mim. Era tanto que transbordou da minha cona e espalhou-se pelos lençóis. Ele desabou sobre as minhas costas enquanto eu estava deitada de barriga para baixo; os seus olhos fecharam-se com força, embora ainda não tivesse tirado o pau, que continuava duro, de dentro de mim.

O sono começava a bater, mas o pensamento de como tinha ido parar àquela situação veio-me de repente à memória.

Porque é que eu — uma jovem de vinte anos — estava a aceitar ter relações sexuais com um homem três vezes mais velho do que eu, que por acaso também era meu padrasto?

Franzindo o sobrolho, deslizei para fora debaixo de George e levantei-me para ir à casa de banho tomar banho. O meu corpo estava incrivelmente pegajoso; tínhamos feito sexo pela mansão toda durante quase três horas. Ele tinha-me levado a todos os cantos da casa, e eu aceitei de bom grado; embora o visse apenas como uma figura paterna, as coisas eram agora diferentes.

Liguei o chuveiro e comecei a lavar-me. Enquanto ensaboava o corpo, a porta abriu-se de repente e George entrou.

Completamente nu, entrou ao meu lado e juntou-se a mim no banho. Ensaboou cada parte do meu corpo.

Quando a mão dele desceu para a minha cona, apoiei as costas na parede de azulejos e deixei que me dedasse enquanto me chupava um dos mamilos.

“George! Ohhhhhhh!” gemi quando três dos seus dedos começaram a trabalhar o interior da minha cona.

Os seus movimentos tornaram-se mais intensos enquanto me dedava, sussurrando ao meu ouvido: “Chama-me papá.”

“P-Papá... Ummmm!” respondi, enquanto o pau dele estocava agora dentro da minha cona.

George deu uma estocada poderosa, enterrando todo o seu pau bem fundo em mim. Puxou uma das minhas pernas para envolver a sua cintura e começou a foder-me a um ritmo furioso.

“De quem é esta cona?” – sussurrou novamente.

“Porra! Ohhhhh! Papá! É só tua!” – ofegava, de boca aberta. Ele levantava-me agora as duas pernas, suspendendo-me no ar, embora as minhas costas permanecessem pressionadas contra a parede.

“Quem é o único que pode foder a tua cona?” perguntou, rebolando as ancas de um jeito que me deixava louca com as suas estocadas.

“Ahhhhh! Papá! Só tu podes foder a minha cona! A minha cona é tua! Os meus seios! Tudo te pertence! Tu fodes tão bem! Continua, Papá! Fode-me mais! Fode-me fundo! O teu pau está tão duro! É uma sensação incrível dentro de mim!” gritei, completamente perdida no momento e entregando-me à sensação.

Embora ambos já estivéssemos molhados pelo chuveiro, conseguia sentir um tipo diferente de humidade — o fluxo dos meus próprios fluidos.

A minha cona estava escorregadia, tornando as estocadas dele incrivelmente suaves, mas, quando ele saiu, acabou por enfiar o pau no buraco errado por acidente. Soltei um gemido alto quando metade do pau dele entrou no meu cu; como ele me estava a segurar, não tive escolha a não ser aguentar. Felizmente, a minha cona estava tão molhada que os fluidos escorriam em direção ao meu rabo.

Isto serviu de lubrificante, por isso, quando George tentou estocar novamente, todo o seu pau deslizou para dentro do meu cu virgem.

“Porra! O teu cu está tão apertado! Parece que estás a chupar o meu pau para dentro!”, disse George, fazendo uma pausa para saborear a sensação do meu cu à sua volta. Voltou a caminhar para a cama com o pau ainda enterrado fundo em mim e depois deitou-me novamente.

“Ahhh! Papá! Por favor, sê gentil! Ainda dói!”, disse eu, à beira das lágrimas.

Beijou-me a testa e assentiu. “Sim, está tão quente lá dentro, Cassandra. É a primeira vez que como alguém pelo cu. É bom para caraças.”

Senti-me um pouco nervosa, sabendo com certeza que aquela não seria a primeira e última vez que ele me comeria pelo cu.

Ele estocava lentamente enquanto me chupava a língua. Chegou mesmo a deslizar dois dedos na minha cona, fazendo com que tudo acontecesse simultaneamente.

...a foder os meus dois buracos.

A minha tesão voltou em força assim que o dedo dele tocou no meu clitóris, envolvendo-me num misto de prazer e uma fisgada intensa.

“Oh... Papá!”, sussurrei.

“Queres que o papá te foda o cu? Fala! Diz ‘Papá, fode o meu cu’!”, disse ele, esfregando rapidamente o meu clitóris enquanto o seu pau estava enterrado fundo no meu cu.

A minha mente e o meu corpo travavam uma batalha. O meu cérebro resistia, com uma voz ainda a gritar: “O homem com quem ando a fazer sexo é o meu padrasto!”, mas o meu corpo era consumido por um desejo incontrolável; praticamente jorrava fluidos e implorava: “Continua! Fode-me com mais força!”

No final, o desejo venceu. “Oh... Papá, fode-me o cu!”, gritei, e ele começou a enfiar-me o cu sem tréguas até gozar, e acabámos por adormecer.

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