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41 - RECEPCIONISTA

Autor: Mavi
last update Fecha de publicación: 2026-04-26 06:21:13

Uma semana se passou. Durante esse período, Melissa começou a organizar suas coisas: arrumou as roupas e as nécessaires. Eloá fazia o mesmo, pois no fim de semana deixaria Melissa e a casa de Dante, já que um novo trabalho a aguardava na segunda-feira.

Dante e Melissa mal conversaram, desde a última conversa sobre a sua candidatura a vaga de babá, estavam claramente se evitando.

Gabriel vinha diariamente para a fisioterapia e combinou com Melissa que aquela seria a última semana, pois ela já es
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Último capítulo

  • O CEO QUE ME FERIU E AGORA ME PROTEGE   140 - CAPÍTULO FINAL

    Os sinos da igreja tocaram pela terceira vez quando o carro de Dante parou diante da escadaria. Ele desceu primeiro e, antes que Melissa abrisse a porta, estendeu a mão para ajudá-la. Melissa sorriu. O jardim da igreja estava tomado por flores claras e um perfume suave se espalhava pelo ar. Os convidados chegavam aos poucos, subindo as escadas em pequenos grupos e cumprimentando-se enquanto aguardavam o início da cerimônia. Assim que entraram, Melissa avistou Richard e Giovanna. Os dois estavam próximos ao altar, conversando com alguns convidados. Giovanna usava um vestido elegante e, ao estender a mão para cumprimentar Melissa, a aliança em seu dedo chamou sua atenção. Melissa sorriu. - O Richard quis garantir que todos percebam a aliança em seu dedo, não é? Giovanna riu e a abraçou. - Sim. Falei para ele que não precisava ser tão grossa, mas ele insistiu. Richard aproximou-se de Dante e os dois se cumprimentaram com um abraço. - Vocês sempre arrasam como padrinhos

  • O CEO QUE ME FERIU E AGORA ME PROTEGE   139 - CONSEQUÊNCIAS

    Na semana seguinte, Leon chegou à empresa com um sorriso largo no rosto. Entrou na sala de reuniões, onde já estavam Dante, Paul e alguns outros membros da equipe. Rita também estava presente. Leon olhou para todos e, ainda sorrindo, disse: - Pessoal, eu sei que isso não tem nada a ver com a reunião de hoje, mas eu gostaria de dar uma notícia muito importante para vocês. Então, quero que todos prestem atenção. Imediatamente, todos ficaram sérios, imaginando que se tratasse de alguma novidade relacionada ao trabalho. Leon fez uma pequena pausa, só para aumentar a expectativa. Então, abriu ainda mais o sorriso e anunciou, com uma entonação claramente feliz: - Eu vou me casar. Dante apoiou a mão na mesa de forma espontânea e se levantou na mesma hora. - O quê? Paul franziu a testa. - Você está com febre, Leon? Aconteceu alguma coisa? - Não, eu vou lá verificar - disse Paul. Ele se aproximou de Leon, colocou a mão em sua testa e fingiu examiná-lo com toda a serieda

  • O CEO QUE ME FERIU E AGORA ME PROTEGE   138 - BATIZADO

    Os meses se passaram, e, quando Oscar e Otto completaram seis meses, chegou o dia do batizado. Os dois já eram bebês grandes, cheios de dobrinhas, bochechas redondas e sorrisos fáceis. Haviam se tornado duas pequenas alegrias dentro de casa, cada um com sua própria personalidade, mas igualmente encantadores. Naquela manhã, a igreja estava cheia de familiares e amigos. Melissa fazia questão de manter Olie sempre por perto. Enquanto os bebês eram preparados para a cerimônia, segurava a mão da menina e, vez ou outra, ajeitava seus cabelos ou lhe dava um beijo na testa. Olie não demonstrava qualquer ciúme dos irmãos. Pelo contrário. Parecia genuinamente feliz com a casa cheia, com a família reunida e, principalmente, orgulhosa de ser a irmã mais velha. A escolha dos padrinhos também havia sido motivo de muita alegria. Oscar tinha Leon e Eloá. Otto tinha Richard e Giovanna. Richard e Giovanna já estavam juntos havia seis meses e o relacionamento havia avançado rapidamente.

  • O CEO QUE ME FERIU E AGORA ME PROTEGE   137 - EM CASA

    Depois que Richard se despediu, Dante e Melissa finalmente tiveram alguns minutos a sós. Dante permaneceu ao lado da cama, olhando primeiro para Melissa e depois para os dois filhos. Estava encantado com aquela cena. De vez em quando, sorria sozinho, como se ainda estivesse tentando acreditar que tudo aquilo era real. Ele voltou os olhos para a esposa. - Nem nos meus melhores sonhos eu poderia imaginar uma sensação dessas. Melissa sorriu. Dante respirou fundo. - Eu posso te dizer uma coisa? - Sim. - Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Ele riu baixinho e balançou a cabeça. - Talvez também tenha sido o segundo mais desesperador... mas, pelo menos, terminou com um final feliz. Melissa segurou sua mão. Dante se inclinou e beijou seus lábios. - Muito obrigado, Melissa. Muito obrigado por ter me feito enfrentar esse medo. Depois beijou delicadamente a cabecinha de Oscar e, em seguida, a de Otto. - Eu vou permanecer aqui com você durante todo o tempo da sua

  • O CEO QUE ME FERIU E AGORA ME PROTEGE   136 - MAMAR

    Dante saiu da capela ainda emocionado. Assim que atravessou a porta, apressou o passo pelo corredor. Queria comparrilhar a notícia com a Eloá e Leon. Precisava dividir com eles a notícia que acabara de receber. Quando chegou à entrada do hospital, encontrou os dois lado a lado, ainda com aquele olhar apreensivo de quem esperava por alguma notícia. Dante parou diante deles e sorriu. Leon foi o primeiro a perceber. Ao ver aquele sorriso, não conseguiu conter as lágrimas. Eloá também levou a mão ao rosto, emocionada. Dante correu na direção dos dois e os abraçou.. - Meus filhos estão bem! A Melissa também está bem! - disse entre lágrimas. Leon e Eloá o apertaram num abraço. - Dante... parabéns! - disse Leon, emocionado. Depois de alguns segundos, Dante se afastou um pouco. Ainda segurava os dois e, com carinho, colocou uma mão no rosto de Leon e depois no de Eloá. Olhou primeiro para um, depois para o outro. - Vocês aceitam ser padrinhos do Oscar? Eloá abaixou a c

  • O CEO QUE ME FERIU E AGORA ME PROTEGE   135.- LOUVADO SEJA

    Dante encostou-se à parede próxima à porta do centro cirúrgico e foi deslizando lentamente até ficar de cócoras. Quando finalmente chegou ao chão, desabou. Estava completamente sem forças. As mãos cobriram o rosto enquanto chorava. Todo o controle que havia tentado manter desde que chegara ao hospital simplesmente desapareceu. Eloá se aproximou em silêncio e se abaixou perto dele. Dante demorou alguns segundos para conseguir falar. - Eloá... por favor. Me deixa um pouco sozinho. Ela permaneceu ali por um instante, olhando para ele. - Claro. Se precisar de mim, estarei na entrada do hospital, junto com Leon. Dante apenas assentiu. Eloá se levantou e se afastou, deixando-o sozinho no corredor. Quando percebeu que ela havia ido embora, Dante ergueu os olhos para o teto. As lágrimas continuavam escorrendo. - Você gosta de me ver sofrer, não é? Sua voz estava quebrada. - Você gosta de me torturar. É isso? Quer que eu me renda? Quer que eu implore? Ele respirou f

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