共有

O Diário de Treino Íntimo
O Diário de Treino Íntimo
作者: Traço

Capítulo 1

作者: Traço
Meu nome era Viviane Barros. Acabei de entrar na faculdade, e por causa do meu rosto lindo e do meu corpo bem delineado, fui eleita a Musa da faculdade. Mas, recentemente, uma fofoca maldosa começou a circular: diziam que eu era promíscua e que vivia cercada por homens mais velhos, carecas e ricos.

A mentira parecia tão real que eu nem conseguia encontrar palavras para me defender. A fofoca crescia como fogo em palha seca, e todos pareciam acreditar nela. Eu não tinha coragem de ir às aulas de educação física, porque sempre que eu aparecia no ginásio, os olhares dos rapazes se cravavam em mim. Eles riam, cochichavam e faziam comentários cruéis:

— Olha só a vaca correndo desse jeito... Será que ela está tentando seduzir alguém?

— Dizem que ela passa as noites com vários sugar daddies. Deve ser bem habilidosa.

Em um dia particularmente ruim, um grupo de garotos me cercou. Eles riam e trocavam olhares maliciosos, enquanto um deles se aproximou com um sorriso debochado.

— Quanto você cobra por uma noite? — Perguntou ele, com uma falsa gentileza. — A gente pode te ajudar a conseguir mais clientes.

Todos os rapazes riram, como se eu fosse uma piada. Eles aproveitaram a situação para me tocar, e mãos deles que se estendiam demais e ultrapassavam os limites. Mas o pior não era isso. Eles me prensaram no meio deles, e eu podia sentir o calor e a rigidez de seus membros pressionando contra mim.

Minha cintura, sempre tão sensível, parecia pegar fogo. Eu só conseguia apertar minhas pernas e morder os lábios, tentando conter o desconforto e a vergonha. Felizmente, naquele dia, tio Lorenzo apareceu na escola para resolver um assunto e, ao me ver naquela situação, ele imediatamente interveio e os afastou.

Depois disso, comecei a evitar as aulas de educação física. Só aparecia no último minuto, quando a aula já estava para começar, e saía assim que terminava, tudo para não chamar atenção.

Na faculdade, todo ano acontecia um teste físico obrigatório. Como eu nunca tinha treinado, acabei reprovando. Estava tão apavorada com a ideia de fazer a recuperação que me tranquei no meu quarto alugado, sem coragem de sair.

Quando Lorenzo soube disso, ele veio diretamente ao meu apartamento.

— Viviane, assim não dá. Não adianta fugir. Não tenha medo, eu vou te ajudar. — Disse ele, com aquele tom grave e sério de sempre.

Lorenzo era amigo do meu pai. Depois que meus pais morreram em um acidente de carro, há cinco anos, ele assumiu a responsabilidade de cuidar de mim e financiar meus estudos. Ele também vivia sozinho, e, com o tempo, criamos uma relação de confiança e dependência.

Eu, no entanto, não queria ouvir nada. Me escondi debaixo do cobertor, tentando ignorá-lo. Mas Lorenzo, sem paciência, puxou o cobertor e me tirou da cama.

Minha camisola estava toda bagunçada, subindo pelas pernas, revelando minha pele clara e macia. A renda rosa da calcinha aparecia de forma sutil.

A respiração quente de Lorenzo bateu nos meus seios. O decote da camisola era grande demais e mal conseguia cobrir o suficiente. Minha pele ficou corada na hora, um calor subindo pelo corpo.

Os olhos de Lorenzo escureceram, e uma expressão feroz passou pelo rosto dele. Ele parecia um predador, como se quisesse me devorar ali mesmo. Mas, rapidamente, ele desviou o olhar para a janela, tentando recuperar o controle:

— Fugir não resolve nada. Você precisa enfrentar isso.

Ele foi até o armário, pegou minhas roupas de ioga e as entregou para mim:

— Troque de roupa. Vou te levar para a academia.

Olhei para os braços fortes dele, com músculos bem definidos, e para o corpo impecavelmente trabalhado. Pensei comigo mesma:

"Com tio Lorenzo me ajudando, passar nesse teste de educação física vai ser moleza."

Depois que vesti a roupa de ioga percebi que Lorenzo ficou me observando por um longo tempo. Ele engoliu seco, e seu olhar ficou mais sério. Então, ele franziu as sobrancelhas e mudou de ideia.

— Melhor treinarmos aqui em casa mesmo. — Disse ele, desviando o olhar.

Sem entender, apenas concordei.

Na sala, Lorenzo colocou um colchonete no chão e começou a me ensinar a fazer agachamentos.

Eu não conseguia me equilibrar de jeito nenhum, e Lorenzo estava bem atrás de mim.

— Quando você for abaixar, pense que está sentando em uma cadeira. — Explicou ele, segurando meu quadril com firmeza para corrigir a postura.

Eu me apoiei no peito dele, sentindo os músculos duros do abdômen. Meu coração acelerou, e minha respiração ficou descompassada.

Quando tentei abaixar novamente, sem querer, meu quadril encostou no meio das pernas dele. Senti algo duro pressionar contra mim. Um arrepio percorreu meu corpo, e uma onda de calor subiu rapidamente. Antes que pudesse controlar, uma umidade inesperada surgiu entre minhas pernas.

Lorenzo pareceu confundir minha reação. Ele me puxou para um abraço apertado, com um olhar preocupado:

— Viviane, você está bem?

A respiração dele, quente e pesada, entrou diretamente no meu ouvido. Meu rosto ficou ainda mais vermelho, e, envergonhada, me escondi no peito dele.

— Estou bem, tio Lorenzo. — Murmurei, com a voz baixa.

— Se está tudo bem, vamos continuar. — Disse ele, com gentileza. — Faça um pouco de aquecimento primeiro. Se os músculos estiverem tensos, você pode se machucar.

Saí do abraço dele e comecei a fazer polichinelos e levantar os joelhos. Mas, com cada movimento, meus seios balançavam desconfortavelmente. A roupa de ginástica, apertada, não ajudava em nada.

Lorenzo tinha comprado a roupa de ioga para mim, mas ele não considerou que eu precisaria de um top esportivo feminino.

Eu respirava fundo, tentando me concentrar no exercício, mas me perguntava por que Lorenzo não mandava parar. Percebi que Lorenzo não parava de olhar. Seus olhos estavam fixos nos meus seios, quase hipnotizados. Era o mesmo olhar que os garotos da faculdade tinham.

Além disso, a calça dele estava tão esticada que formava uma tenda evidente.

Meu rosto ficou ainda mais quente, e parei de me mover, apoiando as mãos nos joelhos para tentar recuperar o fôlego. Lorenzo, do alto de sua altura, olhou diretamente para dentro do meu decote. Ele, com certeza, conseguia ver mais do que deveria.

Sentindo-me exposta, cobri os meus seios com as mãos:

— Tio Lorenzo, estou me sentindo mal...

Lorenzo pareceu acordar de um transe. Segurou meu braço com suas mãos ásperas e perguntou, com preocupação:

— Viviane, o que está acontecendo?

Aproveitei a oportunidade para me jogar no peito dele, tentando descansar um pouco. Com as bochechas coradas, olhei para ele e murmurei:

— Acho que preciso de um top esportivo, tio Lorenzo.

Lorenzo arregalou os olhos, como se tivesse se dado conta de algo:

— Ah, é verdade! Eu esqueci disso! Vamos comprar um para você depois. Mas, e agora? Como continuamos o treino sem isso?
この本を無料で読み続ける
コードをスキャンしてアプリをダウンロード

最新チャプター

  • O Diário de Treino Íntimo   Capítulo 9

    Lorenzo se desesperou:— Eu errei, Viviane, eu admito. Mas, se tem alguma coisa te machucando, você precisa me contar.Quanto mais ele falava assim, mais injustiçada eu me sentia. No fim, eu resolvi abrir o jogo de uma vez:— Tio Lorenzo, eu gosto de você. Só que você vive achando que eu sou só uma menina. Então eu só tenho coragem de esconder o que sinto e fazer tudo dar errado de propósito, pra você ficar preocupado comigo, pra não ir embora. Eu sei que isso é feio. Eu me sinto mesquinha.Lorenzo não pareceu exatamente surpreso. Ele apenas ficou em silêncio. A atitude dele me deixou ainda mais irritada, e o medo que eu tinha foi sumindo.Eu decidi revelar outro segredo.Três anos antes, a família de Lorenzo tinha apresentado uma mulher ótima para ele. Os dois se deram bem, começaram a namorar, já falavam em casamento.Eu fui atrás dela e contei, em voz baixa, que o tio Lorenzo parecia perfeito, mas que, na verdade, ele aparecia no meu quarto à noite. Eu disse que a gente já tinha dor

  • O Diário de Treino Íntimo   Capítulo 8

    Eu afastei a mão de Gabriel com um tapa:— Sua namorada acabou de sair chorando. Você não vai atrás dela?Gabriel, percebendo que não ia acontecer mais nada comigo, finalmente se virou e correu em direção à porta:— Dora, me escuta, deixa eu explicar…Eu fiquei olhando meu reflexo no espelho: o figurino rasgado, a meia detonada, meu corpo todo marcado como se eu tivesse acabado de ser usada. De repente, eu achei tudo aquilo quase engraçado.Eu tinha passado o dia inteiro sendo provocada, e, no fim, nada se concretizava. O desejo dentro de mim só aumentava. Quando era que eu ia poder viver essa intimidade toda com alguém que fosse realmente o meu amor?Eu fechei os olhos e levei uma das mãos ao próprio peito, fingindo que era a mão dele. Eu imaginei o abraço quente dele me envolvendo, meu corpo amolecendo inteiro nos braços daquele homem.A mão imaginária desceu pela minha barriga, continuando a exploração. Antes que eu percebesse, pequenos gemidos começaram a escapar da minha boca. O r

  • O Diário de Treino Íntimo   Capítulo 7

    Era verdade, eu precisava trocar de roupa.Eu olhei para o céu e já estava completamente escuro. Ainda bem que a sala do grupo de dança ficava ali perto. Os alunos quase nunca trancavam a porta, e àquela hora a maioria dos alunos já tinha ido embora.Eu vesti a jaqueta do Breno por cima e fui me esgueirando até o vestiário nos fundos da sala do grupo de dança. Quem tinha me contado esse "segredo" tinha sido a Amanda.Amanda dizia que, uma vez, depois de transar com o namorado no bosque atrás do campo, a roupa dela ficou toda rasgada. Ela veio aqui, pegou um figurino emprestado, e depois devolveu tudo direitinho. As meninas do grupo nem se incomodaram.Roberto não tinha como entrar comigo, então ele ficou do lado de fora, tomando conta.Eu custei a achar um armário destrancado. Quando finalmente consegui abrir um, só tinha um figurino de dança latina lá dentro: um vestido de franjas prateadas, com um decote enorme e profundo. O comprimento mal passava da metade da coxa.Pelo menos tinha

  • O Diário de Treino Íntimo   Capítulo 6

    Eu não via problema em me esfregar um pouco com o Roberto também. Eu não sentia repulsa nenhuma por ele.Eu ainda dei uns pulinhos de propósito enquanto caminhava até ficar bem na frente dele. Eu senti o peso dos meus seios chacoalhando com força.Roberto, como era de se esperar, não aguentou:— Viviane, deixa eu sentir de novo o seu gostinho.Eu fiz charme, fingindo empurrar ele, com a voz bem manhosa:— Tio Roberto, você é terrível…Ele me puxou para o peito dele num só gesto. Roberto parecia obcecado pelos meus seios:— Isso aqui é o sonho de qualquer homem. É o peito perfeito.Eu não o afastei. Eu abracei a cabeça dele contra mim, e gemidos trêmulos começaram a escapar dos meus lábios.A mão de Roberto desceu direto entre minhas pernas. Ele pareceu surpreso e começou a soltar provocações sem parar:— Se eu soubesse que você era tão carente assim, já tinha feito você gozar faz tempo.Eu resolvi soltar tudo de vez, parar de fingir recato, e meus gemidos ficaram mais longos e musicais

  • O Diário de Treino Íntimo   Capítulo 5

    Eu comecei a sentir medo. Provocar um cara daquele jeito era um jogo perigoso demais.Do jeito que Breno estava, eu duvidava que ele conseguisse chegar inteiro até o hotel. "Será que ele vai querer transar comigo aqui mesmo, no meio do nada?"A preocupação me apertava o peito, mas, ao mesmo tempo, meu coração batia cada vez mais rápido. Ainda bem que, ali perto, ficava o prédio antigo da escola, abandonado há anos.Breno me carregou para dentro de uma sala vazia. Ele deu um chute na porta, que escancarou na hora, e, sem nem se preocupar em fechar, ele me prensou contra a madeira. Os beijos choveram em cima de mim como tempestade.Era a primeira vez que alguém me beijava. Eu não sabia se era falta de ar ou nervoso, mas minha cabeça girava. Eu amoleci por inteiro, virando um fio de água. Só não escorreguei para o chão porque ele me mantinha espremida contra o peito.As mãos de Breno enlouqueceram nos meus seios. Ele foi descendo os beijos do meu rosto, pelo pescoço, até chegar ao peito.

  • O Diário de Treino Íntimo   Capítulo 4

    Os outros também não quiseram ficar para trás e se juntaram em volta de mim. Tinha mão na minha cintura, na minha coxa, e teve até quem enfiou a mão por dentro do meu decote.Um arrepio atravessou meu corpo inteiro. Eu nem sabia de quem era a mão que tinha entrado dentro da minha calça de ioga.Eu lembrei do que Lorenzo tinha me dito: que, por ter pouco contato com homens, eu era sensível demais e acabava travando."Então hoje é a chance perfeita."Eu repetia para mim mesma que eu precisava ficar calma. Se eu tinha que escolher um, tinha que ser o Breno. Ele era o líder do grupo, jogava futebol o tempo todo, tinha um corpo em forma.Se eu quisesse sair da prisão de medo que existia dentro da minha cabeça, eu tinha que conquistar ele hoje.Eu não queria que a minha primeira vez virasse uma lembrança horrível.Eu agarrei o braço de Breno com força, esfregando meus seios grandes contra ele. Meus olhos se encheram de lágrimas, com um brilho úmido e suplicante:— Breno, você não disse que g

続きを読む
無料で面白い小説を探して読んでみましょう
GoodNovel アプリで人気小説に無料で!お好きな本をダウンロードして、いつでもどこでも読みましょう!
アプリで無料で本を読む
コードをスキャンしてアプリで読む
DMCA.com Protection Status