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Capítulo 4

Penulis: Manga Pomelo
Sob o olhar esmagador do Emmanuel, acabei desmoronando. Minhas pernas fraquejaram e me deslizei sem forças contra a parede, enquanto da minha garganta brotava um gemido entrecortado e meloso que não consegui conter.

— Parece que a sua pressão caiu mesmo; você não consegue nem se manter em pé.

Emmanuel me olhou de cima no meu estado lamentável, jogada no chão; seu olhar atrás das lentes escureceu. No entanto, seu tom se suavizou de forma inesperada:

— Fique tranquila, volte para descansar.

Ao escutar aquelas palavras, me senti como se tivesse sido perdoada, e o coração, que estava preso na garganta, voltou finalmente ao lugar.

— Ob… obrigada, senhor Santillán.

Respirei fundo, contendo os tremores que me percorriam, e me apoiei na parede para me levantar, desejando escapar o quanto antes daquele homem aterrorizante.

— Mas… — Mal dei um passo, Emmanuel voltou a falar às minhas costas. — O celular no seu bolso não para de vibrar. Por que não atende?

Fiquei rígida e senti o meu sangue gelar.

— É… uma chamada indesejada…

Recuei em pânico, com a mente em branco, gaguejando enquanto tentava inventar uma desculpa. Mas Emmanuel não me deu a oportunidade de mentir. Ele se inclinou de repente e estendeu sua mão grande, de juntas marcadas, na minha direção.

Através da saia, ele sentiu o fio do brinquedinho. Meu corpo fraquejou e por pouco não caí de joelhos no chão. Sua voz ganhou um tom perigoso:

— Ah, é? O celular está aqui?

Aquela mão deslizou seguindo a curva do meu bumbum, se meteu por baixo da barra e levantou a saia que cobria tudo.

Naquele instante, qualquer tentativa de esconder desmoronou. Aquele brinquedinho, que não parava de vibrar em alta velocidade, ficou exposto sem nenhum disfarce diante dos olhos dele.

Eu estava perdida.

Senti um estrondo ensurdecedor na cabeça e o meu rosto ficou pálido como papel.

Tinha me custado tanto esforço entrar nesta grande empresa e, no meu primeiro dia de trabalho, já estava escondida na escada de emergência fazendo algo tão indecente, pega no flagra por um dos executivos.

Com certeza me demitiriam e eu ficaria com a reputação destruída em todo o setor.

Uma mistura avassaladora de vergonha e desespero tomou conta de mim. Quando fechei os olhos, pronta para me dar por vencida e encarar a fúria dele e a minha demissão, senti um toque áspero na parte interna das coxas.

Emmanuel não disse nada; percorreu devagar o meu bumbum desnudado, roçando com a ponta dos dedos a minha intimidade trêmula, até enganchar o fio que sobressaía.

Depois, com uma lentidão enlouquecedora e torturante, começou a puxá-lo para fora.

— Ah… não…

A fricção intensa e constante disparou a minha síndrome de desejo insaciável. Minhas pernas fraquejaram e precisei jogar a cabeça para trás, enquanto da minha garganta brotava uma súplica involuntária.

— Senhor Santillán… por favor, não…

Com um leve estalido metálico, o brinquedo saiu por completo e caiu sobre a escada de emergência, onde continuou vibrando sem parar.

Emmanuel ergueu uma sobrancelha com desdém e sorriu. Com as duas mãos, imobilizou meu corpo sem forças e me abraçou contra ele. Colou os lábios na minha orelha e falou com uma voz maldosa:

— Ontem à noite você estava se divertindo muito na frente da janela, não é? Por que hoje ainda está com tanta vontade?

Aquelas palavras foram como um raio que atravessou a minha cabeça. Ontem à noite… na frente da janela…

Abri os olhos desacreditada e fiquei encarando fixamente aquele homem impecavelmente trajado, que exalava uma aura de puro autocontrole.

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