Mag-log in(Martina)
Quem ele acha que é? O dono das mulheres? Acha que só porque tem dinheiro pode ter qualquer mulher na sua cama? Não posso trabalhar com esse tipo de homem, que assedia mulheres, como poderei ficar tranquila se isso aconteceu comigo?
Chego na minha casa, vou esquentar a comida enquanto descanso os pés, contando que sai da empresa até aqui caminhando. Por pouco não me atropelam por causa de tantos problemas, não posso sair de um problema que já entro em um outro. Quase morri de susto quando o homem gritou dizendo que devia tomar mais cuidado andando na estrada.
Agora me encontro sentada com os pensamentos a flor da pele, aquele cafajeste. Toco nos meus lábios lembrando do que acontecera no seu escritório antes dele encher a boca para me humilhar e dizer porcarias. Seu beijo foi tão intenso que queria ficar ainda mais aí, sentindo seus lábios junto aos meus. Por pouco eu não cai nas suas garras, ainda bem que tomei consciência a tempo.
Agora estou lascada. Eu não vou e nem posso voltar pra aquela empresa. Tenho dignidade e quanto a dona Morgana, irei pagar tudo que devo a ela com os meus honorários naquela m*****a empresa, estava bom demais para ser verdade. Jorge pensou que eu seria mais uma daquelas que se oferecem pra ele, kkkk se enganou comigo, pois aqui ele não vai ter nada.
Me levanto para tirar a comida, estou tão faminta que nem penso duas vezes se vou ou não tomar banho para poder jantar. Tinha couve e arroz pro jantar, comi tudo sem nem ao menos tentar pensar naquele cafajeste bonitão.
— O que tá acontecendo comigo? — Me pergunto.
Melhor ir dormir que amanhã tenho que procurar emprego.
(Jorge)
Vejo Martina ir embora aborrecida com o que eu disse. Ah, tenho certeza de que ela é tão ou igual as outras que se oferecem pra mim. Não ligo, tenho certeza de que amanhã estará aqui para me atender.
Preciso tirar todo esse estresse que tenho, preciso descarregar em alguém fazendo sexo forte. Olho para a tela do meu celular, marcava 7pm, não penso duas vezes, pego no meu celular e disco o número da Valéria, em alguns segundos ela atende:
— Já pensou na proposta que fiz da última vez ? — Vale fala com pretensão na voz.
—Não estou para aturar as suas ordens, preciso que vá ao mesmo hotel de sempre agora, e só mais uma coisinha, vá bem gata e cheirosa. — Falo já sabendo da sua resposta.
—Eu quero que você me assuma, assim não dá, já estou farta de tudo isso, de receber suas ordens e de obedecê-las. — fala vale toda exigente
— Eu já falei a mesma hora e no mesmo local, não me faça perder a pouca paciência que me resta. — dou um ultimato nessa conversa...
[....]
Já estava tudo pronto, agora só faltava ligar pra Stephie dando algumas desculpas como sempre... Não sei onde estava com a cabeça quando aceitei me casar com ela. Depois de ter chamado a Stephie e ter recebido uma bronca, me dei a liberdade de pegar no meu BMW e sair dirigindo feito um louco. Assim que cheguei no hotel, me dirigi até a mesma suite de sempre.
- Finalmente chegou.- Valéria diz me vendo entrar no quarto, sentada na cama sex.
- Sabia que não ia me decepcionar cachorra.- ela rosna pra mim.
Entre beijos e carinhos selvagens, Valéria me empurra para a cama, Caio deitado, ela senta no meu membro que já estava duro de excitação por aquela vadia. Ela sim sabe fazer o quê gosto que façam na minha cama.
- Tira esse vestido logo vadia.- imploro.
- Espera, ainda tem mais.- ela tira toda minha roupa, deixando tudo a amostra. - Eu te amo gato.- lambe minha bochecha.
Ela poderia ser a minha mulher se eu quisesse, mas como?
- Não me deixa assim. Tira esse vestido logo.- agarro ela a jogando na cama, tirando seu vestido, ela sorri fogosamente maliciosa.
- Deixa que eu faço isso.- ela pede e eu concordo, ela começa dançando striptease, depois sai do quarto sem nenhuma explicação.
Como pude ser tão idiota? É claro que ela queria exercer seu poder contra meu pau, e conseguiu fazer isso. Pego no celular na tentativa de ligar pra ela e ouvir que tudo isso foi só uma m*****a brincadeira. Antes que eu ligasse, meu celular chama:
- Sentiu minha falta? Eu disse que só quando você decidir me tornar sua mulher Jorge, só assim. Esse corpo, você nunca mais terá sem que se divorcie da Stephie.
- Você irá se arrepender por ter zombado e debochado de mim.
- Não Jorge, você que irá se foder sozinho, porque não encontrará ninguém tão ou igual que fode como eu fodo.- ela desliga o celular.
E aí? Gostaram do capítulo?
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— Jorge pará! — O que acha de nos dois mais logo? — mordo o lábio inferior e esperando por sua resposta.— Só vou dizer que sim, por causa da nossa filha. — me beija outra vez e eu Caio em sua rede novamente, deixando-a fazer o quê quiser comigo. — Chega Jorge! Vai tomar banho, e enquanto eu termino de ajeitar o que falta lá em baixo. — O que acha de tomar banho comigo? Estou com saudades de você. — Eu quase Caio com suas palavras, entretanto me mantenho firme e saio do quarto quase que correndo. 1h depois eu já havia decorado toda a sala com a ajuda de Rugge. — Lyn vamos! — Pego Lyn em meus braços e subo com ela até seu quarto. Estava na hora dela começar a estar como uma verdadeira princesa para receber os convidados. Sua festa estava marcada para 3pm e faltava muito pouco para tal. Dou um banho de banheira na lyn e fico observando ela no espelho, penteando seu cabelo, parecia até uma mocinha. — Onde está o vestido que eu comprei? — Pergunto vendo ela pegando outro vestido, r
UMA SEMANA DEPOISMartinaO dia amanheceu chovendo, era aniversário de Lyn, Jorge estava na empresa junto de Rugge e Sebastian que agora eram todos amigos sem exceção. Ele não havia voltado na noite passada. — Mamãe, mamãe! — Lyn pula em minha cama, me acordando. Eu estava em minha própria casa com Jorge e Lyn. Quando saímos do hospital, eu fui direto para o presídio feminino, fazer uma visita a Steph que negou me receber, contudo, acabei deixando uma carta, dizendo o quanto eu a entendia e como eu nunca queria lhe fazer mal. E quanto a Macarena, fiz a questão de assistir o seu julgamento que passou pelo canal nacional daqui. Ela foi condenada a 20 anos, pelos sequestros e tentativa de assassinato. Jorge praticamente não parou em casa em quase nenhum dia, desde que saiu do hospital. Eu até o entendia. Ele acabara de descobrir que seu primogénito, não era seu e sim do seu amigo que o traiu com sua esposa. Para ele a dor maior, foi de saber que não era o pai de Bryan. Apesar de tudo
MACARENAApós Jorge ser levado e ser extraído a bala e ter todos tratamentos, ligo para Sebastian para me ajudar, porém ele se nega e eu não vejo outra maneira que levar ele para fora do hospital, contudo, Ruggero estava lá. Por sorte eu estava de máscara e com os cabelos cobertos, sem contar na roupa horrível que encontrei para me disfarçar. Passei por ele fácil e assim que cheguei no estacionamento, com a ajuda dos homens que haviam me ajudado antes, deixo Jorge com eles e eu saio para minha casa, buscar algumas coisas, que deixei para trás quando estava arrumando tudo. Me surpreendo quando vejo aquela cara de novo. Pergunto ríspida o que ele estava fazendo e o que queria. Sendo direto, ele responde claramente e isso chama a minha atenção quanto á ir para a casa de praia de Steph, fazer uma visita ao Bryan e a sua avó. Penso várias vezes, dirigindo. — Cheguei! — Falo para mim mesma e eu desço, e sem muita demora, vou até a porta e abro. Eu tinha a chave e a mãe de Steph me conhec
Suas palavras ecoaram em minha cabeça e finalmente raciocino. — Não me venha com essa Steph, nós ficamos apenas uma noite, uma noite de solitário.— E você lembra que nenhum dos dois quiz usar preservativo? — Me faz lembrar de como ela foi carinhosa, e muito gostosa. FASHBACK ON — Seu marido está? — Não! Ele saiu e só volta amanhã. — E você está toda produzida para ficar em casa? — Sim! Você me acha bonita? — Você é maravilhosa. — Eu sei que meu marido me trai e que dessa vez, ele não vem pra casa para ficar com alguma mulher por aí. — Steph me ofereceu uma taça de vinho e eu me sentei para lhe escutar. — Eu não sei o que dizer! — Disse com vergonha. Eu era cúmplice de qualquer maneira. — Você pode fazer uma coisa por mim? — Se estiver ao meu alcance, sim! — Então você pode fazer isso?— Steph aproximou sua cabeça e seus lábios tomaram os meus. — Não! Melhor não fazermos isso! — Porquê não? — Steph levanta do seu lugar e se sentou em minhas pernas. — Ele não me toca faz
Corre até seu carro, liga e vai até um hospital. De início ela estava receosa, então, ela o deixa em frente ao hospital e espera alguém o encontrar. Assim feito, o levaram para dentro e ela foi junto, como se estivesse com pressa e esperando outra pessoa. Enquanto isso, A polícia e Rugge chegam no local onde Martina estava. Adrentaram para vê se tinha alguém e nada, assim que deram volta na casinha, avistaram uma cova, do seu lado havia uma pá e um taco. — Martina! — Surpreso, tira Steph e imediatamente tira areia por cima do seu corpo (tina). — Me ajudem aqui! — Diz submerso aos seus pensamentos.— Ela ainda respira! Por favor, chamem uma ambulância! — Sebastian pega Martina em seus braços, e sente culpa por não estar aí a tempo para que ela não sofresse. RUGGERO Logo de imediato para Mechi para lhe avisar que estávamos com Martina e Steph. Não conto os detalhes, entretanto, digo a ela que Jorge não estava com elas, e que haviam vestígios de sangue, tanto dentro de casa como no
MartinaAinda sentada por quase meia hora, ouço os passos de pessoas chegando. A porta abre bruscamente e eu não me espanto vendo as duas de volta. — Vamos, levanta! — Steph desamarra as cordas nos meus pés, com sua amiga apontando arma para mim. — Espera! Antes me ajude a levar Jorge pro carro, assim que você terminar com ela, partirmos. — Macarena parecia preocupada com ele, e por alguns segundos eu me sinto bem com isso, porque se ela o ama, então não deixará ele morrer aqui. — Tá! Vamos com isso. — Steph me amarra de volta e vai até Jorge, o chutando. — Oh pô! Pára com isso. Eu preciso dele. Me ajuda aqui. — Macarena o segura de um lado e Steph de outro lado, praticamente arrastando ele para fora. Ele ainda estava inconsciente e pelo peso, não conseguiram carregar ele. — O que vão fazer com ele? — Com certeza elas haviam mudado de planos. — Você já vai ver! — Macarena diz sarcástica, não aguentando o peso. Pouco depois elas voltaram e me levaram junto com elas. — O que vão







