로그인— Alessandro, acho que algumas coisas não ficaram claras o suficiente aqui. Então, deixa eu te explicar a minha rotina. Eu acordo por volta das nove e meia.
— Pois na sua nova rotina passará a acordar às cinco.
— Cinco... da manhã?
— Exatamente. Nem um minuto a mais.
Ela ignorou e decidiu continuar:
— Depois de acordar fico uns quarenta minutos na cama respondendo mensagens.
— &Agr
— Claro... para você se barbear.— De certa forma, podemos dizer que sim. — Ela piscou. — Onde está sua lâmina?— Acha mesmo que eu diria?Ela arqueou uma sobrancelha:— Por que não, se você será o maior beneficiado?— Eu jamais entregaria um objeto cortante a você.— Por que não?— Você tentou me matar.— Não usei um objeto cortante. Não seja dramático, Alessandro.Paige estava mesmo me chamando de... dramático?— Usei uma coisa bem macia para que você não se machucasse tanto.— Você é... doente. — falei, com escárnio.Paige cruzou os braços:— Só porque vomito com frequência, você acha que estou doente?— Você tem sérios problemas.&m
Fiquei ali, completamente atordoado... ou melhor, decepcionado seria a palavra certa.Paige ergueu a cabeça, ainda ajoelhada no chão, e me encarou:— Me... desculpe.— Qual é a porra do seu problema com vômito?— Eu... tenho... o estômago sensível. Pelo menos, acho que tenho.Peguei-a pelo braço, já incapaz de manter qualquer resquício de tesão. Paige sempre conseguia destruir tudo de alguma forma.Olhei para meus pés... deixados no mesmo estado caótico em que ela sempre deixava tudo ao redor. Mandá-la limpar? Nem pensar! Aquilo representaria a perda de mais algumas centenas de norians que eu não estava disposto a pagar.E ela? Estava coberta de vômito.Puxei-a até o banheiro, sem nenhum tipo de delicadeza. Abri o chuveiro e a coloquei debaixo da água, com roupa e tudo.&mdas
Paige sorriu:— Isso deverá ter uma consequência, Alessandro.— Com certeza.— Escolha onde quer que eu toque... e qual parte do meu corpo usarei para tocá-lo.— Sua boca... no meu pau.Paige sorriu:— Boa escolha, carrasco.Abri o zíper da calça, afastei parte da cueca e deixei meu pau para fora.Sim, ele já estava completamente pronto, esperando por ela.— Eu... preciso de ajuda, senhor. Não sei exatamente como fazer isso.Se aquilo tivesse acontecido algum tempo antes, eu duvidaria. Mas, nos últimos dias, já não tinha certeza de absolutamente nada quando se tratava de Paige Bellini Montrelli.Ela se acomodou entre minhas pernas, com os cabelos soltos caindo sobre os ombros e as mãos pequenas, um pouco trêmulas, apoiadas em minhas coxas. Olhei para baixo e encontrei aqueles olhos grandes e
POV AlessandroQuando acordei, vi Helena entrando com água. Ela colocou a jarra sobre a mesa ao lado da minha cama e disse, sem jeito:— Desculpe-me por ter invadido sua privacidade, senhor Alessandro. Mas bati várias vezes e o senhor não respondeu. Tive medo de que... alguma coisa tivesse acontecido.Ela encheu um copo com água e o ofereceu para mim. Percebi que me sentia muito melhor e me ajeitei contra os travesseiros, conseguindo me sentar com facilidade.Bebi a água e confessei:— Eu me sinto melhor. Por que você não veio antes? Deveria ter me acordado, Helena. Dormi demais.— Não vim antes porque... — Ela abaixou a cabeça. — Estava alimentando seu dragão e os súditos dele.Arqueei uma sobrancelha:— Meu dragão agora tem súditos?— Muitos deles, senhor.Tentei não rir.
POV PaigeQuando Alessandro me pediu aquilo, senti meu estômago se contrair e meu coração acelerar tanto que achei que saltaria do meu peito e iria parar nas mãos dele.Observei a mão dele em meu pulso. Alessandro a retirou rapidamente, como se já estivesse arrependido de ter feito aquele pedido.— Eu fico — respondi depressa, antes que ele tivesse tempo de se arrepender.— Não precisa.Como eu previa, o arrependimento dele foi rápido.— Ficarei mesmo assim. — Dei de ombros e me sentei na cama.— Eu disse que não.O “não” de Alessandro não foi tão incisivo. Então decidi que ficaria.Toquei sua testa:— Você ainda está com febre.— Você não me deu um chá para resolver todos os meus problemas?— Bem... todos os seus
— Cale a porra da boca! — gritei, sentindo minha cabeça latejar. A cabeça de baixo, não a de cima.Paige simplesmente me ignorou. Pegou a xícara e a colocou bem diante de mim:— Vou fazer uma mágica — anunciou, com seriedade.Pingou algumas gotas de limão na bebida e, segundos depois, o chá se tornou rosa.— Chá das fadas. — Sorriu. — Também conhecido como chá de clitóris.— Chá de... quê?— Clitóris. Você pode beber puro. Ou... misturar com... o que sai do clitóris quando você me chupa.Caralho! Puxei a coberta quase até o pescoço, alarmado, temendo que ela visse meu pau reagindo instantaneamente.Passei um braço por baixo da coberta, peguei a xícara e bebi tudo. A essas alturas, cuspe, gozo... tanto fazia. É claro que tamb&e







