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CAPÍTULO QUARENTA E UM

Author: Bia Almeida
last update publish date: 2021-10-31 04:27:00

SARAH

UM ANO DEPOIS

A Sarah barraqueira, aquela que arrumava confusão, ficou lá traz, bem antes de conhecer o Bryan, mas tem horas que dá vontade de chamar essa, Sarah de volta. Estou eu aqui tranquilamente com meu belo marido no luau que o hotel está realizando essa noite, vocês não devem estar entendendo nada, eu e B estamos fazendo um ano de casados e viemos comemorar no mesmo hotel em que passamos a nossa Lua de Mel em Montego Bay, Jamaica, o hotel é maravilhoso, tem uma praia particular onde está sendo realizado o luau.

Voltando ao assunto, é um problema muito sério ser casada com um Adônis destruidor de calcinhas, todos os lugares que vamos, pode ser um simples supermercado, B chama muita atenção, no auge dos seus quase quarenta anos, ele esbanja beleza, seu porte grande e musculoso é de tirar o folego. Seus olhos, esmeraldas são um espetáculo à parte, sua pele bronzeada leva qualquer imaginação ao pecado.

Estamos em um círculo em volta de uma fogueira, em uma noite linda de lua cheia, abraçados curtindo as músicas que são tocadas por um belo negro. Falei com o B que precisava ir ao banheiro e ele quis me acompanhar, chegando dentro do hotel, ficou no bar me aguardando.

Quando saí do banheiro vi uma linda morena se aproximando dele, até aí tudo bem, não sou aquelas mulheres que o homem não pode conversar com uma mulher ou nem chegar perto, o B também não é assim em relação a mim.

Ao me aproximar, percebi que a fulana estava toda se querendo, jogando os cabelos, sorrisinho malicioso, parei e fiquei a uma pouca distância querendo ver qual seria o próximo passo da vadia. Não vejo problema em uma mulher se interessar por um cara e investir nele, mas quando o cara é SOLTEIRO. B usa uma aliança bem grossa no dedo e não acredito que ela não tenha visto.

—  Boa noite, tudo bem? — Ela fala cheia de sotaque, parece que é espanhola.

—  Boa noite! — B respondeu educadamente sem dar muita atenção — ponto para ele.

— Faz tempo que eu não vejo um cara tão bonito como você, bonito chega a ser um insulto, você é lindo.

— Obrigado, minha esposa também tem a mesma opinião — B levanta a mão e mostra a aliança para ela, mais um ponto para ele.

 — É até pecado um deus grego como você ser casado — porra a vadia não se manca mesmo, não posso fazer barraco, tenho que respirar fundo e resgatar meu marido — Não vejo problema nenhum em você ser casado, não sou ciumenta — antes do B responder me aproximei.

— Mas eu sou, beijo meu marido enfiando a língua dentro de sua boca de uma forma bem sensual, foi melhor agir assim do que dar um soco na cara da espanhola siliconada.

— Quer dizer que você tem ciúmes do seu marido?

— Não fique se achando B, só falei aquilo para ver se aquela vadia se mancava, ele rir e ataca o meu pescoço com beijos.

— Que pena amor que você não tem ciúmes de mim, sabe esses dois anos que estamos juntos foram poucas às vezes que vi algo parecido com ciúmes, e hoje eu pensei que você ficou com ciúmes de mim, isso me deixou muito feliz.

— Tá bom amor, sinto ciúmes de você, fiquei com ciúmes. Amo você e é obvio que sinto ciúmes, só não sou uma louca possessiva, hoje interferi porque aquela vadia passou dos limites.

— Baby me dê sua mão, ele pega minha mão e coloca em seu pau que está ereto.

— Essa cena, o beijo sensual, me deixou com um tesão do caralho, diz sussurrando em meu ouvido, eu já estava toda mole em seus braços.

— B também estou com tesão, eu quero você.

Não precisei nem de terminar de falar, ele pegou meu braço e saímos feitos loucos correndo pelo hotel até chegar ao nosso quarto. Nesse hotel os apartamentos são todos no térreo e os quartos têm acesso à piscina externa, dentro dele há uma piscina particular. B abre a porta, me encosta nela, tira meu short com a calcinha, tira minha blusa e meu sutiã, ao mesmo tempo, que eu tiro sua camisa e abro sua bermuda empurrando-a para baixo com a cueca.

Gritei de susto quando ele me pegou no colo e pulou dentro da piscina. Nos beijamos longamente, só interrompíamos os beijos para pegar folego, ele me encostou no azulejo da piscina e tomou meus seios, meu tesão era intenso e eu gemi sem pudor, a todo momento vinha na minha mente, imagens do B demostrando sua fidelidade a mim, perante ao ataque daquela vadia, nunca me senti tão segura e amada como me sinto ao lado dele.

Coloquei minhas pernas em torno da sua cintura e ele me penetrou, cheguei a sentir um pouco de dor por seu pau estar muito duro. Mal ele começou a bombear dentro de mim, senti meu orgasmo se construindo, o nosso tesão era palpável.

—  Caralho baby, se eu não me segurar vou gozar.

Ao ouvi-lo explodi em um orgasmo intenso, amoleci desabando em seus braços. Ele me tirou da piscina, me secou e colocou meu corpo amolecido e com espasmos por causa do orgasmo na cama.

B tomou minha boca e em seguida todo meu corpo, deu uma atenção especial a minha boceta me fazendo gozar mais duas vezes.

Meu marido é uma máquina de prazer, ele não é egoísta no sexo, Bry fica satisfeito em me dar prazer para depois receber o seu, nosso sexo sempre é maravilhoso, até as rapidinhas que damos em lugares inapropriados, como em sua sala na sua empresa, na minha, ou no carro.

Uma vez fomos em um evento de caridade em uma antiga Mansão em Los Angeles, nossos pais e Luke também participaram. Um homem muito bonito amigo do Luke com a maior cara de pau me elogiava o tempo todo. Meu pai ficou incomodado, meu sogro, Luke e principalmente Bryan, minha sogra, minha mãe e Lily me chamaram para irmos ao banheiro e eu dei graças a Deus, pois, o clima estava tenso. Chegando lá rimos muito lembrando as coisas que o cara falava, apesar de eu ser o foco principal, ele também rendeu elogios a todas.

Retocamos a maquiagem e saímos do banheiro, para minha surpresa Bry estava me esperando, elas seguiram seu caminho e eu parei para falar com ele, B me pegou pelo braço sem dizer nada e seguiu comigo por um corredor, pelo visto ele conhecia bem aquela mansão. Subimos umas escadas e chegamos a um corredor com três portas, B abriu a penúltima porta me puxando para dentro e a fechando em seguida. Imprensou meu corpo na porta me beijando possessivamente.

— Você gostou Sarah, de ser cantada por aquele filho da puta?

— Não B, não gostei — não minta Sarah, você estava rindo no banheiro — ele falava ao mesmo tempo, que me atacava com sua boca e seus dedos, que estavam dentro da minha calcinha.

— Estávamos rindo porque o cara é um idiota, até as nossas mães ele cantou, se a vó Beth estivesse aqui ele também a teria cantado, e ela com certeza iria gostar porque o cara apesar de ser idiota é um gato.

— Porra Sarah, é isso mesmo?

Ele retirou seus dedos de dentro de mim, estava tão bom. Eu e minha boca, tem horas que eu acho que ser sincera demais é um defeito. Bryan se afastou de mim e ficou me observando com os braços cruzados, emburrado.

— Amor não quero nada com ele e com ninguém eu amo você e só você, eu sou sua.

B grunhiu alto, me levou até uma mesa de madeira que tinha no local, que estava escuro, a única claridade era a da lua que refletia através dos vidros, levantou meu vestido que era longo deixando todo embolado na minha cintura, puxou minha calcinha a rasgando e me penetrou como um animal, ele me fodeu dizendo que eu era dele, em pouco tempo, nós gozamos. Aquela aventura foi excitante, podíamos, sermos flagrados a qualquer momento, mas eu pouco me importei, o medo, o lugar desconhecido e o ciúme do Bry querendo me marcar como dele, fez com que aquela transa fosse inesquecível.

Depois do meu segundo orgasmo Bry se deitou ao meu lado ficando de conchinha, levantou minhas pernas e me penetrou, eu estava tão úmida que seu pau escorregou para dentro de mim. Apoiei minha perna sobre ele que rapidamente começou a trabalhar com seus dedos ágeis, beliscando meu mamilo, e um, na minha fenda, a essa altura nossos gemidos já tomavam conta de todo ambiente.

Virei minha cabeça tomando sua boca, ele tirou sua mão do meu mamilo e colocou no meu nervo, gemi bem alto com seu ataque. B retirou seu pau encharcado pelo meu gozo da minha boceta e penetrou na minha fenda. Fiquei louca de tesão, rebolei desesperadamente em seu pau que estocava sem dó. Gozei em sua mão e ele gozou logo em seguida.

Ficamos uma semana na Jamaica, naquele pedacinho maravilhoso do Caribe, foram dias especiais no qual nos amamos loucamente. Tive que espantar algumas vadias abusadas e B ficou com um pouco de ciúmes de mim, mas ele é um homem controlado e não faz barraco e nem me faz passar vergonha, muito pelo contrário, ele é um homem muito educado.

Chegando em Manhattan nossa vida voltou ao normal com nossos compromissos diários. Há mais ou menos dois meses deixei de me prevenir contra a gravidez, tirei meu Diu, tenho vinte nove anos e B está com quase quarenta, acho que está na hora de dar continuação a nossa família, sei que seu sonho é ser pai, ele nunca me pressionou em relação a isso, então resolvi fazer essa surpresa para ele, fiz todos os exames para saber seu eu estava apta para gerar um filho e deu tudo certo.

Tem quinze dias que minha menstruação está atrasada, estou no médico, fiz exame de sangue, estou aguardando o resultado, achei melhor que fazer teste de farmácia. A minha ginecologista me chamou, estava com o resultado em mãos.

— Parabéns, mamãe!

Quando ouvi suas palavras me derramei em lágrimas, estava tão feliz que minha vontade foi de sair gritando pela clínica. Cheguei em casa e não contei para Amy, o B tem que ser o primeiro a saber e por isso não levei a Lily comigo. Liguei para o Hotel que o B me levou no nosso terceiro mês de namoro, ele fica aqui em Manhattan, não teria tempo para ir para outro lugar. Arrumei uma pequena mala com nossos produtos de higiene, algo para dormir e roupas para trabalhar no dia seguinte, pois, pretendo passar a noite.

Antes de ir para o hotel, passei no shopping e comprei uma caixa de presente branca e laço branco, passei na papelaria e depois fui para o hotel. Mandei uma mensagem para o Bry pedindo para ele me encontrar às sete no hotel, consegui a mesma suíte que ele reservou da outra vez.

Com os papéis que comprei fiz algumas indicações, tipo caça ao ovo de páscoa, coloquei algumas pistas para que ele siga até aonde escondi a caixa. Na última pista pedi para que ele pegasse a caixa e me encontrasse no terraço, que ele só poderia abrir na minha presença, consegui com o Peter ex ficante dá Lily que ele instalasse câmeras para filmar o B desde a hora que ele chegasse, até ao me encontrar no terraço, tenho planos para essas imagens, ele tem uma empresa de filmagem por isso que pedi a sua ajuda e contratei seus serviços.

Dentro da caixa, coloquei um macacão de bebê escrito, parabéns papai com o exame. Comprei vários sapatinhos de bebê nas cores, branco, azul e amarelo e decorei o terraço com eles, escolhi nosso jantar e pedi para que o servisse só quando eu solicitasse.

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