MasukBatem na porta da minha sala, autorizo a entrada pensando ser uma das minhas funcionárias, continuo a digitar no computador e peço que a pessoa diga o que deseja e não acontece nada, continua o silêncio, quando olho para ver quem é, tomo um susto, Bryan está na minha frente segurando um lindo buque de rosas-vermelhas com um lindo sorriso. Tenho certeza que ele faz de propósito, não é possível, esse destruidor de calcinhas acabou com mais uma. Ele está lindo com um terno cinza e a gravata rosa, até parece que não o vi se arrumar pela manhã, é que ele é tão lindo que não me canso de o admirar.
— Oi! Baby. — Oi! Bry, que surpresa. — Boa ou ruim? — Maravilhosa, obrigada pelas flores — ele saqueou minha boca, cheguei a ficar sem folego.
— O que deu em você de aparecer aqui? — Saudades. — Estou achando ótimo.
— Estava na casa dos meus pais, eles chegaram ontem, então fui matar as saudades. Aproveitei e acertei alguns assuntos da empresa com meu pai.
— E o jantar está de pé? — Sim amor, vai ser lá em casa, poderia até ser na sua.
— A minha é muito simples para recebê-los, depois que eles me conhecerem eu os convido.
— Baby, meus pais não são esnobes, você sabe que minha ex não era rica, e você tem uma boa casa só não é luxuosa porque você não quer. — Desculpe Bry, eu não quis dizer isso.
— Quando comprei minha casa, foi um ano depois de ter aberto a SV Design, meu pai queria que eu continuasse na mansão, mas eu não queria que eles continuassem a me tratar como garotinha, já tinha me formado e tinha meu próprio negócio. Meu pai e o Luke não me davam sossego, para os convencer que queria morar sozinha foi complicado, com a ajuda da minha mãe, consegui convencê-los. Quando terminei a faculdade trabalhei em uma empresa de arquitetura, como não precisava do dinheiro que recebia o guardei até ter o suficiente para começar meu negócio, já vinha juntando desde que fazia estágio quando ainda estudava. Fiz tudo escondido do meu pai e do Luke que, com certeza iriam querer arcar com todas as despesas, queria conseguir com meus próprios recursos. Minha mãe era minha cumplice e me dava o maior apoio. Só lhes contei que tinha aberto minha própria empresa depois de seis meses quando os primeiros projetos começaram a ser concluídos. Chamei Lily para trabalhar comigo, a queria como sócia, mas ela não aceitou por não ter como ajudar financeiramente. Nos conhecemos na faculdade, eu sempre a admirei por seu esforço de manter sua bolsa, ela é de família humilde e se formou com muito custo, tentei diversas vezes ajudá-la, mas ela nunca aceitou, nunca se aproveitou da minha condição financeira. Lily é minha melhor amiga e eu a amo muito.
⸻ Depois de um ano de muito trabalho que comprei minha casa, na época o valor que possuía foi essa que consegui comprar, para mim, estava ótimo, meu pai e o Luke que acharam pequena, mas gostaram do bairro e do condomínio, nunca pensei em comprar outra, como moro sozinha, para mim, é perfeita.
— Sua casa é linda baby, tenho muito orgulho de você. — Obrigada Bry, quer alguma coisa, água, suco, café? — Quero sim baby.
Bryan tranca a porta e vem na minha direção com o olhar de desejo, aí acabou de vez com minha calcinha, me encosta na mesa e saqueia minha boca.
— Baby quero foder você aqui e agora. — Não Bry, por favor, alguém pode nos ver. — Tranquei a porta, quero você. — Seus beijos se tornaram urgentes e eu já estava entregue, ele levantou minha saia e colocou seus dedos na minha boceta. — Hummm amor você está encharcada, pronta para mim.
Abre minha blusa e tira o meu sutiã, tomando meus mamilos em sua boca, seus dedos dentro de mim, fazem estrago, tenho que controlar meus gemidos, com pressa ele rasga minha calcinha e me penetra, minha saia está toda embolada na minha cintura
— Aiiiiiiiiii Bry, que delícia, seu louco, não acredito que estou fazendo isso — O que baby, fodendo com seu namorado em sua sala? Desejo foder você na minha sala, mas estou adorando fazer aqui na sua, você é muito gostosa, não tem como resistir.
— Você é um tarado, gostoso — ele riu.
Bryan não é o tipo de homem de rapidinha e eu amo isso nele, ele gosta de desfrutar bastante as sensações do sexo, a minha preocupação é o local, se eu consigo aguentar muito tempo conter os meus gemidos, nós dois sufocamos escondendo um, no outro, nossas bocas, ele mete com vontade.
— Baby, por mim, passaria horas te fodendo, sei que não posso, precisamos da nossa liberação, ficamos muito tempo aqui, mais tarde a gente continua.
Ele esfrega meu clitóris e mete sem dó, em poucos minutos, gozei e ele em seguida. Terminamos de transar e repomos as nossas roupas. Caímos na gargalhada nos divertindo com a nossa loucura.
— Bry, será que nos ouviram? — Ele deu de ombro — Baby pouco importa, é bom que todo mundo saiba que você é minha, principalmente aqueles dois rapazes que trabalham com você.
— Está dando um de ciumento senhor Campbell? — Não é ciúme, apenas cuido do que é meu — tive que rir.
— Bry, preciso adiantar algumas coisas para minha viagem, ainda vou ter que trabalhar mais uma hora.
— Certo. Volto daqui a uma hora para te buscar, passamos na sua casa, você pega o que vai precisar e depois vamos para minha casa.
— Não é melhor você dormir lá em casa? — Não baby, você vai ficar três dias fora e eu quero que seu cheiro fique na minha cama para que eu possa matar saudades de você — Ah! Bry, você acaba comigo desse jeito — ele sorriu, me beijou e saiu.
Finalizo meu trabalho, quando estava arrumando minha bolsa Bryan chega, passam das sete horas. Fui em casa, peguei minha mala e mais algumas coisas e saímos para jantar. Ele me contou como foi a conversa com seus pais, fico aliviada deles aceitarem outra mulher na vida do Bryan. Quando chegar de viagem irei falar com meus pais, é justo que eles saibam, na verdade, cheguei a comentar com minha mãe meu interesse no Bryan, ela rendeu elogios a ele, disse que ele é um ótimo rapaz, tomara que meu pai pense da mesma forma.
Chegando em sua casa não deu nem tempo de pensar, Bryan me arrastou para o quarto saqueando minha boca, faminto, disse a ele que queria primeiro tomar um banho e lógico que ele quis tomar junto, transamos como loucos debaixo do chuveiro, a água caia sobre nós enquanto ele me dava tudo penetrando com força em um vai e vem urgente, gozamos e tomamos banho de verdade.
— Baby, você precisa mesmo ir? — ele fala fazendo carinho nos meus cabelos, estamos na cama, eu deitada em seu peito — Bry, você precisa se acostumar, sempre que surge um novo projeto faço questão de analisar pessoalmente, quando é possível, quando não a Lily vai no meu lugar, mas mesmo assim antes de finalizar vou ao local verificar se foi feito corretamente. — Eu entendo baby, é que acostumei a dormir com você.
— Vai ser bom, assim você não enjoa de mim, falo brincando. — Eu nunca vou enjoar de você, penso que você que está com medo de ficar enjoada do seu namorado.
— Duvido, por mim, passava vinte quatro horas com você, aí eu queria ver se você não enjoaria, falo beijando todo seu rosto.
— Não tem como enjoar de um namorado como você. — É, por quê? — Porque além de ser um deus grego, é romântico, carinhoso, inteligente — Bryan ria o tempo todo com meus ataques de beijos e minhas palavras — tem um pau PG, não poderia ter um namorado melhor — ele gargalhou.
— Quer dizer que meu pau é perfeito e glorioso? — Sim meu namorado. — Porra, adoro quando você diz que é minha namorada. Sabe de uma coisa namorada? Esse pau está louco para entrar em você. — De novo? Faço cara de inocente. — De novo e de novo, a noite toda porque ele vai sentir saudades da sua boceta AG.
— Paro de beijá-lo e olho para ele — AG Bry, o que quer dizer? — Apertada e gostosa
Nos amamos durante a noite, estávamos tão perdidos um no, outro que parecíamos um, a sensação era de que juntamos nossas almas, os nossos olhares e a intensidade do sexo faziam nossos corpos estremecerem, nunca, senti algo assim, nem com Steven que foi o meu primeiro e o único que me apaixonei antes do Bryan.
Comigo e com o Bryan é diferente, não é um encontro só de corpo, vai muito, além disso, nossas almas se envolvem de uma tal forma que me deixam fora de mim, a impressão que tenho é que nosso corpo vai para outra dimensão, tudo a nossa volta desaparecesse, somos somente nós dois, o que temos e o que fazemos quando estamos juntos, palavras não podem descrever, o único sentimento real é o nosso amor, apesar de não termos dito com palavras é o que sentimos.
Pela manhã nos amamos de novo, apesar de serem apenas três dias que ficaremos longe, sinto um pouco de insegurança da parte dele.
Tem a ver com que, dá outra vez que fugi dele é exatamente para onde estou indo, e ainda teve o Zac. Dei o meu melhor para ele demostrando o quanto eu o quero e que nada nem ninguém tem o poder de nos separar, a não ser que a gente queira. Bryan me acompanha até o aeroporto, nos despedimos em um beijo caloroso e as palavras saltaram da minha boca.
— Eu te amo.
Ele olha para mim com os olhos lacrimejando, segura em meu rosto e me beija intensamente.
— Baby, amo você, sou um puto de um sortudo por ter você, estou muito feliz. Te amo muito.
Nos beijamos novamente com o sabor do nosso amor e das nossas lágrimas que se misturavam com a nossa língua, foi difícil sair dos seus braços, mas vou feliz porque finalmente encontrei o meu "para sempre".
EPÍLOGOBRYANCheguei em casa por volta das cinco horas da tarde e Sarah não estava, nem Amy, para mim, era normal, a maioria das vezes chego antes dela e Amy provavelmente foi para sua casa, ela costuma ir embora cedo, mas antes de ir deixa o jantar pronto e a noite esquentamos. Subi para nosso quarto, em cima da cama havia um envelope com um convite para jantar no Four Seasons, um hotel que fica aqui em Manhattan, levei Sarah lá em uns dos nossos aniversários de mês de namoro, na época não podíamos viajar porque seria a inauguração do hospital do Steven e ela que havia feito o projeto, por causa disso não pude fazer como os outros meses que a levei para outro país. Sarah conseguiu reserva na mesma suíte que ficamos hospedados quando tivemos nesse hotel.Sorri porque sabia que minha mulher estava armando alguma coisa, eu adoro fazer surpresas para Sarah, nosso casamento nunca caí na rotina, e gosto ainda mais quando ela me surpreende.Tomei um banho de banheira bem demorado porque ain
SARAHUM ANO DEPOISA Sarah barraqueira, aquela que arrumava confusão, ficou lá traz, bem antes de conhecer o Bryan, mas tem horas que dá vontade de chamar essa, Sarah de volta. Estou eu aqui tranquilamente com meu belo marido no luau que o hotel está realizando essa noite, vocês não devem estar entendendo nada, eu e B estamos fazendo um ano de casados e viemos comemorar no mesmo hotel em que passamos a nossa Lua de Mel em Montego Bay, Jamaica, o hotel é maravilhoso, tem uma praia particular onde está sendo realizado o luau.Voltando ao assunto, é um problema muito sério ser casada com um Adônis destruidor de calcinhas, todos os lugares que vamos, pode ser um simples supermercado, B chama muita atenção, no auge dos seus quase quarenta anos, ele esbanja beleza, seu porte grande e musculoso é de tirar o folego. Seus olhos, esmeraldas são um espet&
SARAHDepois da maquiagem retocada minha mãe me deixou sozinha dizendo que eu teria que descer em dez minutos. Meu coração estava uma mistura de ansiedade, felicidade e frustação. Estou frustrada porque o Luke não veio falar comigo, está acontecendo alguma coisa para que ele esteja me evitando. Meu peito dói, nunca imaginei que no dia do meu casamento ele não estaria ao meu lado, sonhei tantas e tantas vezes com ele fazendo os planos comigo, nós dois juntos escolhendo o vestido, e principalmente ele ao meu lado no momento de me entregar ao meu futuro marido. Ouço alguém bater na porta.— Sarah meu amor, vamos, está na hora, meu menino está muito nervoso, anda de um lado a outro no altar.— Vou descer Amy, me ajude por favor — deixa que eu pego seu buque.— B deve estar com medo que eu não ap
SARAHHoje é o grande dia, o dia em que me tornarei a senhora Campbell, sairei vestida de noiva da minha casa, a casa onde moro com o Bryan, para a cerimônia que será na mansão dos meus pais. B não me deixou organizar nada referente a decoração e organização da cerimônia, minha mãe e minha sogra quase surtaram com essa decisão, que surpreendentemente ele tomou. A única que não reclamou foi a vó Beth, ainda ficou de o ajudar no que ele precisasse na organização, Lily também se prontificou em ajudá-lo.Lembro da vó Beth dizendo “Filho o casamento é seu faça o que quiser, elas não têm nada que ficar se metendo", minha mãe e minha sogra murmuraram, eu e Lily rimos, B beijou sua avó com um sorriso bobo nos lábios e a agradeceu sussurrando em seu ouvido, eu também
SARAHFaltam exatamente uma semana para meu casamento, não sei o que está acontecendo, meu irmão tem me evitado, se eu não soubesse que ele e Bryan se amam como irmãos, pensaria que ele não é a favor do nosso casamento. Estou muito triste, nem na Vendramini consegui vê-lo. Fiz uma surpresa, fui até a empresa para chamá-lo para almoçar comigo, ele não me atendeu dizendo que estava em reunião e não tinha hora para acabar. Será que Luke não quer me ver por que caiu sua ficha que a culpa dele estar em uma cadeira de rodas é minha?Não sei o que pensar, sinto tanto sua falta, se não fosse esses dias que estou atarefada com a organização do meu casamento, não suportaria. Combinei com meu pai que ele e Luke me levariam ao altar, os dois homens da minha vida me entregando ao meu terceiro homem, meu amor, mas es
BRYANFinalmente minha mulher está de volta, ontem abrimos o nosso coração e tudo que estava nos impedindo de seguir em frente ficou no passado. Sarah se abriu completamente e reafirmamos o nosso amor, pude tocá-la novamente, sentir o seu gosto e estar dentro dela. Sou um homem de sorte por tê-la em minha vida. Nos amamos a noite toda, matei saudades da minha mulher, da minha mulher, porra. Tomei seu corpo e nos amamos intensamente, os sentimentos e as sensações estavam multiplicados por mais de dois meses de afastamento. Amor, sexo, luxúria, tesão e saudade, muita saudade.A pedi outra vez em casamento, comprei outro anel porque infelizmente o primeiro que dei para ela a puta da Melissa roubou. Quando Sarah retornou do cativeiro e me contou sobre o anel, mandei imediatamente fazer outro, aguardei o momento certo para entrega-la, e ontem enquanto eu a amava com estocadas lentas a pedi em casa