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Autor: LuadMel
last update Fecha de publicación: 2023-04-27 11:41:50

— Alô? - Atendo porque eu sou uma pessoa caridosa.

— Oi - Sua voz me causa tantos arrepios que volto a deitar na cama, é tão sexy como ele fala. — Pensei que sua irmã não faria o serviço.

— Precisava pedir a ela? Você pelo menos deveria ter pedido a mim na faculdade.

— Sai mais cedo, e não vi quando chegou. Mas não custava nada entregar um papel já que paguei por isso. - Sentei na cama novamente de boca aberta, eu não estou acreditando nisso.

— Você pagou a Eleonor para entregar seu número? - Estou totalmente em choque.

— Foi por uma boa causa. - Não acredito. — Abre a janela. - Olho para a mesma, eu faço isso mesmo? Levanto da cama indo até lá e abro apenas a cortina e o vejo de longe, está sem camisa como da última vez, ele sorri — Você parece não ter sono. Quer fazer alguma coisa?

— Tipo sexo?

— Foi você que sugeriu. Pelo visto eu não sou tão safado quanto você, é o que percebo - ele sorri erguendo sua mão até atrás da cabeça, puta merda, eu estou babando. — O que está vestindo por baixo dessa blusa?

— Nada. - Respondo e dou um sorriso.

— Eu queria ver esse nada - ele sorri de novo e eu abaixo a cabeça.

— Você está se saindo muito safado agora, tão tarde da noite.

— A curiosidade me deixa excitado, você não está? - Nossa, eu estou sim. O tom dele é sexy, suave e tão imoral. Pow, ele tem essa cara de demônio sexy sim. Levanto a cabeça para vê-lo de novo. — Gosto quando seu cabelo cai ao redor do rosto, é sexy.

— Você gosta de muitas coisas pelo visto.

— Gosto de admirar coisas belas, coisas que gemem, coisas que eu posso ter um dia. - Ele morde os lábios e abaixa a mão colocando na cintura — pensou no meu convite?

— Talvez.

— Por que talvez? Foi algo bem simples.

— Você e o Mattie são amigos não são? Eu não queria causar briga entre vocês?

— Hm... Isso é o de menos, ninguém precisa saber, morena. - Senti meu sangue gelar. Que merda de apelido sexy é esse, ou será apenas o tom da sua voz. — Por que me olha assim, eu disse algo errado?

— Estou tendo algo errado.

— Está passando mal? Quer que eu chame a ambulância? - Ele abaixou as sobrancelhas, ele está falando sério? — A polícia? Ou meu irmão para ele terminar o que começou?

PUTA MERDA!

O QUE VOCÊ FEZ MARCK SHIMITH?

— O-Que? - Ele sorri dando as costas e tenho a visão da sua bunda, nossa... que bunda é essa? — Ele te contou?

— Contou. Saiba que isso me deixou triste, porque eu queria ter tocado em você primeiro, mordido sua bunda... bem devagar e chupado lá em baixo, bem lento, você gosta, não é? A costa dele esta toda arranhada. - Coro na mesma hora levando uma mão à boca e o vejo voltar a me olhar, agora bebia alguma coisa e se encostou na janela.

— Vocês são loucos, e não parecem o tipo de garotos do bem.

— Mas eu nunca disse que era do bem. E você também não é, e se for, é só chegar aqui, que eu te faço ficar mal, muito mal — suas palavras são tão boas, não acredito que estou caindo na sua armadilha. - Liguei só para ouvir sua voz, ela é fofa, quero me lembrar dela assim, bem fofa para quando te ouvi rosnar como uma felina ao me ter dentro de você.

— Merda Jae - dou as costas me escondendo — Você é um cretino bem filho da puta, para de falar essas coisas.

— Por quê? Não gosta quando falo? Estou fazendo promessas, e se deixar, eu posso cumprir todas elas. Desde que você saiu rebolando daqui na madrugada eu imagino te deitando na cama, bem devagar, levantando essa blusa grande e descobrindo o que esconde, dessa vez eu não apenas olharia como começaria lambendo seus peitos, depois morderia essa cintura fina, e por fim, daria tudo para te fazer gozar apenas com a minha língua.

Eu não sei o que me atinge mais, sua voz, ou suas promessas, ou a vontade de ir fazer isso agora.

— Não se esconda morena, eu vou te encontrar. - Sua voz, sua puta voz me seduz. Sorriu com sua falta de misericórdia a uma garota como eu, volto a janela procurando por sua presença, mas não vejo. — Pelo visto a gatinha perdeu a língua, tudo bem não quero mais incomodar.

— O que você queria ver debaixo da minha roupa de importante? Você já viu tudo. - Escuto um ruído e depois ele sorrindo.

— Vi com outros olhos. Não sabia que existia talvez uma possibilidade de você deitar na minha cama naquela madrugada, ou quando te vi na janela, mas depois da conversa na faculdade, talvez haja uma.

— E se não houver? - Gemo praticamente e mordo os lábios ao jogar a camisa no chão.

— Eu não poderei fazer nada, meu irmão também é um daqueles que toda mulher quer. Me contentaria calado se você escolher sair com ele, ou com Mattie.

— Talvez você deva lutar por algo. - Ele ri de novo e vejo a sombra de seu corpo aparecer, sorrio e ao mesmo tempo coro quando o vejo passar na janela para pegar sua bebida, porém, trava no lugar quando me vê, ele arregala os olhos e deixa o celular cair um pouco engolindo a seco. — Algo bem quente e molhado, estou excitada também a culpa é sua, do seu irmão, de ambos.

— Puta merda!

— Também estou excitada, e adoraria morder sua bunda grande, ela me atrai todas às vezes que vira de costas e sai andando como se fosse o último homem da terra. - Ele encosta um dos braços na janela em encarando com a boca aberta — Você perdeu a língua, gatinho?

— Perdi. Mas eu sei que vou encontrar ela logo, logo.

— Você ao menos sabe onde ela está? - Ele ri agora.

— Entre suas pernas, passando de um lado para o outro enquanto você arranha minhas costas como fez com Marck. - Eu sorrio, ele está sério. — sinto vontade de foder você agora, mas não sou homem aranha para voar até sua janela e tocar em você.

— Que triste, não é? - Toco em um seio apertando devagar e o levando a boca, lambo a parte que posso alcançar e Jae fica mais sério dando um passo para trás.

— Uau! E o safado sou eu. - Ele ri tocando em seu pau por cima do short.

— É. Ainda é você. Eu aceito sair com você.

— Acha que eu tenho cabeça para pensar em um encontro com você depois de mostrar-se toda para mim? - Tomo um susto quando meu celular vibra novamente, olho de lado encontrando uma mensagem do meu pai, ao ler a mesma eu sinto meu coração acelerar mais do que já está. — Algum problema? - Olho para Jae analisando as consequências da minha ideia maluca, não vejo tantas.

— Tem. É meu pai - Ele se aproxima da janela com olhos atentos a qualquer coisa que eu fosse dizer, faço o mesmo e sorrio — Vai cobrir outra pessoa no hospital. Não o verei até amanhã de tarde, é uma pena, não é?

— Pena para quem?

— Me encontre lá embaixo, a porta da cozinha está sempre aberta.

— Você que manda, morena.

Ele some da minha frente e eu sorrio, visto a camisa de volta e saio do quarto, acho que ao menos terei como terminar o que Marck começou, mesmo não sendo com ele mesmo. Me contento com aquela voz que me tira o juízo, e todo pensamento negativo que cai sobre minha mente ao entrar na cozinha e esperar menos de um minuto para Jae entrar pela porta dos fundos, ele me encara como a minutos atrás, seu corpo grande está coberto por uma camisa preta e capuz, ele j**a este para trás se aproximando como um caçador e ao chegar perto agarra minha cintura me beijando na mesma hora.

Sinto meu corpo esquentar e sua mão entrar debaixo da camisa e tocar na minha vagina. Sorriu entre o beijo gemendo em seguida quando ele coloca um dedo dentro de mim.

Os beijos de antes caem para em pescoço e eu estou entregue a tudo isso, gemo outra vez quando ele acelera os movimentos de seus dedos e os recolhe de novo. O encaro sem entender, mas ele sorri puxando minha camisa para cima e a sua logo depois, Jae me pega pela cintura jogando-me contra a mesa sem o menor cuidado, sobe na mesma me encarando de cima, sinto seu olhar ir mais além que meus olhos, sua respiração está afobada, seus lábios vermelhos, ele está tão lindo, sorrio para isso.

— Você realmente é algo inexplicável- Ele diz e sorri, volta a me beijar enquanto rodeia minhas pernas em sua cintura, sinto sua pele na minha e seu pau duro contra minha vagina, seguro seus ombros com força e minhas unhas cravam em sua pele quando ele entra devagar, me preenchendo por inteira, ranjo os dentes o encarando de perto e ele fecha os olhos se apoiando na mesa ao lado do meu rosto. — Puta merda, Elsie, que puta vagina você tem. - Ele diz, sua voz ainda é sedutora e se torna mais intensa ao abaixar para meu ouvido e gemer comigo.

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